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Imagens do S ‘Timbira‘ (S 32), suspendendo de Santos, ao redor das 17:15h de domingo, 24/03, iniciando a fase final da operação ADEREX I/2013, em viagem de retorno a BACS, no Rio de Janeiro.

Para ver mais imagens: 

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/03/2013

26 Responses to “ADEREX I/2013 – S ‘Timbira’ (S 32) suspendendo de Santos” Subscribe

  1. MO 25 de março de 2013 at 20:51 #

    espero que gostem, pois era festa de aniversario de minha esposa, passei por maior carão por ter saido no meio da festa para fotografar e quando voltei encontrei com um elefante com uma tromba do tamanho de um bonde

    por favor, espero que realmente gostem, para valer a pena o carão .. (sem contar a fuzilada vizual da familia …

  2. Daglian 25 de março de 2013 at 22:47 #

    Belas imagens, MO! Já disse e reafirmo: acho os submarinos IKL 209 muito bonitos. O que sempre estranho em relação à eles é este pequeno vão entre a vela e o casco, mas creio não ser nada muito importante.

  3. rommelqe 25 de março de 2013 at 22:58 #

    Prezado MO,
    Obrigado pelas fotos, ficaram excelentes.
    Agradecimentos, é lógico, extensivos à família.
    Abs

  4. MO 26 de março de 2013 at 1:10 #

    Tks a ambos, sim, precisei de um bom jogo de cintura pra nao estragar a festa … mas é preço de quem gosta demais …. moral da estoria, passei carão, mas comi o bolo = saldo positivo kkkkkkkk, tks mesmo

  5. daltonl 26 de março de 2013 at 9:49 #

    Nada como começar o dia com belas fotos! Esposas deveriam ser mais
    compreensivas… :)

  6. Fernando "Nunão" De Martini 26 de março de 2013 at 11:10 #

    Daglian,

    Esses pequenos vãos entre a vela e a parte do casco que se sobrepõe ao casco de pressão, pelo que sei, são para o escoamento de água. Assim, pode-se dizer que são características importantes para um submarino.

  7. Fernando "Nunão" De Martini 26 de março de 2013 at 11:14 #

    Ia esquecendo: MO, parabéns pelas fotos e, aproveitando, manda um feliz aniversário para a patroa!

    Espero que vc tenha comido o bolo normalmente em um prato, ao invés de ter que lamber da própria cara!

    http://4.bp.blogspot.com/_yPwotVLu5ng/SWDwtci8UxI/AAAAAAAAAWE/_GlHKZAvH0k/s320/222_2854-torta+na+cara.jpg

  8. Guilherme Poggio 26 de março de 2013 at 11:47 #

    MO, manda os parabéns atrasado para a Fabiana

    Parabéns pelas fotos também.

  9. Daglian 26 de março de 2013 at 15:14 #

    Nunão,

    Obrigado pela resposta! Não imaginei nada parecido…

    Sds.

  10. GUPPY 26 de março de 2013 at 16:59 #

    Belas fotos, MO. Parabéns pelo excelente trabalho e a aniversariante também.

    Agora, diz uma coisa, o prático não fica na “onça” para embarcar/desembarcar num submarino não?

    Abraços

  11. MO 26 de março de 2013 at 19:22 #

    Sim, embarcar/desembarcar de S sempre foi complicado …

  12. MO 26 de março de 2013 at 19:27 #

    foi quase Fernandinho … isso é uma “loucuuuuuuuuura”

  13. Fernando "Nunão" De Martini 26 de março de 2013 at 22:45 #

    MO, por pouco sua cara ia ficar parecendo um penico de pardaaaaaal !!!! Um absuuuuuurrdoooo!!!

  14. Fernando "Nunão" De Martini 26 de março de 2013 at 22:55 #

    “Daglian disse:
    26 de março de 2013 às 15:14
    Nunão,
    Obrigado pela resposta! Não imaginei nada parecido…”

    Daglian, complementando para outros leitores que possam ter a mesma curiosidade: para imaginar algo parecido, basta ver imagens de submarinos da IIGM, por exemplo, com diversas “saídas de água” ao longo do costado.

