YuriDolgoruky

vinheta-clipping-navalA Rússia planeja retomar as patrulhas com submarinos nucleares nas águas do sul após um hiato de mais de 20 anos depois do fim da União Soviética, informou neste sábado (1º) a agência de notícias Itar-Tass, em outro exemplo dos esforços do país para revigorar o seu setor militar.

O plano de enviar submarinos da classe Borei – com capacidade de carregar 16 mísseis de longo alcance – para o sul ocorre após a decisão do presidente russo, Vladimir Putin, tomada em março, de destacar uma unidade naval para o Mar Mediterrâneo em missão permanente a partir deste ano.

“A volta das patrulhas com submarinos nucleares nos permitirá cumprir nossa tarefa de dissuasão estratégica, não apenas no Polo Norte, mas também no Polo Sul”, afirmou um militar não identificado à estatal Itar-Tass.

A autoridade disse que as patrulhas terão estágios de vários anos. O Yuri Dolgoruky, primeiro de oito submarinos Borei que a Rússia espera colocar em operação até 2020, iniciou seus serviços neste ano.

Putin salientou a importância de um setor militar forte e ágil desde seu retorno à Presidência, em maio. Em 13 anos no poder, ele citou várias vezes ameaças externas ao falar da necessidade de forças armadas mais confiáveis e unidade política na Rússia.

Os temores de um confronto nuclear entre Rússia e Estados Unidos diminuíram nos últimos anos, e os inimigos da época da Guerra Fria assinaram um tratado em 2010 estabelecendo limites mais baixos no tamanho de seus arsenais nucleares de longo alcance.

Mas o número limitado de ogivas e veículos de lançamento, como submarinos, acordados sob o novo tratado Start, ainda é suficiente para devastar o mundo. Putin deixou claro que a Rússia continuará modernizando o seu arsenal.

Os mísseis balísticos intercontinentais da Rússia voariam sobre o norte do globo, assim como os disparados por submarinos no Hemisfério Norte.

Tanto os submarinos Borei quanto os mísseis balísticos Bulava foram projetados na década de 1990, quando a ciência e a indústria da defesa recebiam poucos investimentos.

A Rússia vê os Bulava como base de sua estratégia nuclear futura, mas o programa foi prejudicado por vários lançamentos fracassados nos últimos anos.

FONTE: R7 via Resenha do Exército

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

80 Responses to “Rússia anuncia envio de submarinos nucleares ao Polo Sul” Subscribe

  1. Espaçonauta 3 de junho de 2013 at 15:08 #

    O que os russos vem xeretar aqui no hemisfério sul? Querem eles dominar o mundo? Depois vem a gritaria de não militarização do atlântico sul, mas como não militarizar? Interesses? Devem existir muitos!

    Fora russos!

  2. Bosco 3 de junho de 2013 at 15:46 #

    Mandar submarino eu entendo, mas mandar um SSBN?

  3. Ozawa 3 de junho de 2013 at 15:51 #

    Pois tomara que venham…, que mostrem às nações medíocres (não pacíficas, que é outra coisa) que as nações que não se interessam em ter um poder militar dissuasório crível, é governado, vilipendiado, afrontado, usurpado pelas nações que se interessam…

  4. ALDO GHISOLFI 3 de junho de 2013 at 15:56 #

    Concordo com o Ozawa, lembrando que o caminho ao Pólo Sul passa pela nossa ZEE, inclusive em cima do pré-Sal

  5. MO 3 de junho de 2013 at 16:10 #

    Então, diz isso pra eles e ve se eles gentilmente consideram o ‘fora Ruskiy’ … kkk

  6. R.Silvestro 3 de junho de 2013 at 16:15 #

    Depois os americanos que são malvados com sua 4º frota…

  7. Tio Sam 3 de junho de 2013 at 16:26 #

    Outro Kursky? Será a repetição daquele fatídico incidente, só que no Atlântico Sul?

  8. Tio Sam 3 de junho de 2013 at 16:30 #

    A Rússia brinca de guerra e busca restaurar a hegemonia soviética vaticinada em 1989. Se não fosse o combalido arsenal atômico, creio que o urso do norte não iria assustar ninguém. Grande parte da frota já estava em vias de sucateamento há vinte anos, imagina agora. Não e a toa que comparam o NA Kiev ao nosso opalão…

  9. eduardo.pereira1 3 de junho de 2013 at 16:36 #

    Agora é a hora da verdade, nao vai mais adiantar vir com papinho de pais amiguinho de todos que nem precisa se armar pra se defender por ser pacifico !!!
    Todos sao pacificos mesmo os que estao em guerra, mas quando a guerra chegou ao menos tinham equipamentos para utilizarem em sua defesa.

  10. eduardo.pereira1 3 de junho de 2013 at 16:40 #

    É melhor investir em equipamentos para suas forças de defesa do que gastar trocentas vezes mais reconstruindo os restos do pais após conflitos armados de grandes proporçoes( fora o fato de implicar na morte de milhares da naçao desprotegida atacada), mas em banarnia as coisas sao infelizmentissimamente diferentes!!!

  11. Cláudio 3 de junho de 2013 at 16:41 #

    E agora, como fica a Camada Pré-Sal ou Pós-Sal (aquela de Petróleo) ??? rsrsrssrsrsssrss

    Hoje eles (Russos) patrulham, e, amanhã eles resolvem começar a pesquisar e a extrair o tal Petróleo da costa Brasileira (além das 200 milhas marítimas).

    Vamos lá vai…!!! nas Leis do Direito Internacional a área de exploração é de quem chegar primeiro. Para tanto, basta comunicar a ONU que você vai explorar tal área, e ponto final.

  12. Guizmo 3 de junho de 2013 at 17:42 #

    Essa é uma boa oportunidade para acelerarmos o desenvolvimento das forças armadas.
    4a Frota, SSBN Russo, Ingleses……ainda bem que a Marinha comprou 3 NPaOc para patrulha próxima às plataformas de petróleo……me sinto mais seguro

  13. stadeu 3 de junho de 2013 at 17:45 #

    Ainda estava comentando que essa manobra era inteiramente esperada.
    O caso Malvinas é uma espinha na garganta, não da Argentina mas da América do Sul, o tratado TIAR foi rasgado vergonhosamente – o que se explica a tão recente visita requentada do Cameron querendo voltar ao século 18 e agora do vice dos EUA, com promessas de amor eterno. Muita cautela nisso. Não torcecemos contra eles, trabalhamos por nós, diga-se de passagem.
    O Patriota quer fazer um Atlântico Sul um paraíso desmilitarizado- só rindo mesmo-o reino unido abarrota as ilhas pertencentes a Argentina com material bélico de última geração- mísseis ,caças, navios, satélite e com certeza submarinos nucleares passeiam por nossas águas.
    Alguém por essas bandas pediu ajuda a Rússia- se é que se precisava disso – a Antártida é explorada por dezenas de países entre eles Rússia e China- nada mais natural que eles façam uma projeção de poder por aqui- já que nossos “aliados estratégicos” quando precisamos deles viraram as costas no caso Malvinas, rasgaram o TIAR.
    E mais uma : a Colômbia quer entrar para a Otan e nesse momento junto com Canadá, Belgica e Reino Unido exercitam o Maple Flag.
    Estaremos sozinhos , exatamente como aconteceu com a Argentina .
    Trema e submeta-se com o espírito de um covarde ante seus dominadores, ou resista e morra lutando pelo seu país e por nossa liberdade.

