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Algumas imagens do NAe ‘São Paulo’ (A12) em sua última escala em Santos, por ocasião da entrada/atracação no cais do armazém 30 em 18/11/2011.

Mais fotos:  http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2011/11/nae-sao-paulo-12-pwsp-em-santos-parte-1.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 18/11/2011

52 Responses to “NAe ‘São Paulo’ (A12) / PWSP – Fotos” Subscribe

  1. leonardo neves 2 de maio de 2013 at 12:55 #

    alguem poderia me responder se o São paulo tem capacidades de operar um mig-29 na versão naval como a india e a russia tem? e quantos desses poderiam ser operados no maximo.

  2. Jorge Tadeu 2 de maio de 2013 at 12:58 #

    É um exemplo perfeito e acabado de uma “belíssimo recife artificial”…

  3. EDurval 2 de maio de 2013 at 13:09 #

    Senhores,

    O Opalão pertence a ponte maritima Rio-Santos-Rio ou já navegou pra outros lugares ???

    Sendo o caso qual o custo para utilizar-se dessa ponte?

  4. Htioera 2 de maio de 2013 at 13:25 #

    Apenas um elefante branco, não tem mais nenhuma serventia a não ser tirar fotos mesmo. Lamentável..

  5. Ferreras 2 de maio de 2013 at 13:27 #

    Alguem saberia informar o custo total do A12 desde a sua incorporação? Aquisição + Manutenção + Tripulação + Aviões?

  6. Rodrigo DS 2 de maio de 2013 at 13:41 #

    Muito bonito um NAe, sou fã de carteirinha desde o MG, pena que o nosso esteja desdentado e depenado e sem escoltas decentes, mas sou a favor que se invista em novos NAe’s, claro que desde existem meios ($$$) para isto…

  7. MO 2 de maio de 2013 at 13:43 #

    ja, RRJ, SSZ, SSA, RRG e FTZ

  8. MO 2 de maio de 2013 at 13:44 #

    Esta pergunta apesar de muito interessante creio ficara sem resposta

  9. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 14:09 #

    Esse NAe SP eu conheço bem, já ganhei muito dinheiro com ele, mas é uma pena nunca vai ser operacional, pensar que a Marinha do Brasil declinou de receber de graça dos americanos o Saratoga, só porque não cabia no dique do arsenal…..

  10. MO 2 de maio de 2013 at 14:27 #

    nao foi bem assim, não foi so este motivo e não era o Independence que tinha sido ‘inspecionado’ … ??

  11. Emmanuel 2 de maio de 2013 at 14:27 #

    a marinha deveria vender para o ferro-velho como fez com o minas gerais…impressionante como um navio desse porte só serve para tirar fotos…VALEU DILMA…NOS VEMOS EM 2014…

  12. matheus 2 de maio de 2013 at 14:27 #

    Leonardo
    Nenhum, pois o MiG-29K não pode ser lançado por catapultas, sendo assim o São Paulo por não possuir rampa de decolagem, não pode lança-los aos céus.
    Talvez se comprássemos MiG-35 para FAB e as modificações no MiG-29K não fossem muito grande e nem aumentassem muito o peso, seria viável. Mas isso é uma viagem (kkkk).

  13. matheus 2 de maio de 2013 at 14:32 #

    Acho que se houvesse dinheiro suficiente daria para colocar o São Paulo em plenas condições.
    Seja lá qual foi o motivo, foi uma pena não termos tido condições financeiras e materiais de ficar com Independence CV-62.

  14. Ferreras 2 de maio de 2013 at 14:33 #

    Fazendo uma conta de padaria, com uma margem de erro de um porta aviões :)

    Segundo o wikipedia a tripulação são +- 1000 pessoas, a um custo médio de R$ 2000,00 por cada (chutando por baixo), operando há 12 anos, chega-se a R$ 288 milhões.

    Ele custou US$ 12 milhoes, o que , a valores de hj deve dar por volta R$ 50 milhoes (+-). Modernizações US$ 150 milhoes, ou R$ 300 milhões. Somando: 350 milhões.

