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O contratorpedeiro tipo 45  HMS Daring (D32), da Marinha Real Britânica, deixou hoje a cidade de Portsmouth para um desdobramento de nove meses no Oriente Médio.

A missão do navio é garantir a segurança marítima na região da Ásia-Pacífico, conduzir experimentos tecnológicos e científicos, além de representar o Reino Unido nas manobras do Exercise Bersama Lima.

A viagem também permitirá ao Daring e seus 190 tripulantes atestar o alcance global da embarcação, além de representar o país em grandes comemorações, como a celebração do centenário da Marinha Real da Austrália.

O HMS Daring é o sexto dos contratorpedeiros tipo 45, os mais potentes na história da Marinha Real. O navio desloca 7.500 toneladas, mede 154 metros de comprimento e alcança velocidade de até 29 nós.

 

FONTE: portsmouth.co.uk via Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

 

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

34 Responses to “HMS ‘Daring’ parte para desdobramento de nove meses” Subscribe

  1. Wagner 28 de maio de 2013 at 15:54 #

    Interessante como o desenho dela é limpo, bem definido, sem aquelas parafernalhas e sinuosidades de navios antecessores.

    Acho que entre os navios mais bonitos do mundo está essa classe.

    Quem sabe daqui a 50 anos nós a compremos…

  2. Ozawa 28 de maio de 2013 at 16:35 #

    Viva as parafernálias ! Viva as sinuosidades ! Quando os mares eram mais belos !

    ‘Classe Fletcher’, as escoltas mais belas de todos os tempos…

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/71/Photo_USN1063617_USS_The_Sullivans._29_Oct._%2762.jpg

  3. MO 28 de maio de 2013 at 16:41 #

    tem gente que vai achar isso um sacrilegio .. rsss que ver que vai aparecer um monte de BELO UQTR … kkk argh ow mau gosto … kkk Boa Ozawa !!!!

  4. Wagner 28 de maio de 2013 at 17:38 #

    Ora Ozawa, gosto é gosto, eu também, por exemplo, acho os Kynda lindos !!

    :)

  5. MO 28 de maio de 2013 at 18:02 #

    ora e nao eh outro lindao Wagner … gosto eh gosto, mau gosto eh … kkkk

  6. daltonl 28 de maio de 2013 at 18:41 #

    Um pequeno erro na tradução que apenas chatos como eu notam…

    O HMS Daring não é o sexto dos “contratorpedeiros tipo 45″ e sim o
    primeiro de uma classe de seis, o último dos quais será o HMS Duncan
    D 37 que deverá ser comissionado no próximo ano.

  7. Marcos 28 de maio de 2013 at 18:51 #

    Tivesse o Brasil adquirido três dessas e não três (o quê mesmo?), Nap, Nop, sei lá o quê, a conversa seria outra.

  8. MO 28 de maio de 2013 at 19:10 #

    e usaria um daring para PaOc ? realmente seria outra coisa … rsssss

  9. juarezmartinez 28 de maio de 2013 at 19:23 #

    MO, uma leitura diferente para a afirmação do nosso amigo Marcos:
    Se nós não tivéssemos adquirido os 4 Scorpenes e a reboque o Baleia Branca, hoje talvez pudéssemos sonhar com 3 Daring na MB.

    Grande abraço

  10. joseboscojr 28 de maio de 2013 at 19:38 #

    Pessoal,
    Tudo bem que não gostem do submarino nuclear natureba, mas pelo menos digam o nome certo do elefante branco polar, é Moby Dick e não Baleia Branca, mesmo porque o nosso sub deverá ser pintado de vermelho, o que irá levar terror aos 7 mares.

  11. MO 28 de maio de 2013 at 19:38 #

    sim Juares vc tem razão DESDE QUE não fossemos o que sempre fomos … se hoje ta quase tudo parado, imagines estes equipamentos, ou uimagina nos com um daring com 1/6 de sua dotação … seria um enfeite bem caro de comprar e mais ainda de se manter (vc sabe como penso, esta ultima foi para quem nao me conhece e acompanhar o raciocinio. Em qqr contexto serio os Amazonas entram perfeitamente, o problema eh ter eles e tipo ficar tudo no 1o DN … sub utiliza-los e bla bla bla .. que vc ja sabe. Enquanto quem eh o Dono (O Governo) nao criar mentalidade de quwe isto operacional é necessário nada muda e aparentemente isso não é para tão já, talvez outros 500 anos … Abs

  12. Marcos 28 de maio de 2013 at 20:40 #

    Uma nave do tipo do Amazonas nós temos capacidade de projetar e construir. Dai não vejo sentido algum em importar três desses e se propor a desenvolver um submarino nuclear.

