Reaparelhamento na ordem do dia

Prosub - Os futuros submarinos brasileiros

vinheta-clipping-naval

O reaparelhamento da Marinha do Brasil avançou neste ano com a abertura da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem), inaugurada pela presidente Dilma Rousseff, em Itaguaí, no Rio de Janeiro, em março. A Ufem, que faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), é uma das células de fabricação do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear e de mais quatro submarinos convencionais diesel-elétrico. A entrega do submarino nuclear já tem data: 2025, de acordo com reportagem publicada recentemente pelo Valor Econômico.

O Prosub c o maior contrato militar internacional do Brasil e envolve recursos da ordem de a 6,7 bilhões e a geração de cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos. Só neste ano, juntamente com o Programa Nuclear da Marinha, o Prosub vai receber RS 2,5 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para a execução do Prosub, a Marinha contratou a francesa Direction des Constructions Navales et Services (DCNS), uma das líderes mundiais na área de construção naval, que, por sua vez, se associou à Odebrecht para formar a Itaguaí Construções Navais (ICN), consórcio responsável pela construção dos submarinos. O financiamento ao projeto será pago até 2029 a um consórcio formado pelos bancos BNP Paribas, Societé Generale, Calyon Credit Industriei et Commercial, Natixis e o Santander.

Atualmente, para proteger o território marítimo nacional, a Marinha conta com cinco submarinos, segundo o Ministério da Defesa. O Prosub é uma das ações que integram o Programa de Reaparelhamento da Marinha (PRM), que visa adequar os atuais meios operacionais às novas demandas do país. As principais metas para o exercício 2012-2015 são a conclusão do projeto do primeiro submarino de propulsão nuclear, bem como o início da construção dos três submarinos convencionais a serem feitos no país. Para isso, a Marinha espera finalizar nesse período a construção do estaleiro e da base naval do Prosub.

078 NEW BRAZILIAN NAVY SHIP BEGINS OCEAN CROSSING 2

Nos planos da Marinha ainda estão a construção de oito navios-patrulha oceânicos, três dos quais já foram integrados a frota. A Marinha recebeu neste ano o Araguari, último dos três navios construídos pela BAE Systems, no Reino Unido, de acordo com informações do mercado. O primeiro de sua classe, o Amazonas, foi entregue à Marinha em junho do ano passado. E o segundo navio, o APA, foi finaliza do em novembro de 2012.

Outros cinco navios-patrulha estão em construção no Brasil, no Estaleiro Ilha S/A (Eisa-RJ). E a Marinha ainda negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um possível apoio da instituição para a conclusão dos NPaOc.

A meta é aumentar a frota nas proximidades das bacias petrolíferas, como parte do Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper), que visa sustentar o reaparelhamento. O pacote de financiamento, de cerca de o 5 bilhões, prevê a construção no Brasil de cinco fragatas de 6 mil toneladas cada uma delas, cinco navios patrulha oceânicos de 1,8 mil toneladas e de um navio de apoio logístico de 24 mil toneladas.

É difícil calcular o valor total de investimentos no programa e quanto foi gasto, uma vez que a própria Marinha não divulga os dados atualizados. Para o primeiro período planejado, de 2008 a 2014, estavam previstos recursos da ordem de RS 5,8 bilhões para construção, modernização ou aquisição de diversos equipamentos. As prioridades não mudaram desde então: construção e aquisição de submarinos e torpedos, helicópteros, navios-patrulha, navios-escolta, navios-patrulha fluviais,dentre outros.

Os navios para patrulhamento são importantes, pois o Brasil está negociando com a Organização das Nações Unidas (ONU) para ampliar sua área marítima, de aproximadamente 3,5 milhões de quilômetros para quase 4,5 milhões de quilômetros, cerca de metade do território terrestre do país. Para isso é preciso uma indústria nacional forte, que possa dar conta do aumento das demandas da indústria naval. “Tanto no caso dos navios de patrulha oceânicos, construídos pela BAE Systems, quanto no caso dos submarinos em construção na Itaguaí Construção Naval, teremos transferência de tecnologia da Direction des Constructions Navales et Services, da França, consorciada com a Odebrecht”, afirma Ariovaldo Rocha, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval).

A França foi o parceiro escolhido pelo governo federal, por desenvolver sua própria tecnologia, empregar métodos e processos típicos do Ocidente, que são considerados de mais fácil absorção, além de ser um fornecedor tradicional de material de defesa para o mercado ocidental. “No momento, a França exporta submarinos convencionais Scorpène para países como o Chile, a índia e a Malásia. Acima de tudo, está disposta a, contratualmente, a transferir a tecnologia de construção de submarinos, cujo projeto, construção do próprio reator e seus controles cabem exclusivamente à Marinha brasileira”, afirma Jerson Carneiro, advogado e professor do Ibmec-RJ, especializado em políticas públicas. A Rússia, país que também foi cotado como parceiro, não aceita va transferira tecnologia.