    23 A-4KU: Aquisição US$ 70 milhões , a valores de hj deve dar por volta R$ 200 milhoes (+-). + Treinamento US$ 20 milhões (R$ 40 milhões) + Modernização R$ 300 milhoes. Somando: R$ 540 milhoes.

    C-1A Trader: Aquisição R$ 121 milhões.

    Fora os custos de manutenção rotineira que não faço idéia do valor.

    Mas nesse primeiro chutão chega-se a R$ 1,3 Bilhões +-. Talvez o Galante possa dar um ajuste nesses valores.

  15. emerson 2 de maio de 2013 at 15:06 #

    Olá a todos.

    Quando o A12 esteve em Santos, tive a oportunidade de visita-lo. Fui um sábado bem divertido. Por outro lado, as críticas á ele são muitas vezes injustas.

    Talvez a MB tenha chegado a um ponto de não-retorno em relação ao que se foi investido e no que ainda é necessário para coloca-lo operacional por mais 10 anos. Talvez depois de 1,5 bilhão de reais, seja muito tarde para abandona-lo como sucata.

    Não havia no gov. FHC condições políticas nem econômicas para a construção de um navio novo. O A12 foi uma solução adequada para a época pois a opção seria não ter nenhum NAe. Após mais de dez anos de sua incorporação na MB, talvez seja hora de pensar em sua substituição efetiva. mas isso levará de 5 a 10 anos.

    Deste modo, é fundamental manter concluir sua manutenção tendo em mente que em breve os A-4M estarão á disposição da Marinha para operarem por 15 anos..

  16. Templário 2 de maio de 2013 at 15:17 #

    O termo belonave, sem trocadilho, cabe como uma luva para difinir o nosso capitânea. Todavia, um porta-aviões sem seu corpo aére embarcado E OPERACIONAL torna-se tão ameaçador como um espantalho em plantação de milho ou soja.
    Nos anos 60, cunhou-se o termo “Belo Antônio” ao Mingão em decorrência da disputa ente MB e FAB quanto ao corpo aéreo, em alusão a um filme italiano que tinha Marcelo Mastroiani, como ator principal, jovem, bonito mas impotente.
    Lamentavelmente, estamos assistindo a um remake desse filme.

  17. Renato 2 de maio de 2013 at 15:28 #

    Nossa, obrigado por terem deixado os comentários abertos!!!! Acompanho a trilogia a um bom tempo e, certa vez, sugeri a cobertura da deposição do presidente Lugo, no Paraguay…
    Bom, quanto ao tópico: em que pé está a reforma do NAe SP? Salvo engano, li que alguns testes, nele, estavam preocupando os motoristas no Rio… e também que o porto de Santos se programou para recebê-lo, e o opalão não foi… isso já faz um tempo. (A Marinha não poderia ceder-lhes informações, tendo em vista o portal que são? – refiro-me aos editores)

    E outra: os Gripens poderiam operar no NAe? A versão naval – prevista – é/será adequada ao uso de catapultas, não é isso?

    Para fechar, deixo um pedido humilde: deixem os comentários abertos, muita gente acompanha vocês, mas são quase sempre os mesmos que se manifestam (ora com uma proveitosa discussão técnica e diversificada. e, justamente, por isso, instrutiva; ora com um ranço ideológico que põe em evidência a própria cegueira diante de certas questões)

    Deixarei minha assinatura lá no FX… Parabéns pela iniciativa.

  18. matheus 2 de maio de 2013 at 15:43 #

    O Gripen (Sea) poderia ser usado a partir do São Paulo, a questão é: o qual caro sairá à modificação do Gripen NG para o Sea? Se não for muito, seria uma ótima opção.

  19. matheus 2 de maio de 2013 at 15:45 #

    Quão não qual

  20. virgilio 2 de maio de 2013 at 16:05 #

    A-4M é realmente bom?.

    Não são iguais aos dos Argentinos em que os Ingleses abateram quase todos na guerra das Malvinas?

