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Os Estados Unidos devem reduzir a presença de navios-aeródromos na região do Golfo Pérsico de dois para apenas um. A medida será tomada por conta da previsão de cortes orçamentários para defesa do país. Oficiais da Marinha americana confirmaram ontem (06) a diminuição do contingente, que acontecerá imediatamente.

“Diante das incertezas quanto ao orçamento, a U.S. Navy pediu a redução [ao secretário de Defesa, Leon Panetta], que foi aprovada”, declarou o porta-voz do Pentágono, George Little, em comunicado oficial. “Essa decisão prudente permitirá que a Marinha mantenha esses navios, para que possam ser enviados rapidamente, caso seja preciso reagir contra alguma ameaça à segurança nacional”.

FONTE: Naval Open Souce Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

19 Responses to “Pentágono diminuirá presença de porta-aviões no Golfo” Subscribe

  1. CVN76 7 de fevereiro de 2013 at 16:07 #

    O USS Harry S. Truman CVN 75 que estava previsto de partir amanhã para o Oriente Médio, ficará agora em estado de prontidão para o caso de alguma emergência.

    Ele ficará fazendo manobras e treinamento nos EUA…..

    Por outro lado, o USS Dwight D.Eisenhower CVN 69 deverá partir em março para o Oriente Médio para substituir o USS John C. Stennis CVN 74……

    Assim em vêz de 2 porta-aviões, a USN manterá somente um na região.

  2. Observador 7 de fevereiro de 2013 at 17:21 #

    Senhores,

    Como os EUA estão desenvolvendo novas fontes de energia e devem tornar-se exportadores de petróleo e gás depois de 2035, o interesse na estabilidade da região diminuirá ano após ano.

    A tendência é que dentro de uma década não exista algum porta-aviões permanentemente estacionado no Golfo Pérsico.

    Quem vai ter que se virar com os árabes e os persas será a China.

    Vai ser engraçado quando aquela região começar a ser patrulhada por um porta-aviões chinês…

  3. andreas 7 de fevereiro de 2013 at 17:24 #

    Bem lembrado Observador, mas com duas diferenças: além de talvez ter NAe Chinês na parada, a China mesmo fica ali do lado, ao contrário do satã ianque, e eles tem um exército bemmmm maior, então, se sairem da linha, podem levar uma porrada bem maior também!

  4. daltonl 7 de fevereiro de 2013 at 17:46 #

    Franz !

    Tem familiares de tripulantes do “Ike” reclamando que o mesmo já cumpriu 6 meses de mar quando retornou a Norfolk em 19 de dezembro passado, 3 meses antes do planejado por conta de problemas de propulsão do USS Nimitz.

    A principio eles poderiam enviar o “HST” dando a ele um cenário “real”
    já que faz mais de dois anos que ele não sai em missão e manter o
    “Ike” de prontidão, mas sabe-se lá quais são os requirimentos, de
    qualquer forma manter apenas um NAe por lá aliviará em muito a
    carga sobre os poucos NAes da US Navy.

    abs

  5. CVN76 8 de fevereiro de 2013 at 2:53 #

    Grande Dalton

    sou da mesma opinião……mas eu creio que o CVN 75 irá para o Oriente Médio em junho ou em julho para substituir o CVN 69…..este quando voltar para os EUA, entrará num perído de manutenção.

  6. daltonl 8 de fevereiro de 2013 at 8:53 #

    Franz…

    pelos meus cálculos será um “DPIA” para o “Ike” e outro para o “Johnny Reb”, repetindo-se a situação de ter 2 NAes passando por prolongadas
    manutenções quase que iniciando-se simultameamente, como aconteceu recentemente com os USSs Nimitz e Truman.

    Antes, se não me falha a memória, coincidia por apenas alguns meses, 2 NAes estarem passando por “DPIA” e agora com este uso maluco que a US Navy anda fazendo de seus NAes o planejamento de manutenção foi para o espaço sem falar na desativação do USS Enterprise.

    abraços

  7. HMS TIRELESS 8 de fevereiro de 2013 at 9:33 #

    Observador:

    A tendência é que em 2035 os EUA passem de importador a exportador de petróleo e gás. Inclusive a exportação de gás dos EUA para a Europa poderá livrar o velho continente da chantagem russa. E quando o Golfo Pérsico começar a ser patrulhado por NAEs Xinglingas, a corja do Foro de SP vai argumentar ser “extremamente necessário para manter a segurança e estabilidade da região” afinal, hipocrisia é o forte dessa turma.

  8. CVN76 8 de fevereiro de 2013 at 10:07 #

    Dalton

    O resultado disso é o grande nr. de PA em manutenção desde 2012.

    Atualizando a situação dos CVN`s para os amigos do Poder Naval!!

    CVN 68: Manutenção em Everett, problemas na tubulação de um dos reatores….

    CVN 69: Em Norfolk, partirá em breve para o Oriente Médio.