No entanto, a crise na qualificação de profissionais limita essa transferência de conhecimento, e representa um entrave à entrada do Brasil no restrito grupo formado por Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e China como detentor de um submarino nuclear.

“O maior problema é a ausência de profissionais qualificados para o desenvolvimento tecnológico de projetos marítimos de construção de navios e submarinos. Não é à toa que o país está ampliando a concessão de vistos a estrangeiros europeus, estadunidenses e latino-americanos para trabalhar na construção dos projetos nacionais”, destaca Carneiro.

FONTE: Valor Econômico via Resenha do Exército

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

35 Responses to “Reaparelhamento na ordem do dia” Subscribe

  1. wwolf22 8 de agosto de 2013 at 14:58 #

    “Outros cinco navios-patrulha estão em construção no Brasil, no Estaleiro Ilha S/A (Eisa-RJ). E a Marinha ainda negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um possível apoio da instituição para a conclusão dos NPaOc.”

    Essas 05 embarcacoes em construcao nao sao as canhoneiras de 500 Ton nao neh ???
    seriam as da classe Barroso entao ?!?!
    ou sao as do projeto adquirido junto a BAE ??

  2. Marcos 8 de agosto de 2013 at 15:05 #

    A França foi o parceiro escolhido pelo governo federal, por desenvolver sua própria tecnologia, empregar métodos e processos típicos do Ocidente, que são considerados de mais fácil absorção, além de ser um fornecedor tradicional de material de defesa para o mercado ocidental.

    Me parece que foram os franceses que impuseram uma certa empreiteira no negócio. Agora, a informação que a aborção de que a tecnologia ocidental é mais fácil de absorver, vai contra certos entusiastas que adoram equipamentos russos.

  3. Marcos 8 de agosto de 2013 at 15:08 #

    No entanto, a crise na qualificação de profissionais limita essa transferência de conhecimento, e representa um entrave à entrada do Brasil no restrito grupo formado por Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e China como detentor de um submarino nuclear.

    – Que lindinho! Quando a coisa der errado,e vai dar, vão dizer que faltou mão de obra especializada. Depois de um navio torto, o que faremos com um submarino?

    “O maior problema é a ausência de profissionais qualificados para o desenvolvimento tecnológico de projetos marítimos de construção de navios e submarinos. Não é à toa que o país está ampliando a concessão de vistos a estrangeiros europeus, estadunidenses e latino-americanos para trabalhar na construção dos projetos nacionais”, destaca Carneiro.

    – Entendi! Vamos usar mão de obra estrangeira. Dai vai por água abaixo aquela teoria idiota de que transferência de tecnologia se repassa de engenheiro para engenheiro. Se for assim, terminado o contrato com engenheiros, esses vão embora do país e…. bau-bau!!!

  4. Guizmo 8 de agosto de 2013 at 17:03 #

    Alguem tem maiores detalhes sobre o desenho e armamento das tais fragatas de 6.000 t e do Navio de Apoio? Seriam as FREMM?
    Outra coisa: Até tudo isso ficar pronto, a MB vai continuar com as Type 22 ou existe algum plano tampão?
    Abs

  5. Luiz Monteiro 8 de agosto de 2013 at 17:53 #

    Prezado Wwolf22,

    Os 5 navios-patrulha que estão sendo construídos no Estaleiro Ilha S/A, são da Classe “Macaé” e deslocam cerca de 500 toneladas.

  6. Luiz Monteiro 8 de agosto de 2013 at 18:02 #

    Prezado Guizmo,

    Quanto ao design dos futuros escoltas de 6.000 toneladas e do NaApLog, dependerá de qual projeto for escolhido pela Presidente da República.

    Os 7 projetos são: FREMM (italiana e francesa), Álvaro de Bazan (Espanha), KDX II (Coreia do Sul), Fragatas Tipo 26 (Reino Unido), Sachsen (Alemanha) e Zeven Provincien (Holanda) para escoltas e os NaApLog serão do modelo fabricado pelos respectivos estaleiros.

    O relatório já foi entregue à Presidente da República e cabe a ela decidir ou cancelar o PROSUPER.

  7. João Filho 8 de agosto de 2013 at 18:38 #

    “dependerá de qual projeto for escolhido pela Presidente da República”
    Essa foi a ultima gota. Jogo a toalha!!!

  8. nunes neto 8 de agosto de 2013 at 18:46 #

    Bom, o comandante disse que ia construir mais” 10 Amazonas” , o EISA, está construindo 5 Macaé , outros 20 a marinha está querendo que alguém financie a construção e “alugue” para a MB

  9. João Filho 8 de agosto de 2013 at 18:57 #

    Off Topic:

    O USS Miami sera destivado…

    Man torches $400 million nuke sub; Navy’s budget struggles for air

    http://www.cnn.com/2013/08/07/us/navy-submarine-lost/index.html?hpt=hp_c2

  10. wwolf22 8 de agosto de 2013 at 22:09 #

    e as novas “Barroso” ?!?! aonde elas se encaixam ?!?!