    Não poderia o Brasil arrumar um caça de 3 mão de melhor qualidade para opera na NAe São Paulo?

  21. Felipe 2 de maio de 2013 at 16:41 #

    Problema do Nae SP é que quando se resolve um problema, encontra-se outros 10 que o impedem de suspender.
    Quanto ao PRM (Programa de Reparelhamento da Marinha que inclui PROSUPER, PROSUB e PRONAE) se te uma estimativa de adquirir 2 Nae’s:

    1 – 2023 à 2030
    1 – 2031 à 2047

    Fonte: http://www.camaras.org.br/Arquivos/download/Upload/442.pdf

    Obs: Sugiro todos a olharem este artigo, pode esclarecer dúvidas sobre o futuro da mb.

  22. matheus 2 de maio de 2013 at 16:58 #

    Sem mexer no São Paulo acho que não. Tem o A7 que era um ótimo, mas já não é operado por ninguém, A8 também, F-4 muito pesado, F-18 A/B também, Harrier caro de mais.
    Com muita limitação alguns caças modernos como Rafale e o F-18 poderiam operar. Um dos problemas é a curta e pouco dimensionada catapulta, problema difícil de ser resolvido, exigiria mudanças estruturais (principalmente em relação ao elevador central, que é o maior, não sei se poderia se chegado mais para lateral do NAe).
    Eu tentaria Gripen ou no máximo MiG-29K (e MiG-35 para FAB, totalmente produzido no Brasil), só valendo apena no caso de não ser caro adaptação.

  23. Eder Albino 2 de maio de 2013 at 17:33 #

    A aquisição do A12 não era para dar capacidade para a MB empregar aeronaves de asas fixas com qualidade? Talvez se o Brasil comprasse alguns f/a-18 hornet usados dos EUA não poderia obter tal capacidade?

  24. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 17:33 #

    Não foi o Saratoga único dique que comportava ele era o do Verolme em Angra, e o Foch na época custou 12 milhões, não tenho certesa se euros ou reais

  25. Dalton 2 de maio de 2013 at 17:41 #

    Mário Sérgio…

    O Saratoga havia sido descomissionado em 1994 e as condições do mesmo já não eram muito boas e nem para a Reserva ele foi.

    O Independence da mesma classe foi descomissionado em 1998 e colocado na Reserva assim na época que o Foch/São Paulo foi adquirido, 2 anos depois, o Indy estava em boas condições.

    Dizem que ele nos teria sido oferecido pela bagatela de 80 milhoes de dolares, pouco mais de 6 x o que foi pago pelo Foch, mas, se de fato havia intenção de adquiri-lo o que pesou mesmo foi o custo de mante-lo e opera-lo ainda mais com uma reduzida ala aérea.

    abs

  26. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 17:44 #

    O Ferraras lá em cima chegou bem perto nas contas, mas os problemas do São Paulo são muitos, caldeiras, tubulações, válvulas, búricas a parte estrutural, está bem comprometida, poderia ficar aqui escrevendo mas a lists seria grande.

  27. Almeida 2 de maio de 2013 at 17:46 #

    Um belíssimo elefante branco, um enorme alvo. E só.

    Mesmo que a MB tivesse condições de finalmente colocá-lo no mar à contento, ainda faltariam:

    Um SSN de escolta;
    Um destróyer antiaéreo de escolta;
    Duas fragatas multimissão de escolta;
    Um navio tanque;
    Um ou preferencialmente dois esquadrões de caça de quarta geração pra cima;
    Dois ou três aviões ou helicópteros AEW modernos;
    Contramedidas e defesa antiaérea de ponto.

    Colegas, o dia que a MB conseguir verba pra adquirir e operar tudo isso eu cantarei o hino nacional brasileiro na abertura do Super Bowl…

    Segundo os planos da MB, colocar o A12 no mar em área de conflito sem proteção AAA, com uma dúzia de A-4M subsônicos armados com Python e Derby, 3 ou 4 Seahawks, 2 Trackers/Traders com radares obsoletos, escoltados por uma fragata Niterói retirada da missão no Líbano mais a Barroso, é pedir pra levar um torpedo ou míssil e matar milhares de brasileiros, à toa.

