FREMM Carlo Bergamini

Clique nas imagens para ampliar e observar os vários detalhes desta belonave.

FREMM Carlo Bergamini - 2

FREMM Carlo Bergamini - 3

FREMM Carlo Bergamini - 4

FREMM Carlo Bergamini - 5

FOTOS: Marina Militare

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

18 Responses to “As belas linhas da ‘Carlo Bergamini’, primeira FREMM italiana” Subscribe

  1. Wagner 2 de julho de 2013 at 15:03 #

    Magnífica !!

  2. MO 2 de julho de 2013 at 15:18 #

    Cade o navio de belas linhas ?? este UQTR ?? vindo de voce Bozoh … eficiencia é uma coisa, buniteza são outros 500 .. concordo que ela é menos feia que a Aquitaine, mas nao adianto olho pra ela e me vem na cabeça a La Fayette … olha nas toto s de traves … puro UQTR Argh !!!

  3. Roberto Bozzo 2 de julho de 2013 at 16:03 #

    Lindas !!!! Seria maravilhoso vê-las na MB….

  4. Fernando "Nunão" De Martini 2 de julho de 2013 at 16:05 #

    MO, em matéria de FREMM, de fato acho a italiana mais bonita que a francesa, embora esta última tenha uma simplicidade de linhas com menos “adendos” que aparentemente favorece mais a tal da “furtividade”. Mas as duas torretas de canhões das italianas realmente fazem pender a balança da minha preferência de design.

    Mas em matéria de beleza navios de escolta modernos, continuo de longe preferindo as holandesas (Zeven Provincien)e alemãs (Tipo 124), mas tenho uma queda especial pela cara de eficiente das F-100 / Hobart que aparecem numa matéria um pouquinho mais abaixo, que apesar da superestrutura avantajada dar um certo desequilíbrio, têm aquele tal de AEGIS que impõe um certo respeito…

  5. João Filho 2 de julho de 2013 at 16:07 #

    Maravilhosa essa belonave. Linhas simplesmente sensacionais. Quanto a verla na MB, talvez la em 2075, como “compra de oportunidade”.

  6. MO 2 de julho de 2013 at 17:22 #

    Fernandinho, sim a italiana é menos feia que a Aquitaine, mas tbm é feia pra burro é navio pra gente qe gosta de aviaozinhum, como te falei, olho para ela e me lembro da La Fayette, a De 7 Provincien e as 124 concordo sao as menos feias UQR do mundo

    Pode reparar o pessoal que ta adorando bunisticamente esta coisa quadrada é o pessoal mais novo que nao teve contato com a real definição de linhas elegantes .. desde quando o retangulo quadrado tem linha bunita … rssss

  7. MO 2 de julho de 2013 at 17:26 #

    por falar em UQR olha um porta container de 4.181 teus, 279,1 m de loa e 23,5 nós de veloc continua de cruzeiro (26.500 nm de range !!!!) apesar de 175 . de HFO por dia !!!!! (haja espaço para bunkers eim totalmente UQR !!! esta moda ta pegando (argh)

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/07/ms-maersk-miami-a8pk9.html

  8. Fernando "Nunão" De Martini 2 de julho de 2013 at 17:53 #

    Pois é, MO, mas nesse caso certamente o design um tanto quadradinho da superestrutura desta beleza de mercante aí tem mais a ver com economia de curvas para otimizar o espaço, como você bem sabe… Achei um projeto de uma “beleza eficiente”, bruta.

    Mas bruto mesmo eu venho achando esses detalhes como estes: MCP: 1 motor diesel Diesel United Aioi Sulzer de 12cy 12RTA84C de 56.097 bhp x 90 rpm. Coisa normal hoje em dia, mas quem é das “antigas” também acaba se surpreendendo com essa potência toda num motor só e os 23,5 nós de cruzeiro.

    (mas nada surpreende depois dos mais de 100.000 bhp do motor do Emma Maersk – http://c.gcaptain.com/wp-content/uploads/2007/09/wartsila-sulzer.jpghttp://cf.gcaptain.com/wp-content/uploads/2007/09/worlds-largest-engine.jpg – mas aí estamos falando de ponto fora da curva, enquanto esse aí de quase 60.000 bhp é coisa “normal”)

    Fico pensando num NAe de umas 40.000 a 50.000t com um motor desses “mais modestos” de 60.000 bhp para cruzeiro num eixo único ladeado de outros dois eixos tipo “water jet” com turbinas do mesmo tipo da Barroso, para dobrar a potência nas situações que precisaria gerar 30 nós sobre o convoo. Mas realmente haja bunker para tanto combustível. Se bem que econômico o atual São Paulo não é, e suas caldeiras / turbinas geram 120.000 bhp. Se vacilar, o combinado seria até mais eficiente e econômico, gerando maior autonomia. Mas teria que separar um pouco da potência ou do combustível (nesse caso para outros geradores) para gerar vapor para catapultas a vapor ou eletricidade para catapultas eletromagnéticas.

  9. Augusto 2 de julho de 2013 at 18:09 #

    Só posso repetir o que já havia dito: belíssima!!!