  11. MO 8 de agosto de 2013 at 22:38 #

    pelo jeito (graças .. rsss) nada de Tamanduás ….

    Em tempo – Supramax para carregamento de açucar =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/mv-arkas-d5af8-embarque-de-acucar-granel.html

  12. Luiz Monteiro 8 de agosto de 2013 at 23:20 #

    As novas corvetas surgiram da certeza da MB de que nao serao construidos escoltas de 6000 toneladas em numero suficiente para substituir os atuais 14 navios em operaçao.

    Os navios serao de projeto nacional, utilizando o mesmo casco e sistema de propulsao da “Barroso”, mas com uma superestrutura nova com caracteristicas furtivas.

  13. Mauricio R. 9 de agosto de 2013 at 1:21 #

    Ué entre lanchões de desembarque, Macaés e Grajaús, aonde é que a MB arrumou tempo e dinheiro, p/ desenvolver tecnologias c/ “características furtivas”???

  14. Oganza 9 de agosto de 2013 at 8:18 #

    Esse um texto é chapa branca TOTAL.

    Isso está com cara de briefing/release feito pela MB ou qualquer outro gabinete do GF qualquer e entregue para a redação, que por sua vez fez, CONTROL-C CONTROL-V.

    NOSSA, como hoje em dia está está CHATO ler, ver e ouvir os meios de comunicação, que mais parece um disco arranhado que só repet…repet…repet… as mesma coisas.

    Sobra a trilogia e outras QUASE meia dúzia de blogs por ai, AMÉM.

    Abraço

  15. Oganza 9 de agosto de 2013 at 8:23 #

    Aos Editores.

    Não consigo entrar no FORTE, sou eu ou é ele? rs

    a mensagem que aparece é “Este site está desativado no momento.”

    Sds.

  16. wwolf22 9 de agosto de 2013 at 8:59 #

    mas como anda o programa das Barroso ?!?!
    alguem sabe se ele ja esta sendo projetada ???
    Por que a MB nao tem projetos para embarcacoes com casco ao estilo catamara ?!?! nao seria mais interessante ?!?!
    um trimara cairia muito bem tb…

  17. MO 9 de agosto de 2013 at 10:38 #

    Acho que o LM ja respondeu em parte sobre as Tamanduás …

    “As novas corvetas surgiram da certeza da MB de que nao serao construidos escoltas de 6000 toneladas em numero suficiente para substituir os atuais 14 navios em operaçao.”

    Os navios serao de projeto nacional, utilizando o mesmo casco e sistema de propulsao da “Barroso”, mas com uma superestrutura nova com caracteristicas furtivas.”

    Catamaran, trimaran ?

    Em tempo pra quem curte navios mesmo =

    dois 300tões para hoje a tarde =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/mv-cscl-europe-p3vz9-mais-um-334-m-para.html

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/ms-cap-san-marco-lxcq-2o-navio-classe.html

  18. Soldat 9 de agosto de 2013 at 12:25 #

    Tomara que o Brasil domine logo a tecnologia de submarinos dos Franceses visando a independência do setor naval em relação ao armamento naval Inglês.

    Esses barquinhos patrulhas comprados dos Ingleses são muito fracos, mas servem para a guarda costeira no dia que o Brasil criar uma?.

    Vive la France………….

  19. Oganza 9 de agosto de 2013 at 12:35 #

    wwolf22 disse:
    9 de agosto de 2013 às 8:59

    Meu caro, temos que aprender a fazer navios primeiro (retos de preferência), essa “indústria naval” que ficam alardeando por ai é conversa pra boi dormir. Não acredite em nada do que esses caras estão falando dela, estão querendo que nós acreditemos que nos transformamos em uma Coreia da construção naval em 4 anos, enquanto ela (Sansung e Hyundai Heavy Industries) levou 25 anos para atingir esse status. Não sabemos nem fazer soldagem, os técnicos vieram da Coreia pra ajudar com o projeto. Esses navios que estão sendo lançados, são na maioria de projeto coreano e não de putênfia como alardeiam.

    Quanto a Barroso “NG”, já estou preferindo ela do que qualquer escolta dessas ai do PROSUPER, que são TODAS superultramegapuxa FANTÁSTICAS, mas são superultramegapuxa CARAS, vamos parar com a megalomania e comprar o que cabe no bolso e o que dá para OPERAR.

    Obs.: Só para vc ter uma ideia, a Sansung e Hyundai Heavy Industries lançam em média 2 navios por semana, navios do tipo desses ai que o MO vive postando, de uns 300x40m em média.