  28. Dalton 2 de maio de 2013 at 17:47 #

    Eder…

    não há F/A-18 hornets a disposição…tanto que um esquadrão está utilizando F/A-18A Plus e outro ainda está usando F/A-18C sem capacidade noturna e os demais F/A-18Cs estão no fim de suas vidas já muito prolongadas.

    Como resultado do atraso do F/A-35C os Super hornets é que de fato estão substituindo os F/A-18 legacy.

    abs

  29. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 17:58 #

    Olha o nome derrepente posso estar enganado mesmo, mas o motivo principal que me falar am na época foi por causa do tamanho do dique do arsenal

  30. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 18:03 #

    Almeida o q vc descreveu com o governo que nós temos é utopia, esse navio só existe aqui para MB não perder o estatus de esquadra

  31. Dalton 2 de maio de 2013 at 18:08 #

    De fato Mario não há como um “super carrier” , termo usado para diferencia-lo do USS Midway, que a proposito também não cabe no
    dique Almirante Regis, mas este não foi o unico motivo, veja que
    mesmo sem a ala aérea o Indy ou o Sara possuiam uma tripulação
    de mais de 3000 homens.

    Para que pagar mais caro na aquisição e na manutenção por um
    NAe com 4 catapultas e 4 elevadores para operar 20 aeronaves incluindo helicopteros que aliás é o planejado, ainda não foi realizado.

    abs

  32. Renato 2 de maio de 2013 at 18:16 #

    Olá, pessoal.

    Matheus disse:
    2 de maio de 2013 às 15:43

    Matheus, te digo que, se a Marinha bater o martelo quanto ao Gripen Sea ser o seu novo modelo operacional, o FX sai em outubro rsrsrsrs… Digo isso porque, a meu ver, somente ela recebeu investimentos independentes do argumento forte dos eventos esportivos. Tudo bem, o exército recebeu o start no guarani e na aquisição de helicópteros (acho que esses dois foram o de maior vulto), o resto, se não me engano, está ligado às Olimpiedis; e outra: a força comanda uma missão no Haiti, o que lhe dá destaque, frente ao povo… Agora a FAB… o que dizer da FAB? Parece até que estão fritando o Saito… O KC só vai sair porque, além de ser uma oportunidade de propaganda, a falta de uma vitrine para a aeronautica queimaria o filme, de vez, do governo…

    Bom, não sou especialista e esta é apenas a opinião de alguém do povo-povão, agora, interessado também nas questões de defesa…

  33. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 18:33 #

    Uma coisa é certa temos que respeitar o passado do Foch / São Paulo, tenho um amigo aposentado da legião estrangeira, a unidade dele foi para guerra do golfo a bordo do Foch, estava trabalhando no São Paulo e levei ele lá para fazer uma visita ele se emocionou bastante e também emocionou muita gente que ouviu as historias daquela guerra que ele contou dos dias que ele passou a bordo do navio, dos companheiros dele que não voltaram, acabou que ele recebeu até uma pequena homenagem, almoçou na praça D’armas, ganhou boné, camisa e outras lembranças do navio, e eu também ganhei, tenho até hoje, foi bem legal

  34. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 18:36 #

    Dalton eu acho que nossa indústria naval tem comdições de projetar e construir um NAe para MB

  35. Bosco 2 de maio de 2013 at 19:08 #

    Visíveis nas fotos um lançador de mísseis Mistral.

  36. Dalton 2 de maio de 2013 at 19:19 #

    E uma ponto 50 também Bosco :)

    Mario…

    interessante o relato sobre seu amigo legionário, aliás, desde que assisti Beau Gest …e faz tempoooo…passei a me interessar sobre a Legião também.

    abraços

  37. Fábio Mayer 2 de maio de 2013 at 19:32 #

    O Brasil tem uma máquina de guerra fantástica como esta que só serve para acumular craca… somos um país medíocre mesmo!

