I magens recentes surgiram em sites chineses, e mostram o H/PJ-14 – sistema de defesa antiaérea aproximada (CIWS) do porta-aviões Liaoning.

H_PJ_14_CIWS_Type_1130_China_Liaoning_Aircraft_Carrier

H_PJ_14_CIWS_Type_1130_China_Liaoning_Aircraft_Carrier_2

H_PJ_14_CIWS_Type_1130_China_Liaoning_Aircraft_Carrier_3

FONTE: Navy Recognition

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

41 Responses to “Imagens: sistema CIWS instalado no ‘Liaoning’” Subscribe

  1. Observador 22 de março de 2013 at 14:03 #

    Uau!

    Igualzinho o do nosso são Paulo!

    E tinha sonhador achando que o Brasil ia ensinar os chineses a operar um porta-aviões…

  2. Almeida 22 de março de 2013 at 14:07 #

    O Observador foi mais rápido do que eu no teclado rsrsrs

    Enquanto isso nosso poderoso Porta Aviões Pesado de Doca usa dois fuzileiros com Mistral no ombro…

  3. eduardo.pereira1 22 de março de 2013 at 16:29 #

    Isso ficaria legal nas novas(futuras corvetas), o som disso deve ser bacana !! Quanto ao nosso novo futuro museu,digo,porta avioes, tadin do bicho ,acredito que o Minas Gerais esta em melhores condiçoes de uso ,basta atualizar e colocar uns CIWS deste ae que ta bao !!rs

    ALMEIDA disse:

    Enquanto isso nosso poderoso Porta Aviões Pesado de Doca usa dois fuzileiros com Mistral no ombro…

    ESSA EU CURTI !!!KKKKKKKKK

  4. HMS TIRELESS 22 de março de 2013 at 17:49 #

    Qualquer semelhança com o Goalkeeper não é mera coincide^ncia….

  5. MO 22 de março de 2013 at 17:51 #

    Realmente Eduardo, certinho, basta atualizar o MG … realmente 100% fato ….

  6. carvalhomtts 22 de março de 2013 at 18:09 #

    o minas gerais não foi desmantelado na india

  7. eduardo.pereira1 22 de março de 2013 at 18:35 #

    CARVALHOMTTS
    Tem pouco tempo que apareceu o MG ao undo em uma foto sobre outro tema aqui no PN o bihin ta inteirasso,lindao, é só dar um grau que deixa o SP no chinelo!rs

  8. MO 22 de março de 2013 at 19:06 #

    ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh vc viu io SP e achou que fosse o MG … ahh tahhhhhhhhhhh …kkkkkkkkkkk (no post da Aquitaine)

  9. nunes neto 22 de março de 2013 at 22:00 #

    Um NAe escola não precisa de CIWS,para que? o SP vai (não sei quando) servir apenas para manter a doutrina,kkk

  10. MO 22 de março de 2013 at 23:04 #

    NN, como vc é malvadão .. kkkkkk

  11. MO 22 de março de 2013 at 23:05 #

    ta bom, rss ja ate ressucitaram o MG (kkkk, alias esta foi punk) … kkkk

  12. erabreu 23 de março de 2013 at 7:01 #

    Eu ainda me impressionado com esse Brasilzão nosso.
    Será que o IME ou o ITA não tem tecnologia suficiente para produzir um Gatling gun e juntar isso com um radar e ou FLIR?
    Precisamos ficar apenas olhando embasbacados a “tecnologia” dos outros e ficar MENDIGANDO “transferência???

  13. nunes neto 23 de março de 2013 at 8:01 #

    MO, só estou colocando o que é dito aos 4 ventos, que o SP é para manter a doutrina,que é um NAe escola,que é um tampa buraco antes de nossa “futura hipermoderna supragigante NAe A13 ” ,então, não é para combate,né? Navio escola não precisa de armas “potentes e modernas” então basta fazer o caminho do tatu, ir do Rio a Santos (como sempre,acho que deve ter um cassino de ofíciais em Santos,kkkk) e ter uma pista, tá bom de mais; amigos, é para manter a doutrina, caiu a ficha ;) ? Abçs, NN o malvadão destruidor de sonhos,kkkkk

  14. nunes neto 23 de março de 2013 at 8:14 #

    O SP está a anos em reforma, se fosse para modernizar os sistemas de armas já o teriam feito, já teriam colocado Phanlax,CIWS,ASTER etc… se não colocaram até agora,não vai ser depois do final desta bendita modernização que vão colocar , essa é a lógica! Mas não me assustaria se depois de tudo ainda fossem doca-lo mais 2/3 anos só para colocar um sistema de defesa de ponto.Abçs NN o chato

  15. daltonl 23 de março de 2013 at 10:03 #

    Era uma vez um NAe francês e 23 A-4s que foram comprados pelo preço de uma fragatinha de segunda mão + helicoptero, mas, sem canhoes phaser e torpedos fotonicos.

