USS Sterett

vinheta-clipping-navalOs navios da Marinha de Guerra dos EUA e da Frota Real do Reino Unido que estão no leste do Mediterrâneo, possivelmente, efetuarão um ataque aéreo contra alvos na Síria já na noite de quinta para sexta-feira, logo depois da votação no parlamento britânico em apoio da operação militar contra o regime sírio, informa a imprensa e televisão norte-americanas.

Pressupõe-se que o ataque pode durar várias horas, entre objetivos principais citam unidades do Exército da Síria que podem potencialmente usar armas químicas, bem como os Estados-Maiores, centros de comunicação e complexos de lançamento de mísseis, afirma a mídia, se referindo a uma fonte anônima no Pentágono.

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FONTE: Rádio Voz da Rússia / Infografia: Bloomberg

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

18 Responses to “Navios da US Navy e Royal Navy devem atacar a Síria na noite de quinta para a sexta-feira” Subscribe

  1. Wagner 28 de agosto de 2013 at 13:18 #

    Bom se eu fosse o comandante geral sírio, mandaria todos os aviões que tenho se armar e atacar de uma vez só os navios yankees.

    Deixo a partir de agora todos abastecidos, armados e com os pilotos ao lado, só aguardando. Ao primeiro sinal de ataque, para as 20 bases : decolem agora, reunam-se sobre tais e tais pontos, e ataquem os navios americanos.

    Ao menos morreriamos gloriosamente…

    Eles tambem podem sair da Síria e refugiar-se no Irã, mas isso seria a máxima da covardia.

    Assad deveria despachar aviões cargueiros para Irã para formar um governo reserva alauíta, ou seja , se ele morrer, parte do governo fica no Irâ para ” assumir” o país.

    Pelo menos alguns batalhões sírios deveriam formar um comboio e fugir via Iraque rumo ao Irã, para garantir que esse governo tenha alguma força no futuro.

    O Sírios precisam botar seus caças no ar, não adianta ficarem parados nas bases, decolem e façam alguma coisa !

  2. Galante 28 de agosto de 2013 at 13:31 #

    Wagner, se os sírios colocarem os caças no ar, vão servir de tiro ao alvo para os americanos.

  3. eduardo.pereira1 28 de agosto de 2013 at 14:25 #

    Wagner pra sua tristeza o que o Galante disse é a mais pura verdade, seria legal ver no youtube o video dos DDG’s se defendendo (fora os caças ingleses e franceses abatendo como em video game ), pra Russia talvez até seria melhor pra poder vender Su-35,Mig 35 etc. pro novo governo (por mais que acredito que comprará do Tio Sam depois de assistir o show)!!!

  4. MO 28 de agosto de 2013 at 15:00 #

    Tbm acho que sera um repeteco do Iraque e Libia, mas, mas, conjectura total, se isso acontecer , o bixo pegar e os siriecos criarem coragem e acertarem um, ai cara vai ser uma festa, vai ser um atras do outro …

  5. MO 28 de agosto de 2013 at 15:39 #

    aproveitando, este é um dos nossos – classe 49 da Transpetro =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/nt-itamonte-ppsu-classe-49-transpetro.html

    e mais um grandão de 334 m em primeira escala em SSZ =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/08/mv-cscl-oceania-vrbi2-primeira-escala.html

  6. Renato Oliveira 28 de agosto de 2013 at 16:04 #

    Israel demonstrou recentemente que as defesas sírias tem mais furos que uma peneira. Isso com vetores bem menos numerosos que a OTAN, embora a qualidade seja equivalente ou superior, pelo menos em alguns casos.

    Com a pouca distância das bases disponíveis até o território sírio, acredito que os drop tanks não serão necessários. Ou seja, as aeronaves poderão levar a dotação completa de armas.

    Vai ser o maior massacre já visto naquelas bandas, se a OTAN quiser.

    O problema é depois. Jihadistas assumirão o poder. Isso não vai pestar.

  7. Wagner 28 de agosto de 2013 at 16:10 #

    Eduardo

    Para minha tristeza ??? Infelizmente para vc, eu não sou nenhum fã incondicional dos sírios, aliás nunca liguei para eles.

    Mas lamento que a Força aérea deles vá em 5 dias ser destruída.

    E lamento que as potências ocidentais vão, de forma ilegal, e imoral, basear-se numa farsa para atacar um país que deve resolver seus problemas internos sozinho.

    Agora, se vc garoto, fã dos USA e que gosta de falar sobre ” o malvado Assad” , chama o massacre de show…

    Vc sabe que quem fez o ataque químico foram os rebeldes, somente eles ganhariam algo com isso.

    Os USA sabem. A França sabe.

    Mas, para sua felicidade, de fato o Galante está certo, a Força aérea Síria tem poucas chances.

