ADEREX I/2013 – S ‘Timbira’ (S 32) suspendendo de Santos

ADEREX I/2013 – S ‘Timbira’ (S 32) suspendendo de Santos

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Imagens do S ‘Timbira‘ (S 32), suspendendo de Santos, ao redor das 17:15h de domingo, 24/03, iniciando a fase final da operação ADEREX I/2013, em viagem de retorno a BACS, no Rio de Janeiro.

Para ver mais imagens: 

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/03/2013

26 COMMENTS

  1. espero que gostem, pois era festa de aniversario de minha esposa, passei por maior carão por ter saido no meio da festa para fotografar e quando voltei encontrei com um elefante com uma tromba do tamanho de um bonde

    por favor, espero que realmente gostem, para valer a pena o carão .. (sem contar a fuzilada vizual da familia …

  2. Belas imagens, MO! Já disse e reafirmo: acho os submarinos IKL 209 muito bonitos. O que sempre estranho em relação à eles é este pequeno vão entre a vela e o casco, mas creio não ser nada muito importante.

  3. Tks a ambos, sim, precisei de um bom jogo de cintura pra nao estragar a festa … mas é preço de quem gosta demais …. moral da estoria, passei carão, mas comi o bolo = saldo positivo kkkkkkkk, tks mesmo

  4. Daglian,

    Esses pequenos vãos entre a vela e a parte do casco que se sobrepõe ao casco de pressão, pelo que sei, são para o escoamento de água. Assim, pode-se dizer que são características importantes para um submarino.

  5. Belas fotos, MO. Parabéns pelo excelente trabalho e a aniversariante também.

    Agora, diz uma coisa, o prático não fica na “onça” para embarcar/desembarcar num submarino não?

    Abraços

  6. MO, por pouco sua cara ia ficar parecendo um penico de pardaaaaaal !!!! Um absuuuuuurrdoooo!!!

  7. “Daglian disse:
    26 de março de 2013 às 15:14
    Nunão,
    Obrigado pela resposta! Não imaginei nada parecido…”

    Daglian, complementando para outros leitores que possam ter a mesma curiosidade: para imaginar algo parecido, basta ver imagens de submarinos da IIGM, por exemplo, com diversas “saídas de água” ao longo do costado.

    Os Tupi as concentram na junção do casco externo, hidrodinâmico para ajudar na forma de “charuto”, com o de pressão, que é basicamente um cilindro. E tem essas que estou identificando abaixo da vela.

    Essas entradas e saídas servem justamente para preencher e esvaziar de água essas partes “ocas” como a vela e o casco externo, que são fixadas ao casco de pressão. Só este último é feito para resistir à pressão da água em volta sem arrebentar.

    A vela e o casco externo ou superior (que existem para funções hidrodinâmicas, de navegação, de abrigo a antenas e parte superior de periscópios, escotilhas etc) permitem que a água preencha seus vãos quando o submarino imerge e, assim, com a pressão externa igualada à interna, não são esmagados pela pressão. Podem dessa forma serem produzidos com materiais leves, como fibra de vidro, por exemplo.

    Este plano (embora não seja da versão Tupi ou Tikuna dos nossos IKL) ajuda a entender um pouco melhor o que estou dizendo no caso do IKL 209. Dá pra distinguir bem o que é casco de pressão e os “adendos” em volta:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/12/ikl-209-1200-plano.jpg

    Esse desenho tipo “cutaway” complementa o plano:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/type_209_1400_mod.jpg

    E na foto abaixo dá para notar bem as aberturas numa dessas junções:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/gur-class-209-submarine.jpg

  8. Complementando o que o Nunão escreveu acima e como curiosidade para quem não conhece é o conceito de “conning tower”, algo como
    torre de comando.

    Durante a II Guerra a maioria dos submarinos tinha dentro da vela um compartimento à prova dágua e mesmo os periscopios eram operados desta posição que ficava imediatamente acima da sala de controle.

    A medida que os periscopios puderam ser alongados não houve mais a necessidade deste compartimento e os periscopios começaram a ser operados da sala de controle abaixo e as velas tornaram-se “ocas”,
    como o Nunão explicou.

    Uma exceção que me ocorre agora são os grandes SSBNs russos chamados de Typhoon no ocidente dos quais apenas um encontra-se em serviço e mesmo assim usado apenas para testes e neste a parte inferior e alargada da vela é a prova dágua e ali funcionam parte das atividades de comando e controle.

  9. Prezado Dalton,

    O último link disponibilizado pelo Nunão em seu último comentário, mostra um submarino com o hélice envolvido num plástico/lona exatamente para que não seja visto e/ou fotografado ou ainda filmado. Isso está coerente com aquela conversa que tivemos no post “Poder Naval no submarino ‘Tapajó'”, quando falei que no “loud out” um submarino não expõe o seu hélice como medida de salvaguardar características de ruído quando em operação.

