macae-gustavo-casto-29-06-13

Imagens do NPa ‘Macaé’ (P 70) / PWAE, em comissão de patrulha, manobrando e navegando para atracação no cais da mortona, no Porto de Santos, em 29/06.

Para ver mais imagens: 

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/06/npa-macae-p-70-pwae.html

macae-gustavo-casto-29-06-13.2

Fotos: Gustavo Castro – Santos Shiplovers – 29/06/2013

 

16 Responses to “NPa ‘Macaé’ (P 70) / PWAE – Comissão em Santos/SP” Subscribe

  1. GUPPY 30 de junho de 2013 at 22:16 #

    Interessante o ferro deste navio com unhas largas. Acho que na segunda foto não estão bem encaixadas no escovém.

  2. eduardo.pereira1 1 de julho de 2013 at 15:33 #

    Gosto deste navio, bonitao e para seu propósito creio eu estar bem equipado, me corrija se estiver errado prof/amigo Bosco !!rs

  3. MO 1 de julho de 2013 at 16:06 #

    Não sou o Boscão, mas acho que ele me permite ne Boscoo. .. sim esta perfeito para suas funções

    salvo, risos uma resposta personalizada, de acordo com a requisição perguntativa … kkkk (Dando uma de Odorico P.)

  4. nunes neto 1 de julho de 2013 at 19:51 #

    bonzinho, os próximos já virão com modificações, incrível como nossa industria naval demora para construir um desses!

  5. Mauricio R. 1 de julho de 2013 at 23:59 #

    Remendo de navio velho.

  6. joseboscojr 2 de julho de 2013 at 10:15 #

    Eduardo e MO,
    Eu sou fã número 1 desse navio.
    Tanto do ponto de vista estético quanto funcional.

  7. Ivan 2 de julho de 2013 at 12:20 #

    Marcelo ‘Ostra’,

    Que “lancha” (papo de não marinheiro) é esta na popa?

    O uso de RHIB (rigid-hulled inflatable boat), como aparentemente preferem os yankees, ou RIB (rigid-inflatable boat), como escrevem os ingleses, é essencial nos navios de patrulha. Alguns entendem (e concordo) que deve ser considerado como mais um sistema de armas a bordo.

    Os novos e bem maiores Amazonas dispõe do par de RIBs Pacific 24 (lanchinha legal… rsrsrs), mas este do Macaé parece ser menor.
    Ver foto:
    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/NPa-Macaé-014a.jpg

    Não conheço nenhum RIB nacional, apesar de inúmeras lanchas e jangadas (coisa de nordestino.. he he he). Penso que investir em uma versão nacionalizada a princípilo e desenvolvida no Brasil em sequência poderia ser um passo interessante para nossa indústria.

    O que vc pensa sobre isso?

    Cordiais saudações,
    Ivan, an oldinfantriman… and ‘jangadeiro’.

  8. MO 2 de julho de 2013 at 14:58 #

    Ai Mauricio neste caso/seu comentário ha um detalhe a discordar = o navio é novo de um projeto antigo e quanto modernoso tecnologicamente demanda um NPa para função de Pa ? (Concordo que há melhores opções que melhor qualificariam, alias melhor dizendo condicionariam um navio para função de Pa, mas isso tbm não o desmerece para função esclusiva de Pa

  9. MO 2 de julho de 2013 at 15:01 #

    Oi Ivan, com toda sinceridade do mundo não entendo lhufas destas embarcações, não tenho subsidios, experiencia e tão pouco acompanho estes botes (apenas o be a bá basico sobre), não teria menor vondição de emitir uma posição em relação a seu interesse. quem pode te ajudar, que acompanha bem de perto estas embarcações (os botes) é o Zé e os cara.. Vou até ligar para ele para eel ver e te dar uma resposta melhor

    Sorry pela minha não resposta sobre

  10. José da Silva 2 de julho de 2013 at 18:51 #

    Ivan,

    Provavelmente são gringas e é melhor assim por uma simples questão de escala. São fabricadas por umas “três ou quatro” empresas tradicionais e simplesmente todo mundo compra deles, para seus meios navais, mercantes e de recreio. Existe um numero enorme de tipos de tudo quanto é tamanho de acordo com a necessidade do cliente.

