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NPa_Macau

No dia 31 de maio, às 10h30, na Base Naval de Natal, será transferido para o Setor Operativo da Marinha do Brasil (MB), o Navio-Patrulha (NPa) de 500t “Macau”. Em cerimônia presidida pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos, o evento consolida a capacidade operacional do navio para atuar na Esquadra da MB, mais especificamente na área do Comando do 3º Distrito Naval, ficando sediado em Natal (RN).

Sua construção faz parte de um estudo realizado pela Marinha, em novembro de 2005, para a construção de uma nova classe de NPa que realiza, prioritariamente, apoio à fiscalização das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), atividade de patrulha, inspeção naval e salvaguarda da vida humana no mar, contribuindo para a segurança do tráfego marítimo nacional e defesa dos interesses estratégicos do Brasil, atuando, principalmente, na proteção da “Amazônia Azul”.

Construído pelo estaleiro Indústria Naval do Ceará (INACE), após contrato assinado com a Diretoria de Engenharia Naval, o Navio-Patrulha “Macau” recebeu este nome em homenagem à cidade do litoral potiguar, famosa por suas salinas e pela produção de petróleo. A embarcação teve sua construção iniciada em 2007 e foi entregue à MB em 2010, sendo o segundo de uma nova classe de Navios-Patrulha em construção, a classe “Macaé”. Em seu projeto foi utilizado o modelo do Navio-Patrulha francês Classe Vigilante 400 CL54, que foi alterado e aperfeiçoado, incorporando desenvolvimentos tecnológicos e melhorias no desempenho do navio.

Características do Navio:
Comprimento total: 55,6 m
Boca máxima:8,0 m
Calado máximo:2,5 m
Deslocamento:500 t
Sistema de propulsão: 2 MCP MTU 16V 4000 M90
Geração de energia: 3 Grupos diesel-geradores MTU
Velocidade máxima:21 nós
Raio de ação a 15 nós: 2.500 MN
Autonomia:10 dias
Armamento:
01 Canhão 40mm L70 (AOS)
02 Metralhadoras 20mm GAM B01-2
Operações Aéreas:
Capacidade de operar com aeronaves no recebimento de cargas e de pessoal

FONTE: Com3ºDN

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Estudante de Psicologia, colaborador em Natal-RN do Forças de Defesa.

63 Responses to “Navio-Patrulha ‘Macau’ será transferido para o Setor Operativo da Marinha do Brasil” Subscribe

  1. lord56 30 de maio de 2013 at 10:22 #

    Senhores, perdoem a dúvida (sou um leigo interessado no assunto) mas esse canhão de 40mm tem mais poder de fogo que o canhão dos NPaOc classe Amazonas?

  2. MO 30 de maio de 2013 at 10:46 #

    Sim tem nominal, mas para função determinada e prevista o efeito é praticamente o mesmo

  3. Celso 30 de maio de 2013 at 11:34 #

    MO
    Concordo c sua opiniao, porem nao da para comparar alhos c bugalhos…………..uma arma de 35 nao eh exatamente igual a uma de 40 e nem vou entrar em detalhes ou comparaçoes tecnicas.
    Caso fosse esta a aplicaçao de patrulha costeira. melhor seria a utilizaçao da arma de 35 ……….o q vemos eh uma completa distorçao do uso em si e a aplicaçao equivocada nos Napaocean da arma de 35 e nao da 40. Ta tudo invertido nesta questao ………….vamos parar de afagar o errado e observar o q eh certo. De resto nao adianta questionar mais…..¨¨¨¨o q nao tem soluçao, solucionado esta¨¨¨¨

    Sds

  4. MO 30 de maio de 2013 at 11:42 #

    Sem treta, sua opinião notada, obvio que são armas diferentes, claro, não pondero, apenas para mim em efeito de PTR seja qual for, para mim, em caso de especificação pratica não me faria diff um 30 ou um 40 para contra quem intencionava utilizar, alias basta ver o estrago causado com 7, 62 dos AK´s nos mercantes pelos somalicos. Para contra algo maior, e principalmente se for ‘cinza’ aabas tbm não farão muita diff a distancia, mas é o tal negocio elas/eles (os navios) não foram projetadas para isso

  5. Galante 30 de maio de 2013 at 11:53 #

    Consta que o Brasil precisou de licença especial para poder ter esses canhões que estão na lista de armamentos restritos dos EUA.

