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Memórias da Guerra das Malvinas

COLABOROU: Henrique

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About Fernando "Nunão" De Martini

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39 Responses to “Memórias da Guerra das Malvinas” Subscribe

  1. marc 29 de abril de 2013 at 21:08 #

    A reinvidacação das Islas Malvinas é muito justa pela Argentina, como todos sabem a coisa começou em (1800 e alguma coisa) quando um navio inglês ” tirou a força” todos os habitantes da ilha, que eram originarios da Argentina.
    Tempos depois a Inglaterra reinvindicou esta terra como dela, enviando os colonos ingleses para morarem la.

  2. Flávio 30 de abril de 2013 at 8:36 #

    Pois é caro marc, em “1800 e alguma coisa” não existiam organismos internacionais , me corrijam se eu estiver errado, para mediar tal conflito. Então cabia a Argentina reaver à força as ilhas. Hoje em dia que existe a ONU, o “direito” pende para o mais forte, imagine em “1800 e alguma coisa” . Por isso a importancia da nação ter forças armadas respeitadas e temidas mundialmente, capazes de dissuadir agressões externas.
    Com relação ao conflito de 1982, adoro ler à respeito, as imegens dos aviões argentinos atacando a frota inglesa são sensacionais, realmente um teatro de operações dificilimo, não foi uma vitória fácil para os ingleses, porém eles mantiveram a soberania impondo-se pela força e hoje resta a Argentina sentar e chorar, se tivessem mantido forças armadas respeitáveis talvez a Inglaterra considerasse dialogar a respeito dos atuais pleitos da Argentina, mas do jeito que está não adianta espernear.
    sds

  3. Flávio 30 de abril de 2013 at 8:46 #

    Aos senhores aditores do “Forças de Defesa” , acompanho o site á muito tempo e tenho todas as revistas, porém, não sou assinante, então quero agradecer a oportunidade de ter os comentários abertos.
    Sempre leio os comentários dos assinantes e percebo que meus conhecimentos estão na média dos comentaristas, mas eu sempre aprendo muito, e me divirto também quando os debates estão mais acalorados rsrs. Porém ,realmente, quando os comentários são abertos aparece um monte de gente dando “chutes” que não enrriquecem os debates.
    Bem, mais uma vez agradeço a oportunidade.
    Um abraço, Flávio.

  4. R.Silvestro 30 de abril de 2013 at 8:54 #

    Opa!

    Então vamos devolver o Brasil pros Índios, já que aqui eram só índios e agente dominou eles. Mesma coisa os americanos!

    E outra, se já existiam ingleses lá em 1765, então seu argumento é inválido.

    Dá uma lida na wiki em inglês…. põe Falklands e mude esse lado Kirchnerista.

  5. Azevedo 30 de abril de 2013 at 9:46 #

    Não sei se já foi mencionado por aqui:
    http://www.youtube.com/watch?v=RoqY4LlO-Kk

  6. Vader 30 de abril de 2013 at 9:49 #

    A reivindicação argentina pelas Ilhas Falklands é tão justa e razoável quanto a reivindicação boliviana pela região de Antofagasta, no Chile.

    Ou seja: o país declara guerra ao outro, ataca, invade, mata, vem a justa reação, toma um couro fud., e depois fica de mimimi chorando pelos cantos.

    Aliás, é até ridículo: não fosse a invasão e as Falklands hoje poderiam ser argentinas. Com a agressão de 82 a Argentina perdeu qualquer chance de obter pacificamente o domínio da região. Para sempre.

    Nunca serão. Os argentinos só recuperarão as Falklands quando o Império Britânico cair, ou seja, NUNCA.

  7. Manock 30 de abril de 2013 at 10:57 #

    A reivindicação é legítima sim e além disso, melhor para nós. Quanto mais distante dos nossos portos estiverem qualquer potência militar melhor para nós. Agora, que os argentinos fizeram merda em tentar a invasão, isso parece consenso.

    Abraço,

  8. Jorge Tadeu 30 de abril de 2013 at 11:49 #

    Prezados Senhores, bom dia! Inicialmente, devo dizer que acompanho os sites da Força de Defesa e noto claramente o elevado grau de conhecimento técnico da imensa maioria dos foristas, com os quais aprendo muito, sendo eu apenas e tão somente mero entusiasta no assunto.