  11. joseboscojr 2 de julho de 2013 at 20:17 #

    Ivan e José da Silva,
    Esse semi-rígido tá com cara de ser esse:
    -http://www.flexboat.com.br/sr_500lxg2.htm-

  12. joseboscojr 2 de julho de 2013 at 20:29 #

    Só pra ilustrar, há basicamente 4 tipos de “lanchas” usadas em navios:

    1- Barco inflável
    2- Barco inflável de piso rígido
    3- Barco inflável de casco rígido (RHIB) ou como se diz no Brasil, barco de casco semi-rígido.
    4- Barco de casco rígido

  13. Ivan 3 de julho de 2013 at 1:14 #

    Bosco,

    É isso mesmo! Uma SR-500M com 5 (cinco) metros de comprimento, cerca de 15 (quinze) pés.Na foto que indiquei acima tem um RHIB deste modelo com motor de 75 HP, o mínimo para esta versão de acordo com o fabricante. Os modelos maiores exigem maior motorização.

    Ainda mais interessante é sua fabricação em Atibaia – SP.

    Há versões maiores, como a SR 620M e SR 760M com 6,2 e 7,6 metros de comprimento respectivamente. O fabricante sugere que uma metralhadora .50 pode ser armada no flexboat maior, de 7,6 metros, que equivale a cerca de 23 pés.

    Vale a pena dar uma olhada no sítio eletrônico do fabricante.
    Caberia até uma matéria sobre seus RHIB em serviço nas forças armadas brasileiras e, é claro, poderia pintar um anúncio nas páginas da revista ou do blog… ok, ok, ok…. minha mania de pensar sempre em números, negócios, oportunidades… até mesmo quando tiro alguns dias de férias… ka ka ka.

    Mas, por via das dúvidas, segue o link para contato:
    http://www.flexboat.com.br/contato.htm

    Sds.,
    Ivan, o enxerido. :)

  14. Fernando "Nunão" De Martini 3 de julho de 2013 at 8:47 #

    Ivan e Bosco, grato pelas informações. De fato, sempre há assuntos para se aprender e contatos novos a fazer.

    E, já que o assunto navio-patrulha está agradando, vou colocar umas fotos interessantes numa nova matéria agora.

  15. CaL Aurora R.Pacheco 9 de setembro de 2013 at 16:57 #

    O Patrulheiro Macaé
    Para o NPa Macaé(P70) da Marinha do Brasil

    Netuno, o rei dos mares
    Prestou bastante atenção,
    Ao ver barco em suas águas,
    Quebrando a arrebentação…
    Empunhou o seu tridente com garra e galhardia,
    Para ver até onde iria
    Aquela nau e toda a sua ousadia…
    Seguiu-a na ventania
    E o barco lutador
    Enfrentava ondas gigantes
    Sem medo do seu furor…
    Pensou Netuno:
    É um barco protetor,
    Cuida da Natureza,
    Cuida dos homens do mar,
    Patrulha os oceanos
    Isso pode me ajudar!
    Netuno então observa,
    Depois de passar tão viril,
    Por tempestade tamanha,
    Que esse barco é do Brasil!…
    – Não posso tomar partido,
    Venha de onde vier,
    Essa embarcação tem fibra
    E seus tripulantes fé!
    Netuno fica atento
    E observa que no grande mar
    Tem um barco que admira
    E a ele pode ajudar,
    A manter os oceanos,
    Livres de poluição,
    Zelar por homens corajosos
    Que tem a nobre missão
    De tirar do mar proventos
    Para uma vida melhor…
    Olhou do alto Netuno,
    Pode logo ver quem é
    Essa nau tão destemida
    Tem gravado belo nome
    E esse nome, é “Macaé”.

    Aurora R.Pacheco– 19/08/2013

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