    Abraços

  10. Guppy…

    e o que impede do helice ser visto/analizado enquanto um submarino encontra-se atracado em Norfolk ?

    Lembra que vc citou que o helice era trocado por outro antes de um exercicio ? Encontrou algo a respeito ?

    abraços

  11. Admiral Dalton,

    Quando atracado ou fundeado o hélice fica totalmente dentro d’água e só poderia ser visto/analisado por mergulhadores e, penso, ficaria deselegante e/ou desrespeitoso a presença de mergulhadores junto ao costado de um navio militar sem a devida autorização, principalmente de estrangeiros em relação ao submarino. Na BACS, quando os escafandristas, mergulhadores de combate iriam estar próximo dos submarinos ou do NSS Gastão Moutinho, éramos avisados previamente, até por questões de segurança. Já dei serviço de Contra-Mestre, inclusive a noite, e qualquer movimento estranho na água eu imediatamente verificava e não desejava que fosse um mergulhador porque ninguém deveria aproximar-se do navio.

    Quanto a troca de hélices, eu não encontrei nada. Também não pude pesquisar. Estou com problemas de computador em casa e no trabalho não estou conseguindo tempo para pesquisar. Estou agora usando um iPad e a digitação está sendo com um único dedo. Está muito trabalhoso comentar. Mas tenho quase certeza que esta informação, a troca de hélice, é de algum comentário antigo aqui do PN.

    Abraços

  12. Guppy…

    estando em Norfolk em um pier com submarinos da US Navy proximos
    teriamos que nos conformar com as regras deles sem mencionar que
    necessariamente não precisaria haver mergulhadores e sim todo tipo
    de aparato eletronico para colher imagens e sons.

    Pessoalmente acho que não há muito o que se esconder sobre um submarino projetado por um aliado europeu que nem mesmo é do
    ultimo modelo.

    abraços

  13. Tudo bem Dalton. Tudo que você ponderou tem sentido. Então não tem jeito. Nada é desconhecido e as conhecidas gravações de ruídos são facilmente executadas. Só resta a hipótese da troca de hélices no caso de uma missão de guerra para que o submarino não seja reconhecido por nenhum acervo de ruídos de submarinos.

    Abraços

  14. Prezado Dalton,

    Fiz uma pesquisa em matérias antigas aqui do PN e não consegui encontrar nenhum comentário sobre a troca de hélices quando da preparação de um submarino, notadamente de um SSK, para um exercício com outra marinha. Talvez não tenha sido no PN que eu tenho lido sobre isso.
    De qualquer forma, na matéria(post) intitulada “Submarino Ticuna participa de operações nos EUA”, de 16/03/09, o comentarista Gaspar, as 15h 13min, pergunta:
    “a MB não poderia “fraudar” os dados acústicos???
    fazer um “barulho” maior nos ruídos do sub só para esse exercício para enganar os gringos???
    seria possível fazer isso??”

    E o Galante, as 16h 14min, responde:

    “Gaspar, sim, existe uma forma de “fraudar” a assinatura acústica com um equipamento chamado HYDROSOUNDER, que é um projetor acústico gerador de ruídos em narrowband e broadband. Nos exercícios ASW, os submarinos podem usar o HYDROSOUNDER para facilitar o treinamento para as forças de superfície.”

    http://www.naval.com.br/blog/2009/03/16/submarino-tikuna-participa-de-operacoes-nos-eua/#comments

    Bom, quando eu tiver mais tempo e computador em casa funcionando (não o iPad), continuarei pesquisando e qualquer descoberta te aviso mesmo como off-topic em outra matéria.

    Abraços

  15. Valeu Guppy…

    se vc encontrar avise-me pois nunca li nada sobre isso e mesmo que
    não seja verdadeiro e/ou possivel, seria ao menos curioso saber de onde
    veio tal informação.

    abraços

  16. Admiral Daltonl,

    já vi essa mesma informação da troca das hélices de submarinos, foi em um fórum da internet que em um dos tópicos discutia o treinamento de submarinos entre marinhas amigas.

  17. Desisto de encontrar a fonte Joker…

    já tentei de tudo que foi jeito encontrar na Internet, seja usando hélice, propeller, screw, etc.

    Não digo que não exista, afinal vc e o Guppy leram sobre isso, mas
    é curioso sem mencionar que o sub precisaria entrar em uma doca
    seca antes de exercitar-se com a US Navy ou outra marinha.

    Se o objetivo é disfarçar a assinatura por outro lado não se está deixando de emitir som.

    Mas se vcs encontrarem a fonte, estou sempre por aqui, as vezes até do trabalho !!! 🙂

    abraços

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