  13. Marine 28 de maio de 2013 at 21:04 #

    Pergunta aos mais entendidos sobre navios:

    O PROSUPER busca a aquisicao de 5-6 escoltas de ~ 6.000t. Ate ai tudo bem mas alguem sabe informar que capacidade teriam? Seriam em sua maioria para ASW, ou general purpose? Como fica a defesa aerea da MB? Uma coisa e ter FREMM com 32 silos e Aster 15, sao outros quinhentos uma Horizon, Type 45 ou F-100 com 48 silos e misseis de area como o Aster 30 ou SM-2.

    Muito Obrigado e que possamos debater qual seria a melhor opcao na opiniao dos comentaristas do blog.

  14. Marcos 28 de maio de 2013 at 21:11 #

    Se o grande elefante branco das profundezas, o terror dos sete mares, chama-se Moby Dick, adivinha que é o Capitão Ahab???

  15. Colombelli 28 de maio de 2013 at 21:47 #

    Sempre gostei do desenho dos navios ingleses. Estes especificamente são belos, capazes e caros, infelizmente.

    Marine, não sou dos mais informados, mas ao que se indica esta primeira leva seria de propósito geral, até porque são so 05 previstas. Em uma segunda leva (se sair e quando sair) haveria 03 ( mais provável) ou 04 com finalidade antiaérea. O míssil estará muito ligado a qual pacote será adquirido

    Querem uma dica genial de Moby Dick, peguem o filme onde o Gregory Peck faz o papel de Ahab. Vcs irão rir muito com ele praguejando contra ela ( tem que ser sem dublagem para valer a pena)

  16. ernaniborges 28 de maio de 2013 at 22:04 #

    Que me lembre a MB nunca teve um escolta especializado antiaéreo.

    Nas poucas imagens divulgadas do nosso futuro submarino nucalear, aparecem silos.

    Alguém especularia quantos mísseis seria capaz de abrigar, de que tipos e se seria viável basear a escolta antiaérea de uma FT nele ?

  17. Colombelli 29 de maio de 2013 at 0:04 #

    Ernani. Hoje há só um tipo de missil antiáreo disparado de submarino, um projeto alemão, aliás, pelo que me recordo, mas não é algo que tenha recebido acolhida.

    A previsão eventual de silos não pode ter outra finalidade que não o lançamento de misseis anti-navio, pois não há previsão de que o Brasil esteja pensando em misseis de crueiro. Porém, os anti-navio poderiam ser lançados do tubo de torpedos, como hoje usualmente se faz.
    Logo, a escolta antiaérea de uma FT não é hoje algo que se possa fazer, ainda que tecnicamente não seja impossivel. E nosso submarino deverá levar apenas misseis anti-navio. Não há previsão de misseis de cruzeiro para ataque em solo. Assim esta imegem com silos pode ser algo que não venha a se tornar realidade.

  18. joseboscojr 29 de maio de 2013 at 0:46 #

    Ernani,
    Um submarino nuclear foi feito para ficar o tempo todo debaixo d’água e apenas eventualmente coloca pra fora algum sensor ou antena de comunicação.
    Jamais um submarino poderá ser usado na função de defesa antiaérea e o principal motivo, além de ficar mergulhado direto, é não contar com poderosos radares e os de pequeno alcance que possui não se sobressaem acima de 2 metros da superfície do mar, o que limita mais o seu alcance.
    Se ele ficar navegado na superfície irá perder totalmente a vantagem de ser um submarino, e principalmente um submarino nuclear.
    Os mísseis antiaéreos de auto-defesa que estão sendo projetados, que podem ser lançados tanto de plataformas eleváveis (como se fosse um periscópio) como dos tubos de torpedos são de curto alcance (menos de 20 km) e não são adequados à defesa aérea de área, ainda que o submarino tivesse sensores condizentes com a função, que não é o caso.
    O míssil a que se referiu o Colombelli é o IDAS, baseado no Iris-T (ar-ar de 5ªG alemão), mas existem vários outros sendo desenvolvidos, tais como versões do MICA, do AIM-9X, do Mistral, etc.
    Sem falar que no passado havia o SLAM, um pequeno míssil (Bloxpipe, britânico) lançado de cota periscópica por um lançador elevável. Ao que se sabe deixou de ser usado.