  6. Gustavo 30 de maio de 2013 at 13:00 #

    Desculpa a ignorância, mas canhão de 40mm dessa classe é operado remotamente?

  7. Almeida 30 de maio de 2013 at 13:43 #

    01 Canhão 40mm L70 (AOS)
    02 Metralhadoras 20mm GAM B01-2

    Eu reclamo do armamento da classe Amazonas mais por conta da padronização do que pela capacidade, embora um Bofors Trinity 40mm seja melhor que o BAe Systems DSM30 30mm que equipa os Amazonas e até mesmo o AOS L70 40mm que equipa os Grajaú e Macaé. A munição 3P do Trinity tem maior poder de fogo e maior leque de emprego, sendo intercambiável com as munições 40mm padrão.

    Lembrando que a CBC e a Imbel fabricam granadas de 40mm e 20mm mas não de 30mm e 25mm. Embora a de 30mm possa a vir a ser fabricada para os VBTP Guarani algum dia, mas não hoje.

  8. Almeida 30 de maio de 2013 at 13:47 #

    Gustavo, alguns canhões da classe Grajaú podem ser operados remotamente, geralmente os mais novos. Acredito que a classe Macaé possua esses mesmo modelos, embora a foto sugira que este seja manual.

    Os canhões de 30mm da classe Amazonas são remotamente operados.

  9. JOSÉ HENRIQUE 30 de maio de 2013 at 19:34 #

    Caros amigos, me desculpem por dizer isto de novo, mas na minha opinião já esta na hora de se colocar um 76mm super rápido nos classe AMAZONAS assim como nas novas corvetas baseadas na BARROSO.Abraços do MENDES.

  10. Nunes-Neto 30 de maio de 2013 at 20:07 #

    Almeida,para mim todo os 40mm são remotamente controlados (Classe Grajaú e Macaé) ,já os de 20mm dessas duas classes não o são! O amazonas tem tanto os de 30mm como os de 25mm, remotamente controlados, sendo que, se não me engano, as de 25mm podem ser operadas “manualmente”.Abçs

  11. Nunes-Neto 30 de maio de 2013 at 20:12 #

    Seja bem vindo Macau,bom trabalho!Espero ansiosamente pela construção e entrada em serviço dos outros 5, já se demora para construir esses navios aqui nesse país ,parece que são destroies.Abçs

  12. ernaniborges 30 de maio de 2013 at 20:17 #

    Também sou leigo no assunto, mas, querendo enriquecer conhecimento, pergunto a quem entende melhor, se essa classe de navio-patrulha deveria ter uma velocidade máxima um pouco maior.

  13. Bosco 30 de maio de 2013 at 20:26 #

    José,
    O 76 mm exige penetração na estrutura que provavelmente a Amazonas não comporta, sem falar no peso que deve ser proibitivo.

    Quanto aos 40 mm, eu acho que só as torretas Trinity são de controle remoto, todas as demais usadas pela MB são tripuladas.

