NAe ‘São Paulo’ (A 12) em Santos?

NAe ‘São Paulo’ (A 12) em Santos?

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Segundo a Requisição de atracação e prioridade da Codesp (RAP), é prevista para  o dia 15.03 entrada e atracação do NAe ‘São Paulo’ em Santos. Considerando que para ser inserido na RAP alguém precisa solicitar à Codesp e que no caso o pedido seria de responsabilidade da CPSP, aparentemente está realmente prevista a escala do navio. De qualquer forma, vamos aguardar para maiores detalhes e confirmações.

FONTE: RAP: http://www.portodesantos.com.br/esperados_passageiros.php

FOTO: Marcelo ‘MO’ Lopes – 18/11/2011

55 COMMENTS

  1. Espero que não.

    Sem sacanagem, da última vez que “ligaram” o A-12 pra ir a Santos, formou-se uma coluna de fumaça gigantesca que dava pra ver da Ilha do Governador. Quem via achava que um avião tinha explodido no Santos Dumont.

    Ficou horas soltando fumaça preta, quando o vento virava, ia tudo na perimetral, um inferno.

    Eu respeito quem acha aquilo o máximo mas se é pra ir a Santos fazer nada, que fique por lá, porque aqui no RJ ninguém agüenta mais o Opalão.

  2. a fumaça preta é o sinal de que as maquinas estavam sendo calibradas, quando é terminado o processo, o volume de fumaça cai consideravelmente.

    Quanto ao titulo, Porta Avioes, o correto é Porta Helicopteros …

  3. Poderiam mandá-lo p/ SC, fazer companhia p/ aquele petroleiro que afundaram lá, vítima de “bomba perdida” nas Falklands…
    Lá embaixo é:

    mto, mto frio,
    solitário e
    escuro, mais escuro que em qualquer noite na superfície.

  4. Acho que precisamos chegar a uma conclusão. Ou nos comprometemos com a modernização e revitalização do São Paulo, dando a ele o melhor em equipamentos que existir, ou desistimos dessa história.

  5. ” petroleiro que afundaram lá, vítima de “bomba perdida” nas Falklands…”

    Mauricio não será o navio container, Atlantic Conveyor, atingido por exocets disparados por SE ?

    Quanto ao NAeSP, ele está muito melhor hoje do que quando adquirido
    depois de passar por anos de modernização/revitalização, faltando agora sua ala aérea mas providencias estão sendo tomadas neste sentido.

    Não há necessidade de correria afinal o NAeSP sempre foi visto como um “tampão” até o próximo NAe…este sim, chegará em tempo para proteger nossas riquezas dos … de quem mesmo ??

  6. Estive ano passado visitando o NaE Sao Paulo no Rio. O que deu para ver é que já colocaram alguns instrumento mais modernos nele. Quando passei por lá as catapultas estavam em revisão.
    Ainda no ano passado (final do ano) chegaram a navegar com ele pela Baia de Guanabara (tenho ate algumas fotos), provavelmente testando os motores e não houve muita fumaça, não.
    Quanto aos aviões, eles ficam em Sao Pedro da Aldeia e somente são `incorporados` quando o NaE sai da área da Baia.

  7. daltonl
    Até pelo fato de ser um tampão deveria esta funcionando em plenas condições, ao menos a embarcação. Foi por essa “falta de pressa” (pra mim foi uma falta de verba) que ao ocorrer o terremoto no Haiti tivemos muitas dificuldades em apoiar nossas tropas e toda a missão de paz (que naquele momento era mais de salvamento), ainda bem que os EUA supriram essas lacunas. Nós temos a necessidade de NAe, só não temos condições de mantê-lo.
    Você fez uma insinuação que nos leva a pensar: Para que FA se não temos inimigos? Não importa quem será o inimigo, o que conta é estarmos preparados seja lá quem for. Além do mais, não podemos esperar aparecer uma desavença com alguém para começarmos a nos armar. Vide a frase:
    “Velhos amigos tornam-se inimigos amargos subitamente por bobagens e pequenas ofensas.” (Robert Burton)

  8. ci_pin_ha…

    o NAeSP hoje está melhor do que jamais esteve e mesmo que estivesse operacional quando da catastrofe que se abateu sobre o Haiti não acredito que teria sido utilizado e nem teria contribuido de maneira substancial já que as primeiras horas e dias foram de maior importancia e apenas os EUA tinham condições de prestar ajuda rapida e volumosa.