    Os Tupi as concentram na junção do casco externo, hidrodinâmico para ajudar na forma de “charuto”, com o de pressão, que é basicamente um cilindro. E tem essas que estou identificando abaixo da vela.

    Essas entradas e saídas servem justamente para preencher e esvaziar de água essas partes “ocas” como a vela e o casco externo, que são fixadas ao casco de pressão. Só este último é feito para resistir à pressão da água em volta sem arrebentar.

    A vela e o casco externo ou superior (que existem para funções hidrodinâmicas, de navegação, de abrigo a antenas e parte superior de periscópios, escotilhas etc) permitem que a água preencha seus vãos quando o submarino imerge e, assim, com a pressão externa igualada à interna, não são esmagados pela pressão. Podem dessa forma serem produzidos com materiais leves, como fibra de vidro, por exemplo.

    Este plano (embora não seja da versão Tupi ou Tikuna dos nossos IKL) ajuda a entender um pouco melhor o que estou dizendo no caso do IKL 209. Dá pra distinguir bem o que é casco de pressão e os “adendos” em volta:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/ikl-209-1200-plano.jpg

    Esse desenho tipo “cutaway” complementa o plano:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/type_209_1400_mod.jpg

    E na foto abaixo dá para notar bem as aberturas numa dessas junções:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/gur-class-209-submarine.jpg

  15. MO 26 de março de 2013 at 23:06 #

    pode cre … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ahh ele mandou um abraço …

  16. daltonl 27 de março de 2013 at 9:36 #

    Complementando o que o Nunão escreveu acima e como curiosidade para quem não conhece é o conceito de “conning tower”, algo como
    torre de comando.

    Durante a II Guerra a maioria dos submarinos tinha dentro da vela um compartimento à prova dágua e mesmo os periscopios eram operados desta posição que ficava imediatamente acima da sala de controle.

    A medida que os periscopios puderam ser alongados não houve mais a necessidade deste compartimento e os periscopios começaram a ser operados da sala de controle abaixo e as velas tornaram-se “ocas”,
    como o Nunão explicou.

    Uma exceção que me ocorre agora são os grandes SSBNs russos chamados de Typhoon no ocidente dos quais apenas um encontra-se em serviço e mesmo assim usado apenas para testes e neste a parte inferior e alargada da vela é a prova dágua e ali funcionam parte das atividades de comando e controle.

  17. GUPPY 27 de março de 2013 at 17:26 #

    Prezado Dalton,

    O último link disponibilizado pelo Nunão em seu último comentário, mostra um submarino com o hélice envolvido num plástico/lona exatamente para que não seja visto e/ou fotografado ou ainda filmado. Isso está coerente com aquela conversa que tivemos no post “Poder Naval no submarino ‘Tapajó’”, quando falei que no “loud out” um submarino não expõe o seu hélice como medida de salvaguardar características de ruído quando em operação.

    Abraços

  18. daltonl 27 de março de 2013 at 18:00 #

    Guppy…

    e o que impede do helice ser visto/analizado enquanto um submarino encontra-se atracado em Norfolk ?

    Lembra que vc citou que o helice era trocado por outro antes de um exercicio ? Encontrou algo a respeito ?

    abraços

  19. GUPPY 27 de março de 2013 at 18:47 #

    Admiral Dalton,

    Quando atracado ou fundeado o hélice fica totalmente dentro d’água e só poderia ser visto/analisado por mergulhadores e, penso, ficaria deselegante e/ou desrespeitoso a presença de mergulhadores junto ao costado de um navio militar sem a devida autorização, principalmente de estrangeiros em relação ao submarino. Na BACS, quando os escafandristas, mergulhadores de combate iriam estar próximo dos submarinos ou do NSS Gastão Moutinho, éramos avisados previamente, até por questões de segurança. Já dei serviço de Contra-Mestre, inclusive a noite, e qualquer movimento estranho na água eu imediatamente verificava e não desejava que fosse um mergulhador porque ninguém deveria aproximar-se do navio.