  14. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 17:47 #

    O que a MB fará ou poderá fazer, para evitar incursões indesejadas em águas territoriais?

  15. Toleman Picoli 3 de junho de 2013 at 17:49 #

    Stadeu, desculpe, mas que eu saiba as Farklands sempre foram britânicas, e o TIAR dizia sobre assistência mútua em caso de agressão partindo de terceiros, e não de ajuda em caso de um país signatário resolver agredir alguém, como foi o caso argentino. Mas posso estar enganado…

  16. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 18:10 #

    Olá Toleman Picoli!
    As ilhas Falklands/Malvinas, por um documento do século XIX que está na Espanha diz o contrario, já que no mesmo consta uma carta de doação de território à Argentina ao qual é sitado as ilhas mencionadas, ás quais foram tomadas a força pelos ingleses!
    Não defendo este ou aquele lado, mas se é realmente do interesse argentino a reintegração de posse, eles deveriam pedir ajuda a Espanha que no caso foi a nação doadora.

  17. Daniel 3 de junho de 2013 at 18:20 #

    Viu o alarido que vocês fizeram apenas com o anuncio da volta da operação de submarinos russos por essas bandas?.
    Agora vocês já sabem por que a marinha também quer um.

  18. marc 3 de junho de 2013 at 18:21 #

    Esta historia de Antartida somente para estudos é uma balela!!!

    Esta chegando a hora de vem quem pode mais…

    Parece que a Russia tambem vai entrar na rodada .

    Apenas a Cleptocracia Bananica da America do Sul esta com mentalidade pacifista…

  19. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 18:22 #

    E digo mais, os argentinos para recuperar as ditas ilhas, só através da força, pois a tomada a força que mencionei, também ocorreu no mesmo século XIX e legalmente a população de kelpers, no referendo feito nas ilhas, decidiu que era melhor a eles ser colonia inglesa, mesmo que isso signifique que tudo que eles necessitem terá que vir da Inglaterra.
    Espero ter ajudado em algo com estas informações.

  20. Marcos 3 de junho de 2013 at 18:25 #

    L.D.K.

    O que a MB fará ou poderá fazer, para evitar incursões indesejadas em águas territoriais?

    Depende!
    Se forem os russos a entrarem em nossas águas territoriais, vão ter de chamar os americanos, como aconteceu da última vez.

    E se forem os americanos?
    Uma opção é juntar um bando de inúteis e sustentados pelo estado e mandá-los para a frente da Embaixada dos EUA com cartazes na mão.

  21. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 18:28 #

    Marcos, muito bom! rsrsrs.

  22. Marcos 3 de junho de 2013 at 18:29 #

    Reclamam por conta dos kelpers preferirem serem cidadãos britânicos, mas ninguém dá um pio pelo fato de a Guiana Francesa pertencer à França.

  23. Tio Sam 3 de junho de 2013 at 18:34 #

    A MB não tem nenhuma capacidade de disuassão petante essa classe russa de submarino. Dez ogivas nucleares devem fazer um estrago considerável. Acho que eles querem manter a capacidade de responder a qualquer ataque em qualquer parte do globo, assim como os EUA fazem. Só acho muita pretensão a Antartida.

  24. Marcos 3 de junho de 2013 at 18:37 #

    O planeta está ficando pequeno.
    Há muitas riquezas naquele continente e esse negócio de preservação vai acabar na hora que acharem alguma coisa que interesse a alguém.

  25. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 18:41 #

    Marcos não esqueça o Suriname que é um pedacinho da Holanda e a Guiana que é mais um pedacinho inglês!

  26. Marcos 3 de junho de 2013 at 18:42 #

    stadeu

    O tratado TIAR foi rasgado vergonhosamente …

    Mais ou menos.
    Mas se assim considerarmos, é bom lembrar que se de um lado os EUA não se meteram na briga, o resto da turma que assinou o tratado também não.

  27. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 18:43 #

    Pedacinho inglês claro, mas independente.

  28. Nick 3 de junho de 2013 at 18:48 #

    Russos, GO home! :)

    []’s

  29. Bosco 3 de junho de 2013 at 19:09 #

    Daniel,
    Ninguém que eu conheça aqui da Trilogia é contra o submarino nuclear brasileiro em termos doutrinários, estratégicos, dissuasivos, táticos, etc.
    Todos que são contra o são por motivos de coerência.
    A menos que sejam falaciosas todas as informações sobre as condições atuais da Marinha do Brasil, a penúria é a norma e há dificuldades imensas para manter operando os meios de que já dispomos, com riscos de sucateamento em massa num curta prazo, sem falar que os meios disponíveis já são em quantidade menor que a ideal.
    Nesse contexto investir no desenvolvimento e construção de um submarino nuclear é simplesmente uma prova de completa falta de bom senso.
    Submarinos nucleares e porta-aviões são essencialmente meios de projeção de poder.
    Ora! Se não tivermos o poder primeiro não há como projetá-lo e não se justifica criar meios para tal.

  30. L.D.K. 3 de junho de 2013 at 19:35 #

    Bosco você foi muito feliz no que mencionou, se é tarde ou não para modificar a doutrina e implementar novo equipamento, bom veremos, mas na minha opinião estamos muito atrasados!

  31. Carlos Peçanha 3 de junho de 2013 at 19:38 #

    Bosco, até que enfim um comentário sensato, a realidade é que o Brasil não tem capacidade para ter um subnuc, é muita responsabilidade, o risco é enooooorme, vivemos num país em que os deputados e senadores só pensam em enriquecer, não pensam na defesa do Brasil, só em empregar parentes no governo sem concurso. E não adianta ter somente um subnuc, tem que ter no mínimo 3. Em caso de acidente quem vai socorrer os pobres marujos??????? Para projetar e construir um subnuc tem que pensar em acidentes, tem que dispor de meios para resgatar os tripulantes e resquardar o oceano de contaminação, nós temos isso? Teremos ? Alguém está pensando nisso?
    Quanto ao subnuc russo, só falta alguém dizer que eles vem roubar o pré-sal, como se fosse possível…

  32. Farroupilha 3 de junho de 2013 at 19:41 #

    Subnuc é para isso mesmo… se deslocar e posicionar-se por todos os oceanos em condições de grande ameaça oculta. Nosso país já era para estar nesse time nuclear desde a década de 8o.
    Será??…
    …Ora, na década de 50, nossos militares já se interessavam por dominarem a tecnologia nuclear. Portanto tempo e interesse para obtê-la sempre houve. Mas o que sempre nos faltou e continua faltando é comprometimento político de nossas medíocres lideranças políticas.
    E quanto a esse CÂNCER firmemente incrustado em nosso Estado só há uma solução: Voto facultativo e apenas dois mandatos eletivos para esses vampiros, que só têm afundado o nosso potencial desenvolvimentista, década após década.