    CVN 70: Em San Diego, saindo de um período de manutenção leve; irá iniciar a longa fase de treinamento.

    CVN 71: Manutenção pesada, em Newport News

    CVN72: Manutenção pesada, em Norfolk

    CVN73: Período de descanso e manutenção leve em Yokosuka

    CVN 74: Comissão no Oriente Médio

    CVN 75: Em Norfolk de prontidão

    CVN 76: Em Bremerton saindo de uma manutenção pesada; irá iniciar o longo ciclo de treinos quando voltar para San Diego

    CVN 77: Em Norfolk, em fase de treinamento.

  9. daltonl 8 de fevereiro de 2013 at 10:18 #

    Bom…há muita controvérsia sobre isso; dizem que apenas uma fração do
    shale oil poderá ser extraida o que não garantiria exportação, talvez para
    consumo interno apenas, mas, será interessante SE tornar-se uma realidade.

  10. Vader 8 de fevereiro de 2013 at 14:59 #

    Os EUA tinham mesmo é que picar a mula do OM e deixar os árabes se matarem entre si, como fazem há milênios. Israel já sabe se defender por si próprio, e quem atacar seu território vai tomar meia dúzia de bombas atômicas na cabeça.

  11. Vader 8 de fevereiro de 2013 at 15:02 #

    Só um adendo: em 2020 os EUA irão se tornar auto-suficientes em petróleo, ou seja: muito antes de 2035 eles já começarão a cair fora de lá.

    Aí a catrefa esquerdalha asquerosa vai ter de assistir aos árabes sentindo todo o peso das mandíbulas do dragão, já que reclamavam tanto das levíssimas garras da águia.

  12. Ivan 8 de fevereiro de 2013 at 15:14 #

    MiLord Vader,

    100% Sith e políticamente incorreto…
    … mas em boa parte está certo.

    Washington continuará protegendo Israel, até mesmo para evitar uma catástrofe nuclear, assim como vai continuar atuando na região, mas cada vez mais vai depender cada vez menos do petróleo.

    Beijing por sua vez está cada vez mais sedenta por petróleo e todas as outras commodities que lá não tem.

    Sds.,
    Ivan.

  13. Ivan 8 de fevereiro de 2013 at 16:06 #

    Dalton e CVN76,

    Os americanos precisão manter 2 (dois) supercarriers no Oriente Médio?

    Além do Afeganistão, que outro teatro de operações precisaria ter um porta aviões na costa para sustentar operações aéreas?

    Como os US Carriers operam hoje em dia com menos aeronaves do que seria possível embarcar, Poderia ser uma opção manter 1 (um) ou 2 (dois) esquadrões de Hornets dos US Marines e um como um esquadrão de guerra eletrônica com 4 (quatro) EA-18G Growler da US Navy em uma base terrestre confiável para revesar com os esquadrões embarcados.

    Não sobrecarregava o US Carrier de plantão e poderia revesar tripulações ou mesmo todo o esquadrão, bem como reforçar a Ala Aérea em caso de necessidade como um agravamento rápido do cenário.

    Seria interessante montar a ordem de batalha de uma Carrier Air Wing atual da US Navy. Imagino que seria mais ou menos assim:
    * Dois esquadrões de caça e ataque (VFA) com 12 F/A-18E
    e 14 F/A-18F Super Hornets;
    * Dois esquadrões de caça e ataque (VFA) com 10 ou 12 F/A-18C Hornet cada um, sendo que eventualmente um destes pode ser substituido por esquadrão de caça e ataque do U.S. Marine Corps(VMFA) com F/A-18 C ou D (versão biposta de ataque);
    * Um esquadrão de ataque eletrônico (VAQ) com 4 a 6 EA-6B Prowlers ou EA-18G Growlers;
    * Um esquadrão de alerta aéreo antecipado (AEW) embarcado (VAW) com 4 a 6 E-2C Hawkeyes;
    * Um destacamento do esquadrão de Fleet Logistics Support (VRC) com apenas 2 C-2 Greyhounds;
    * um esquadrão de helicopteros antisubmarino (HS) com 6 a 8 SH-60F e/ou HH-60H Seahawks.

    Em relação a ordem de batalha das US Carrier Air Wing da época dos Tomcats podemos observar a redução de um esquadrão de ataque com 10 (dez) A-6 qualquer letra Intruder, além de um destacamento REVO com 4 (quatro) KA-6 neste esquadrão. Isto sem falar do esquadrão faz tudo de S-3 Viking.

    Assim sendo, me parece razoável ter um ou dois esquadrões de caça em terra na região para um rápido e eventual reforço para o US Carrier de plantão.

    Abç,
    Ivan.

  14. CVN76 8 de fevereiro de 2013 at 17:30 #

    Ivan

    Vou dar a minha opinião pessoal como entusiasta…..

    Eu acho que no momento não é necessário manter 2 CVN`s na área!

    Mas isso é muito subjetivo; a situação financeira está difícil e em parte os cortes que estamos vendo agora, já deveriam ter sido feitos antes…..