  10. MO 2 de julho de 2013 at 19:06 #

    Verdade Fernandinho, ha uma classe atualmente no MSC americano o algol que faz 32 nós … realmente estes novos full container sao todos 25-28 nós, haja bunker mesmo e o consumo tbm elevadissimo, beirando 300 t. por dia. O miami é um conceito da geração anterior de post panamax, os atuais deste tamanho levam na faixa de 5.000 e muitos a 6.000 teus ….

    Os MCP´s da classe E (a do Emma) sao os maiores (acho), mas estã, ver o dos Triple E (Maersk Mc-Kinney Moller de 8cy o Doodan 2x Man-B&W 8S80ME-C9 de 49.059 bhp x 78 rpm que desenvolve 19 nós, talves adaptando (reparou menos cy)

    Detalhe o Triple E é 18.330 teus

  11. GUPPY 2 de julho de 2013 at 20:29 #

    Nunão e MO,

    A conversa de vocês está mais para MO (especialista em Motores na MB).

    Abraços aos dois

  12. MO 2 de julho de 2013 at 20:52 #

    tks Guppy, mas o Fernandinho falou certo, os MCP´s da classe E (Emma, Eugen, Evelyn, Ebba, Eleonora, Estelle, Elly, Edith Maersk)são os maires mesmo, salvo confusão minha, alias ele escreveu mais and muito MELHOR que eu, (que vcs ja sabem não sou de escrever muito, pois minha vista não permite e claro por falta de competência/paciência tbm) das Bravos da MB ele tbm manja mais que eu risdos, alemgrei dos algol pela veloc de 32 nós deles, como info/acrescimo do debate apenas, assim como o dos triple E

  13. GUPPY 2 de julho de 2013 at 21:49 #

    Ok, MO. Como boy (MN-QSM), acompanhei/assisti alguns reparos no Fairbank-Morse do S11, que aliás fiquei como responsável (só no papel, digo na mina CR) do MCP número 4. Tinham êmbolos opostos em cada pistão(cilindro) e dois eixos de manivelas(virabrequins) com uma inclinição, parece, de 12 graus. Foi onde vi e aprendi com o SG-MO Batista, o CB-MO Amaral, o CB-MO Dorneles e um MN-MO que agora esqueço o nome mais era um gaúcho muito legal, torcedor do Internacional (Binter para ele porque na época era bicampeão brasileiro) e me chamava de Pernambuco, sobre mancais, camisas, anéis de segmento, etc.
    Bom, cursei depois o curso de motores por 9 meses mas pedi desligamento do curso antes de me tornar MO.
    O motor que estava fazendo sucesso na época era o MTU.

    Viajei.

    Abs

  14. daltonl 3 de julho de 2013 at 9:40 #

    MO…

    já que vc mencionou o Algol, no caso de vc desconhecer há um modelo feito pela Argos que quase comprei do George alguns anos atrás, vale
    a pena ver a foto do modelo se é que vc ainda não viu.

    abraços

  15. Wagner 3 de julho de 2013 at 10:52 #

    Dalton

    é só minha opinião.

    se os USA estão felizes, que bom para eles.

    O Nimitz não é meu mesmo… KKKKKKKKK !!

    :)

  16. daltonl 3 de julho de 2013 at 11:25 #

    A grande maioria lá prefere os nomes tradicionais e o USS Harry Truman a princípio seria chamado de “United States” mas durante a construção teve seu nome mudado.

    O interessante é que na época que Harry Truman foi presidente iniciou-se a construção de um NAe que seria também o “United States” mas foi cancelado 5 dias após o batimento da quilha.

    Então fala-se em tom jocoso que Harry Truman “afundou” o USS United States duas vezes ! :)

    Ao menos o terceiro NAe da classe Ford, será o futuro USS Enterprise
    CVN 80.

  17. Ivan 3 de julho de 2013 at 12:59 #

    Wagner,

    Também não gosto de navios capitais batizados com nomes de pessoas, algo que infelizmente acontece repetidamente em várias marinhas, mas que notamos nos Super Carriers norte americanos pós Segunda Guerra por conta de sua importância e dimensão.

    Acredito que seria melhor os “nomes tradicionais” (parafraseando nosso Almirante) referentes às batalhas (Saratoga, Yorktown, Midway, Coral Sea) ou ao espírito da nação (Enterprise, Ranger).

    Os ingleses foram muito felizes no passado, com PAs batizados por:
    Invincible, Illustrious, Ark Royal, Hermes, Colossus e outros.

    Um George Bush (que foi marinheiro) pode justificar um Barak Obama.
    Há quem não goste do George Bush dentro e fora dos USA, mas também haverá quem não goste do Barak Obama. Como fica isso?

    Ninguém questiona um Enterprise, nem mesmo os Klingons. :)

    Entretanto os PAs são deles, inclusive os de outras marinhas como a francesa que batizou seu único PA com nome de presidente.

    Mas voltemos a FREMM italiana…

    Abraço,
    Ivan.

  18. MO 3 de julho de 2013 at 13:39 #

    não Dalton, nao sabia nao .. tenho que me controlar .. tenho que me controlar … mas vou ver e ,…

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