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Funcionários da BAE Systems concluíram ontem (12) os preparos para o transporte da ilha traseira do HMS Queen Elizabeth. No próximo dia 16 começa a viagem até Rosyth, na Escócia, onde a peça será incorporada aos demais componentes do navio-aeródromo. A ilha traseira concentrará os sistemas de controle de aeronaves do navio, e é o último módulo de grande porte a ser incorporado.

O HMS Queen Elizabeth tem previsão de lançamento para 2016. Quanto estiver concluído, o navio terá 280 metros de comprimento e deslocará em torno de 65 mil toneladas.

Aqui você confere um vídeo documentando a preparação da ilha traseira para o transporte.

FONTE: BBC (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

4 Responses to “Ilha de ré do HMS ‘Queen Elizabeth’ pronta para transporte” Subscribe

  1. MO 13 de junho de 2013 at 17:37 #

    Ilha Traseira ? seria a Ilha AR ??

  2. Marcos 13 de junho de 2013 at 21:56 #

    Ainda bem que não é a EAS que montou isso dai, porque provavelmente não iria encaixar nada com nada.

  3. rommelqe 14 de junho de 2013 at 0:38 #

    Marcos, imagina só se fosse o mesmo programa que usaram para fazer a fiação do A-380…

  4. Ozawa 15 de junho de 2013 at 13:57 #

    “É possível que o reinado do porta-aviões, como o soberano da guerra marítima, seja curto e se esteja aproximando do fim…”

    Assim conclui-se a festejada obra de Donald Macintyre na prestigiada coleção da Renes “História Ilustrada da II GM”, em sua edição brasileira de 1973…

    40 anos depois, os EEUU com o ‘Gerald Ford’, a China com o ‘Liaoning’, o Reino Unido, com o ‘Queen Elizabeth’, (re)constroem aeródromos para se manterem pelos próximos 50 anos ! Assim, mesmo após 100 anos daquela afirmação apocalíptica de Macintyre, é que eles poderão ter acabado de escrever sua gênesis…

    E depois, talvez, com o advento dos UCAV’s, ainda assim deixem de ser “navios-aeródromos” para se tornarem “navios-aeródrones”…

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