    O USS Carl Vinson foi o único NAe enviado até porque estava proximo na ocasião então foi redirecionado para lá até navios mais adequados chegarem inclusive nossos navios anfibios mais adequados e dentro do orçamento para cumprir a missão.

    Se dei a impressão de que não precisamos de Forças Armadas não é nem nunca será minha intenção, apenas defendo forças compativeis com a nossa realidade de potencia regional sem paranoias com SSBNs britanicos rondando o Atlantico Sul , reativação de IV Frota etc.

    Talvez eu e a “velhinha de Taubaté” sejamos muito ingenuos, mas fazer o que… 🙂

    abraços

  9. Ouvi falar que para ser desmontado, reciclado, esse porta-aviões iria sair muito caro por conta das dezenas de toneladas de material tóxico com que foi fabricado. Em vez de gastar uma baba com esse desmonte, os franceses ainda ganharam doze milhões de dólares vendendo essa coisa para gente. Eu quero só ver a despesa quando nós tivermos de aposentar de vez esse barco, quanto é que ainda vai nos custar isso. É só dinheiro indo para o ralo. Uma pena, se pelo menos os Skyhawks estivessem em constante treinamento nesse tempo todo não teria sido gasto, teria sido investimento.

  10. Paulo…

    concordo que houve muita controvérsia quando do desmantelamento do NAe Clemenceau, irmão do Foch/NAeSP, mas tudo foi resolvido de maneira satisfatória e não haverá motivo para que o NAeSP quando chegar sua hora não seja vendido a uma empresa competente para desmantela-lo.

    Na época não havia alternativa além do NAe Foch se pretendiamos manter a doutrina de décadas ganha com o “Minas Gerais” então foi
    uma boa compra, caso contrário, teriamos provavelmente mantido navios velhos como os “Parás” em serviço por mais tempo e pouca coisa mais..

    Se…haverá de fato um substituto para o NAeSP é outra estória, mas no final dos anos 90 a intenção era e continua sendo até onde sei ter um substituto.

    abs

  11. Bom estão ele já está navegando na área de proteção prioritária da MB a PNRS (Ponte Naval Rio-Santos)kkkkkkkkk, é o que a maior parte dos navios de guerra da MB faz, sai do Rio e vai pra Santos e volta para o Rio, sacasmos e realidades a parte,já é uma boa notícia.Abçs

  12. daltonl
    Havia alternativa além do NAe Foch, os estadunidenses chegaram oferecer o CV 62 Independence por 100 milhões de dólares, sendo que se tivéssemos seguido esse caminho, não teríamos limite de peso de aeronaves visto que o CV 62 levava o F-14, F-18, E-2…
    Este sim seria um ótimo tampão e acrescentaria muito a nossa doutrina, além da porta de entrada para um futuro NAe. Inclusive, ainda está lá parado e pronto para ser desmantelado, tenho defendido que talvez, para uma verdadeira continuidade das doutrinas, que comprássemos o Kitty Hawk CV 93, que poderia ser usado mais 20 anos (suponho).

  13. ci_pin_ha meu caro…

    não sei se de fato a oferta do Independence por 80 milhões foi séria na época, até porque não encontrei nada além de rumores, mas, nenhum país operou até hoje um Super Carrier e não seriamos nós com nossos
    modestos recursos que iriamos faze-lo.

    Aliás, desta proposta apenas o Mattoso Maia, o Ceará e Rio de Janeiro vingaram.