    Sobre a questão das Ilhas Falkland, entendo que a Argentina perdeu o domínio da área a mais de 180 (cento e oitenta) anos e só tentou retomá-la – pela força – porque o governo ditatorial que lá vigia buscava desesperadamente um inimigo externo para unir o povo descontente e assim ganhar algum oxigênio…

    Como não conseguiram, por exemplo, que o Brasil discutisse a “devolução de áreas do Paraná e de Santa Catarina, o que ao que consta foi tentado pelo Gen. Galtieri em visita ao Brasil – não me recordo da fonte, mas, posso pesquisar se o caso e, ainda desistiram de lutar com o Chile, se voltaram às ilhotas denominadas Falkland e, a invadiram, acreditando que depois poderiam negociar em posição de força e, o que aconteceu todos sabemos…

    Ainda acreditaram que os EUA, pelo menos se manteriam “neutros”, o que foi outro erro estratégico grave…

    E, para piorar, se tivessem esperado mais alguns meses antes da invasão, boa parte da força aero-naval da Inglaterra estaria desativada por conta dos cortes orçamentários do Governo Thatcher, mas, novamente a burrice imperou nos lados platinos e o resultado está aí…

    Obviamente, deu tudo errado e agora a Argentina volta com essa ladainha, novamente para encobrir os desmandos internos e a bancarrota nacional promovida pelos Kircheners…

    abraço a todos!

  9. R.Silvestro 30 de abril de 2013 at 11:59 #

    Olha como eles são ridículos: primeiro eles invadem sem falar nada, depois ficam reclamando que levaram um toco.

    Aos 21:46 do vídeo, o capelão argentino fala:

    “Em 1º de maio, sem nenhuma declaração de guerra nem nada eles nos atacaram e feriram muita gente.”

    Ora bolas, se não quer levar chumbo, não invada o país dos outros.

  10. Emmanuel 30 de abril de 2013 at 12:41 #

    Ontem foram eles…amanhã seremos nós….valeu Dilma.

  11. R.Silvestro 30 de abril de 2013 at 12:57 #

    Alguns pontos dessa reportagem serve pra nós aprendermos, cito uns exemplos:

    1-Um dos chefe argentino fala que mandaram um canhão de fabricação argentina que era inferior ao
    que ele tinha e não conhecia como funcionava. Isso deve ser pra nacionalização, que nem sempre é bom.

    2-O Belgrano não tinha meios para detectar o submarino, por isso que foi afundado. Tb serve pra nós, que
    não adianta ter um NAE se não houver meios de defendê-lo.

    3- A aviação em terra foi dicisiva para os argentinos. A aviação embarcada não serviu pra nada.

    4- O povo argentino dava mais importância pra Copa do mundo de futebol do que pra guerra. Qualquer
    semelhança é uma mera coincidência.

    5- No final da Guerra, partiu dos INGLESES a proposta pros argentinos se renderem, pq argentino pode ta na
    me*** mas não sai do salto alto.

  12. Carlos Peçanha 30 de abril de 2013 at 13:04 #

    As Falklands são inglesas, é bobagem discutir isso, os generais argentinos queriam (e conseguiram) enganar o povo, deram um motivo patriótico e a turba aplaudiu como um bando de tolos, como gado tangido. Impressionante como se manipula um povo inteiro, como se fossem criancinhas. Dito isso, eu acho que a Inglaterra deveria abrir mão das ilhas porque não existe nenhum interesse econômico e além disso é muito longe e difícil de manter. Por outro lado, as ilhas ficam na costa argentina, nada mais natural que sejam agregadas ao país, sou a favor que as ilhas sejam argentinas, mas acontece que no momento são inglesas legitimamente, conquistadas no braço, mano a mano. Os ingleses defendem que no plebiscito os kelpers decidiram ficar no lado inglês, só que não houve chance de a argentina oferecer algo em troca, na minha opinião os ingleses deviam deixar os irmanos oferecerem alguma coisa aos kelpers, para só então realizarem o plebiscito, não tenho dúvida que se os irmanos forem minimamente inteligentes eles conseguirão convencer os moradores que é mais negócio ficar de bem com a argentina que fica ali do lado, masi fácil de fazer comércio. para os ingleses isso ia cair bem e se livravam desse fardo.

  13. Marcio 30 de abril de 2013 at 13:27 #

    Acho que a discussão sobre a legitimidade da postulação argentina acaba confundindo os conceitos de Estado e de governo.

    Considero perfeitamente legítima a postulação do ESTADO argentino em ter reconhecida sua soberania sobre o arquipélago das Malvinas.