  20. wwolf22 9 de agosto de 2013 at 13:47 #

    grato Oganza, ta feia a coisa entao !!!!!!!!!

    agora que eu entendi o tal do “tamandua”…

  21. Guilherme Poggio 9 de agosto de 2013 at 15:32 #

    Oganza

    Não tive problema algum no FORTE.

  22. MO 9 de agosto de 2013 at 18:07 #

    Risos, alguem ixprica ai pro wolfe o pq dos nomes e quem são a/as Barreto and Tamanduá .. kkkk eu me recuso a aflar nos nomes orejenaus delas …

  23. MO 9 de agosto de 2013 at 18:09 #

    cabe citar que cada estaleiro coreense tem varias carreiras, permitindo varios lançamentos mesnasis, deferentemente de estaleiros bananicos monocarreristicos genericamente falando (e obvio as trocentas outras diferenças coreenses comparadas com as bananicas

  24. MO 9 de agosto de 2013 at 18:58 #

    Tai o de 334m de hoje, quem gosta ai quase que com qqr tempo … =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/mv-cscl-europe-p3vz9-escala-em-ssz.html

  25. Oganza 9 de agosto de 2013 at 19:00 #

    Guilherme Poggio disse:
    9 de agosto de 2013 às 15:32

    Acabei de tentar e deu a mesma coisa… já vi que sou eu… vou me benzer, talvez funcione… :(

  26. Oganza 9 de agosto de 2013 at 19:08 #

    MO disse:
    9 de agosto de 2013 às 18:09

    O pior é que esse número de 2 navios por semana é uma média baixa, que daria 104 navios por ano, pq no ano passado foram mais de 120 produzidos pela Sansung e Hyundai. Isso sem contar as plataformas de petróleo… enquanto isso e m “bananicas” rsrsrs

    E MO, se um CSCL Europe desses estiver a uns 5 nós e reverter os hélices, quanto tempo ou quilômetros leva para ele parar por completo? Ou é só com os rebocadores mesmo?

  27. MO 9 de agosto de 2013 at 19:57 #

    nao tenho a info precisa do seu full speed astern, mas leva um tempó, pelo deslocamento, em alta veloc nenhum cabo de reboque aguentaria e possivelmente nenhum Rb acompanharia, mesmo de cabo passado, mas como te falei, nao tenho sua full speed astern …

  28. MO 10 de agosto de 2013 at 12:19 #

    melhor dizendo, agora vi melhor, li rapido, mas mesmo a 5 nós demanda um certo tempo para uma subita parada, ira se deslocar por uma boa distancia até parar o seguimento, isso é possivel sim, mas depende da distancia e condição do local de como e para que isto. o ideal eh o conjubto reduzinsndo a veloc eantes deste ponto e auxilio dos RB´s

    Me desculpe, li rapido e li full speed ao inves de 5 nós

  29. Oganza 10 de agosto de 2013 at 17:00 #

    Vlw MO, te perguntei isso porque sempre imaginei que em caso de “barbeiragem” do Capitão ou do Prático, iria ser um acidente lento, muito lento, praticamente em câmera lenta, e todos ali dentro já sabem o que vai acontecer, só não podem fazer nada para evitar, no máximo, minimizar o estrago. E fico imagino todos se preparando para a uma possível colisão iminente em 5 minutos (? – uma eternidade), mas sem poderem fazer nada, só esperar. Acho que ansiedade não combina com os “manobristas” de porto não. rs

    Abraço.

  30. MO 10 de agosto de 2013 at 20:12 #

    é bem por ai uma fração de segundos que dura 3-5 min …

  31. MO 10 de agosto de 2013 at 23:35 #

    Atualizando = para quem gosta de Supramax, como eu =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/mv-ignazio-3fey6-supramax-construido.html

  32. MO 10 de agosto de 2013 at 23:36 #

    em tempo = MB previstos para SSZ =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/navios-da-mb-esperados-previstos-para.html

  33. masadi45 12 de agosto de 2013 at 16:10 #

    Passei em frente do Arsenal de Marinha ,semana passada e, notei que havia uma embarcação que não consegui identificar. Não é da classe amazonas , tem convés diferente , com abertura nos bordos. Alguém saberia do que se trata estas embarcações? Não há indicativo nas laterais, mas é nova e grande. Agradeço

  34. MO 12 de agosto de 2013 at 16:14 #

    seria o Warao ? venezoelico ??

  35. daltonl 12 de agosto de 2013 at 19:24 #

    É o Warao mesmo da Armada Bolivariana da Venezuela…OPV de indicativo PC-22 mas conforme também vi o indicativo foi removido sabe
    se lá por qual razão.

    Faz um ano agora que ele encalhou no nordeste e desde março encontra-se no AMRJ para ser reparado.

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