  19. daltonl 29 de maio de 2013 at 8:37 #

    Bosco…

    acho que vc quis escrever blowpipe e não bloxpipe e com exceção de um experimento feito em um único submarino não chegou a ser utilizado pois apesar do sistema ter funcionado devem ter chegado à conclusão que não valeria a pena no fim das contas instala-lo.

    abs

  20. Guizmo 29 de maio de 2013 at 9:05 #

    Marine,
    Tenho a mesmo dúvida que você.

    Me preocupa um projeto de navios multimissão ou ASW para a MB e não pensarmos em Defesa Aérea de Área com SAM de médio/longo alcance.

    Alguém tem alguma info à respeito?

  21. daltonl 29 de maio de 2013 at 9:45 #

    Marine…

    estamos todos no escuro aqui, mas venha o que vier, será um salto qualitativo enorme, só não sei se quantitativamente também e poderá haver mesmo uma nova redução no nr de combatentes de superfície
    mesmo que temporária.

    Há uma média histórica de 18 combatentes e estamos há dez anos
    reduzidos a 14, incluindo 4 Inhaúmas que não foi considerado um
    projeto muito feliz e 3 T-22s que não passaram pelo modfrag.

    Primeiro teremos que voltar ao número de 18 combatentes, descontadas
    as baixas que fatalmente ocorrerão.

    abs

  22. Wagner 29 de maio de 2013 at 11:00 #

    Olhem se conseguirem fazer as 12 amazonas aqui no Brasil eu vou beber a isso !

    embora eu não beba…

    mas todos estão convidados ! Por minha conta !

    :)

  23. StadeuR 29 de maio de 2013 at 11:54 #

    Logo essa tranqueira passa nas nossas barbas em direção aos mares do sul a fazer escolta dos tesouros submersos argentinos e sulamericanos.
    ACORDA BRASILLLLLLLLLLLLLLL.

    http://3.bp.blogspot.com/_rGv_LZ6EdpU/S4csMoRzqTI/AAAAAAAACBI/60W8Ea2kALU/s400/AIPC+Malvinas+Falklands.bmp

    http://geopoliticadopetroleo.files.wordpress.com/2010/05/malvinas-imperialismo-ingles-contra-a-argentina.jpg

    “Ao estreitar a colaboração entre suas forças armadas, a América do Sul não pretende agredir ninguém; seus militares e políticos sabem que é preciso preparar-se contra eventuais agressões externas. Com essas medidas, não nos deixaremos manipular por potências de outras regiões, que gostariam de nos ver divididos, como no passado.”

    http://www.forte.jor.br/2013/05/28/escola-de-defesa-para-a-america-do-sul/

  24. MO 29 de maio de 2013 at 12:01 #

    nooosaaa .. kkkk rindo muito mesmo meda

  25. MO 29 de maio de 2013 at 12:03 #

    ‘OS’ eh um navio nao navia Wagner … rsss, um detalhe sei nao se tem estaleiro com carteira para fazer isso neste momento …. e crendeuzpai for love Good nao me invente o inhaca, digo inaceo

  26. MO 29 de maio de 2013 at 12:06 #

    14 Dalton ? em verdade hoje 5/6 né … ready meia bola

  27. daltonl 29 de maio de 2013 at 12:51 #

    Provavelmente MO, mas temos que considerar o total do inventário, que
    nem lá na US Navy, já que eles incluem na força de batalha mesmo um NAe que está em processo de modernização e reabastecimento que dura 4 anos, então temos que contar também…se eles podem nós pode né ?

    :)

  28. MO 29 de maio de 2013 at 12:55 #

    ah desculpe, pensei que fosse battle ready, sim sim sim, neste criterio to contigo Dalton Luiz … rssss

  29. Bosco 29 de maio de 2013 at 14:01 #

    Blowpipe e não Bloxpipe.
    Digitei errado almirante!!
    Não sabia que tinha sido só 1 sub.
    Valeu!

  30. Bosco 29 de maio de 2013 at 14:04 #

    Há um conceito semelhante em desenvolvimento com um lançador com 4 Mistral montado no mastro. Tem um vídeo no YT.
    Vou ver se encontro!

  31. Bosco 29 de maio de 2013 at 14:08 #

    Não foi difícil!

  32. Nick 29 de maio de 2013 at 18:50 #

    Um tipo desses não dá nem para sonhar na MB. :(

    []‘s

  33. GUPPY 30 de maio de 2013 at 14:18 #

    Arrasou no link, Ozawa. A elegância de um Fletcher é sensacional. E o bom é saber que o navio do seu link (USS Sullivan) está preservado num museu juntamente com outras unidades da US Navy.

    Abraços

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