Mais um primo rico

HTMS Krabi

A Royal Thai Navy (RTN) incorporou oficialmente seu primeiro OPV (offshore patrol vessel) no estaleiro naval Mahidol Adulyadej, no dia 26 de agosto.

O HTMS Krabi foi construído em Bangkok sob um contrato de transferência de tecnologia assinado com a BAE Systems em 2009. O OPV de 90m de comprimento é baseado na classe “River” de 80m da Royal Navy (que entrou em serviço entre 2003 e 2007), e é similar aos três OPVs que a BAE Systems está fornecendo à Marinha do Brasil.

Com a quilha batida em setembro de 2010 e lançado em dezembro de 2011, a entrega do Krabi seguiu-se ao final das provas de mar que “excederam as expectativas”, segundo a BAE Systems.

HTMS Krabi - 6

Krabi_2

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

38 Responses to “Mais um primo rico” Subscribe

  1. fragatamendes 2 de setembro de 2013 at 20:33 #

    O nosso Pais não é pobre e a nossa MARINHA pode tirar alguns dólares do seu orçamento e também equipar os nossos Classe AMAZONAS com armamento de tubo de 76mm assim como colocar outro tipo de armamento a mais caso seja necessário, vamos esperar para ver.Um abraço a todos do MENDES.

  2. Oganza 2 de setembro de 2013 at 22:44 #

    Classe River – Futuro da MB.

    e SE tudo der certo, construiremos algumas (umas 3) unidades mais anabolizadas para serem as nossas escoltas.

  3. Guizmo 3 de setembro de 2013 at 13:43 #

    Pois é, quando as NPaOc da MB vieram, eu e alguns outros colegas aqui comentamos sobre a falta de armamento etc.

    Isso sim é um navio de patrulha! Desculpem os entendidos, especialistas navais, mas esses 3 navios da MB são ridículos, não fazem frente nem a piratas somalis…..

  4. wwolf22 3 de setembro de 2013 at 14:26 #

    o maximo que a MB consegue construir sao lanchas escolares para a populacao amazonica…

  5. MO 3 de setembro de 2013 at 15:06 #

    Guizmo, analise seu questionamento, analize a Tot da Marinha Tailandesa, a Geografia da Tailandia e a função destes navios la, ai vc pega os nossos, analise nosso territorio e a função na nossa marinha tambem correlato aos meios de ESQUADRA e nao distritais, logo, vc concluirá que =
    ( ) Falta ICBM VLS nos nossos
    ( ) Diferentemente da Marinha Tailandica eles realizam patrulha Oceanica e não função de Cv
    ( ) Exagerei e conclui erado meu comentario

  6. Guizmo 3 de setembro de 2013 at 15:52 #

    Opção C, MO

  7. Guizmo 3 de setembro de 2013 at 15:59 #

    8 mil KM para patrulhar, com falta de meios e milhões de km2 de área “amazonia azul”, não cabe navio com canhão de 30mm. Sorry…
    Essa historia de função é lenga lenga, se o navio é de patrulha, ao patrulhar, precisa ser bem armado (não quero SSM de longo alcance, não eh isso), mas senão chama de aviso oceânico

  8. Wagner 3 de setembro de 2013 at 15:59 #

    eu falei que as nossas eram sub-armadas…

  9. MO 3 de setembro de 2013 at 16:24 #

    ai mudou a explicaçao e te coloco em cima = como justificar o custo operacional (imagina eventualmente de uma embarcação do tipo) em uma marinha de parcos recursos, em detrimento da esquadra propriamente dita, para a mesma função que eh dar corrida em barcos pesqueiros nos tais milhoes de KM2 de mar. O dia que uma nação continental depender de um NPaOc ou de uma Cv para defender seu territorio e vc contar com isso em um pais continentL, com pouca região insular determ como CM o Santo Expedito, ou uma tremenda sorte ou ser tão levado a sério como seria São Tomé e Principe, ou Belize ou algum pais com as mesmas pretenções destes paises (Mesmo que o exemplo nao enquadre o caso, pois ambos nao são continentais). Navios de combate, sim estes devem ser bem armados, acreditar que navios distritais sao navios de combate ou que poderiam realizar esta função em um oceano aberto é ser no minimo muito otimista. Outra coisa que nunca engoli este papo que seriam usados tbm em auxilio em operações de resgate e salvamento .. Papo furado eles nao tem nada para isso salvo uma plattaforma no meio do mar como qualquer uma com est possibilidade, navios de socorro e resgate são uma coisa muuuittto diferente (Isso não foi vc que falou).Mas é o tal negocio foram muitos que creem que deveriam ser mais armados e tal, quem se algum sapiencia metido a politico de arake de BSB veja estas coisas e crie um ProSuper NPA em negligencia a umaa esquadra de combate oceanica. Bom obvio e eventualmente tem a possibilidade que vi a respeito e acredito estar errado tbm … é possivel