    Pense na imensa tripulação, na dificuldade de manutenção…ele por exemplo nem caberia no dique Almirante Regis sem falar que não tinhamos como operar uma ala aérea compativel com aquele “monstrengo”, muito maior que o “Midway” que tive oportunidade de visitar e que por si só é bem maior que o NAeSP.

    Em excelentes condições em 1998, aos poucos foi pesadamente canibalizado e hoje é apenas um casco esperando desmanche em Bremerton.

    Quanto ao USS Kitty Hawk, CV 63, serviu por 48 anos e segundo seus tripulantes encontrava-se em mau estado imagine então depois de 4 anos na reserva e outros tantos sem ver uma doca seca , apenas está cumprindo uma determinação do Congresso que é de mante-lo em “boas” condições até 2015 quando deverá ser comissionado o futuro USS Gerald Ford.

    Se está faltando grana para manter bons navios que estão na ativa, é de se supor que o estado do velho “Battle Cat” esteja deplorável.

    abraços

  14. daltonl
    O que venho batendo na tecla é que:
    Ou destinamos o dinheiro suficiente para termos um NAe, ou paramos com essa brincadeira.
    Não acredito que o USS Kitty Hawk esteja em pior situação que o Foch lá no inicio dos anos 2000. Não estou falando que devemos tirar dinheiro de outras embarcações, só para colocarmos um NAe no mar, mas que se queremos ter um, que seja funcionando plenamente. Hoje com o São Paulo corre-se o risco de perca de doutrina.

  15. ci_pin_ha…

    o USS Kitty Hawk nem estava à venda em 1999…na verdade ele estava baseado no Japão numa posição importantissima como o unico NAe baseado avançado e foi apenas descomissionado em 2009!

    O então USS Independence encontrava-se na reserva com “apenas” 40 anos, vitima dos cortes pós-guerra fria que pediam uma força de apenas
    12 NAes e não mais 15.

    Do modo que vejo, dentro de 2 anos, a ala aérea será embarcada, não será grande coisa é verdade, uma meia duzia de A-4s modernizados , uns 2 Turbo trackers e uns 8 helicopteros e enquanto isso, o NAeSP manterá sua tripulação treinada inclusive no porto.

    Com economia será possivel manter o NAeSP por outros 12 anos talvez o que ao menos no papel comprará tempo para se ter algo no horizonte.

    Talvez não dê certo e tenhamos que abrir mão da aviação de asa fixa, mas a tecla que eu bato é que a Marinha não podia ou achava que não podia perder o Foch no final dos anos 90.

    abraços

  16. Caros amigos não querendo mudar o tema , mas o que quero saber também diz respeito ao São Paulo.Será que algum dos amigos saberia me informar que fim levou os bimotores que estavam sendo modernizados para fazerem parte da dotação de aviões do SP?Abraços do MENDES.

  17. Mendes…

    copiei e coleii um artigo aqui do blog mesmo…

    “Foi assinado em 20 de outubro de 2011, no Rio de Janeiro, entre a Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM) e a empresa Marsh Aviation Company, com sede na cidade de Mesa, Arizona, EUA, o contrato Nº 43000/2011-11/00 alusivo à modernização/remotorização/reconfiguração de 4 (quatro) aeronaves C-1A Trader para o padrão Carrier-on-Board Delivery/Air-to-Air Refueling (COD/AAR) KC-2 Turbo Trader.”

    Lá em cima na pressa coloquei turbo tracker mas são traders !

    abs

  18. Valeu DALTONI, eu também li este artigo, a minha pergunta foi feita porque depois disto não se falou mais do assunto e eu estou estranhando isto.Um abração do MENDES.