    Entretanto, a ação do GOVERNO argentino em 1982 foi absolutamente equivocada, sob os prismas político e (sobretudo) militar.

    Para piorar, depois de fracassarem na tentativa empreendida segundo sua própria escolha (manu militari), os argentinos ficam tergiversando a esse respeito, dizendo que apenas buscavam mudar o estado de coisas para abrirem negociações diplomáticas acerca da soberania sobre o arquipélago. Isso não cola: se a tomada das Malvinas perdurasse até hoje, as negociações seriam emperradas ad infinitum.

    No mais, a Argentina repete periodicamente suas postulações, de forma a não deixar subentendido que não ambiciona mais a soberania sobre as Malvinas. E, como corolário disso, o Reino Unido nega-se a discutir o assunto.

    Um ponto que não vejo ser mencionado é o possível interesse britânico nas Malvinas em razão da possibilidade de aplicação do princípio da confrontação territorial, em caso (mesmo remoto) de partilha internacional da Antártida. Será tal hipótese tão absurda assim?

    Um abraço para os editores e comentaristas do melhor fórum de discussão sobre defesa deste país tão indiferente ao tema. Que este espaço seja uma semente a vicejar em nossa sociedade.

  14. Wagner 30 de abril de 2013 at 16:16 #

    Só lembrando a alguns que, na prática, o Império Britânico JÁ CAIU FAZ MUITO TEMPO.

    O que existe é um núcleo remanescente com parcas e miseráveis colônias insignificantes com uma economia decadente.

    Mas claro, anos luz a frente da Argentina…

  15. Jeca Tatu 30 de abril de 2013 at 19:18 #

    Quem luta pelo o que quer, merece o que deseja…

    Se você quer o que nunca teve, faça o que nunca fez…

  16. MO 30 de abril de 2013 at 20:25 #

    2 – o Belgrano tinha escolta, nem era sua função e sim dos CT´s que o escoltavam

  17. Vader 30 de abril de 2013 at 20:34 #

    As Falklands só dão prejuízo para a coroa do Império Britânico, que ao contrário do que quer o cidadão aí em cima, está mais vivo do que nunca – basta dar uma passeada pela Inglaterra para ver o que se passa por lá.

    Não fosse a invasão argentina e os britânicos provavelmente já teriam entregado as ilhas.

    No mais: VAE VICTIS.

  18. João Henrique 30 de abril de 2013 at 22:17 #

    Sério Vader??? .”Segundo as projeções das petroleiras, as perfurações previstas em 2012 na bacia sul das Malvinas podem encontrar reservas de quase 8 bilhões de barris nessa zona,podem gerar 180 bilhões de dólares em impostos”.
    Se isso é prejuízo não sei qual será o lucro mesmo.

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1069712-petroleo-e-principal-foco-da-disputa-pelas-ilhas-malvinas.shtml

  19. Vader 1 de maio de 2013 at 9:03 #

    João Henrique disse:
    30 de abril de 2013 às 22:17

    Prezado, o petróleo tá no fundo do mar, enquanto os gastos estão em cima da mesa.

    A manutenção daquelas ilhas só dá prejuízo pra Coroa Britânica HOJE. Sempre deu.

    Agora, se vão dar dinheiro algum dia, são outros quinhentos.

    De qualquer maneira, nos anos 80 ainda muito pouca gente imaginava que se pudesse explorar petróleo lá.

    Se os argentinos não tivessem invadido, provavelmente os britânicos teriam abrido mão das ilhas voluntariamente muito antes de se descobrir petróleo lá.

  20. Observador 1 de maio de 2013 at 10:42 #

    Para mim, esta reinvidicação da Argentina é folclórica, como é a da Bolívia em relação ao litoral perdido para o Chile. Puro choro de perdedor.

    E, secretamente, até mesmo a classe política argentina sabe como tal pleito é quixotesco. Mas o negócio é jogar para a torcida, então…

    O que a rainha Cristina I, a Louca, quer é apenas afastar o foco dos (muitos e graves) problemas internos da Argentina. Os ingleses nunca devolverão as ilhas e ponto final.

    É mais ou menos a mesma discussão ocorrida no blog “Forças Terrestres” há alguns dias, a respeito do canhão paraguaio “El Cristiano”. Se nós brasileiros, recusamos devolver um reles objeto de museu, justamente pela carga simbólica do mesmo (afinal, fomos injusta e covardemente agredidos), imaginem os ingleses devolverem um pedaço do seu território!