    Em Tempo qual a dif de um Aviso Oceanico e um NpaOc ?

    PS: como vc deve ter observado detesto escvrever muito, tanto por nao ter saco como minha perda acentuada de visao acentuada, desculpe me alongar muito no texto

  10. Marcelo Andrade 3 de setembro de 2013 at 16:29 #

    Sei não, O Teatro de Operações em que operam estes navios vão operar é muito diferente do nosso. Vocês podem consultar o mapa e ver que a região é cheia de piratas: Golfo da Tailândia, Estreito de Málaga, uma das regiões mais perigosas para as Marinhas Mercantes.

  11. MO 3 de setembro de 2013 at 16:36 #

    Concordo o Estreito de Malacca é perigosso, mas do mesmo jeito sao os 25 mm e as 0.50 que vao fazer o serviço por lá, apesar de nao seria totalmente contra o oto, masss voltamos ao ponto pouco pratico contra embarcações de Comate

  12. Oganza 3 de setembro de 2013 at 16:48 #

    Guizmo,

    Parabéns, vc entrou para a história do Naval, o Sr. fez o MO dar MAIS DE 500 TOQUES em um post. rsrsrs

    MO, do jeito que andam as coisas, o Guizmo vai ter razão e a classe River será o principal meio da esquadra e SE dermos MUUUUITA sorte, virá umas Barrosos com uns 2 músculos a mais.

    E a história do AVISO OCEÂNICO, será isso mesmo: “Estou AVISANDO, sou a maior coisa que enfrentarás por aqui”…

    Afff é triste chacotear uma coisa tão séria. Antes fosse mentira.

    Grande Abraço…

  13. MO 3 de setembro de 2013 at 17:23 #

    é verdade .. o que mais enche eh que ciclicamente estamos na mesma situ … se tiverem oportunidade leiam a materia do DDC na FD nr. 7 sobre a Lobster War e vera que nao estavamos tão diferentes do que hoje evem qqr periodo desde a “maravilhosa e obsoleta em 2 ‘minutos’da esquadra de 1910″ e outra na sequencia desde então

    Colocando o cerebro no cooler e debaixo do ventilador, deu overheating pelo esforço pensastivistico de ostra … razões que vc detectou Oganza .. to com dor de cabeça … o cerebro ta doendo, over uso .. kkk, abs

  14. MO 3 de setembro de 2013 at 17:25 #

    Ah por falar no Estreito de Malacca, um Porta container de 5.065 teus em primeira vgm a SSZ que passa por lá em sua rota E. Oriente x ESA coast =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/09/ms-mol-generosity-a8wh2-primeira-escala.html

  15. maxi47 3 de setembro de 2013 at 17:31 #

    A marinha da Tailândia, a marinha da Tailândia…..

  16. Guizmo 3 de setembro de 2013 at 18:56 #

    Oganza,
    Estou aqui emocionado pois estava lendo o comentário do MO pensando justamente isso, kkk.

    MO,
    Primeiramente, sinto-me honrado por seus 500 caracteres destinados ao meu comentário. Confesso que tenho dificuldades em entender o que vc escreve, mas como sei que você é especialista no tema, me esforço pra compreender, amigo.