  19. Mendes…

    caso vc não tenha lido, duas aeronaves deverão ser entregues até abril de 2014 e as outras duas até outubro de 2015.

    abs

  20. inscruzivel o Independfence foi nos oferecido e chegou a ser inspecionado pela /mb, saalllllllllllllllllllllllllllllllllllvoooooooooo eu estar fazendo uma tremenda confusão

  21. os asbestos e asbestas dele aparentemente foram removidos, mas não tenho certeza, tomei muito sol jhoje e to meio pilha fraca agora noite …

  22. Nein, 450 nm off Florianopolis – 20/07/82 – detalhe muitos relatos inteerneticos cheios de abobrinhas sobre, tais como foi atingido por misseis, decidiram afundar pelo estado detiorado do navio e um monte de bullshitagens afins, a maioria parece que foi escrito pela ‘sapiencia navalis’ … kkkkkkkk

  23. MO…

    se de fato a marinha enviou pessoal para a distante Bremerton lá na costa do Pacifico inspecionar o “Independence” seria mesmo ironico pois na época em que ele foi descomissionado, fins de 1998, a construção de uma simples corveta como a Barroso já estava sofrendo atrasos.

    abs

  24. exato Dalton, alias isso foi descutido na finada lista naval a época, alem dele a época tbm um Spruance …, como falei hoje fiquei fotografando e tomei muito sol, to meio lezo e jejo por isso, mas se nao me engano os custos de operação and manutenção eram ‘beyond economical’ para o padrao MB, salgo engano foi o o O´Brien

  25. altonl disse:
    10 de março de 2013 às 21:11

    Mendes…

    copiei e coleii um artigo aqui do blog mesmo…

    “Foi assinado em 20 de outubro de 2011, no Rio de Janeiro, entre a Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM) e a empresa Marsh Aviation Company, com sede na cidade de Mesa, Arizona, EUA, o contrato Nº 43000/2011-11/00 alusivo à modernização/remotorização/reconfiguração de 4 (quatro) aeronaves C-1A Trader para o padrão Carrier-on-Board Delivery/Air-to-Air Refueling (COD/AAR) KC-2 Turbo Trader.”

    Lá em cima na pressa coloquei turbo tracker mas são traders !

    abs

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2013/03/08/nae-sao-paulo-a-12-em-santos/#ixzz2NBtqXNUC
    Daltonl, este negócio por ti citado me parece que está na conserva por algum tempo ainda, pois a Marsh pisou na bola e feio…..

    Grande abraço

  26. Obrigado Juarez…perdi o rastro da situação em meados do ano passado
    quando aparentemente tudo estava camnhando bem restando a duvida quanto a conversão para AEW.

    abraços

  27. Daltonl! Estas 04 células como tuc itaste serão/seriam para COD e REVO, quanto ao AEW só Deus sabe, mas acho que ista versão não sai nesta década, se sair…

    Grande abraço

  28. Poder-se-ia modernizar o Sea King para suprirem essa necessidade de AEW, visto que esse ainda continua em uso em muitas marinhas. Ou tentar adaptar o Ec725 para esse tipo de missão, mas acho que aqui, estou viajando. Em uma hipótese mais remota, comprar Ka-31.

  29. Prezado JUAREZ, o amigo poderia me dizer qual foi a pisada na bola dada pema MARSH, pois o pessoal da MB esta quieto, não falam nada sobre o assunto.Um abração do MENDES.

  30. Corsário…

    os espanhois primeiro ofereceram para os argentinos que buscavam um substituto para o ARA 25 de Mayo e depois ofereceram ao Brasil que buscava um substituto para o “Minas Gerais” mas em ambas as ocasioes foram frustrados pela falta de dinheiro de ambas nações sul americanas.

    O projeto da antiga IZAR hoje Navantia previa um NAe na faixa de 25000
    toneladas convoo em angulo uma catapulta e capacidade para cerca de 30 aeronaves incluindo helicopteros.

    Muito limitado, mesmo assim teria sido caro, centenas de milhoes de dolares na época e com a penuria da economia jamais foi algo realista.

    Era o Foch ou nada !

    abraços

  31. daltonl
    E acabou sendo nada mesmo. Faz mais de 10 anos que o Foch está na MB e a doutrina está em risco de ser perdida.

