OPV Warao no cais do AMRJ

O OPV Warao da Marinha da Venezuela já está no Rio de Janeiro. Na segunda-feira ao fotografarmos a saída da fragata francesa FREMM Aquitaine, sem querer acabamos fotografando também o Rolldock Sea do armador holandês RollDock Shipping B.V. com o Warao em seu interior.

Abaixo, a foto do Warao dentro do Rolldock Sea no porto do Mucuripe, em Fortaleza-CE, em foto de Jose & Peppe, via COLLECTION OF MARITIME PRESS CLIPPINGS Number 301.

OPV Warao no porto do Mucuripe em Fortaleza-CE

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Continuarão abertas, até o dia 15 de março, as inscrições para o Concurso Público de Admissão às Escolas de Aprendizes-Marinheiros. São 2.200 vagas.

O interessado deverá se inscrever através do site www.ingressonamarinha.mar.mil.br ou em um dos postos de inscrição da Marinha. O valor da inscrição é R$ 12,00.

Dentre os requisitos para concorrer a uma das vagas, os principais são: ser brasileiro nato, do sexo masculino, possuir o Ensino Fundamental completo e ter de 18 a 21 anos de idade.

 

Mais de mil recursos questionaram questões e gabaritos. No concurso deste ano, inscreveram-se 2.141 candidatos

 

Por Marta Cavallini
Do G1, em São Paulo

vinheta-clipping-navalA Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha não pretende alterar os gabaritos da prova escrita do processo seletivo para praticante de prático, realizada em janeiro deste ano. Leitores enviaram e-mails ao G1 questionando o conteúdo da prova. Os candidatos, que pediram para não serem identificados, informaram que foram enviados cerca de 1.300 recursos questionando a prova e que nenhum foi atendido.

O processo seletivo é para habilitar praticantes de prático. Depois de passar na seleção, os praticantes fazem um treinamento denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração mínima de 12 meses e máxima de 15 meses. Segue-se então o exame de habilitação conduzido pela Capitania dos Portos. Com a aprovação nesse exame, o praticante é certificado como prático, que exerce atividade privada, individualmente, em sociedade ou contratado por empresa de praticagem. A remuneração é variável e pode chegar a R$ 130 mil mensais, caso o porto seja bastante movimentado. O prático assessora os comandantes de navios nacionais e estrangeiros, sendo responsável pelas manobras realizadas em portos brasileiros.

A Marinha esclarece que o processo seletivo à Categoria de Praticante de Prático (PSCPP) não é concurso público, pois não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. Os práticos exercem atividade privada, sendo remunerados pelos tomadores de seus serviços. O praticante de prático é uma categoria dos aquaviários, conforme previsto no Decreto nº 2.596, de 18/05/1998, o qual regulamenta a Lei nº 9537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Lesta).

No concurso, cujo edital foi lançado em novembro do ano passado, inscreveram-se 2.141 candidatos, e à prova escrita realizada em 5 de janeiro compareceram 1.834 candidatos, segundo a Marinha. Com a divulgação do resultado da prova escrita em 22 de fevereiro, a primeira etapa foi concluída. Já foi realizada a convocação dos 250 candidatos melhor classificados para a 2ª etapa, que engloba apresentação de documentos, seleção psicofísica e teste de suficiência física (provas de barra, natação e permanência na água).

Além de curso de nível superior, o candidato precisa ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas, prático ou praticante de prático; ou, alternativamente, pertencer ao grupo de amadores, no mínimo na categoria de mestre-amador.

Questionamentos

Os candidatos questionaram a mudança no número de questões, que neste ano foi de 50. A mudança, segundo a Marinha, atendeu à orientação pedagógica da Diretoria de Ensino. As provas anteriores, desde 2006, tiveram a duração de 4 horas e 70 questões. Avaliação pedagógica recente indicou que, mantido o tempo de duração, a prova deveria se resumir a 50 questões.

As provas escritas aplicadas em 2006 e 2008 contiveram algumas questões em inglês. A prova de 2011 e a deste ano tiveram somente questões em português. De acordo com a Marinha, o edital prevê que a prova escrita poderá ter textos e questões redigidos em português e/ou inglês. Portanto, não é obrigatório que as provas tenham sempre questões em inglês.

Os candidatos questionaram o curto espaço de tempo entre o anúncio do concurso e o lançamento do edital. De acordo com a Marinha, a intenção de realizar o processo seletivo foi anunciada em 25 de outubro de 2012, embora a divulgação não seja obrigatória. O edital foi publicado no “Diário Oficial da União” em 6 de novembro e a prova escrita foi aplicada em 5 de janeiro deste ano.