    Para mim, que não sou do meio naval, um Aviso Oceanico e um NpaOc tem apenas uma diferença: Armamento. Pra falar bem a verdade, nunca engoli esses NaPaOc – ou você tem Navio de Patrulha, tipo Aratu, 500 ton (sei lá se é essa a tonelagem) e 2 metralhadoras ou você tem uma Corveta, equipada com armamento de tubo decente e que imponha respeito.

    Agora, navio patrulha de 1,8 mil ton, equipado com metranca, pra mim é piada – o custo operacional já existe, colocar um canhao de grosso calibre não fará muita diferença

    Abs

  17. MO 3 de setembro de 2013 at 19:34 #

    ah meio que ja tinha comentado isso por tabela que pelo oto nao era nem tao contra. Para mim, pessoalment NPaOc e AvOc é a mesma coisa so que um tem o nome mais aviadado (no caso o NPaOc), prefiro AvOc, sou da antiga

  18. GUPPY 3 de setembro de 2013 at 21:03 #

    Guizmo,

    Parabéns pelos mais de 500 toques do MO. Agora, Navio de Patrulha, tipo Aratu?
    O Aviso Oceânico (Oceanográfico) Bauru poderia ter sido chamado de Navio Patrulha Oceânico Bauru?

    Abraços

  19. nunes neto 3 de setembro de 2013 at 22:10 #

    Aratu, não é varredor?Sinceramente, esteticamente fica bonito, agora , na prática, para a função, é um exagero desnecessário, um de 40mm tá bom de mais,quero saber ao longo de toda a história da marinha, quantas vezes um navio patrulha deu um balaço em um barco de pesca?Já pensou um tiro direto de 76mm em um barco de pesca, a primeira opção vai ser usar as lanchas para abordagem ou o helicoptero, manda um helicoptero armado com uma vulcan minigun quero ver se o pesqueiro não para!Uma 76mm em um Navio patrulha é exagero deixa para as corvetas, o navio patrulha iria passar 30 anos com essa arma na frente e iria dar no máximo um 20 tiro ao longo desse tempo só em treinos, com a 30mm, 40mm, talvez as utilize mais, mesmo em treinos.Abçs

  20. MO 3 de setembro de 2013 at 22:34 #

    sim, perfeitamente

  21. MO 3 de setembro de 2013 at 22:38 #

    and na minha otica os avisos oceanicos mais punks do mundo são os A 69 (D´Estienne D´Orves .. ou algo assim), tanto que la eles, segundo os proprios francelicos são Avisos .. so que um TO beeem diff dos nosso pois eles tem territoririos ultramar e insulares e nos temos apenas territorios na 4a dimensão .. (nao preciso dizer onde é ne …)

    La ofissialmente os A69 em Francelico são Le Bateu de Recadô (Aviso)

  22. giltiger 4 de setembro de 2013 at 16:49 #

    Os NaPaOc classe Amazonas foram adquiridos de OPORTUNIDADE “AS IS” na configuração destinada a Marinha de Trinidad e Tobago.

    QUALQUER comentário sobre a adequabilidade da sua configuração é simplesmente DESCABIDA.

    A grande vantagem foi o curto espaço de recebimento das unidades, o preço bem em conta com o SUPER BÔNUS da licença de construção e de todos os seus planos de projeto.

    Estes planos (junto com os da Classe Barroso) estão sendo atualizados e configurados as missões da MB para o futuro.

    QUANDO e SE for utilizada a licença local de produção se poderá discutir a configuração definitiva de OPV de 90m e 1.700 ton de deslocamento da MB.

    Esta prima da Classe Amazonas foi construída no território tailandês numa configuração especificada pela marinha local.

    Um artigo comparativo dos dois navios pode ser um útil indicativo para uma futura configuração da MB diferindo os sistemas finais pelas tradicionais cadeias de fornecimento logístico das duas marinhas…

  23. giltiger 4 de setembro de 2013 at 16:58 #

    As três unidades adquiridas CERTAMENTE passarão por uma avaliação especial de adequabilidade de sua configuração atual.