    Acho que nem chaff-flares eles tem, talvez os Migs 29 o tenham, já os demais…

    aproveite seu show, garoto…

  8. mdanton 28 de agosto de 2013 at 18:40 #

    Olha! De Boa! Esta mais do que na hora de essas tais “coligações de forças” para “salvar vidas” em revoluções elaboradas no exterior pelos mesmos países que agora montam e ameaçam outros governos pelo mundo TOMAREM UM PUTA PAU ou pelo menos uma PUTA baixas. Não é mais possível esse tipos de atitudes de sabotadores que se passam por bons mocinhos. ASSAD …faça um ataque preventivo…liga o foda-se. Russia se tá dando mole para safados…se tá sendo coroída pelas bordas. TROUXAS! Esse papo de “mundo livre” (Eu ricão e você mediano ou pobrão) esta surrado o discurso. Esta merda de atitudes ainda vai se vira para o Brasil num futuro não muito longe….A Venezuela vai dançar logo..logo..podem apostar.

  9. joseboscojr 28 de agosto de 2013 at 20:53 #

    Se as autoridades americanos, principalmente o Obama, depois de verem as fotos de crianças inocentes sírias mortas pelo agente químico sabem que o ataque partiu dos “rebeldes” e mesmo assim vão atacar o governo sírio repetindo o cantilena mentirosa contra o Sadan e na sequência deixar os verdadeiros culpados impunes, aí devo concordar que os EUA fazem mesmo por merecer alguns 767 na fuça.
    Espero estar errado e tomara que as provas da responsabilidade do governo sírio sejam contundentes caso contrário minha dignidade não permitirá mais pronunciar ou escrever uma palavra sequer defendendo o indefensável.

  10. Ozawa 28 de agosto de 2013 at 21:27 #

    O problema da Síria são os sírios… Sejam “insurgentes” ou “leais”…

  11. Colombelli 28 de agosto de 2013 at 21:54 #

    De minha parte, podem se matar até o ultimo. Assad e os rebeldes são farinha do mesmo saco. Se fosse contribuinte norte americano, a unica finalidade que aceitaria para os meus impostos, é armar aos dois lados para se aniquilarem reciprocamente.

  12. G-LOC 28 de agosto de 2013 at 22:52 #

    Para ações limitadas usam mísseis cruise lançados de navios e submarinos, talvez dos B-52 com os CALCM. É uma capacidade que a MB poderia ter em algumas fragatas. Daria apenas capacidade ofensiva limitada, mas a aviação embarcada também teria capacidade limitada.

  13. G-LOC 28 de agosto de 2013 at 22:54 #

    Os sirios comprara os Yakhont anti-navio. O alcance de 300 km ainda é limitado contra os navios americanos com os Tomahawk tendo alcance de 1.600km a 2.500km.

  14. joseboscojr 29 de agosto de 2013 at 0:35 #

    Mesmo que os navios americanos entre no alcance do Yakhont quem é que vai designar os alvos OTH?
    A defesa externa de um grupo tarefa nucleado em um porta-aviões da USN chega a mais de 600 km de distância e nada adentra esse espaço impunemente.

  15. Edgar 29 de agosto de 2013 at 7:29 #

    Bosco e G-LOC, mas numa “salva” de mísseis anti-navio voando a baixa altitude com trajetória e alvo baseados em dados adquiridos pela inteligência Síria, não seria possível que algum dos mesmos adentrasse o raio de defesa do grupo tarefa e engajasse uma das embarcações?

    Caso os Sírios tenham algum satélite militar ou acesso a algum спутник, poderiam guiar os mísseis por meio de algum sistema de posicionamento global, ou não?

  16. G-LOC 29 de agosto de 2013 at 8:06 #

    bosco, um pesqueiro com um GPS e um telefone de satélite passa os dados. Pode ser até um navio russo. Também não vi previsão para enviarem um porta-aviões. Acho que a cobertura aérea vem de terra.

  17. joseboscojr 29 de agosto de 2013 at 9:09 #

    Eu não tinha me atentado ao fato que não há um porta-aviões. Aí a coisa complica.
    Havendo um PA fica difícil até mesmo para um pesqueiro ou petroleiro designar os alvos para as baterias costeiras tendo em vista que o ambiente eletrônico ao redor do GT estaria inundado de interferência devido ao uso defensivo dos EA-6 e EA-18G.
    Mas há sim essa possibilidade num local confinado como ao mar Mediterrâneo.
    Aí o jeito são os navios americanos permanecerem fora do alcance das baterias terrestres.

    Edgar,
    O jeito da inteligência Síria ter essa informação é por algum meio que esteja nas proximidades do Grupo Tarefa, seja naval ou aéreo.
    Há também a possibilidade do uso de satélites, mas os russos não usam mais seus satélites radar e apenas satélites ELINT. Eles não são ideias para uma solução de tiro.
    Satélites de reconhecimento fotográfico creio que são pouco úteis também para uma solução de tiro em tempo real,

    De noite agente conversa mais.
    Um abraço a todos.

  18. joseboscojr 29 de agosto de 2013 at 12:12 #

    agente = a gente
    ideias = ideais

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