    Sou da modesta opinão de que, não estando operacional,que vire sucata mesmo e pare de drenar recursos da força. O problema talvez seja que, se desativado, NUNCA MAIS haverá verba para se imaginar a MB operando NAes…

  38. Bosco 2 de maio de 2013 at 19:41 #

    Sacanagem Dalton!!!
    rsrssss
    Se não tiver pelo menos umas 4 delas aí realmente podemos desistir de vez.

  39. Mário Sérgio Donato 2 de maio de 2013 at 20:05 #

    Dalton ele se aposentou como sargento da legião, ele era Sniper, a legião é uma força mercenária ligada à Armé Francesa, ele falou que na época que ele servia tinha um contingente de 7.500 homens, e 1.800 blindados, me mostrou muitas fotos, a legião é a maior dona de vinhedos na França, tem Hotéis na Riviéra, empresas, etc, bem interesante

  40. MO 2 de maio de 2013 at 20:33 #

    o do IHI no Caju tbm comporta

  41. Dalton 2 de maio de 2013 at 21:05 #

    Mas MO, não se trata apenas do tamanho da doca seca aí, a questão é a mão de obra especializada, equipamentos além dos compromissos de um estaleiro civil.

    Mas liga não, em breve estaremos construindo uma doca seca para atender a MB que fará aquela tal de “doca 12″ em Newport News morrer de inveja :)

    E aí…já se decidiu sobre o Gneisenau ??

  42. marc 2 de maio de 2013 at 21:47 #

    Este “TROÇO” só funciona com uma ala aerea moderna e bem treinada, (exemplo: CVN 76 RONALD REAGAN), escoltas com longo raio de ação e com misseis de defesa de área, navios tanques com veloc apropriada para acompanhar ele e PRINCIPALMENTE: GRANA, MUITA GRANA, para manter tudo isto em permanente treinamento.

    Se o “desgoverno federal” ficasse bonzinho com a Marinha e liberasse o mesmo valor que diz que vai liberar para o sub nuclear, a Marinha precisaria de 20 ANOS para ter este dispositivo em operação.

    Não ha mão de obra especializada, não ha militares voluntarios para voar os CAças, não ha Salario que mantenha os tecnicos na Marinha.

    Como está, é melhor (Mais digno para a Marinha) desativar ele e um outro monte de lixo velho que chamam de esquadra, ficando com os GURURUS e botes de borracha, que é isto que o desgoverno federal esta autorizando para o futuro da Marinha hoje.

  43. MO 2 de maio de 2013 at 21:56 #

    ah eu sei, alias fala isso pros caras que vivem sonhando em “o Brazeu tem condissauns di projetar and construir um Nae … kkkk .. alias ja comessamus fazemos suezmax (de projeto deles … ) tortinhos já … kkkk (Imagino o Nobuo ;oguri e os que construiram os VLCC´s aqui tendo uma azia colossal hoje em dia …

    Doca 12 é pros fracos .. kkkk Hamtpn Roads irá morrer de inveja

    To me coçanddo com o Gneisenau … to sentido falta pra fazer compania ao meu Köning 1/350 .. eh que o caixa $$$ taa baixo, masssssssssssss .. me coçando …

  44. Andre Bacha 2 de maio de 2013 at 23:04 #

    Senhores, boa noite.

    Por favor, por acaso o nosso A-12 já saiu do longo período de manutenção? E se sim, está havendo atividade com os A-4.

    Sem querer estender muito: o A-12 tem capacidade para operar os concorrentes do FX-2?

    Sds.