    Mas…quanto foi gasto na reforma ? Talvez o valor de duas fragatinhas
    de segunda mão + 2 helicopteros, mas, sem canhões phaser e torpedos fotonicos.

    Mas…e a folha de pagamento do NAe…mais de mil marujos que não fazem nada o dia inteiro e recebem soldos “exorbitantes”? Talvez uma quarta fragatinha de segunda mão + 1 helicoptero, mas sem canhões phaser e torpedos fotonicos, descontados o soldo para os tripulantes das tais 4 fragatinhas de segunda mão…

    Provavelmente, uma das fragatinhas de segunda mão + helicoptero,
    mas, sem canhoes phaser e torpedos fotonicos seria canibalizada para manter as outras tres,que teriam que passar pela manutenção cara que navios de segunda mão precisam.

    No fim das contas, teriamos hoje 9 fragatas, 5 corvetas, uma das quais levou mais de 12 anos para ser concluida e…3 fragatinhas de segunda mão + 3 helicopteros, mas, sem canhoes phaser e torpedos fotonicos.

    E provavelmente teriamos alguém reclamando da grande oportunidade perdida por não termos adquirido o Foch da França e os A-4s do Kuwait.

    :)

  16. eduardo.pereira1 23 de março de 2013 at 10:13 #

    MO E NN;
    To me sentindo o Panda do desennho(PO), o rei da pagaçao de mico,realmente fui conferir ,ainda com esperanças,e é o A-12!!rs
    Pra ninguém repetir o meu vacilo esta ae a vacina;

    “Em 2002 o Minas Gerais foi colocado em leilão. Entre os doze concorrentes, a maioria pretendia transformá-lo em sucata, reciclando o aço de seu casco. Entre eles, destacou-se uma ONG britânica, que organizou uma campanha pela internet, sob o nome de Vengeance, designação da embarção à época da Segunda Guerra Mundial, com o projeto de restauração e requalificação da embarcação como museu histórico-temático flutuante sobre a história da aviação naval. O navio histórico foi arrematado por 2 milhões de dólares norte-americanos por uma empresa de eventos e navegação de Xangai, na China, para onde foi transportado. Essa empresa, tendo desistido de utilizar a embarcação, vendeu-a por sua vez, tendo a mesma sido desmontada como sucata em Alang, na Índia.”

  17. eduardo.pereira1 23 de março de 2013 at 10:14 #

    Que bom que vcs levaram na moral o meu erro ,pois ja teve uns por aqui que por isso me mandariam pra fogueira se é que me intendem!!!rs

  18. nunes neto 23 de março de 2013 at 11:42 #

    Eduardo, tranquilo, antes de virar lâminas o Minas deixou de herança os Simbad para o A12 .Algum amigo já fez a seguinte conta: Desde a compra, quanto tempo o SP navegou com a Ala de combate completa, quanto tempo ficou parado, e depois que finalmente estiver navegando de novo, quanto tempo será usado com capacidade máxima?Creio que não existirá mais docagem de longo período (2, 3 … 5 anos) para grandes reparos ou modernizações, o próximo problema grave que existir (cruz credo) vão encostar o Opalão,mas são apenas conjecturas de quem nada sabe, não faz parte, nem conhece ninguém do alto clero naval. Abçs , NN o excluido!

  19. MO 23 de março de 2013 at 12:06 #

    nem esquenta, escorregaum …

  20. MO 23 de março de 2013 at 12:09 #

    er Dalton acho queo problema foi ter gastado so umas duas Fragatinhas para manter ele … e por ter gastado so isso com ele, pois presupõe que se gastaria mais, ele estar assim ate hoje …

  21. MO 23 de março de 2013 at 12:13 #

    NN salvo engano nunca navegou com a ala aerea completa …

  22. daltonl 23 de março de 2013 at 12:59 #

    Esta era e é a nossa realidade…

    Talvez a nossa Marinha tenha acreditado na promessa de que em duas décadas haveria dinheiro sobrando para gastar com as forças armadas sem peso na consciencia já que muitos problemas sociais, infraestrutura etc, estariam sob controle.