    Eu acho engraçado é que, na mesma época, o Brasil perdeu a Cisplatina por intriga da Argentina, mas hoje os brasileiros não ficam reinvidicando a retomada do Uruguai.

    Para mim, só por isto (criação do Uruguai) os argentinos tem mais é que chorar encostados em um barranco mesmo e ficar sonhando eternamente com as ilhas perdidas.

    Ah, este sangue quente de “nuestros vecinos”…

  21. Marcos Blumenau 1 de maio de 2013 at 10:55 #

    O feitiço viro contra o feiticeiro os generais argentinos perderam a guerra o regime militar perdeu mais folego e a Dama de ferro ganho moral e levo as elições de 83.

  22. colombelli 1 de maio de 2013 at 11:21 #

    Para aqueles que defendem as reivindicações argentinas a lembrança de que os Almirantes Anaya e Massera tinham os olhos fitos em três objetivos: Falklands, depois Beagle e por fim a região do oeste catarinente, que também era alvo de reivindicações. O sucesso nas Malvinas poderia ter nos levado a uma guerra em meados da década de 90. Quando me formei sargento de infantaria na ESA em 1994, e nos dois anos e meio seguintes que estive na infantaria blindada, este cenário ainda pertencia a um passado recente e estava nas memórias de todos que vestiam uma farda. Ademais, os argentinos, que hoje invocam o “diálogo” e a mediação, foram aqueles que, em 02 de abril de 1982, atacaram sorrateiramente. Tomaram um “taquaraço de campanha” ( como se diz aqui no sul) contra os melhores soldados do mundo e deveriam ficar de boca calada. Fica ridículo volta e meia tornar a esta reivindicação cafona.

  23. João Filho 1 de maio de 2013 at 13:22 #

    A Argentina vai ter posse das Malvinas sim… quando chegar o Zombie Apocalypse. Fora isso, nao vejo possibilidade. Mas a triste historia da Guerra Das Malvinas deve servir como uma licao para o Brasil. Na epoca, a Argentinha possuia forcas aero navais bem equipadas e treinadas para a dita guerra. E mesmo assim, olha como terminou. No caso do Brasil, o que aconteceria com nos em uma situacao similar, com as FAAS defasadas que temos, e uma pequena MB que mais bem parece guarda costeria? Nao vou nem mencionar o recife artificial A12.

  24. João Filho 1 de maio de 2013 at 13:22 #

    costeria=costeira

  25. Rodrigo DS 1 de maio de 2013 at 13:26 #

    Creio que o Brasil só não foi atacado nessa época por medo dos militares argentinos de que a Argentina virasse um novo Paraguai, será que Chile, Uruguai e Paraguai formariam uma força conjunta contra ao lado do Brasil ou contra o Brasil??!! Penso que os hermanos não quisessem arriscar…

    Também creio em outra possibilidade, se os hermanos tivessem sucesso nas Malvinas o próximo alvo seria o Uruguai e quem sabe o Brasil.

    Posso estar viajando legal na maionese, rssssss….

    Mas parece que os militares brasileiros da época tinham muito medo ou receio dessas possibilidades…..

  26. Rodrigo DS 1 de maio de 2013 at 13:31 #

    E outra coisa que esqueci no comentário acima, se o Brasil na época fosse atacado pela Argentina, tínhamos meios suficientes para nos defendemos??!!

  27. João Henrique 1 de maio de 2013 at 13:47 #

    Vader disse:
    1 de maio de 2013 às 9:03

    Prezado Vander, dês de 2010 que as explorações ocorrem. Creio que “HOJE” as malvinas dão muito mais Lucro do que prejuízo.
    “O Serviço Britânico de Medições Geológicas estima que pode haver até 60 bilhões de barris de petróleo sob as águas do arquipélago (três vezes o total das reservas americanas de petróleo)”.
    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/02/100222_malvinas_exploracao_rw.shtml

