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Segundo declaração do vice-primeiro ministro russo, Dmitry Rogozin, feita ontem (23), o segundo navio porta-helicópteros da classe Mistral encomendado pela Marinha Russa deve ser concluído em outubro do ano que vem. A primeira embarcação da classe deve ser integrada à Força em outubro deste ano.

Em comunicado transmitido pela emissora de TV estatal NTV, o vice-primeiro ministro, também declarou que a construção da popa do segundo Mistral será concluída dentro dos próximos três dias, no estaleiro Baltiisky em São Petesburgo. O comunicado de Rogozin contraria declaração feita pelo vice-ministro da defesa,  Yury Borisov, de que a popa do Mistral não seria concluída dentro do prazo. Segundo Rogozin “O navio ficará pronto a tempo”.

FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

7 Responses to “Segundo Mistral para Marinha Russa será concluído em 2014” Subscribe

  1. Wagner 24 de junho de 2013 at 16:57 #

    Outros já disseram que não, Balitsky não conseguiu e vão levar a peça para a França de novo.

    Que bagunça, deve ser para confundir a CIA…

  2. Fernando "Nunão" De Martini 24 de junho de 2013 at 17:08 #

    De fato, Wagner, a própria Ria Novosti havia dado, dias atrás, a notícia sobre essa questão de quem iria construir a popa.

    Mas acho que deve haver alguma confusão aí: como antes haveria uma dúvida sobre a capacidade de entregar no prazo e, pouco depois, se anuncia que estaria pronta daqui a três dias??? Será que estão falando da popa do mesmo navio ou alguém fez uma baita confusão com a informação, lá na Rússia?

    Isso porque numa hora falam do primeiro navio, outra hora do segundo, uma hora na Rússia, outra hora na França (em Le Bourget). Depois dessa confusão, agora sou eu que estou em dúvida, nesse friozinho de fim de tarde invernal e chuvosa, se tomo uma dose de vodka ou uma taça de vinho pra colocar os pensamentos em ordem!

    http://en.rian.ru/military_news/20130618/181740361/Russia-Moves-Mistral-Stern-Construction-to-France.html

    http://en.rian.ru/military_news/20130620/181770284/Russian-Mistral-Warship-Build-on-Track—Rogozin.html

  3. ernaniborges 25 de junho de 2013 at 10:24 #

    Eu preferiria degustar um bom vinho e comentar sobre o nosso Mistral.

    Enfim, no impedimento dessa quimera, bebo água e revejo velhas fotos do meu pai em navios do extinto LLoyde Brasileiro.

  4. Vader 25 de junho de 2013 at 14:09 #

    Quem diria a Rússia importando navio da França…

    É pra matar a comunalha de ódio bilial…

  5. GUPPY 26 de junho de 2013 at 10:07 #

    Interessante, nos submarinos o compartimento de vante é que costuma ser o mais complicado e pelo menos nesse porta-helicópteros é a popa que, parece, ser mais complicado.

  6. Fernando "Nunão" De Martini 26 de junho de 2013 at 10:46 #

    Guppy, creio que a seção de popa de qualquer navio dotado de doca alagável na mesma seja algo mais complicado de se produzir do que uma popa “comum”. Pudemos conhecer de perto toda aquela área, tanto na doca quanto abaixo dela, nos dois “braços” que a envolvem e abrigam os propulsores em casulos, havendo todo o mecanismo da porta, tanques de lastro para imergir parte da popa, um elevador para aeronaves do hangar logo acima da doca, etc.

    Enfim, ainda assim não é nada “do outro mundo” para um bom estaleiro fazer, mas visitando o navio percebemos que de fato aquela área tem complexidade significativamente maior do que outras do navio, como as grandes áreas de alojamento, carga etc, que eu acredito serem mais fáceis de construir do que a popa.

    A revista Forças de Defesa número 5 traz várias informações e fotos do Dixmude, que é o terceiro da classe “Mistral”, na qual se baseia a versão para a Rússia.

    Saudações!

  7. GUPPY 26 de junho de 2013 at 13:27 #

    Excelente esclarecimento Nunão. Eu não havia pensado nas peculiaridades da popa do Mistral. Vou reler a revista Forças de Defesa nº 5. Obrigado.

    Abraços

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