    A nossa realidade em 1998 era de que para se ter aviação de asa fixa embarcada o unico caminho era a compra do Foch e dos A-4s e se não for possivel um sucessor para o NAeSP , ao menos tentou-se.

    Todos os paises com exceção da China estão reduzindo seus gastos com forças armadas consideravelmente. Começou com os Britanicos, agora EUA, a França é a bola da vez…e a Russia, chegou a conclusão que precisará modernizar seus Udaloys, Sierras, Akulas, etc, pois não tem condições de apenas comprar tudo novo.

    Depois dos EUA, temos as maiores forças armadas do continente, e esqueçam alguns Flankers e F-16s, pois os paises que os possuem no caso de alguma rixa futura não podem sustentar uma guerra nem ao menos de curto prazo contra nós.

    Esta era e continua sendo a nossa realidade…nenhum inimigo a vista e poucos recursos para as forças armadas ou seja, teremos forças armadas melhores , adequadas à nossa realidade.

  23. nunes neto 24 de março de 2013 at 8:02 #

    daltonl, concordo plenamente com seu último paragrafo!E segundo a minha continha de taberna vamos usar o SP por no máxímo 7/10 anos e olhe lá, usando até o osso nosso NAe escola,ai quando ele der baixa ainda não teremos nem um A13 !

  24. MO 24 de março de 2013 at 12:25 #

    tomara mesmo …. Se um A 12 incomoda muita gente, delirio de um A 13 incomoda muito mais e uns tonto rssss ainda falavam em A 16 …. kkkkk

  25. Ozawa 24 de março de 2013 at 13:56 #

    daltonl disse:
    23 de março de 2013 às 12:59

    “(…) Depois dos EUA, temos as maiores forças armadas do continente, e esqueçam alguns Flankers e F-16s, pois os paises que os possuem no caso de alguma rixa futura não podem sustentar uma guerra nem ao menos de curto prazo contra nós.”

    Prezado Dalton,

    Você tocou num ponto crucial, do qual, com o devido respeito, discordo, lançando exemplos históricos.

    A curto prazo, suponho, tanto a Venezuela ou o Chile, num outro e hipotético contexto geo-político, mantidas as mesmas correlações de forças de hoje, poderiam sim sustentar uma guerra a curto prazo conosco, contando ainda com nossa errática reação pelo establishment político que possuímos, a fim de pender uma hipotética mesa de negociações para o seu lado, como tentaram fazer a Alemanha do III Reich e o Império Japones na II GM. Forçariam, em tese, uma mesa de negociações numa OEA ou ONU, mas já com o estrago feito em nosso território, e pior, na nossa moral. Sem reação nenhuma à altura. E mesmo eles não pretenderiam um confronto bélico a médio ou longo prazo.

    Tanto Hitler, num primeiro momento de “lucidez”, quanto o Almirante Yamamoto, supunham um impacto inicial do confronto como suficientes para alterar futuras negociações diplomáticas para seus interesses. Tinham a clara noção que não poderiam sustentar a guerra a médio e longo prazo com economias 3 a 10 vezes maiores que as suas. E a história conta o resto…

    Temos FFAA pífias como pretenso líder latino americano, e só de altos índices econômicos, demográficos, geográficos, nenhum país se impõe ou dissuade um protencial agressor, não basta parecer ser…, tem que ser…

  26. daltonl 24 de março de 2013 at 14:59 #

    Ozawa…

    citei os Flankers e F-16s apenas por conta de uma conversa que tive com um jovem sobrinho de um amigo, que os mencionou e parece que tanto ele como muitos outros estão impressionados com este “fabuloso” arsenal, o que não é o meu caso.

    Mesmo que viessemos a ter problemas com Chile e Venezuela, o primeiro nem ao menos faz fronteira conosco e a Venezuela não teria munição sem mencionar o resto para meses quanto mais semanas de
    campanha.

    Que tanto estrago assim a Venezuela faria para nos forçar a um acordo sobre, sei lá, territórios ???