    Os EUA já mantém vários esquadrões de caça, transporte, reabastecimento e etc..em vários países aliados na região em sistema de rodízio.

    Abs

  15. Ivan 8 de fevereiro de 2013 at 17:54 #

    CVN76,

    Sabemos que os “vários esquadrões de caça, transporte, reabastecimento e etc” são na maioria da US Air Force ou Guarda Aérea Nacional, com talvez um ou outro destacamento de Harrier dos Fuzileiros Navais.

    O que penso ser uma alternativa para a marinha americana é dispor de um ou dois esquadrões de Hornets em uma base aérea do oriente médio para um revesamento de esquadrões de ataque ou mesmo um rápido reforço em momento de crise, tendo em vista haver espaço nos seus super carriers.

    No mais, concordo com vc.
    Basta um CVN na área e outro no Japão.

    Abç,
    Ivan.

  16. daltonl 8 de fevereiro de 2013 at 19:52 #

    Ivan…

    como vc já manifestou interesse pelo assunto antes, coisa que interessa mais a certos Franz e Daltons da vida, cabe aqui uma atualização:

    - os esquadrões de FA-18C tanto da US navy como do Marine Corps estão reduzidos a apenas 10 aeronaves e algumas vezes apenas 9 aeronaves estão embarcando com ou não compensação de outro esquadrão;

    - os esquadrões de FA-18F possuem 12 aeronaves e não 14 como planejado assim como nos esquadrões de FA-18E e em breve serão apenas 10 aeronaves pois a retirada de duas aeronaves de cada 5 esquadrões permitirá que um esquadrão de FA-18C receba os Super Hornets;

    - quase todos os esquadrões de helicopteros operam agora os MH-60S
    e MH-60R e não mais os SH-60F e HH-60H;

    - apenas FA-18C dos Marines tem sido embarcados, como expliquei antes, a US Navy tem um deficit de 1 esquadrão VFA e mesmo assim um esquadrão opera baseado em terra e outro pode estar passando por transição o que obriga os Marines a contribuirem com dois ou tres
    esquadrões para a US Navy.

    - os Marines possuem apenas 7 esquadrões de FA-18C, se normalmente 2 ou 3 estão embarcados os 4 ou 5 restantes estão muito ocupados operando no Japão ou Afeganistão atualmente e nunca vi
    um esquadrão dos Marines de FA-18D embarcado;

    Resumindo: não há excesso e sim falta de esquadrões e mesmo com mais compras, redução no nr de aeronaves por esquadrões e a retirada de algumas unidades dos esquadrões de treinamento para a linha de frente não serão suficientes para compor todos os 35 esquadrões de VFA da US Navy…ainda haverá um gap de 4 esquadrões até que finalmente o FA-35C entre em serviço.

    abraços

  17. Ivan 8 de fevereiro de 2013 at 23:20 #

    Dalton,

    Esquadrões com apenas 10 aeronaves pode funcionar em uma guerra assimétrica, quando a missão muitas vezes é manter um elemento (2) de caça ‘on station’ para apoio de fogo ou alvo de oportunidade.

    Mas em um cenário de guerra de alta intensidade são necessários esquadrões completos para formar pacotes de ataque mais consistentes.

    Penso que, mesmo mantendo esquadrões ‘esqualidos’ em comissão no mar, seria prudente ter um complemento em terra para estas unidades ativas.~

    Não é possível contar com todos os super carriers, pois como vc já esclareceu em diversas oportunidades, sempre haverá unidades em manutenção e/ou treinamento. Mas acredito que aqueles disponíveis podem receber reforço nas suas magras Carrier Air Wing em momentos de necessidade.

    Possivelmente os Yankees devem ter planos para isso,
    ou deveriam ter.

    Mas este é apenas meu ponto de vista.

    Abç.

  18. daltonl 8 de fevereiro de 2013 at 23:46 #

    “Possivelmente os Yankees devem ter planos para isso,
    ou deveriam ter.”

    Com certeza, Ivan, e o plano é envolver toda a maquina de guerra dos EUA, e não apenas os poucos NAes, mas quanto as alas aereas da US Navy, a situação é muito proxima do que descrevi…não há alternativa.

    Claro que há situações em que um NAe entra em manutenção prolongada e sua ala aerea fica disponivel mais cedo e passa a treinar
    em outro Nae para manter a proficiencia e em caso de necessidade
    alguns esquadroes poderiam ser alocados a NAes da linha de frente.

    O problema é que no final das contas quando o NAe em manutenção voltasse à ativa, não teria uma ala aerea , pois não há substitutos.

    Guerra assimetrica possivelmente é o que continuará ocorrendo e o poderio militar dos EUA não tem adversário à altura e assim continuará por muito tempo, então, a redução de aeronaves por esquadrão é um risco que bem vale a pena correr, já que não há alternativa.

    Mas este também é meu ponto de vista… :)

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