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Imagens do reboque do ex HMS ‘Ark Royal’ (R 07), quando de passagem pelo canal entre Malta e Sicília no dia 05/06/2013, registrados pelo shipsspotter Capt. Lawrence Dali, da maltashipphotos.com.

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A foto abaixo mostra um aparente excelente estado de conservação do navio, realmente é uma pena ver a embarcação indo para seu fim !

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RbAM ‘Christos XXIII’

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Abaixo a aeronave utilizada para realização das fotos

ark-roya-lawrence-dali-05-06-13-aeronaveFotos: Capt. Lawrence Dali Maltashipphotos – 05/06/2013

 

32 Responses to “‘Ark Royal’ de passagem por Malta a caminho de Aliaga” Subscribe

  1. Fabio Figueiredo 5 de junho de 2013 at 16:52 #

    Poderiam ter trocado pau-a-pau no nosso Opalao quando deu baixa na frota da rainha. Tem uma materia no UOL dizendo que o Vespao nao consegue operar no Opalao. Gostaria do feedback que entende do assunto … por favor, se manifestem. Grato

  2. MO 5 de junho de 2013 at 17:11 #

    No meio tempo, observem o schedule de naval vesels para junho em Valletta, Malta, nada mau eim …

    Malta Ship Photos & Action Photos Naval Movements Logs start from October 1977. For further information kindly contact Capt. Lawrence Dalli directly via email.

    JUNE 2013

    ii) From Thursday 6th @ 0900hrs to Monday 10th June @ 0900hrs the French Navy D’Estienne D’Orves Class Corvette FS COMMANDANT BOUAN F797 is calling to Valletta berthing at Pinto 5 assisted by 2 tugs.

    iv) From Thursday 6th @ 0900 hrs to Tuesday 11th June @ 1000hrs the Royal Navy Echo Class Hydrographic Ship HMS ECHO H87 is calling to Valletta berthing at Pinto 4 assisted by 1 tug.

    v) From Saturday 8th to Tuesday 11th June @ 2100hrs the French Navy D’Estienne D’Orves Class Corvette FS LIEUTENANT DE VAISSEAU LAVALLE F790 is calling to Valletta.

    vi) From Sunday 16th to Tuesday 18th June the German Navy Sachsen Class Frigate FGS HAMBURG F220 is calling to Valletta. She can carry 2 x Lynx Helicopters or 2 x NH90 helicopters.

    vii) On Saturday 22nd June from 0900-1400hrs the French Navy D’Estienne D’Orves Class Corvette FS COMMANDANT BOUAN F797 is calling to Valletta.

    viii) The 19th Edition of the Canale Bilateral Italo-Maltese aero-naval exercise CANALE 2013 is going to be held in June 2013.

    ix) The Royal Netherlands Navy Rotterdam Class Dock Landing Ship HNLMS JOHAN DE WITT L801 will be calling off Valletta to disembark AFM Personnel in June 2013.

    HMS WESTMINSTER & HMS LANCASTER
    Both ships will be open to the public at Portsmouth on 29 & 30th June.

  3. MO 5 de junho de 2013 at 17:14 #

    Er Fabio

    e fariamos o que com um Nae light Stol .. ? o que fariamos com os meios aereos atuais ou em curso ? e quem alem de helos operaria nele ?

  4. L.D.K. 5 de junho de 2013 at 19:24 #

    Bah! Novamente, MO parabéns!
    Assim estou podendo acompanhar, até que esta rápido o cortejo!

  5. MO 5 de junho de 2013 at 19:26 #

    Viu Zé os Maltelicos tem sorte, dois A 69 no mesmo mês .. de pensar que não vejo um desde 1983 …

  6. MO 5 de junho de 2013 at 19:27 #

    Naquela foto achei que eles iam fazer um Toutch and Go nele …

  7. L.D.K. 5 de junho de 2013 at 19:31 #

    MO transformar num porta Vants…rsrsrs, pois é só o que poderíamos operar em um Nae deste porte, e claro uns dez helicópteros, a gente brinca, mas não ofende!

  8. MO 5 de junho de 2013 at 19:35 #

    sim, mas ainda cai na minha pergunta, o que fariamos com o Esq VF1, suas aeronaves e os tais Traders and Trackers que diz a lenda um dia chega …?

  9. L.D.K. 5 de junho de 2013 at 19:52 #

    MO a titulo de brincadeira, mas na direção do sério, em hipótese de que isso ocorre-se a meu ver teríamos duas saídas viáveis até em caso de aposentadoria prematura do A-12:
    1ª- Transferir os A-4 para alguma base de aviões de ataque já que eles estariam modernizados e possuem as mesmas características do já utilizado A-1 na FAB montando um esquadrão de apoio;
    2ª- Vende-los também já ” modernizados ” aos argentinos que também operam os A-4 de modelos mais antigos.
    Estas seriam na minha visão o que poderia ser feito nestes casos.