    O mal de nosso país é esse perverso sistema eleitoral que é uma verdadeira dádiva para seus integrantes, pois os perpetua nas mordomias do Poder.

    Entretando, apesar desses sugadores de nosso progresso, que adoram possar de autoridades importantes, de pessoas superiores dentro da sociedade brasileira (coitados, não passam de lesa pátrias e bandidões de ternos caríssimos)… Que venham também nossos subnucs, mesmo que com todo um enorme atraso… 2025. Mas que venham… só assim para podermos fazer frente a esse tipo de pressão estratégica de nações estrangeiras lá do outro hemisfério.

    No mais, a nação Russa está fazendo seu papel de potência. E reforço o que outros já salientaram… que isso sirva de mostra, para nossos dirigentes, da grande fragilidade de meios de nossa pobre defesa, feita mais de carne do que de máquinas.

  33. Soyuz 3 de junho de 2013 at 20:02 #

    A justificativa para SLBM no Atlântico sul tem a ver com a cobertura de radares BMEWS – Ballistic Missile Early Warning System – o quadrante sul dos EUA continental é menos vigiado do que os demais, exatamente porque ameaças vindas do atlântico e do pacifico sul são menores e com o tipo de cobertura de satélite que os EUA estão implantando nesta década.

    Não quero dizer com isto que atacando pelo sul a Rússia pode pegar os EUA de surpresa, existe cobertura de radar, mas ela é menos sofisticada baseada no AN/FPS-85, os demais quadrantes são vigiados por 5 radares PAVE PAWS .

    Também existem buracos na cobertura de radar russa para ataques vindos do Índico.

    A ideia de atacar por “buracos” de cobertura de radar não é exatamente atacar sem ser identificado, até porque o ataque é primeiro detectado por satélites de vigilância IR (Oko no caso russo e DSP e mais recentemente SBIRS no caso dos EUA), radares de solo servem para caracterizar o ataque, isto é, qual o tamanho da força atacante e os pontos de impacto das ogivas, isto permite organizar o contra ataque.

    A idéia de SLBM russa/soviética próximo ao sul não é exatamente nova, há uns 30 anos ela existe, mas na prática até onde se sabe sempre foi discreta nos anos 80 e inexistente até o presente momento.

    Um dos motivos para este idéia renascer talvez seja um momento de “troca da quarta” do atual sistema dos EUA de Satellite Early Warning System.

    Nos últimos 40 o sistema norte americano era baseado nos satélites da série DSP – Defense Support Program – estes satélites ficam em orbita geoestacionaria e emitem um alarme toda vez que uma grande fonte de calor (foguete ou míssil balístico) se move em velocidade contra um fundo estacionário de calor (superfície).

    Do lançamento do míssil até ele ser detectado normalmente é 60 segundos, antes disto ele esta abaixo de nuvens e relativamente lendo, então pode ser outra coisa, como um incêndio ou explosão por exemplo, acima de uma determinada velocidade e mais alto, onde a atmosfera absorve menos IR e UV, então ele é caracterizado como míssil e sua direção é estimada, então soa o primeiro alarme. Este sistema é tão sensível que na guerra do golfo em 1991 detectava lançamento de mísseis Scuds que como sabemos emite bem menor calor que um ICBM ou SLBM.

    O míssil voa até 8 minutos com propulsão, após isto ele “some” do satélite e passa mais alguns minutos até ele (normalmente os veículos de reentrada) aparecerem nos radares , onde as trajetórias e quantidade de ogivas são estimadas.

    Esta fase “cega” entre os sistemas Satellite Early Warning System e Ballistic Missile Early Warning System que dura algo entre 7 minutos e 10 minutos, os EUA procuram superar isto com um programa chamado SBIRS Space-Based Infrared System .

    No SBIRS haverá satélites estacionários que substituirão os DSP, mas também há um outro objetivo muito ousado que é acompanhar o míssil na fase de meio curso, e quando o “bus”, estagio manobrável que leva as ogivas – manobra para mudar a trajetória no caso de múltiplas ogivas e quando suas ogivas e chamarizes são liberadas.

    Para fazer isto, já que o alvo emite pouquíssimo calor, o satélite terá que estar em orbita baixa, então haverá SBIRS em orbita estacionaria e outros em orbitas baixas.
    Quando se colocar um satélite em orbita baixa para termos cobertura global o número de satélites é elevadíssimo, não menos que 30 deles dependendo da altitude.

    Esta cobertura global é muito cara, mesmo para os EUA, seria mais cara de manter que a rede GPS por exemplo.

    O que os EUA fazem é colocar satélites que cubram áreas de interesse, como o ártico onde lançamentos vindos da Rússia continental ou de santuários de SLBM russos irão passar. Cobrem parte do hemisfério norte portanto

    A Rússia faz o mesmo com seus satélites OKO em orbita altamente elípticas, eles cobrem os campos de ICBM´s dos EUA continental, cobertura global é caríssima neste tipo de orbita.

    Trazer um lançamento de SLBM para o sul, permite que a Rússia possa lançar sem que a cobertura SBIRS de orbita baixa rastreie o lançamento na fase de meio curso que é o momento onde o míssil lança seus auxílios de penetração e realiza manobras que potencializa suas chances.

    Esta ideia na Rússia lá se fala a uns 15 anos mas em um nível mais teórico.

    Se na prática ela vai existir agora também são outros 500, seja porque é cara demais, seja porque em uma analise de riscos mais realistas é muito difícil se não impossível para a marinha russa oferecer níveis de segurança adequados para estes submarinos em patrulhas tão longas e distantes de bases amigas que tenham condições técnicas e políticas de permitir uma estádia de emergência de um submarino nuclear com pelo menos 50 ogivas embarcadas em caso de emergência.

  34. José da Silva 3 de junho de 2013 at 20:03 #

    PQP

    Polo Sul?

    É anfibio?

    PQP

    MO por favor não me ligue para falar disso. Juro que não vou tentar o suicídio porque corro o risco de fracassar e ainda para em hospital publico atendido por um medico boliviano, chinês ou cubano.