  14. Airacobra 30 de maio de 2013 at 23:57 #

    Boa noite Bosco,

    nao só os trinity mk-3 sao operados remotamente, Os 40 L-70 da classe inhauma sao operados remotamente a partir de console no COC, desconheço quanto aos 40 dos patrulhas

  15. Nunes-Neto 31 de maio de 2013 at 0:19 #

    ernaniborges,essa velocidade máxima está na média dos navios de patrulha, sendo que muitos fazem bem menos que 21 nós, para interceptação em alta velocidade, se utiliza as lanchas de casco semi-rígido que eles transportam,uma velocidade alta,leva a uma menor persistência no mar e a um maior consumo de combustível.E num patrulha a presença de mais dias na área é mais importante que sua velocidade, se o infrator não “parar”, manda-se as lanchas de alta velocidade com um grupo de verificação ou manda-se chumbo,ai não tem navio mais rápido que bala.Abçs

  16. Nunes-Neto 31 de maio de 2013 at 0:20 #

    Claro os primeiros tiros de advertência, depois…..

  17. colombelli 31 de maio de 2013 at 2:38 #

    Para a finalidade limitada de patrulha, os possiveis empregos fazem com que o 40mm ou o 30mm tenham o mesmo efeito prático. Ou, por outras palavras, não faria muita diferença, pois o alvo seria neutralizado. Mas para fins de eventual emprego em combate, em cenários limitados, um 40mm e um Simbad iria bem.

    País sem cultura de investimento em defesa = necessidade de tirar o máximo do mínimo. Canhão 40mm + Sinbad qualificam até para operações de guerra em limitados cenários, fora o aspecto da padrozinação que facilita produção de munição e manutenção.

  18. colombelli 31 de maio de 2013 at 2:38 #

    padronização digo

  19. Sandro 31 de maio de 2013 at 7:49 #

    Gostaria de saber se nao se pensou ainda em construir barcos utilizando o mesmo canhao remoto que e utilizado nos blindados guarani, nao digo como armamento principal em funçao do calibre, mas como armamento secundario, algo que a meu ver seria bastante interessante por ser um armamento remotamente operado, e que sera fabricado em escala no nosso pais, isso seria mais um empurrao para nossa industria nacional, derrepente modernizar nossos velhos patrulheiros com esse canhao infinitamente superior aos tripulados.

  20. ernani 31 de maio de 2013 at 9:08 #

    Nunes-Neto disse:
    31 de maio de 2013 às 0:19

    Obrigado. Tinha esquecido das lanchas. Pensei até num helicóptero mas não caberia num patrulha.

  21. ernani 31 de maio de 2013 at 9:09 #

    Digo, num patrulha dessa tonelagem.

  22. Flávio 31 de maio de 2013 at 9:49 #

    Os canhões da classe Amazonas que eu saiba, me corrijam se eu estiver errado, é do mesmo calibre do canhão, 30 x 173mm, que equipará uma das versões do blindado Guarani do exército.
    Os cañhões de 40mm L70 também são usados no EB , acho que a preocupação deveria ser mais com a padronização que com as capacidades ,como disse Almeida em 30 de maio de 2013 às 13:43, já que as capacidades não são tão distintas.
    Apesar de serem muito bons, pelo bem da logistica, não seria melhor trocar os canhões de 25mm da classe Amazonas, por canhões(metralhadoras na MB) de 20 x 110mm iguais aos usados na classe Grajaú e Macau?
    sds.

  23. Joaca 31 de maio de 2013 at 10:25 #

    Caro Bosco
    Há super rapid’s instalados sem penetração no casco. Um dos exemplos é a Type 22 Batch 2 Romena – F221 Regele Ferdinand. Neste navio, utilizou-se a instalação sem a penetração no casco, a desvantagem é a quantidade de munição e o ângulo máximo de elevação, ambos menores que o da versão com penetração no casco.

  24. Nunes-Neto 31 de maio de 2013 at 10:26 #

    O canhão de 30mm do guarani será fabricado no país? Ou só será montado?Se é que vai ser!

  25. Flávio 31 de maio de 2013 at 10:59 #

    Voltando a falar de padronização e uso racional de recursos.
    O calibre 30mm do Pantsir é intercambiável com o do Guarani?

    E agora que o EB comprou os Guepard,pelo menos já é usado nos Oerlikon 35 mm duplos,mas, já é outro calibre para lidar, a defesa antiaérea vai contar com três calibres distintos, 40,30 e 35mm.
    Isso não é um fator complicador ?