  10. L.D.K. 5 de junho de 2013 at 19:55 #

    Já os Traders and Trackers deixava-os baseados no Rio de Janeiro! Por falar em Traders and Trackers quantas unidades tem ou teriam que chegar?

  11. Alexandre 5 de junho de 2013 at 20:04 #

    Nossa

    Gruman Tracker, A 4 Skyhawks. Me desculpem mas parece acevo de filme de guerra do Vietnam. Uma pena que nossa Marinha esteja assim. Em breve teremos DC 3 com turbina PT 6 na FAB. Uma pena.

  12. ruy 5 de junho de 2013 at 20:33 #

    Esse NAe parece estar mais inteiro que o do Príncipe de Astúrias.

    Era uma boa oportunidade pra quem deseja operar o F-35, que não é o caso do Brasil.

    Mas não se preocupem (hahaha), o NAe SP estará operativo ainda este ano, tem uma grande mobilização na MB para isso acontecer.

  13. Dalton 5 de junho de 2013 at 22:50 #

    O Ark Royal não é compatível com o F-35B, razão pela qual os britânicos nem ao menos consideraram uma versão pouco maior e partiram para os muito maiores QE.

    Entre as razões da incompatibilidade é que o F-35B é uma aeronave muito maior e mais pesada que o Harrier não sendo muito seguro de operar em um convôo relativamente pequeno, pouco espaço para estacionamento no mesmo, os elevadores não comportam o F-35B
    pouca reserva de combustível para um jato que bebe muito mais, etc

  14. marc 5 de junho de 2013 at 23:10 #

    O rebocador esta mais “derrubado” que a carga que esta rebocando!!!

    O Ex – Ark Royal parece estar em otimas condições.

    O pior que ele não serviria de forma nenhuma para a nossa MB.

  15. Diogo 6 de junho de 2013 at 0:10 #

    se o piloto fosse maluco o suficiente e quisesse fazer um touch and go, o aviaozinho aguentava? e teria algum problema com alguma lei? tipo, pousar no PA alheio? rsrsrs

  16. L.D.K. 6 de junho de 2013 at 2:37 #

    Dalton, no caso do Ark Royal, não seria só o peso da aeronave que seria o problema, pelo que entendi, haveria também o problema do ladrilho que não aguentaria o escape concentrado do F 35B, que ao girar ao angulo mais baixo, deixa o bocal mais próximo do piso do que no caso dos Harrier, são dois bocais menores e relativamente mais afastados do piso e entre sí, não concentrando calor num único ponto, como ocorre com o F 35B, posso até estar um pouco errado, mas esse foi um dos fatores ao qual o Ark e outros não poderiam operar esta aeronave!
    Sds a todos!

  17. L.D.K. 6 de junho de 2013 at 2:41 #

    Outro detalhe é que o que custaria para transformar o Ark em um Nae compatível com o F 35B é quase que o custo de um projeto totalmente novo, logo não vale a pena.

  18. Bruno 6 de junho de 2013 at 9:47 #

    Por curiosidade,

    Nestes reboques vai alguma tripulação no rebocado?

    E as imagens são muito belas. O dia e a luz estão ótimos.

  19. Felix 6 de junho de 2013 at 10:10 #

    Fabio,

    Os F/A 18 A e C poderiam operar no NAe São Paulo, mas com peso máximo de decolagem de 20t. Caso as catapultas fossem recalibradas, poderiam lançar aeronaves com até 22t.

    O aparelho de parada, suporta o pouso de aeronaves com até 18t.

    O elevador central, a meia nau, teria restrições, contudo, o elevador de boreste operaria sem problemas.

  20. Templário 6 de junho de 2013 at 10:24 #

    Continuo achando um desperdício esse colosso ir virar sucata asiática, tal qual nosso antigo “Mingão”!

  21. Reginaldo 6 de junho de 2013 at 10:26 #

    Imagem 3:
    O pequenino levando o gigante para a morte, triste imagem.

  22. Felix 6 de junho de 2013 at 10:47 #

    Fabio,

    Já foi feito um estudo de adequabilidade “carrier suitability” encomendado pelos franceses para operar o F/A-18A no Foch. A MB tem acesso a esse estudo. Somente um lote bem restrito de Hornet A seriam adequados com muitas restrições para operar a bordo do A-12. Além das catapultas, há outras limitações de ordem operacional(bring back fuel), por exemplo. Além disso, haveria a necessidade de redimensionamento dos defletores de jato, projetados para operar com SEM. Modificações nas estruturas do convés de vôo, principlamente na área de toque e nos elevadores

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2008/10/17/super-hornet-para-a-fab-e-hornet-para-a-mb/#ixzz2VRZKrlWF

  23. Dalton 6 de junho de 2013 at 10:55 #

    L.K.D.

    mencionei apenas alguns aspectos da impossibilidade de utilizar com segurança e conforto um F-35B no Ark, consta também que o hangar do Ark não seria muito propício pois ele tem a forma de um “8”, estreito no centro o que dificultaria ainda mais, mesmo que os elevadores pudessem ser utilizados.