    O outrora todo poderoso Paraguai que o diga.

    A comparação que vc fez com a Alemanha Nazista e o Japão Imperial é um tanto quanto falha, pois os nazistas eram a maior potencia na Europa e o Japão tinha a terceira maior marinha do mundo e era a segunda maior em aviação embarcada e ambos estavam enfrentando
    uma guerra de duas frentes com os EUA na liderança.

    Portanto com o devido respeito, também discordo do amigo.

    abraços

  27. Ozawa 24 de março de 2013 at 15:53 #

    Prezado Dalton,

    Cumprimentando-o uma vez mais, no que respeite ao cenário de conflito com a Venezuela ou Chile, como dito, é um cenário hipotético, dos quais as razões, por infinitas que possam ser, seriam indiferentes, à medida que os opositores são elementos fixos do cenário apresentado no ‘jogo de guerra’, frise-se, como exemplo.

    Talvez o escolha recaia a ambos por se apresentarem como forças militares na AL com equipamentos, ao menos teoricamente, numa análise “super-trunfo”, superiores.

    Quanto o exemplo por mim dado da Alemanha Nazista e do Império Japonês, valho-me, ao ensejo, das próprias impressões dos seus líderes políticos e militares, historicamente registradas, das suas dúvidas em sustentar uma guerra longa com potências econômicas superiores, ainda que militarmente adormecidas.

    Foi notório o temor de Hitler quanto à França, quando de sua invasão à Renânia em 1936, do qual o próprio Hitler confessou: “t

  28. Ozawa 24 de março de 2013 at 16:03 #

    Prezado Dalton,

    Cumprimentando-o uma vez mais, no que respeite ao cenário de conflito com a Venezuela ou Chile, como dito, é um cenário hipotético, do qual as razões, por infinitas que possam ser, seriam indiferentes, à medida que os opositores são elementos fixos do cenário apresentado no ‘jogo de guerra’, frise-se, como exemplo.

    Talvez o escolha recaia a ambos por se apresentarem como forças militares na AL com equipamentos, ao menos teoricamente, numa análise “super-trunfo”, superiores.

    Quanto o exemplo por mim dado da Alemanha Nazista e do Império Japonês, valho-me, ao ensejo, das próprias impressões dos seus líderes políticos e militares, historicamente registradas, das suas dúvidas em sustentar uma guerra longa com potências econômicas superiores, ainda que militarmente adormecidas.

    Foi notório o temor de Hitler quanto à França, quando de sua invasão à Renânia em 1936, do qual o próprio Hitler confessou: “Teríam-nos feito em pedaços, se se opusessem, com suas centenas de divisões…” ou a preocupação de Yamamoto em confrontar a Marinha Americana e inutilizá-la em até 6 meses, não mais…

    Sim, eles também sabiam que poderiam ganhar o primeiro confronto, e é o que queriam, para se imporem, a médio e longo prazo, nas mesas de negociações, só que do lado de cá encontraram um Churchill e um Roosevelt que resolveram “comprar a briga” e “pagar pra ver”, exigindo rendição incondicional e sem negociação… E a história todos conhecem…

    No caso da AL, guardadas as devidas proporções geo-políticas, militares, e mesmo o processo histórico, insisto, s.m.j., que há sim, a possibiliadade de sermos confrontados e superados, a curto prazo, por oponentes mais dispostos e preparados e mais inteligentes para baixar a guarda no momento certo em “homenagem às negociações”, sabedores da pusilanimidade e ambigüidade de nossas lideranças políticas e até mesmo militares.

    Repito, salvo melhor juízo.

    Com respeitosa divergência.

    Abraços.

  29. ci_pin_ha 24 de março de 2013 at 16:26 #

    A derrota do Japão Imperial não está ligada a situação militar e econômica do país no inicio da guerra, mas as dificuldades de reposição de armamento e pessoal perdido. Além da baixam quantidade de materiais de primeira ordem: minério de ferro, borracha, petróleo e etc.
    O caso alemão principalmente a partir de 1944 sofreu de problemas parecidos com os japoneses, mas estão mais ligados a erros estratégicos cometidos durante todo o período da guerra: Abrir duas frentes de batalha, dificuldades de articulação entre as três forças, possibilitar a retirada de Dunquerque, demora na invasão da Inglaterra (ligada mais a ideologia do que as dificuldades técnico-militares), a Batalha da Inglaterra (conduzida de maneira negligente, onde se bombardeou instalações importantes para um eventual desembarque alemão, deixou-se de bombardear locais relevantes para tentar assombrar os cidadãos nas cidades), invasão desnecessária da Noruega (perda de navios e imobilização de unidades anfíbias) e etc.
    Faltou também uma verdadeira união do Eixo, Alemanha e Japão deveriam ter invadido a URSS, mas Hitler rejeitou ajuda. Falta de cooperação técnico-militar entre o Eixo.