  28. colombelli 1 de maio de 2013 at 16:40 #

    Prezado Rodrigo
    A Argentina nutria pendência com o Brasil acerca da região oeste de Santa Catarina, tendo havido decisão por arbitragem do então Presidente norte-americano Roosevelt ( o 1º pois foram dois com este nome), em favor do Brasil através de aplicação do princípio uti posidetis em 1895, porém a os “hermanos” (irmãos não sei de quem, so se for deles mesmos) nunca aceitaram a solução. Na década de 60 e 70, eles complicaram bastante a questão do aproveitamento do Rio Paraná para geração de energia, tendo havido necessidade de um tratado a respeito. O almirante Anaya, criador do “Operativo Rosário” (invasão das Malvinas) alardeava aos quatro ventos que a Argentina tinha ainda pendências com o Brasil, o que era pensamento não raro no meio militar argentino nos anos 70. Não tenha dúvida, uma vitória nas Malvinas levaria a hostilidades com o Chile, pois quase houve guerra em fins de 1978 por conta da questão de Beagle. E se passesem pelo Chile, o Brasil seria a bola da vez em meados dos anos 90. Pra nossa sorte, os ingleses são os melhores soldados do mundo, e venceram uma campanha atacando com 1×1, quando os manuais dizem ser o mínimo 3 x 1. Se hoje se fala portugues em Chapecó e São Miguel do Oeste, talvez devamos isso aos Royal Marine Commando e aos “Paras”.

  29. Dalton 1 de maio de 2013 at 17:29 #

    Será que não estão supervalorizando as forças armadas argentinas de
    1982 não ?

    Eles foram à guerra com apenas 2 submarinos, um deles um velho e obsoleto Guppy e o NAe 25 de Mayo não pode lançar seus A-4s por
    ser lento, falta de vento e uma catapulta inadequada.

    A Força Aérea tinha se tanto apenas 2 aeronaves de reabastecimento e
    as melhores unidades do exército ficaram no continente enquanto o contingente enviado às ilhas era de conscritos com pouco treinamento, para ciitar apenas algumas deficiencias

    Mesmo com os submarinos e fragatas em construção que iriam substituir unidades mais antigas não seria nada fácil um confronto com
    chilenos quem diria conosco.

    Argentina em 1982 me faz lembrar toda a empafia da Italia no inicio da II Guerra; queria ser vista como potencia de primeira categoria mas na verdade era de terceira e olha lá !

  30. Manock 1 de maio de 2013 at 18:28 #

    “Império britânico” em pleno século 21… kkkkkk “Malvinas dão prejuízo à coroa britânica”…kkkkkkkkkkkk (deve ser uns 60 bilhões de barris de petróleo em prejuízo.) Isso sem considerar as riquezas da plataforma continental e a possível e futura disputa pela Antártica e seus tesouros ainda intocáveis. Realmente, as Malvinas só dão dor de cabeça ao Ingleses…

  31. Flávio 1 de maio de 2013 at 20:48 #

    Dalton disse:
    1 de maio de 2013 às 17:29.

    Bem acho que não devemos supervalorizar a Argentina de 1982, porém, tampouco subestimá-la.

    Pois com todas dificuldades ela ainda conseguiu infligir pesadas baixas à força tarefa britânica, HMS Sheffild, HMS Ardent etc. A lista das baixas de ambos os lados foi colocada aqui no “Poder Naval” ha algum tempo.

    Já li que a força tarefa usou todas as suas munições anti-submarino tentando afundar um dos IKL argentinos e que este teve problemas com o lançamento dos turpedos de fabricação alemã.
    Imagine se ele tivesse atingido um dos porta aviões britânicos?

    Bem são vários “se`s” e concordo que para o Brasil o desfecho com a vitória britânica foi melhor pois talvez já estávessemos na lista da junta militar Argentina como próximos alvos.

    Acho que esse conflito tem muitos ensinamentos e lições e espero que esteja no currículo de nossas escolas militares.

    Um abraço, Flávio.

  32. marlon 1 de maio de 2013 at 21:27 #

    muito bonito video agora a argentina dormiu dmas se eles queria as ilhas eles deveria ter organizado melhor o confrito e deixo os meninos la militares passando fome e frio ai e foda …….

  33. Flávio 1 de maio de 2013 at 21:48 #

    Por tudo que já lí, acho que o principal equívoco dos militares argentinos , após invadirem as ilhas foi não acreditar que a GB iria tentar retomá-las.

    Após o afundamento do General Belgrano, pelo sub nuc HMS Conqueror, a frota foi recolhida ao porto e então o combate a força tarefa ficou só por conta dos caças bombardeiros.

    Após a derrubada de dois mirrage III pelos sea harrier e o ataque dos vulcan às ilhas os caças ficaram no continente para o caso de um ataque e então os caças bombardeiros atacavam a frota sem escolta e os sea harrier fizeram a festa.

    Os conscritos foram lavados para as ilhas, pois, como os generais não acreditavam em uma reação britânica, eles eram uma força de ocupação e não de defesa.