    Desculpem ter saido do tópico naval, mas acho que, pelo rumo que as discussões tomaram, esse seja um assunto pertinente.

    sds.

  26. X.O. 31 de maio de 2013 at 11:40 #

    No meu tempo de P51 (NPa Gravataí), o reparo de 40mm era de controle local, mas sei que alguns Grajaú tem alça…

  27. Alex Nogueira 31 de maio de 2013 at 15:43 #

    Fiquei em dúvida a respeito dos 40mm serem operados manualmente, como seria isso (tem alguma cabine no canhão o.O)? Se alguém puder explicar eu agradeço muito!

    Penso que a Marinha deveria investir nos lançadores Simbad RF (2 mísseis) / Tetral (4 mísseis) e no Sadral (6 Mísseis), pois aparentam ser de fácil instalação e operação e também devem ser muito mais baratos do que qualquer sistema VLS atual.

  28. HENRIQUE 31 de maio de 2013 at 17:39 #

    Minha simples visão este navio e mesma coisa que não ter, é igual ao opala veio (em caso de conflito seria como na Líbia não tinha serventia os canhão terão pouca ou nem uma serventia qualquer míssil já erra alguma coisa) mas se for para uma simples patrulhamento não tem o por que ter nunca vai ser usado e igual a lei do abate da fab…

  29. Roberto Bozzo 31 de maio de 2013 at 18:24 #

    Sandro disse:
    31 de maio de 2013 às 7:49

    Sandro, tenho a mesma dúvida que você… poderia-se utilizar o canhão do Guarani, tanto na classe Amazonas quanto nas novas Barroso MOD ??? Se sim seria uma escala interessante e uma padronização para um produto que será construído aqui….

  30. MO 31 de maio de 2013 at 19:04 #

    Mas Henrique NPa não é navio de guerra (leia-se de combate), em caso de conflito eles nao fazem nada, ao menos contra forças oceanicas .. enquanto martelarem esta ideia os NPa e Oc serão eternamente desarmados (NESTA OTICA) quando comprenderem a função, tarefa e possiveis engajamentos de um NPa/Oc interpretarão de maneira diferente este conceito/concepção

  31. Bosco 31 de maio de 2013 at 19:22 #

    Flávio,
    O calibre 30 mm não será usado em canhão antiaéreo.
    Todos os calibres de canhões de pq calibre usados no Brasil são:
    FAB: 20mm x 102, 23mm x 115, 30mm x 113
    MB: 20mm x 110 (metralhadora), 25 x 137, 30 x 173, 40 mm x 364
    EB: 30mm x 173, 35mm x 228, 40mm x 311, 40mm x 364

  32. Flávio 31 de maio de 2013 at 19:27 #

    MO como você vislumbra a participação de NPa em um conflito?
    Já que a MB está investindo bastante nesses meios para uso em tempos de paz, não seria interessante prever um papel para eles em caso de conflito?
    Vigilância… semeadores de minas… coisas que não os coloquem diretamente na linha de frente.

    Um abraço, Flávio.

  33. Bosco 31 de maio de 2013 at 19:30 #

    Esse tipo de navio só tem que enfrentar navios pesqueiro e quando muito iates de traficantes.
    A função maior do canhão é dar tiro de advertência e quando muito tentar parar o motor, e pra furar um bloco de motor diesel tanto faz um 30 mm quanto um 40 mm. Na verdade um calibre menor é até melhor para esse tipo de ação.
    A maior reação esperada é por armas manuais e pra isso tanto faz se o calibre é 20, 30 ou 40 mm.
    Canhões de calibre maior podem até ser preferíveis contra piratas, contra ataque tipo “enxame”, para neutralizar alvos na costa ou para se usar como arma antimíssil, mas não é essa a função esperada de nossos navios patrulha.