    Recomendação de leitura:
    1º A Segunda Guerra Mundial -Historia e estratégias, Philippe Masson
    2º A tempestade da Guerra, Andrew Roberts

  30. daltonl 24 de março de 2013 at 16:43 #

    Ozawa…

    A Renania era alemã, com população alemã e a França estava poiliticamente e economicamente enfraquecida então apesar dos “temores”, Hitler sabia que o risco valia a pena mesmo antes de estar em posição de franca superioridade o que levou apenas tres anos.

    Não somos nós que estamos enfraquecidos aliás, sem ufanismo, a distancia entre nós e nossos vizinhos só aumentará.

    Quanto ao Yamamoto, que foi, arrastado para a guerra e voto vencido ele,era uma exceção, tendo vivido e viajado pelos EUA, ao contrário de seus pares que faziam piadas sobre o americano comum, aquele mesmo que iria voluntariar-se depois de sete de dezembro.

    Será que o amigo não estaria subestimando nossas forças da mesma maneira que o eixo subestimou os EUA ?

    Concordo que não tinhamos um Churchill ou Roosevelt na pessoa do
    ex-Presidente Lula, que aliás, no episódio da Bolivia, fez menção que a elite, sempre ela, gostaria de ver um sindicalista e um indio brigarem.

    Quem sabe o futuro não nos reserve melhores lideres ?

    abraços

  31. Ozawa 24 de março de 2013 at 16:53 #

    Prezado Dalton,

    Devo admitir que o eixo implícito dos meus comentários era o Caso “Petrobrás-Bolívia” que o amigo citou…

    E, sinceramente, pelo exemplo acima, e na esteira de sua pergunta, se estou subestimando nossas forças, não estaria, contudo, subestimando nossas lideranças… Elas não estão à altura.

    No mais, um abraço e um excelente domingo a você e aos seus.

  32. joseboscojr 24 de março de 2013 at 18:12 #

    Eu discordo Dalton,
    Dois países poderosamente armados como o Brasil e a Venezuela podem sim sustentar uma guerra de atrito por anos, lançado ataques aéreos quase todos os dias. Por exemplo: o Brasil quase lança um ataque no segunda feira e a Venezuela quase lança um na quarta feira.
    O Brasil em resposta quase lança um no outro mês, o que é prontamente respondido pelos poderosos Su venezuelanos, que quase enviam uma esquadrilha inteira nos bombardear no mês subsequente.
    E assim por diante…
    Ou seja, gastando uma bomba de 250 quilos de dois em dois meses nós teremos como manter um estado de beligerância contra os venezuelanos por uns 2 anos, no mínimo.

  33. joseboscojr 24 de março de 2013 at 18:15 #

    Brinca com a gente, brinca!!!!!
    “Nôis capota mais num breca.”

  34. Observador 24 de março de 2013 at 19:19 #

    Senhores,

    Perder uma parte de nosso território depois de um ataque de um vizinho já nos aconteceu antes.

    O Uruguai foi perdido assim: para variar, o Brasil se demorou para se armar e, quando tinha condições de vencer, nossas lideranças políticas, sempre covardes, cederam às pressões da França e Grã-Bretanha para se criar um Estado-tampão, nem argentino, nem brasileiro.

    E sequer é o único exemplo na América do Sul: temos ainda a Guerra do Pacífico, onde o Chile se apossou de territórios do Peru e Bolívia devido aos seus recursos naturais.

    Disto, considero que sempre houve duas verdades simples a respeito de territórios pátrios:

    1- território é um bem limitado e que não se fabrica. Então, quem tem muito dele, tem mais é que se cuidar;

    2 – o país que não tiver condições mínimas de uma resposta militar rápida e contundente sempre estará em vias de perder parte de seu território.