    Tem uma foto que acho sensacional de dois A-4 no momento do ataque a um dos navios da frota britânica.
    Que navio é esse?
    É um Tipo 22 ?
    Ele está na MB hoje ?

    Antecipadamente agradeço.
    Flávio.

  34. Dalton 2 de maio de 2013 at 9:31 #

    Flavio…

    a Força Aerea Argentina combateu com bravura e profissionalismo reconhecida até pelos britanicos e estes quando vieram retomar as
    Falklands sabiam que sofreriam perdas, inclusive esperavam por
    mais perdas do que sofreram.

    A ideia argentina de invasão foi muito boa, mas eles acreditavam que
    os britanicos não reagiriam militarmente até pela longa distancia e sabiam que encontrariam apenas algumas dezenas de militares britanicos com armas leves, muito diferente do que há hoje por lá.

    A supervalorização que me referi é no sentido de acreditar que eles
    teriam alguma chance de vencer uma guerra contra nós e mesmo contra
    o Chile não teria sido nada fácil.

    Vc mencionou que o Mirage III desapareceram do conflito, o que sei é
    que eles tinham menor alcance que os Daggers portanto não eram muito adequados à função de escolta então tiveram uma participação menor no conflito.

    Quanto a foto que vc mencionou, não encontrei, apenas uma ilustração
    de 2 A-4s atacando a HMS Ardent, talvez tenha sido baseada na foto que vc viu e a HMS Ardent era uma fragata Tipo 21.

    abraços

  35. Rodrigo DS 2 de maio de 2013 at 9:35 #

    Será que não estão supervalorizando as forças armadas argentinas de
    1982 não ?

    Dalton, mas a Argentina tinha uma força aérea de respeito na época, na mãos de pilotos experientes talvez teria dado muito trabalho aos britânicos.

    Creio que a Argentina teve dois grandes erros:

    O primeiro é que achou que os britânicos iam ficar só na base da diplomacia e ocorreu o contrario, foi na base da força mesmo.

    O segundo que em caso de conflito armado os argentinos achavam que os países sul-americanos (principalmente os brasileiros) se uniriam contra os britânicos.

    E com isso encheram bonezinho de terra, bom para nós, com esse sacode que levaram, acabou com qualquer vontade de se aventurar nas terras do sul do país!!

  36. Dalton 2 de maio de 2013 at 9:55 #

    Rodrigo…

    a espinha dorsal da FAA era constituida por 50 Mirages/ Daggers e outros 50 Skyhawks sendo que para estes ultimos havia apenas 2 aeronaves de reabastecimento sem falar no embargo americano de peças que na época já estava se fazendo sentir não garantiria uma sobrevida muito longa por melhor e mais bravosque os pilotos fossem
    e eles eram de fato.

    abraços

  37. Flávio 2 de maio de 2013 at 10:54 #

    Dalton…

    Em relação a foto que mencionei, tente pesquisar pelo google ,imagens, escreva ” Ataque de A-4 nas Malvinas” a foto está a direita na terceira linha de cima para baixo.

    A visão, à partir do navio, de dois A-4 indo em direção ao mesmo em meio a uma “chuva de bala” rsrs.
    Quem tirou essa foto merece um prêmio pela coragem e sangue frio.

    Valeu, Flávio.

  38. matheus 2 de maio de 2013 at 13:06 #

    Os argentinos acreditavam que iriam invadir e os britânicos não fariam nada, só isso pode explicar tamanho despreparo nos planos de invasão. Veja bem:
    -Os caças argentinos não possuíam radar, dependiam de um único radar em terra situado em Port Stanley.
    -Os caças argentinos possuíam limitações tanto de aeronavegação (radar) quanto de alcance.
    -Quando da tomada das ilhas, não se preparou a base aérea de Port Stanley para receber os A4 e Mirage (olha que tiveram tempo), a pista era muito curta.
    -Nem todos os caças argentinos possuíam sondas de reabastecimento aéreo.
    -Falta de comunicação entre as três forças.
    -Muitas das bombas argentinas não explodiram.
    -Falta de preparação, os submarinos não estavam em plena condição de uso e nem o porta aviões.
    -Quantidade limitada de minas subaquáticas, além de mal posicionadas.
    -Falta de foco dos ataques aéreos, não priorizando os navios de desembarque.
    -Falta de mísseis antinavio para a FAA.
    Em suma uma serie de erros que levaram a Argentina à derrota. Talvez se tivessem esperado até mais próximo do inverno, tivessem mantido as ilhas por mais tempo sobre seu comando.

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