  35. Control 3 de junho de 2013 at 20:12 #

    Senhores

    A chamada da reportagem não tem nenhum sentido pois é impossível para um submarino chegar ao Pólo Sul, Certamente é uma interpretação bastante livre da intenção da Rússia em deslocar seus submarinos lançadores de mísseis para todos os oceanos, inclusive o Pacífico Sul, o Indico e o Atlântico Sul. É apenas uma demonstração de poder global. É claro que, hoje em dia, os possíveis inimigos não estão restritos ao Tio Sam e a OTAN. Com a ascensão da China, da Índia e dos países islâmicos, há uma tendência a multipolaridade do poder militar e a Rússia quer permanecer no jogo como uma potência global, o que explica seus esforços de marcar presença.
    Quanto a infindável discussão sobre as Falklands/Malvinas, cabe lembrar que os ocupantes iniciais da ilhas foram os franceses (ilha leste em 1764) e os ingleses (ilha oeste em 1765). Em 1767 os espanhóis adquiriram a colônia francesa e 1770 eles expulsaram os ingleses da ilha oeste, porém logo foi acertado um acordo de paz e os ingleses retornaram. Com a guerra de independência americana, os ingleses se retiraram de algumas de suas possessões, inclusive a incipiente posto de apoio e colônia das Falklands/Malvinas. Em 1806, o mesmo aconteceu com a Espanha devido as guerras napoleônicas.
    Em 1820, um mercenário americano a serviço das Províncias Unidas do Rio da Prata chegou as ilhas e proclamou sua posse para as Províncias.
    Em 1828, um aventureiro, Luís Vernet iniciou um projeto de colonização nas ilhas com autorização da República de Buenos Aires e da Grã Bretanha. Em 1829 ele conseguiu ser nomeado por Buenos Aires Governador/Comandante Civil e Militar das ilhas e solicitou aos britânicos que eles respeitassem e protegessem sua incipiente colônia.
    Em 1831 um navio de guerra norte americano, o USS Lexington realizou uma incursão nas ilhas após Vernet ter entrado em conflito com pesqueiros norte americanos.
    Em conseqüência, Vernet entrou com pedido de compensação ao governo dos EUA alegando que as instalações de sua incipiente colônia haviam sido destruídas, o que foi negado pelo capitão do navio (tal compensação foi rejeitada definitivamente em 1885).
    Em novembro de 1832, a Argentina iniciou a instalação de um estabelecimento penal nas ilhas, porém o comandante designado foi morto após poucos dias em um motim. Em janeiro de 1833, houve o retorno de forças britânicas as ilhas, que “solicitaram” que os militares argentinos responsáveis pelas instalações da prisão se retirassem, o que estes fizeram. O estabelecimento de Vernet permaneceu, incentivado pelos britânicos, porém em setembro de 1833, os líderes foram mortos numa revolta/conflito denominada Gaúcho Murders e o empreendimento se acabou.
    Em 1834 as ilhas passaram a ser governadas como uma estação naval britânica em apoio a navegação ao redor do Cabo Horn e em 1840 o governo britânico decidiu implantar uma colônia nas ilhas.
    A Argentina só voltou a se preocupar com as ilhas na década de 50 tendo ocorrido negociações sobre a posse delas na década de 60, negociações que não progrediram.
    Houve um trabalho iniciou de cooptação dos habitantes da ilha nos anos seguintes, inclusive com vôos comerciais entre a Argentina e as ilhas e havia uma propensão do governo britânico em se livrar do custo que elas representavam, porém veio a invasão argentina e o resto já é bem conhecido.
    Este resumo demonstra que a história é mais complexa do que desejam os ideólogos.
    É bom lembrar, também aos brasileiros defensores ferrenhos dos direitos argentinos às ilhas, que o argumento fundamental dos argentinos é que às herdaram da Espanha, argumento que se contrapõe ao argumento dos britânicos que fundamentam seus direitos no fato de ter ocupado o território e o colonizado. Mesmo argumento que fundamentou a posição brasileira nos acordos que estabeleceram as fronteiras do território brasileiro atual.
    Se defendermos a posição argentina, por coerência devemos devolver aos espanhóis ou a seus “herdeiros” grande parte do território nacional. Se levarmos a questão aos seus fundamentos, devemos devolver todo o território brasileiro aos índios.

    Sds

  36. Tio Sam 3 de junho de 2013 at 20:17 #

    Soyuz disse:

    Meu caro, muito bom seu comentário, mas será que a Rússia ainda pretende efetuar esse tipo de exercício contra os EUA, como se na guerra fria ainda estivesse? Acho que a busca por recursos econômicos na Antartida faz mais sentido, ainda que o subnuc recém lançado seja uma arma não muito eficaz para esse tipo de empreitada.

  37. Rkzen 3 de junho de 2013 at 20:21 #

    Muito interessante o texto do Soyuz. Esse é o tipo de discussão que anima acompanhar

  38. Bosco 3 de junho de 2013 at 20:24 #

    Os russos vão de sub ao polo sul usando um destes:
    http://packardemrodagem.files.wordpress.com/2011/05/submarino-voador_1.jpg

  39. Bosco 3 de junho de 2013 at 20:39 #

    Soyus,
    Como os russos estão animados logo logo eles reeditam também o míssil de órbita fracional. rsrsss

  40. Dalton 3 de junho de 2013 at 21:03 #

    O que o Soyuz escreveu é de fato o motivo de enviarem um SSBN para
    o hemisfério sul e ele não precisa atingir o polo sul nem aproximar-se tanto da Antartida e muito menos precisa passar ao lado do pré-sal.

    A idéia é boa, só não sei exatamente como farão com apenas 8 SSBNs
    dos quais acredita-se 4 estarão baseados no Pacífico.

    Com 4 SSBNs com uma única tripulação ao contrário dos SSBNs ocidentais será difícil manter mais do que um no mar e a jornada de
    Murmansk até as cercanias da Antartida consumirá pelo menos 3 semanas para ir e outras 3 semanas para retornar.

    Considerando que a patrulha dure três meses sem condições de visitar um porto, afinal armas nucleares não são bem aceitas, restará ao SSBN
    6 semanas em patrulha, mas, como farão um rodízio com apenas 4
    SSBNs para um local tão distante?

    Então, talvez, as vezes eles enviem um SSBN mas como farão de maneira permanente não vejo como, afinal foram-se os tempos que
    haviam dezenas de SSBNs.

  41. Wagner 3 de junho de 2013 at 21:33 #

    A Rússia é um país livre e soberano, não deve nada a ninguém e pode a vontade mandar submarinos para o sul, se quiser.

    Tio Sam, quando eu falava do Kiev, era exatamente porque o Kiev já é um museu, enquanto que o Opalão ainda está operando…

    Até parece que a poderosa Rússia, equipada com SSBNs, está preocupada com o pré sal ou com o Brasil ou sua pequena marinha costeira.

    Com certeza ninguém em Moscou pensou ” Não podemos fazer isso, Sr. Putin, a marinha Brasileira está lá !!” KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK !!!!!

    Tem gente que tem que entender uma coisa : TUDO o que diz respeito aos cinco integrantes do CS da ONU, é OUTRO PATAMAR. TUDO. Não faz o menor sentido levantar uma bandeira nacionalista de ” Mare Nostrum” e ficar falando ” fora russos” , isso é ridículo demais. Um único Oscar II pode dizimar a MB em poucos dias.

    Não temos nada em nosso arsenal capaz de se opor tambem ao citado Youri Dolgoruki, este sozinho pode extinguir toda a nossa civilização,e nem veremos que foi ele que o fez.

    Essa bravataria nacionalista tupiniquim é patética. ” Fora russos” ah ah ah, e vão fazer o que, dizer isso a eles ???

    É um submarino nuclear em patrulha, obviamente com interesses estratégicos nos USA, como muito bem explicado por alguns aqui. É o processo natural de re-treinamento das tripulações russas. Pleno direito deles.