    Os néscios que nos governam não querem perceber que as FAs efetivas são um seguro caro: você paga, mesmo esperando nunca usar.

    Cada vez mais os recursos naturais serão escassos e provocarão atrito entre os países que tem e os que não tem. E quem tem muito, e de tudo, é o Brasil.

    E quem esquece a história, está condenado a repetí-la…

  35. Mauricio R. 25 de março de 2013 at 10:13 #

    “Será que o IME ou o ITA não tem tecnologia suficiente para produzir um Gatling gun e juntar isso com um radar e ou FLIR?”

    Não, não têm e por isso estamos comprando aqueles sistemas russos, que só funcionam direito no You Tube.

  36. Rafael M. F. 26 de março de 2013 at 5:24 #

    Sensei Ozawa e Almirante Dalton,

    Ousarei colocar minha colherinha nesse rico caldo, para lembrar de mais um fato distante, mais precisamente em 1904-1905, entre uma suposta potência européia e uma emergente potência oriental, em uma disputa territorial na China.

    Olhando um pouco a situação do império Russo em 1904-05, vemos um país gigantesco, com forças armadas superiores, mas com severos problemas de deslocamento dessas mesmas forças, um soberano inepto, e uma burocracia corrupta em todos os escalões. Muito parecido com uma certa “putênfia” dos trópicos…

    Do outro lado, vemos uma potência emergente, com um exército numericamente inferior, porém otimamente treinado, uma marinha de guerra forte o suficiente para poder lidar em condição de igualdade com a poderosa esquadra russa do Extremo Oriente (antes da chegada de reforços), e disposta a correr o risco contra esse mesmo gigante, confiando na lentidão de mobilização de seus recursos e na inépcia de seus líderes.

    (até porque o Império Nipônico precisava correr esse risco, pois disso dependia a preservação de suas rotas comerciais e, consequentemente, de seu cresimento econômico)

    Bastou uma garantia de apoio de uma superpotência – a Grã-Bretanha – para que o Japão partisse com tudo para cima dos Russos. No melhor estilo Pearl Harbour, só que com contratorpedeiros.

    O resto, é história…

  37. Rafael M. F. 26 de março de 2013 at 5:28 #

    A única coisa que me deixa tranquilo é que qualquer república fronteiriça ao norte que tente fazer algo contra nós teria que enfrentar uma das mais bem-treinadas tropas de selva do mundo.

    E essa tropa seguraria o rojão até a chegada de reforços.

  38. Rafael M. F. 26 de março de 2013 at 5:31 #

    Errata: “crescimento” no lugar de “cresimento”.

  39. daltonl 26 de março de 2013 at 9:46 #

    De fato Rafael, a História está cheia de exemplos de países audaciosos
    que contaram com a sorte, apoio de uma potencia externa ou fizeram boa analise das fraquezas, sejam elas de politica interna, economica e militar do adversário ou tudo isso junto.

    O exemplo que vc deu acima encaixa-se perfeitamente se bem que, por trás dos contratorpedeiros, havia toda uma marinha treinada nada mais nada menos pela Royal Navy e a Marinha russa teve que deslocar-se do outro lado do mundo e chegou já desmoralizada.

    Talvez seja ingenuidade minha mesmo, pois ainda não consigo fazer um paralelo com algo similar ocorrendo aqui na América do Sul a menos que houvesse algo como um Paraguai do século XIX, algo que não acredito que voltará a ter e a tendencia é que nos tornemos cada vez mais fortes economicamente consolidando nossa posição de potencia regional.

    grande abraço

  40. Rafael M. F. 26 de março de 2013 at 13:29 #

    Nobre almirante,

    Concordarei até certo ponto, pois a esquadra russa do extremo oriente era tão bem treinada e equipada quanto à do Japão. O fato do almirante Togo inicialmente dedicar-se a uma guerra de desgaste, tentando atrair os russos para campos minados é prova dessa postura cautelosa inicial.

    E tal cautela se justificava, pois os russos tinham Stepan Makarov no comando. Seguramente o melhor dos almirantes russos, equivalente a Togo em competência e superior em audácia.

    Acabou sendo a morte de Makarov, quando a Petropavlovsk chocou-se com uma mina, que determinou a sorte de toda a esquafra tzarista, pois não havia um substituto à sua altura.

    Consequência, mais uma vez, de um sistema corrupto, e anti-meritocrata.

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