Em relação aos recursos questionando a prova, a Marinha informou que “todos foram repetidamente e exaustivamente analisados pela banca examinadora e que não foram identificados argumentos sólidos que justificassem alterações no gabarito preliminar”.
De acordo com a Marinha, o gabarito definitivo levou 47 dias para ser publicado após a divulgação do gabarito preliminar, conforme previa o edital. O período decorrido é necessário para o recebimento, processamento e análise dos inúmeros recursos tradicionalmente recebidos.

Os candidatos alegaram que o nível de dificuldade das questões foi muito baixo, o que fez com que as notas de todos ficassem muito próximas, beneficiando as pessoas que são da Marinha, devido à prova de títulos. A Marinha rebateu informando que o rigor da prova foi o normal de sempre, sendo que, dos 1834 candidatos que a realizaram, 819, ou seja, 45%, obtiveram nota menor do que 35 pontos, inferior à necessária para a classificação.

“Ocorre que são os candidatos que vêm cada vez melhor se instruindo, inclusive estudando em inúmeros cursos privados que hoje existem”, informou a Diretoria de Portos e Costas (DPC).
Segundo a Marinha, a prova de títulos busca contribuir para a seleção dos candidatos mais bem preparados para a habilitação como praticante de prático, valendo apenas 10% do grau final de classificação. Devido às especificidades das atividades de praticagem, a Diretoria Técnica Especializada entende que deva se dar preferência aos candidatos que detenham superiores conhecimentos e experiência na atividade náutica (ciência e arte de navegação sobre a água) profissional.
“A prova de títulos, portanto, não beneficia ninguém e, ademais, permite pontuação não somente por parte de pessoal da Marinha do Brasil como da Marinha Mercante, inclusive daqueles que já são práticos, muitos deles que não tiveram antes qualquer vínculo com as duas Instituições”, diz a DPC.

A Marinha ressalta que apenas metade dos 250 classificados para a 2ª fase do processo seletivo pertence ou pertenceu a uma das duas Marinhas, “este sim um resultado surpreendente”.
A Marinha informou ainda que as provas escritas nunca podem ser iguais, que o peso de cada assunto pode mudar a cada ano e a dimensão do conteúdo programático não permite que sejam abrangidos todos os tópicos do edital nas provas.

FONTE: G1

 

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Segundo dados da Frost and Sullivan, empresa britânica de pesquisa e análise econômica, o mercado para submarinos convencionais diesel-elétricos deve aumentar em cerca de 1,8% até 2022. Os modelos com propulsão independente do ar (AIP) devem ter a maior demanda.

Para o analista de segurança, defesa e indústria aeroespacial da Frost and Sullivan, Dominik Kimla, “o ambiente das operações navais mudou significativamente. As operações passaram da ‘água azul’ do mar aberto para a ‘água rasa’ das regiões litorâneas”, explica. “A importância de submarinos convencionais menores e mais silenciosos, em vez de grandes modelos nucleares, aumentou bastante”.

A região da Ásia -Pacífico e a Europa parecem ser as principais áreas de aquisição de submarinos convencionais, segundoa empresa. A previsão é de que o mercado asiático para esse tipo de embarcação creça 2,1% e venha a totalizar 47,2% da demanda global. Já a Europa responde por 22,4% da fatia de mercado, e espera-se um aumento de 1,5%. Páises como Alemanha, Espanha, Itália e Turquia possuem projetos “relevantes” de desenvolvimento de submarinos convencionais. “As forças navais cada vez mais estão se voltando para os SSK por conta do caráter polivalente e do potencial semi-estratégico dessas embarcações”, aponta Kimla. “Sendo assim, os submarinos convencionais representam grandes oportunidades tanto para a venda de novos navios como para a inclusão do sistema AIP em modelos já existentes”.

FONTE: UPI.com (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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O navio de transporte anfíbio San Marco, da classe San Giorgio da Marinha italiana, e o contratorpedeiro Severromorsk, da classe Udaloy da Marinha russa, realizaram nessa semana exercícios de combate à pirataria no Golfo de Aden. Durante a operação Ocean Shield as forças de ambos os países praticaram a retomada de uma embarcação sequestrada, prisão de piratas e libertação de reféns.

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FONTE: Militaryphotos.net