    A Marinha russa está em recuperação, tem mais de 50 navios em construção, desde irmãos do Dolgoruky até corvetas stealth, e embora existam problemas, a recuperação segue adiante. O governo russo não nega os problemas, e está fazendo boas medidas para resolvê-lo. Só que isso leva tempo, e exige muuita grana…

    Enquanto os irmãos do Dolgoruki estão em construção, este pode vir dar um passeio. Treinamento faz parte da recuperação russa, não sei pq tanto escândalo, deve ser aquela mentalidade carcomida da Guerra Fria, que fez os brasileiros acreditar que os USA eram nossos amigos e os russos nossos inimigos.

    Meu deus, ” fora russos ” é pra acabar…

    Mais realista alguém aqui gritar ” O Hooomeeeeeeem Pássaroooooooooooooo !! “” e ir procurar , voando, os russos no Atlântico KKKKKKKKKKK !!

    :)

  42. Alberto 3 de junho de 2013 at 22:04 #

    Ótima notícia! Será que isso fará nossos brilhantes governantes se tocarem que nossa marinha tem ser de guerra e não uma guarda-costeira “paz e amor”? Esta faltando um anúncio equivalente dos chineses.

  43. Denis Santana 3 de junho de 2013 at 22:15 #

    Aqueles que amam a “PAZ” devem aprender a se organizar tão efetivamente quanto aqueles que amam a “GUERRA”.
    (Martin Lutherking Jr.)

  44. Soyuz 3 de junho de 2013 at 22:18 #

    Olá Bosco,

    Eu também acho que a velha idéia do bombardeiro orbital fracionado, no bom estilo Doutor Fantástico hoje me parece inviável, mas….

    Quando você pega o globo terrestre e traça uma linha reta entre o Irã e os EUA verá que o meio do caminho é a Polônia, e lá existem (ou existirão) interceptadores do programa NMD.

    Se traçar uma linha entre a Coreia do Norte e os EUA, o meio do caminho é o Alasca e lá também há interceptadores.

    E se no meio do caminho entre os EUA e a Rússia (extremo norte do Canadá) um dia houver interceptadores? E se por algum motivo se acreditar que estes interceptadores podem ser efetivos contra um ataque de larga escala (hoje eles não são), mas no futuro distante podem ser.

    Existe um conceito na Rússia que já tem mais de uma década em debate, que seria um grande ICBM lançado de silo.

    Ele seria pelo menos do mesmo porte do R-36, provavelmente maior e a estratégia seria relativamente simples lançar ao sul e não ao norte. Assim ao invés de um vôo de 9000Km o ICBM voaria 31.000Km, mas não haveria interceptadores, nem radares.

    Na pratica a diferença é o seguinte. Lançar um ICBM a 11.000Km significa uma velocidade ao final da queima dos estágios de algo próximo a 24.000Km/h. Lançar a 31.000Km é colocá-lo próximo a velocidade de inserção orbital, algo como 27.500Km/h.

    Ninguém fez isto até agora porque este tipo de míssil tem uma desvantagem, demora bem mais para chegar ao alvo, mais de uma hora, já um ICBM chega em menos da metade do tempo.

    Mas o conceito tem ao menos uma vantagem, podendo apontar o míssil para qualquer quadrante na certeza de que ele tem energia cinética para lançar a ogiva, é praticamente impossível cercá-lo de interceptadores.

    Este míssil provavelmente seria de combustível liquido, porque ele também poderia ser lançado de forma convencional, para o norte, porem utilizaria sua maior capacidade de propulsão para ascender sobre território defendido (Rússia continental) e passar sobre os interceptadores a alturas de apogeu maiores do que os tradicionais 400Km que os ICBM´s atingem.

    É uma ideia em debate por lá.

    Enquanto isto o programa anti mísseis dos EUA cumprem o seu principal objetivo estratégico que não é deter um ataque nuclear russo, coisa que na pratica é impossível, seja de acontecer, seja de ser detido com chances razoáveis de sucesso caso aconteça.

    Porem o programa de escudo anti mísseis força os russos a continuarem atualizando seu arsenal nuclear, novos mísseis, novos veículos de reentrada, novos auxílios de penetração, novos radares, novas e astronômicas despesas em uma área caríssima da tecnologia.

    Enquanto isto, coisas prosaicas como fuzis, veículos de combate, comunicações militares táticas, aviões de caças, corvetas, UAV´s e dezenas de itens que permitem aos russos lutar uma guerra convencional de forma flexível e não apenas na força bruta sofrem com a falta de recursos.

    E uma Rússia preparada para uma guerra convencional de resposta flexível é muito mais indesejável para a OTAN nesta primeira metade do século, do que uma Rússia nuclear com 2500 ogivas, Topol-M, Tu-95, SSBN que nos cenários imaginados para os próximos 50 anos não servem para nada.

  45. Marcio 3 de junho de 2013 at 22:51 #

    Bom, já que perguntaram o que a MB pode fazer para deter a possível incursão russa, creio que as opções de resposta do Ministério da Defesa seriam mais ou menos as seguintes:

    a) construir três porta-aviões nucleares, oito SSBN, vinte e cinco cruzadores nucleares e trinta e oito fragatas stealth; adquirir 237 F-18 E/F, 711 Rafales navais; recrutar 40 mil fuzileiros e 20 mil mergulhadores de combate, treinando-os no padrão dos Seals, tudo ao custo de cinqüenta trilhões de dólares, para entrega em quarenta anos e nove meses, torcendo para que os russos voltem para casa antes disso;

    b) enviar a “Barroso” para mostrar aos russos quem é que manda por aqui;

    c) pedir a intercessão de S. Santidade, o Papa Francisco, e rezar com fervor;

    d) fingir-se de morto;

    e) cometer suicídio ritual.

  46. Almeida 3 de junho de 2013 at 23:23 #

    A solução é simples:

    Comprar os 36 Super Hornets pro FX-2, comprar sistemas Aegis para o PROSUPER, votar com os EUA em tudo na ONU e aliar-se de verdade com eles. Caso os russos se metam conosco, pedimos aquela ajudinha aos nossos aliados. Como fazem Taiwan, Coréia do Sul, Japão, Israel, Europa, etc etc etc

  47. Bravoone 4 de junho de 2013 at 1:29 #

    Essa é a diplomacia Bulava!

  48. Bob Joe Roberto 4 de junho de 2013 at 5:35 #

    Uma coisa é certa.
    Enquanto o brasileiro continuar a eleger ”ex perseguido” as nossas FAs continuarão a se canibalizar e a adquirir material de 2a.
    Agora quanto a Russia mandar submarinos ao sul é simplesmente o que um pais empenhado faz, enquanto o Brasil só fica na bravataria.