  34. Flávio 31 de maio de 2013 at 19:34 #

    Bosco, o Pantsir, que o Brasil comprou não utiliza canhões de 30 mm combinados com os misseis ?

    Quando falei dos 30 mm já considerei esses, os Pantsir do Brasil só serão armados com misseis?.
    Na MB onde são usados os 25 x 137? Nos patrulha fluviais ?

    Um abraço, Flávio.

  35. Flávio 31 de maio de 2013 at 19:35 #

    ERRATA
    ” …Patrulha fluviais ?”

    sds.

  36. MO 31 de maio de 2013 at 19:58 #

    Flavio, vc se refere a um NPa generico ou um NPa brasileiro (modus operandi) ?

    MB = exatamente o que fazem hoje as F´s no Libano, principalmente em relação a missão x TO, mas no caso de (creio vc estar se referindo a um Oc) operações de apoio aos NV´s, lançamento dem inas, anti pirataria de media/longa duração (mas ai ja nao seria conflito, mas uma situ real hoje em dia), no mais não creio em muita coisas em aguas distantes em situ de conflito, até pq é pouco provavel que se desloque uma força que garanta ppresença maritima em zona hostil, até pela nossa disponibilidade de escoltaas para que eles pudessem operar livremente em funções de PTR (mas tbm ai não faz parte de nosso modus operandi ocupação de mar teritorial distante em zona/area de conflito .. resumindo, da nossa maneira de operar, em águas distantes = muito pouca coisa, salvo fazendo parte de uma tremenda FT/GT combinado multinacional se houver necessidade deste tipo de serviço/demanda (desculpe o texto não muito preciso, estou fazendo janta e digitando, minha mulher trabalha fora e estou de Taifeiro/CZ de dia)

  37. Bosco 31 de maio de 2013 at 20:06 #

    Flavão,
    Apesar de você estar contando com o ovículo do furículo galináceo você está certo então. O calibre do 2A38 é de 30mm x 165.
    E você está certo em relação ao canhão/calibre 25mm x 137, são da classe Amazonas.

  38. Flávio 31 de maio de 2013 at 20:07 #

    MO, falo dos nossos mesmo.
    Mas, já que você tocou no assunto…rsrs, qual sua opinião sobre utilização dos NPa genericos.

    sds.

  39. Bosco 31 de maio de 2013 at 20:08 #

    Ah! Perdão! Não são das patrulhas fluviais não! São como disse dos NPaOc Amazonas.

  40. MO 31 de maio de 2013 at 20:08 #

    Cuma ??? WTFIsI Bosco … ovisculo dos testiculo dos funiculo = batedor de ovo para omeletemaster double power full auto 220v 1348 W ???

  41. MO 31 de maio de 2013 at 20:11 #

    areas de baixa intencidade = tipo Haiti, Somalia, Malacca, intevenções anti pirata e proteção dem issoes humanitárias de media/longa duração

  42. Flávio 31 de maio de 2013 at 20:20 #

    Pô Bosco, é mesmo!!. Esqueci dos 25 mm do Amazonas…rsrs

    É que baseado no meu comentário de hoje às 09:49 já estou, como você mesmo diz “contando com o ovículo do furículo galináceo ” e estou descartando eles… rsrsrs.
    Grande abraço.

  43. Joaca 31 de maio de 2013 at 21:11 #

    Agora, todo mundo se preocupa com armamento e ninguém percebeu que estes patrulhas de 500ton são mais lentos que muito navio cargueiro ou porta boneco. Como vai diminuir a distancia para abordar se nem consegue chegar perto!

  44. Bosco 31 de maio de 2013 at 21:21 #

    Acho que o canhão de 20 mm dessa classe (Macaé) usa cartucho 20mm x 128 .