    Bruno…

    o MO poderá dar maiores detalhes, mas que eu saiba sempre vai gente no rebocado também.

    abs

  24. MO 6 de junho de 2013 at 11:33 #

    perdão Bruno, a sua pergunta foi se vai tripulaçao do rebocador, no rebocador ?

  25. MO 6 de junho de 2013 at 11:41 #

    Diogo, crio que seria um caso inusitado, pois ele nao eh mais ingles, pertence ao broker que o adquiriu para venda ao desmanche, mas uma coisa é certa a equação aviaozinhum teco teco + navio nã da certo, a ultima vez que tentaram fazer isso o irmão do Tirptz foi pras pika … #fuckingaviaozinhu

  26. Rodrigo T. 6 de junho de 2013 at 14:51 #

    Pelas fotos parece em melhor estado que nosso Nae A 12…rsrs

    Porque ele não serveria para MB?

  27. Dalton 6 de junho de 2013 at 15:14 #

    Rodrigo…

    não se deixe enganar pela pintura relativamente nova. O Ark terminou
    um período de manutenção em 2007 e se ele fosse retido em serviço até 2015/2017 como era o plano original ele já estaria passando por uma manutenção outra vez, assim economizou-se dinheiro com a retirada em 2010, oficialmente descomissionado em março de 2011.

    Ele não serve para a MB basicamente porque ele só podia operar com jatos harriers de decolagem curta e pouso vertical.

    Ao contrário de outros NAes que possuem a rampa e operam jatos “normais” o Ark não possui cabos de parada de aeronaves além de ser pequeno e não possuir convoo em angulo.

  28. Rodrigo T. 6 de junho de 2013 at 15:45 #

    Realmente Dalton,

    Com tão pouco recursos estamos mal conseguindo manter o Nae A 12, agora imagina um Nae com caças STOVL…….

    Apesar da “Boa aparencia ” pelos seus 35 anos, os navios da RN navegam muito, como vc mesmo disse, vai saber como anda sua estrutura.

    Não custava nada sonhar né rsrs

  29. Bruno 6 de junho de 2013 at 17:17 #

    MO,

    Sei que o rebocador com certeza segue tripulado. Seria no Ark Royal. Vai alguém abordo?

  30. MO 6 de junho de 2013 at 19:31 #

    Bruno ja vi cada coisa aqui que sinceramente achei melhor perguntar. Depende, não é regra, as vezes vai gente no reboque, mas depende caso a caso, especificamente no caso dele nao saberia te dizer, mas posso afirmar que é possivel

  31. Marco 6 de junho de 2013 at 21:57 #

    É uma belonave capaz de 29 nós compatível com nossos helicópteros de ataque naval, não esquecer que estes lançam, Exocets, Pinguins e Sea Skuas, nossos Helis navais são dos melhores que o dinheiro pode comprar! Então esta é a melhor belonave e a de custo operacional mais barato possível, iria vir barata com maquinaria do mesmo tipo das fragatas e sem caldeiras à vapor! Alguém tem dúvidas que as aeronaves de 6ª geração serão VANTS mais leves e possivelmente compatíveis com um convôo desses adaptado? Mas os ingleses sabem que nossa marinha (já houve consulta) pagará bem somente pelo projeto de um porta aviões convencional, que custará vários Ark Royals…Por isso ele vai pro lixo!!!

  32. Star 10 de junho de 2013 at 11:05 #

    Eu defendo a construção de um NAe nacional assim como temos o projeto (quase morto, largado no semi esquecimento) do poseidon…
    Reamente temos que ter uma visao de futuro pra operar caças, vants e helicópteros entao um navio pra operar STOVL e caças convencionais vants é uma excelente pedida e se bem quipado com armamentos a altura e a independencia de um unico fornecedor de armas (EUA) alcançariamos um excelente patamar naval, sem contar que o navio teria que ser movido a propulsão nuclear fazendo assim a vida util dele ser de pelo menos 30 anos.
    Supondo entao que o vespão venha pra FAB e pra MB, poderiamos lançar ele “full” do poseidon e depois até comprar/fabricar mais alguns caças pra operar em uma quantidade de quem sabe uns 36 caças ao total e mais uns 24 helis e outros 12 vants podendo chegar a uma capacidade máxima de 60 aeronaves embarcadas…
    Não é impossivel mas se tratando de brasil onde se ganhar para estar preso e futebol, novela e carnaval valem mais do que a segurança, esse vai ser só um projeto mesmo…

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