  49. stadeu 4 de junho de 2013 at 6:30 #

    Almeida disse:
    3 de junho de 2013 às 23:23
    A solução é simples:

    Comprar os 36 Super Hornets pro FX-2, comprar sistemas Aegis para o PROSUPER, votar com os EUA em tudo na ONU e aliar-se de verdade com eles. Caso os russos se metam conosco, pedimos aquela ajudinha aos nossos aliados. Como fazem Taiwan, Coréia do Sul, Japão, Israel, Europa, etc etc etc

    Muito boa essa.
    Esse modelo é a subserviência “A”, acho que alguns tem a idéia de trocá-la por uma “B” russo , ou quem sabe por misericórdia das “potências” um modelo de subserviência dividida “A/B”.
    Sabe como é , melhor que lamber uma bota americana apenas, lambe-se duas, uma russa também. rs rs rs

    http://www.osensato.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bajulador-lambe-botas.jpg

  50. Rodrigo 4 de junho de 2013 at 6:45 #

    Ai se fossem os americanos…

    Cadê a gritaria da esquerdopatia ?

  51. Espaçonauta 4 de junho de 2013 at 7:52 #

    Alguns não gostaram do meu “Fora russos!”. De fato, não adianta gritar, nem pedir para o Papa Francisco rezar com fervor… Mas eu me sinto seguro, de fato, quando vejo nos debates desta trilogia que existem brasileiros que “entendem” do assunto. De fato, quando se tem gente que entende, as coisas ficam mais fáceis. No caso de um ataque, haverá um prejuízo, mas a mobilização será imediata por parte de alguns, e haverá quem “saiba” o que fazer. Talvez alguém diga que esta é mais uma crença brasileira de que aparecerá um herói no momento de crise, mas de fato, é o que nos resta. Além do mais, não há razões para atacar o Brasil exceto por inveja do nosso pré-sal.

  52. Max 4 de junho de 2013 at 10:18 #

    O que será que as republicas bolivarianas acham disso?

  53. Moises 4 de junho de 2013 at 10:56 #

    Bom dia senhores,

    Realmente è triste ver o estrago que a insensatez è capaz de fazer em um pais.

  54. Carlos_Góes 4 de junho de 2013 at 12:18 #

    Bem, somos um país “pacifico”, que precisam desesperadamente de uma FA altamente capacitada e equipada.

    Capacidade, pode-se entender a conhecimento também. Por isso que digo. Que venham os Russos, e os Americanos e os Chineses.

    Se eu fosse Almirante ou um alto governante, organizava ainda um exercício naval com este, para que durante sua passagem, pudéssemos aprimorar técnicas e conhecimentos.

    Não há como impedirmos esta vinda, então, vamos utiliza-la em algo produtivo para nós e nossa marinha de guerra.

  55. Dalton 4 de junho de 2013 at 12:34 #

    Carlos…

    Se de fato os russos irão enviar um SSBN para o Atlantico Sul e mais difícil ainda manter um constantemente, esse SSBN nem ao menos se aproximará de nós.

    UM SSBN tem por princípio “desaparecer” depois que sai de sua base
    evitando rotas de navegação, navegando lentamente e diferentemente de um SSN não participa de exercícios com outras marinhas e mesmo exercícios com sua própria marinha são raros pois eles possuem metas completamente diferentes.

    Um SSBN existe apenas para:….lançar misseis nucleares contra uma nação ou nações atacantes e promover a dissuasão nuclear já que SSBNs são difíceis de serem encontrados então qualquer país
    que resolva usar suas armas nucleares será prontamente atacado,
    é a tal da “second strike capability”.

  56. Carlos_Góes 4 de junho de 2013 at 12:51 #

    Dalton, concordo com você no que se refere a necessidade de “desaparecer”. Mas como você mesmo expos em post anterior, os Russos enfrentarão um sério problema logístico por estarem longe de suas bases. Mesma situação passa (mesmo que de forma mais amena) os EUA e a China.

    Esse é o grande trunfo. Nossa carta na manga. Somos um país neutro e desta forma, temos relações amistosas com todos os protagonistas. Poderíamos fechar acordos para que estes, em algumas situações, se utilizassem de nossos portos para descanso e reabastecimento de viveres. Esta parada não causaria nenhum problema, pois as rotas antes e depois de sair de nossas aguas territoriais, seriam ignoradas, não comprometendo a missão.

    Muito pelo contrário, poderíamos colocar neste acordo, clausulas que venham a nos beneficiar (como por exemplo citado, exercícios navais, e outros…..).

    Todos sairiam ganhando, pois conseguiríamos uma “certa neutralidade” entre os 03 players e ganharíamos experiência e outras.

  57. Joaca 4 de junho de 2013 at 12:51 #

    Marcelão, Galante, Zé, Doce de Coco, etc., ressucita o A-11 Minas gerais, Compre uns 8 S2E Traker com o sistema Julie/Jezebel e assim podemos rastrear este ssbn soviético.

  58. marc 4 de junho de 2013 at 12:57 #

    Aquele buraco na Serra do Cachimbo, que o Collor mandou tampar na decada de 90, serviria para testar a nossa bomba atomica.

    Desde aquele tempo “ficamos bonzinhos com o Mundo” não participando da corrida de armas atomicas.

    Está na hora de desenterrar aquele buraco e tirar os projetos da gaveta de alguma repartição publica secreta e proseguir com os testes nucleares e ter um estoque de bombas atomicas tambem.

    Igual Israel que tem 200 bombas muito bem guardadas.

  59. Jota B 4 de junho de 2013 at 13:05 #

    “PROJETO YASSEM ENTRA NA FASE FINAL”

    O projeto de submarinos atômicos de quarta geração Yassen aproxima-se da etapa final. O primeiro submarino desta classe, sob o nome de Severodvinsk, está passando testes de Estado e, segundo prognósticos de peritos, pode entrar na composição da Marinha da Rússiaa até ao fim do ano. A entrada em operação de um novo submarino atômico ajudará a Rússia a ultrapassar o atraso em relação às forças navais dos Estados Unidos e da Inglaterra.

    Matéria completa:

    http://portuguese.ruvr.ru/2013_06_04/projeto-yassen-esta-entrando-em-fase-final-7638/

  60. Carlos_Góes 4 de junho de 2013 at 13:06 #

    Complementando meu raciocínio anterior….

    Militarmente, não temos nenhuma condição de enfrentar os 03 players que mencionei. Desta forma, nos resta apenas jogarmos com as ferramentas que temos. Acordos, não apenas econômicos e políticos, mas militares também.

    São situações como estas (da passagem de submarinos russos e sobre a reativação da 4º frota), que podem ser vistas como ameaças futuras, mas que no presente, acabam por abrir grandes possibilidades. Para isto, basta possuir a mente aberta a novas formas de pensar e agir.

    Situações como estas, nos permitem colocar em prática um principio básico da guerra – “Conheces teu inimigo e conhece-te a ti mesmo”.

    Como já dito anteriormente, não temos como enfrentar nenhum destes players, então precisamos pensar como podemos tirar proveito da situação. Se ficarmos sempre nesta de que somos fracos, não temos força e deixamos situações como estas passar e perdemos as oportunidades, sempre teremos uma força fraca, diminuta e principalmente, ignorante.

  61. Carlos_Góes 4 de junho de 2013 at 13:13 #

    Marc,

    Discordo de você. Existe um velho ditado para quem possui.

    – Se você tem uma, então não tem nenhuma”.