  45. Nunes-Neto 31 de maio de 2013 at 22:39 #

    Enquanto o povo não entender a diferença entre um navio de patrulha e um navio de guerra, vira volta temos esse bafafá, vai ser sempre a mesma coisa, como disse o MO, bom vamos simplificar ,criando uma situação hipotética, a polícia vai invadir o complexo do alemão,para que cargas d’ água levar um tanque com canhão de 90mm ou 150mm?Vai dar tiro de canhão em favela pra matar traficante?Não né?Então basta um carro blindado e fuzil de 5.56,parece que a ficha não cai! Agora se um país for invadir o nosso chama-nos os tanque (fragatas, corvetas,sub etc…).abçs

  46. Nunes-Neto 31 de maio de 2013 at 22:55 #

    Vou dar o papo reto, no dia que vcs verem um navio da MB, com míssil anti-aéreo , míssil anti navio, e um canhão de médio a grande calibre esse nunca será um navio de patrulha (Icsso non ecxiste),navio patrulha sempre será “armado conforme sua função” aceitem, no máximo teremos canhões de 40mm/57mm, e ponto final,parem de sonhar com navio patrulha armado como corveta, no dia que isso acontecer ele será uma conveta e não um NaPaOc,desculpa traze-los a realidade,mas esse assunto já tá dando nos nervos,kkkkkkkkkkkkkkkk.Abraços, Nunes-Neto, o destruidor de sonhos!

  47. Nunes-Neto 31 de maio de 2013 at 22:56 #

    #Corveta

  48. MO 1 de junho de 2013 at 11:33 #

    kkkk e tbm o ‘malvadão’ nas horas de folga … kkkkk, encasquetaram mesmo com os 30 e os 25 mm, ta bom, tirar e faz o que com eles … rsssss Malvadão to contigo !!!

  49. Bosco 1 de junho de 2013 at 22:40 #

    Flávio,
    O canhão do Pantsir (30 x 165) não usa a mesma munição do Amazonas não (30 x 173).

  50. Nunes-Neto 1 de junho de 2013 at 22:57 #

    É cumpanheiro MO,o povo quer um NaPaOc com míssil anti aéreo e anti-navio ,fala sério, o jeito é comprar um kit do Irã,kkkkkk

  51. colombelli 1 de junho de 2013 at 23:15 #

    Nunes, não se esta cogitando um emprego ostensivo da embarcação como navio de guerra. A diferença é gritante e conhecida entras estas finalidades, combate e patrulha. A questão é que com embarcações limitadas, a utilidade deles poderia ser ampliada, cumprindo algumas missões de combate de menor escala e de forma barata, assim como até hoje os navios de guerra infelizmente, por falta de meios, acabam cumprindo algumas missões de navio menores ( ai de forma cara) .

    Neste caso, um sistema pequeno e de baixa tecnologia para finalidade antiaérea, como o SIMBAD não sai caro e acresce ao navio para eventual e remota utilização em combate, até em vista da possibilidade de que, em missões de patrulha costeira, pudesse ser engajado, em caso de confito, por aeronaves. Com esta configuração, vale dizer, acréscimo de um sistema destes, poderiam por exemplo, também ser utilizados na orla do Rio ou outros locais por ocasião dos eventos que virão, somando à defesa antiáerea.

    Trata-se não de tentar anabolizar demasiadamente o barco ( ai sim ficaria um estilo Irã), mas de lhe acrescer utilidades a um preço razoável. Para a finalidade desejada e que ensejou a compra, o que eles tem esta mais do que bom.

  52. Ivan 1 de junho de 2013 at 23:29 #

    A quem interessar possa.

    Segue um link, que encontrei após rápida pesquisa, com fotos comparativas de diversos calibres semelhantes mas diferentes:
    http://www.quarry.nildram.co.uk/tankammo1.htm

    Uma visita rápida é interessante para visualizar que existem diferentes munições com o mesmo calibre, sendo que na maioria dos casos são adequadas apenas às armas para as quais foram criadas.

