Liaoning - 1

vinheta-clipping-navalO primeiro porta-aviões chinês Liaoning deixou o porto de Qingdao, na província de Shandong, no leste do país, para conduzir experimentos científicos e realizar treinamentos no mar, segundo autoridades navais disseram nesta terça à agência estatal Xinhua.

É a primeira vez que o navio deixa o porto para uma viagem de treinamento desde que ancorou no local, em fevereiro, de acordo com a Marinha chinesa. O Liaoning e sua tripulação realizaram testes durante esse período sem deixar o porto.

O Ministério da Defesa chinês anunciou em setembro que o primeiro porta-aviões das Forças Armadas do país, o Liaoning, começou a operar. A China agora faz parte de um pequeno grupo de países: além dela, somente nove outras nações possuem navios-aeródromos (Espanha, Tailândia, França, Itália, Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, Brasil, Índia).

 

 

FONTE: Terra Notícias via Resenha do Exército (adaptação do Poder Naval)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

6 Comentários para “Porta-aviões chinês deixa porto para treinamento e experiências científicas”

  1. paulofvj 11 de junho de 2013 at 20:04 #

    Experiência cientifica?
    Eureka, flutua!
    Quem faz pesquisa cientifica com um NAE?
    Mais uma estória de chinês pra ocidental dormir.

  2. Colombelli 11 de junho de 2013 at 20:16 #

    Chineses: são o inimigo.

  3. paulofvj 11 de junho de 2013 at 22:31 #

    Não acredito em dualidades, os bons e os maus. Por isso, não vejo a China como inimigo, eles são concorrentes como todas as demais nações.
    Vejo 3 possíveis explicações : erro de tradução, artigo escrito “sem noção”, ou uma tentativa exagerada de ser diplomático.

  4. Almeida 12 de junho de 2013 at 1:46 #

    Err, algum avisa pro repórter que o Brasil não faz parte desse grupo não.

  5. aldoghisolfi 12 de junho de 2013 at 11:07 #

    Ideologia à parte, vejo os chineses tentando firmarem-se no contexto globalizado. Saíram do quase nada para a grande economia mundial que passou a ser a segunda maior economia do mundo, representando 15% da economia mundial. Estão na corrida espacial, vão a Marte e construiram invejáveis FFAAs. São perigosos para o comércio, por questão cultural penso eu, mas não podem ser ignorados. Penso como o Paulo fvj, não vejo a China como ‘o inimigo’. Inimigo de quem? Nosso? Acho que não; ultimamente nós somos os nossos piores inimigos.

  6. Wagner 12 de junho de 2013 at 21:03 #

    A China não é inimiga de ninguém, com exceção do Tibet ( o que fazem lá é um absurdo) e Taiwan.

    Em 10 anos serão a maior economia mundial, com aquele curioso capitalismo de estado socialista…

    Eles tem uma cultura e jeito de ser com o qual nós ocidentais não estamos muito acostumados, mas é normal, não é por isso que são inimigos.

    Sem eles, a economia mundial já teria ido para o buraco. Eles sustentam o crescimento mundial. Tire a China e tudo desaba.

    Os programas de armas do Pentágono, incluindo o F 35 tão endeusado por alguns aqui, são pagos, entre outros, pelos chineses, indiretamente.

    OS USA DEPENDEM DA CHINA. E o BR também.

    Eles apenas estão se desenvolvendo. O que eu vejo é o medo de mudar de senhor, atualmente os USA, mais uns anos os chineses. Pq no BR sempre teremos um Lorde e Senhor, e seus fanáticos defensores aqui instalados.

    Concordo com o Aldo : nossos piores inimigos ( em que pese minhas críticas ferozes aos USA) não são norte americanos ou muito menos chineses, tampouco os tais bolivarianos, mas sim são nossos próprios governos, traficantes, bandidos, etc.

    Sds

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