    Ditado simples, atual e sempre será. Por que:
    Quem possui a bomba, nunca poderá usa-la, pois caso utilize, será retaliado, não apenas por um país, mas sim por uma coalizão internacional realmente de âmbito mundial. Não será uma guerra de país contra país, mas sim do “Mundo” contra este país.

    Então, ao invés de investir grandes somas neste tipo de arma (investimento em desenvolvimento, manutenção, instalações e de armazenagem para as armas antigas, sucateadas), melhor investir em forças de dissuasão.

  62. Soyuz 4 de junho de 2013 at 13:27 #

    Esta noticia diz que talvez, um dia, não se sabe quando, nem se haverá este dia, um submarino russo irá atravessar os cerca de 4000km que separam o Brasil da África, possivelmente não passará a menos de 1000km do Brasil, não tem armamentos que de destina a atacar o Brasil, não pertence a um pais hostil e como este submarinos dezenas (talvez centenas) de vezes nesta década outros submarinos com a mesma utilidade também passaram por esta vastidão de mar.

    Em resumo: Esta noticia militarmente ou politicamente não tem nada a ver com o Brasil.

  63. MO 4 de junho de 2013 at 13:30 #

    hehehe Joaca, MB back in game, tal como nos 80´s … kkkk bom as mk 10 são meias ‘surdinhas’ para isso, a época tinhamos os classe P … agora quanto ao mingão vira e mexe alguem ressucita ele por ai .. deve ser coisa de isprito …. rsss

  64. Dalton 4 de junho de 2013 at 13:32 #

    Carlos…

    SSBNs não “visitam” portos estrangeiros. SSBNs americanos podem interromper uma patrulha de cerca de três meses entrando em Pearl Harbor por exemplo, mas o Havaí é um estado americano.

    Quanto a reativação da IV frota talvez você tenha perdido posts anteriores, mas tratou-se apenas de uma adequação administrativa e nada mais, pois, o foco era e é o Pacífico.

    Cada vez menos “veremos” navios da US Navy por aqui e a vinda de um SSBN russo visa os EUA, que não irão perder o sono por conta disso.

    Complementando, a maior parte do Atlântico Sul é responsabilidade da VI Frota que possui apenas um navio e entre 2014/2015 4 DDGs serão baseados permanentemente na Espanha o que permitirá que mais DDGs sejam transferidos para o Pacífico.

    Talvez em um futuro distante, mas de momento ninguém está dando tanta importância assim ao Atlântico Sul.

  65. MO 4 de junho de 2013 at 13:36 #

    kkkk bem por ai EK, acho que ficou meio tipo “Uiaaaaaaaaaaaaaaa os cara tão fazendo isso pela 1a vez, oiaaaaaaaa” … kkkkkk

    Isso me lembra uma piada nossa (Eu-Bozoh-Zé-Osso) em 1983 qdo o Skipkack ficou na barra na Unitas e os CT´sConnolly, Scott e a F. Jesse L. Brown estavam atracados e ‘os cara’ preucupado com a bomba nuclear la fors ie = USS Skipjack .. enquanto os paios do spruance e do kidd ….(obviamente com a ‘emprença local)

  66. Vader 4 de junho de 2013 at 13:48 #

    Direito dos russos torrarem seu dinheiro vigiando nuclearmente um bando de pé-rapados ao sul do Equador.

    Ah, mas quando eram os britânicos com sua ameaça de colocar um subnuc em águas do sul os esquerdo-retardos ficaram todo ouriçadinhos.

    Idem com aquele factóide da 4a Frota americana: teve gente ficando doentinha e rasgando as calcinhas.

    Mas como é com o russo pode né? ;)

    Coerência ZERO pra turmitcha vermelhuxa.

  67. Bosco 4 de junho de 2013 at 14:19 #

    Stadeu,
    Conta pra gente então o seu modelo de auto-suficiência nacional que seja factível ao Brasil real e não a um país imaginário de faz de conta de gente séria, respeitadora das leis, servidores públicos comprometidos com algo além de seu pagamento no final do mês e com sua gorda aposentadoria e políticos comprometidos com a nação ao invés de com seus próprio umbigos.

  68. Emmanuel 4 de junho de 2013 at 14:58 #

    Os russos poderiam aproveitar a passagem e explodir Brasília….seria ótimo para todos. Limpeza Geral.

  69. Emmanuel 4 de junho de 2013 at 14:59 #

    Todos se preocupam demais…temos novos navios patrulheiros que dão conta do recado…durmo em paz e sossegado toda noite pensando nisso,

  70. Felipe 4 de junho de 2013 at 15:23 #

    “A Rússia vem provando que o mercado mundial é aberto para quem produz material de qualidade, desbancando aos poucos os norte-americanos e europeus. A Venezuela na era Chaves foram firmados diversos contratos para aquisição de tanque T-72 e do complexo antiaéreo S-300V. obuses de 152mm de propulsão automática modelo 2S19 Msta-S, lança-foguetes de 122mm modelo BM-21 Grad e de 300mm modelo 9K58 Smerc e do sistema de defesa antimíssil modelo S-300”, 92 tanques T72M1M e 240 veículos modelo BMP-3 e BTR-80. Além disso, o Ministério da Defesa do país planejava comprar lança-foguetes múltiplos Smiêrtch e baterias de defesa antiaérea S-300. Os russos enviaram 1800 sistemas portáteis de defesa antiaérea modelo Iglá-S. Há dois anos, a mesma transação foi realizada para a aquisição de uma quantidade desconhecida de Smiêrtch. Nos últimos anos, segundo o CRACMA, Hugo Chávez adquiriu US$ 5 bilhões em equipamentos militares, incluindo 24 caças Su-30MK2V, helicópteros Mi-17V5, Mi-26T2 e Mi-35M2 e cem mil fuzis Kaláchnikov.”

    Isso sim que é uma parceria militar estratégica, enquanto isso no Brasil os diplomatas ficam com balelas de estudos (eternos) e situação econômica desfavorável para aquisição do FX2.

  71. Felipe Augusto Batista 4 de junho de 2013 at 15:32 #

    Bosco, curiosamente eu acho mais possível o nosso Brasil real e corrupto atingir um certo grau de auto-suficiência nacional do que o país de faz de conta de gente séria que você citou, por quê? Em um país sério as coisas tem de ser corretas, em um pais de mensalão basta um dos governantes se convencer de que podem enriquecer com defesa que os projetos andam, ok eu sei que eles não fizeram nada até hoje e que a conta seria alta mas mantenho a minha posição.