    Um exemplo são os canhões aéreos franceses DEFA 550 (Mirage) e GIAT 30M791 (Rafale). Ambos são 30mm, mas são munições completamente diferentes. Qual o maior? Basta dar uma olhadinha.

    Sds.,
    Ivan.

  53. MO 1 de junho de 2013 at 23:53 #

    Nada NN, como falei ICBM VLS neles !!! … kkkk

  54. Bosco 1 de junho de 2013 at 23:55 #

    Ivan,
    E a coisa complica mais ainda. Por exemplo, o canhão M230 do Apache usa a munição 30×113, teoricamente igual a do DEFA 550, mas elas não são compatíveis entre si.
    E nem precisamos ir longe, as munições dos canhões Oerlikon de 35 mm dos Gepards e dos rebocados 2x35mm não são totalmente compatíveis.

  55. Ivan 2 de junho de 2013 at 0:35 #

    Bosco,

    Nada como uma imagem para tirar a dúvida dos amigos.

    Sugeri aquele link mas há outros como a interessante matéria do site sistemasdearmas (que vc conhece muito bem) com fotos e tabelas no final que seriam muito úteis para quem deseja conhecer um pouco mais:
    http://sistemasdearmas.com.br/ca/canhoesnaguerraaerea.html

    Abç.

  56. Nunes-Neto 2 de junho de 2013 at 2:05 #

    Colombelli, não entendo o que vc que dizer com “missões de combate de menor escala”,missão de combate para mim e guerra, e eu não mandaria um navio com essa configuração que vc sugerio para enfrentar um navio de guerra puro sangue,só iriamos perder vidas de compatriotas! Para mim é o seguinte patrulha é patrulha ,navio de guerra é de guerra,não adianta pagar um carro de polícia,colocar uma bazuca e mandar enfrentar tanque que não vai dar certo,de tudo o que se cogita aqui,creio que o viável,é a troca dos 30mm pelos 40mm e os 25mm pelos 20mm, mas não agora, até a colocação de hangar acho que não vai rolar,quando eu comento aqui tento fazer um jogo entre o que já sabemos do “modus operanti” da MB e a possibilidade real,por isso não adianta achar que os armamentos desses navios serão trocados pra ontem nem que colocaram os hangares para amanhã ,pode até rolar mais vai demorar, agora colocar defesa antiaérea e míssil antinavio nesses navios creio que “icso non ecxiste”.Abçs

  57. Nunes-Neto 2 de junho de 2013 at 2:11 #

    Se sugerirem colocar um simbad na Barroso, ai eu assasino embaixo,mas nem isso a MB planeja, imagina colocar nas amazonas.Abçs

  58. colombelli 2 de junho de 2013 at 4:08 #

    Nunes, imagino, por exemplo, uma belonave destas sendo posta em patrulha nas proximidades de um porto em caso de um conflito, para evitar infiltrações, e este local sendo atacado por aeronaves. Aliás, levando em conta que a Marinha so tem como meios de defesa para estruturas como portos e bases por enquanto os misseis do CFN (salvo se colocar um navio de guerra para fazê-lo), um navio destes, menor, poderia propiciar alguma defesa estacionado ao largo destas estruturas, liberando um navio verdadeiramente “de guerra” para operar em mar aberto em operações contra outros navios.

    Lembro que a defesa terrestre que seria propiciada pelo EB não chega nem perto as necessidades em vista do numero de estuturas (São 13.000 pontos sensíveis, mais de 600 estratégicos e mais de 300 críticos, alguns deles na costa, e representados por portos).

    Na Barroso concordo e tb assino. Ai sim era pra ter sido posto misseis AA ontem, e tomara que esteja prevista alguma coisa na nova classe cujo projeto começou agora.

    Quanto ao hangar e troca dos canhões, se e quando vier certamente será bem adiante, quando for hora de uma reforma de meia vida. Por hora não so não há necessidade como, ainda, deve haver outras prioridades, como aumentar o numero deste tipo de barco, quem sabe ai sim ja com modificações aplicadas desde o início, pois há boa chance de a aquisição do projeto redundar em novos exemplares.