  45. Airacobra 2 de maio de 2013 at 23:23 #

    Um campanha de turma sempre que vê uma situação calamitante no quartel faz piada com a situacao, vive dizendo que ele tinha uma marinha só dele, com 10 porta-aviões, 20 Cts, 30 fragatas, 30 submarinos, mas como a situacao apertou ele se desfez da marinha dele, ai depois sacaneia, se nao tem dinheiro quer ter marinha como? Nao tem dinheiro né pra rancho, como é que quer ter marinha, kkkkkk
    E isso é quase todo dia

  46. Airacobra 2 de maio de 2013 at 23:24 #

    *nem pra rancho

  47. Airacobra 2 de maio de 2013 at 23:39 #

    Mas que é lindo temos que concordar, pra comparar em relaçao à beleza somente essex (CVA) e midway se aproximam à tamanha beleza

  48. Airacobra 2 de maio de 2013 at 23:41 #

    Nao posso esquecer também do nosso mini forrestal

  49. MO 3 de maio de 2013 at 0:48 #

    ah nao, nao ha nae mais bonito que um mod Essex .. ah nivel de navio de aviaozinhum, claro ….

  50. Aurelio 3 de maio de 2013 at 14:49 #

    Realmente é uma situação muito complicada, infelizmente é a realidade em que vivemos…..

    Nós sempre colocamos culpa nos políticos mais esquecemos que também, temos culpa no cartório, pois não protestamos para ter uma FA mais equiparada com a realidade do mundo lá fora!

  51. Giovane 3 de maio de 2013 at 19:20 #

    Mais uma vez sem os A-4 Skyhawk

  52. Comentarista 4 de maio de 2013 at 5:37 #

    Prezados Senhores
    A questão, hoje, é qual a intenção da MB.
    Dizem muitos que o objetivo da MB quanto ao A12 é manter a doutrina do uso de PA´s. Simplificando, é um navio escola.
    Mas, que raio de doutrina se desenvolve ancorado? Com tantos anos no cais, para onde foi parar a capacitação dos pilotos dos A4 nos pousos e decolagens de um PA? E a proficiência dos marinheiros na operação do A12?
    O aparente planejamento da MB até tinha sentido há alguns anos atrás com a aquisição dos A4 e mesmo dos Tracker/Trader, pois atendia a lógica de capacitação para uma evolução futura para meios mais modernos, mas anos e anos para a concretização do planejado enquanto o navio enferruja não é um fato que enriqueça o histórico da MB.
    Se é para capacitar pilotos e tripulantes, cadê o básico que é navegar, pousar/decolar aviões?
    Se não tem dinheiro para combustível e manutenção, há duas possibilidades: vende-se o navio e os aviões ou se faz um enxugamento da folha reduzindo-se o quadro de pessoal da MB e do MD e se recupera a capacidade para operar o dito cujo.
    Aliás, se é para o país ter uma marinha de guerra, esta deve estar pronta para uma guerra. Certamente a MB (bem como a FAB e EB) não está nesta condição.
    Na boa administração diz-se que é obrigação do bom profissional estabelecer metas desafiadoras, porém factíveis, e persegui-las incansavelmente. Pode-se dizer que a cúpula da MB estabeleceu metas factíveis e até pouco desafiadoras com a idéia de simplesmente desenvolver as habilidades de operar um PA, porém a execução é vexatória, começando com o estilo e os prazos de concretização dignos de nossos políticos mais rastaqüeras. A execução da manutenção do A12, da modernização dos Trader´s, dos A4´s estão mais para exemplos dignificantes como a ferrovia norte sul do que para a construção de Brasilia.
    Se os planos mudaram, então o planejamento é péssimo pois dinheiro está sendo gasto com os Trader´s e com os A4.
    Entendem alguns que a MB tem que estabelecer prioridades e a bola da vez é o tão sonhado subnuc, mas o dito cujo é lá para 2025 ou mais e neste caso é melhor vender o A12 (talvez algum país de marinha e políticos mais “motivados” compre), presentear a Argentina ou outro país bolivariano com os A4´s (somos bons para nossos amados hermanos) e ensacar a viola da aviação naval. Os tripulantes que sobrarem podem ser deslocados para o quadro da nova esquadra (poderão aguardar em casa fazendo alguma outra atividade produtiva), possibilitando uma pequena economia no custeio e até permitindo que a MB possa economizar uns trocados (nós, pobres cidadão contribuintes agradeceremos) postergando a contratação de pessoal para a segunda esquadra (virtual?…Aliás, cadê a primeira?).
    Saudações

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