  72. StadeuR 4 de junho de 2013 at 15:33 #

    Bosco,

    Estou a mais ou menos cinco anos colocando minhas opiniões nos blogs de defesa, hoje estou em uns quatro, como eu já te conheço a um tempo e todo seu conhecimento técnico, devo dizer que você deve ter se dado ao luxo de ler alguma coisa minha e da linha de raciocínio que eu sigo , sem pender a esquerda ou a direita, tendo como foco central o bem do BRASIL- SUA INDEPENDÊNCIA E SOBERANIA, em todas as áreas, sem ceder um milímetro sequer em nosso território e nossas riquezas. Nem que tenhamos que a ir as armas- poucas e sem tecnologia- mas vamos.
    O Grande Livro diz assim :” AMA QUEM TE AMA.”
    Isso serve entre pessoas e nações.
    Como não estamos devendo nada a nenhuma nação, muito pelo contrário, provamos na WW2 isso, passou da hora de sermos retribuídos também na mesma proporção, falta é UMA PROVA disso.
    Se me permite :

  73. Joaca 4 de junho de 2013 at 16:44 #

    Marcelão, naquela época os FRAM’s eram superiores em A/S as Mk10’s. Isto tudo por causa dos sonares, que mesmo analógicos (em comparação aos sistemas digitais Ferranti (que deixariam meu blackberry parecer um super computador). As Garcia, com aqueles belos sonares, estas deixaram saudades, apesar das caldeiras problemáticas e do único eixo. Vale lembrar, que nem aproveitaram os lançadores de ASROC quando estes foram descomissionados, sabendo que produzíamos mosteres destes aqui…

  74. Joaca 4 de junho de 2013 at 16:48 #

    Lembra que os nossos usavam sonares SQS23!! E os para’s (aqueles que repetiram os indicadores) usavam SQs26bx.

  75. Wagner 4 de junho de 2013 at 17:17 #

    “”””Emmanuel disse:
    4 de junho de 2013 às 14:58

    Os russos poderiam aproveitar a passagem e explodir Brasília….seria ótimo para todos. Limpeza Geral. “”””

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK !! ótima !! excelente observação, muito bem lembrado !!! kkkkkkkkkkkk !!

    :)

  76. colombelli 5 de junho de 2013 at 2:23 #

    Uma jogada política e estratégica dos russos tendo em conta o enfrentamento de posições com o ocidente em relação à Siria que acirou um moviumento que ja vemse desenhando a algum tenpo. É uma forma de dizer: Eu ainda posso fazer isso.

    Não esta relacionada à Antartida especificamente, mas sim a uma escalada de atritos comos EUA que tem sido retomada nos últimos poucos anos, aproveitando o enfraquecimento relativo dos EUA pela guerra prolongada no Afeganistão e Iraque e a ascensão chinesa como contraponto a eles.

    É um reacomodamento das peças no tabuleiro, e os Russos estão tentando aumentar seu espaço acotovelando-se com os demais atores tradicionais como França e a Inglaterra, e com os novos como a China e a India. Se os russos não usarem esta estratégia não tem muito a usar, pois em todos os outros campos eles estão sendo eclipsados e terão seu poder enfraquecido em favor de novos pólos de força. É o que lhes restou.

    O Brasil: esta fora de combate neste jogo, salvo na sua aproximação à Africa, a qual mesmo sem um planejamento estratégico e motivada por outro$ interesses, pode nos render boas posições.

    Este envio de naves para o sul não nos diz respeito, mas pode ter o efeito positivo (para nós, que olhamos para esta área, a defesa, com preocupação) e nagativo para o governo ( do lulinha paz e amor e seus seguidores, que querem desmilitarização do atlântico e vivem no mundo dos hobbits) de poder chamar a atenção novamente para esta região e forçar a um incremento nos investimentos em defesa. Em incidentes como este pode se ver uma boa oportunidade de pressão pelo incremento, por exemplo, das ações do Prosuper. Tudo é uma questão de os interessados saberem soprar certas coisas nos ouvidos certos.

  77. colombelli 5 de junho de 2013 at 7:56 #

    Bosco, foste muito feliz no comentário das 19;09. Ali sintetizou toda a discussão que foi travada em vista daquele excelente texto que comparava os nucleares aos convencionais, publicado há alguns dias.

    Como bem dizes, não se trata de discutir a superioridade dos nucleares, que é evidente, mas sim de discutir se, considerados o histórico nacional de demoras em construções navais e contingenciamentos nos orçamentos motivados por qualquer obstáculo de somenos importância; a presença de uma estratégia defensiva; os custos e os riscos do submarino nuclear; as potenciais ameaças a quem se destina e finalidades, é ele a melhor opção.

    Lá, muitos dos debatedores, dentre eles eu, se posicionaram pela resposta negativa a esta pergunta, sem desmececer, contudo, que o programa trará ganho tecnológico e operacional e, se e quando for concluído, orgulho ao país. Mas acho que não precisarás trocar teu nome.

  78. ALDO GHISOLFI 5 de junho de 2013 at 11:11 #

    Repensando e repassando a matéria e os posts, pergunto o que é que poderá acontecer com um nuke russo no Pólo Sul; o que é que pode acontecer?

    Será que os ivans vão invadir o PS?

    Vão criar zonas de exclusão? Mesmo com os nukes disponíveis não terão cacife para tanto, salvo a sua presença navegando submersos.

    Vão impedir a continuidade dos trabalhos de todos os que já estão lá?

    Vão reivindicar uma área para si?

    ==============================

    No fundo, até acho bom que eles passem a andar por aqui, salvo se de compadrio com os bolivarianos comecem a usar nossos portos e se achegarem muito; pode ser que comece a existir uma geo-política nacional que sirva à Nação.

    ==============================

  79. Dalton 5 de junho de 2013 at 11:59 #

    Será que os ivans vão invadir o PS?

    R: Não. Há mais de 5000 kms entre o pré-sal e a África, eles não precisam passar por nossas águas e o objetivo não é o pré-sal e sim tentar complicar a vida dos EUA, uma perda de tempo, mas bom para o
    ego do Sr Putin.

    Vão criar zonas de exclusão? Mesmo com os nukes disponíveis não terão cacife para tanto, salvo a sua presença navegando submersos

    R: SSBNs não são utilizados para esse tipo de missão e os russos não possuem tantos submarinos assim.

    Vão impedir a continuidade dos trabalhos de todos os que já estão lá?

    R: Com um SSBN que as vezes poderá vir tão ao sul ? Não.

    Vão reivindicar uma área para si?

    R; Não e porque o fariam…no meio do oceano ?

    abs

  80. StadeuR 5 de junho de 2013 at 13:18 #

    Dalton,

    Ótima reflexão a sua, devo lembrar também que Chaves ainda vivo denunciou a presença de um submarino estrangeiro em suas águas e que este foi perseguido e pela velocidade que escapou ,disse ele ser um sub nuclear.
    Recentemente a Argentina também denunciou a presença de submarinos nucleares da inglaterra o que foi rapidamente desmentido por cameron.
    Além disso subs nucs podem ativar seus mísseis com ogivas contra esquadras inteiras em salva, além disso subs nucs transportam tropas de operações especiais para sabotagem, exercem espionagem e vigilância, negam o mar a outras forças,além disso são TONELADAS DE DIPLOMACIA a nações que neste momento se sentem ameaçadas e são frágeis militarmente, a Argentina por exemplo, além disso podem ser reabastecidas com víveres por outros navios ou portos amigos, afinal eles podem aparecer se quiser , não há guerra, ainda.
    Estão equilibrando o jogo no Atlântico Sul.

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