    Quanto ao missil anti-navio, embora possam existir possilidades técnicas de fazê-lo, pois marinhas como o Chile, Noruega e Israel os operam em barcos relativamente pequenos, eu pelo menos nunca cogitei deles nos NapOc. Ai sim, acho que seria exagero, até porque envolveria outras coisas e um valor considerável, desvirtuando a finalidade do navio. Mas um lançador AA operado até manualmente não. É coisa das mais simples e propiciaria defesa AA para a embarcação ao menos, cuja utilidade em conflito tem um espectro de possibilidades que ultrapassa as missões convencionais de tempo de paz. Na hora do aperto é a necessidade que manda, ja dizia o ditado popular.

  59. MO 2 de junho de 2013 at 11:45 #

    NN apenas acrescentando um grande detalhe = a Marinha em momento algum falou que intencionava fazer isso ou aquilo, isso eh encasquetação dos cara daqui, puro e simples .. padronização ?? se for dar trabalho ammo 30 e 25 mm for god love, fecha a firma …

  60. Nunes-Neto 2 de junho de 2013 at 12:06 #

    Verdade MO, Colombelli ,creio que se um dia estivermos sobre ameaça de invasão por algum país suicida, ai com certeza a marinha vai pensar em colocar um lançador AA operado manualmente,mas se isso acontecer tenho quase certeza que os NaPaOc vão ficar nos portos,não vão ficar dando bobeira,pois não tem sonar ,nem sensores adequados ao combate naval.Abçs

  61. Joker 2 de junho de 2013 at 12:53 #

    NPa = Manter a Lei
    NE = Fazer a Guerra

  62. Bosco 2 de junho de 2013 at 21:26 #

    Ivan,
    Por vezes a classificação do cartucho pode bater mas a forma externa pode variar.
    Deve ser esse o caso do 30×113 do M230 e do 30×113 do DEFA 550. Ambos têm um projétil de 30 mm de diâmetro e um estojo de 113 mm de altura, mas com forma externa ligeiramente diferente, o que inviabiliza a permuta de munição entre as armas.
    Isso não devia ocorrer e para que não houvesse problemas de logística mesmo que a altura do estojo fosse idêntica nominalmente era para ele ter outra designação, tais como 30×115, por exemplo.
    Isso ocorria na União Soviética (e continua na Rússia). Por exemplo, se um canhão, um CSR e um morteiro tiverem o mesmo calibre real de 105 mm, cada munição receberá uma designação diversa, como por exemplo 105, 106 e 107 mm, para facilitar a requisição e a distribuição no campo de batalha.
    Um abraço.

  63. colombelli 2 de junho de 2013 at 21:52 #

    Outro exemplo de missão onde defesa AA seria de bom alvitre para o NaPoc é um resgate de uma tripulação em área vermelha e em situação de um conflito. Claro que isso seria feito sob cobertura aérea ou de escoltas, em princípio. Mas e se elas forem insuficentes ou falharem, é razaoável deixar uma embarcação destas a merçê de um ataque aéreo por falta de um equipamento que custaria 1/100 do seu valor e quepode ser removido ou instalado em 10 minutos?.

    Esta como a outra não são missões de combate onde um engajamento seja certo, não exigem sonar ou sensores mais sofisticados, poderiam ser execuatdas até perto de um porto, mas são missões compatíveis com o navio e sua função primordial de patrulha e salvamento e nas quais o perigo aéreo existe.

    E temos de levar em conta sempre a possibilidade de conflito, de um “país suicida” e invasor afinal é pra isso que existem as FA. Se esta ameaça não existisse, ainda que remota, chancelariamos o clamor do Frei beto e nem precisariamos das FA. Como dizia o Tenente Viera de Abreu ( hoje deve ser coronel): “Senhores, o inimigo é mau e ele existe”.

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