    Quanto a troca de hélices, eu não encontrei nada. Também não pude pesquisar. Estou com problemas de computador em casa e no trabalho não estou conseguindo tempo para pesquisar. Estou agora usando um iPad e a digitação está sendo com um único dedo. Está muito trabalhoso comentar. Mas tenho quase certeza que esta informação, a troca de hélice, é de algum comentário antigo aqui do PN.

    Abraços

  20. daltonl 27 de março de 2013 at 20:21 #

    Guppy…

    estando em Norfolk em um pier com submarinos da US Navy proximos
    teriamos que nos conformar com as regras deles sem mencionar que
    necessariamente não precisaria haver mergulhadores e sim todo tipo
    de aparato eletronico para colher imagens e sons.

    Pessoalmente acho que não há muito o que se esconder sobre um submarino projetado por um aliado europeu que nem mesmo é do
    ultimo modelo.

    abraços

  21. GUPPY 27 de março de 2013 at 23:25 #

    Tudo bem Dalton. Tudo que você ponderou tem sentido. Então não tem jeito. Nada é desconhecido e as conhecidas gravações de ruídos são facilmente executadas. Só resta a hipótese da troca de hélices no caso de uma missão de guerra para que o submarino não seja reconhecido por nenhum acervo de ruídos de submarinos.

    Abraços

  22. GUPPY 1 de abril de 2013 at 9:18 #

    Prezado Dalton,

    Fiz uma pesquisa em matérias antigas aqui do PN e não consegui encontrar nenhum comentário sobre a troca de hélices quando da preparação de um submarino, notadamente de um SSK, para um exercício com outra marinha. Talvez não tenha sido no PN que eu tenho lido sobre isso.
    De qualquer forma, na matéria(post) intitulada “Submarino Ticuna participa de operações nos EUA”, de 16/03/09, o comentarista Gaspar, as 15h 13min, pergunta:
    “a MB não poderia “fraudar” os dados acústicos???
    fazer um “barulho” maior nos ruídos do sub só para esse exercício para enganar os gringos???
    seria possível fazer isso??”

    E o Galante, as 16h 14min, responde:

    “Gaspar, sim, existe uma forma de “fraudar” a assinatura acústica com um equipamento chamado HYDROSOUNDER, que é um projetor acústico gerador de ruídos em narrowband e broadband. Nos exercícios ASW, os submarinos podem usar o HYDROSOUNDER para facilitar o treinamento para as forças de superfície.”

    http://www.naval.com.br/blog/2009/03/16/submarino-tikuna-participa-de-operacoes-nos-eua/#comments

    Bom, quando eu tiver mais tempo e computador em casa funcionando (não o iPad), continuarei pesquisando e qualquer descoberta te aviso mesmo como off-topic em outra matéria.

    Abraços

  23. daltonl 1 de abril de 2013 at 13:48 #

    Valeu Guppy…

    se vc encontrar avise-me pois nunca li nada sobre isso e mesmo que
    não seja verdadeiro e/ou possivel, seria ao menos curioso saber de onde
    veio tal informação.

    abraços

  24. Joker 1 de abril de 2013 at 14:19 #

    Admiral Daltonl,

    já vi essa mesma informação da troca das hélices de submarinos, foi em um fórum da internet que em um dos tópicos discutia o treinamento de submarinos entre marinhas amigas.

  25. daltonl 1 de abril de 2013 at 14:42 #

    Desisto de encontrar a fonte Joker…

    já tentei de tudo que foi jeito encontrar na Internet, seja usando hélice, propeller, screw, etc.

    Não digo que não exista, afinal vc e o Guppy leram sobre isso, mas
    é curioso sem mencionar que o sub precisaria entrar em uma doca
    seca antes de exercitar-se com a US Navy ou outra marinha.

    Se o objetivo é disfarçar a assinatura por outro lado não se está deixando de emitir som.

    Mas se vcs encontrarem a fonte, estou sempre por aqui, as vezes até do trabalho !!! :)

    abraços

  26. MO 1 de abril de 2013 at 14:54 #

    mas dai a trocar o helice sao outros 500 …

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