  32. Entendi.

    Bem, 12 milhões realmente foi de graça, isso não há como se negar.

    Por fim, pareceu-me a decisão do menos pior. E qual o planejamento para que o A12 esteja totalmente pronto para adestramento?

    Obrigado pelas informações.

    Abraço.

  33. Caros amigos, se alguém souber o que aconteceu com a MARSH, para não cumprir o contrato da MB para revitalizar as 4 aeronaves.Quanto a ida do Nae São Paulo para Santos, parece que vai mesmo pois ele já desatracou do AMRJ e estava hoje no final da tarde ancorado em frente a ilha da Boa Viagem (Niterói-RJ).Abraços do MENDES.

  34. ci_pin_ha…

    veja que , bem ou mal o NAeSP está navegando, tem uma tripulação, o navio está relativamente bem e muito treinamento pode ser feito com o navio atracado.

    O USS Nimitz por exemplo, mais novo etc e tal, sofreu problemas de maquinas, depois de ter passado por mais de um ano de manutenção e encontra-se parado em Everett, mas a tripulação continua treinando seja simulação de incendio ou movendo pelo convoo e hangar um simulacro de aeronave.

    Procurem ver o NAeSP principalmente como um NAe escola que em breve retomará suas atividades aereas e quanto a doutrina esta não se perderá tão fácil assim.

    Corsário…

    infelizmente não sei responder sua pergunta só acrescento que os A-4s do Kuwait também vieram por um bom preço.

    abraços

  35. Há mais de 1200 homens a bordo do NAeSP e cada um sabe exatamente o que deve ser feito, afinal, mesmo sem “aviaozinhum”
    o navio tem que funcionar de acordo, faz parte da tal doutrina.

    Saber tudo sobre o NAe também faz parte do negócio e nestes ultimos anos o NAeSP foi “dissecado” e revitalizado.

    Por fim, 12 A-4s estão sendo modernizados e 3 deles são bipostos muito uteis no preparo dos pilotos.

    No big deal

  36. 2 de março de 2013 às 14:27

    Alguém pode por favor me explicar como é que se “mantém” doutrina de PA depois de 10 anos sem operar?

    Grato. 😉

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2013/03/08/nae-sao-paulo-a-12-em-santos/#ixzz2NNivhZ5x
    Vader, a doutrina de bordo pode ser exercitada com ele atracado, creio(achismo) mesmo assim alguns procedimentos doutrinários do próprio navio só póderão ser adestrados com ele navegando.
    Agora, a questão da operação embarcada de asa fixa, esta foi para o beleléu, zerou, vão ter começar tudo de nvo, os pilotos perderam a qualificação.
    Eu sei de algumas coisas erradas que a MB vem fazendo a nível de manutenção dos A 4 e que vem gerando baixa disponibilidade de horas de vôo para os pilotos e do número reduzido de células disponíveis, por diversas razões que eu prefiro não detalhar, mas se isto não mudar e o CLS das células retrofitadas não for muito bem amarrado, com apenas 9 células mono, e com idéia de não embarcar as bi, a coisa vai ser muito apertada, mas isto é só uma opinião pessoal.

    Grande abraço

    PS Na minha modesta opinião, ao invés de gastar dinheiro com avião velho “a la Trader”, a MB deverai selecionar mais duas células de A4 mono pára refit……

    Grande abraço

  37. Perder a certificação de voo não significa que nunca mais os pilotos irão recupera-la e sim que levará mais tempo e custará mais dinheiro.

    O grande problema é se de fato haverão recursos para aquisição de um NAe na próxima década, caso contrário, aí sim, será bem mais complicado
    readquirir o que se perderá.

  38. Segundo informações que recebi o PA São Paulo ficou com “saudades” do Rio de Janeiro e voltou pra casa 🙁

  39. Na verdade será que alguém sabe de fato o que aconteceu para o cancelamento da ida do SP até SANTOS? Abraços do MENDES.

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