    Deste estudo que se gerará OU NÃO um programa para substituição/inclusão de sistemas a curto-médio prazo e POSSIVELMENTE quando no decorrer da sua vida operativa chegar o momento do seu primeiro Período de Manutenção Geral (e se então já estiver definida a configuração desejada pela MB) a força estudará a viabilidade/oportunidade/economicidade de igualar ou aproximar a configuração existente nas três primeiras unidades adquiridas das eventuais unidades que venham a ser construídas no país já configuradas pela própria MB…

  24. giltiger 4 de setembro de 2013 at 17:11 #

    Aliás segundo o Prosuper a PREVISÃO que consta nos documentos oficiais é de 8 unidades de NPaOC para aquisição da MB.

    Portanto contando os 3 já recebidos, A PRINCÍPIO, seriam construídos mais 5 unidades da Classe Amazonas em estaleiros nacionais…

  25. MO 4 de setembro de 2013 at 18:22 #

    É o tal negocio Giltiger, do jeito que as coisas funcionam por aqui isso eventualmente pode ser um perigo, imagina um refit ou configuração melhor armada de um amazonas e dai virar o novo e definitivo navio de combate da MB … Não duvide desta hipotese ..

    Mesmo adquiridos “As Is” creio ser a configuração para função de navio nao combatente em função OPV (ACHO EU)

    _______________________________________________________________________

    Em tempo – Em aparente otimo estado de conservação NT construido em 1978 com carga de Ethanol Neutral Grade (O mais chatao e delicado dos Ethanois para Angola (bom os tanques são SS !) =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/09/mt-vinlandia-h8ro-embarque-de-ethanol.html

    Contribuição de leitor – N/T Stena Primorsk suspendendo a noite de SSZ =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/09/mt-stena-primorsk-2cko8-suspendendo-de.html

  26. nunes neto 4 de setembro de 2013 at 18:58 #

    giltiger, o Prosuper tem como um dos objetivos adquirir o projeto e construir 5 NpaOc,o modelo ainda não foi escolhido,oficialmente não, lembra que a compra é em pacote, Fragatas, patrulhas….. O Comandante disse que ia construir mais 10 Amazonas, mas não falou que os 5 do Prosuper saíram do pacote.Abçs

  27. Observador 4 de setembro de 2013 at 19:57 #

    Mudando de saco para mala.

    Fico imaginando quanto sairia para construir uma nova “Niteroi Class”, considerando que ainda tivéssemos todos os projetos e a expertise necessária (esta eu acho difícil). Sem mudar nada de sua estrutura, nada de stealth, nada de invencionice.

    Sim, porque o que é melhor: pegar uma Maestrale ou uma Oliver Hazard Perry usadas até o osso ou fazer uma nova Niteroi?

    O que custaria mais: um novo-navio-velho (Maestrale ou Perry) ou um velho-navio-novo (Niterói)?

  28. daltonl 4 de setembro de 2013 at 20:31 #

    Baseando-se na transferência da USS McInerney, uma OHP ao Paquistão que custou cerca de 65 milhões de dólares em manutenção, seria possível adquirir 4 OHPs pelo preço de uma única velha-nova Niterói e ainda sobraria muito dinheiro.

    Tomara que o MO não leia sobre essa sua ideia… :)

    A ideia de adquirir OHPs seria uma solução temporária, para no máximo
    dez anos de uso, substituindo as T-22s um pouco antes do que a marinha pretende e quem sabe mesmo a Defensora que continua parada no mesmo lugar desde que fui ao Rio em 2011 e agora novamente em 2013 e há boatos de que poderia vir a ser canibalizada para manter as demais Niterois.

    Até lá, 2024 mais ou menos, uma solução já teria sido encontrada e já teriamos novas fragatas em construção com ajuda estrangeira e não teriamos docas ocupadas e recursos desviados em construir navios de projeto dos anos 60.

  29. joseboscojr 4 de setembro de 2013 at 20:46 #

    Temos 3 “Amazonas” o que representa 9 canhões basicamente semelhantes (3 de 30 e 6 de 25 mm).
    Pra mim rsrsrsss já temos canhões para mais 6 novos navios patrulha já que não precisa mais do que um canhão em cada, mais duas .50.
    Pega esses 6 canhões “excedentes” de 25 mm, troca o cano e mais “unas cositas más” e padroniza tudo com o calibre 30 mm x 173.
    Canhão de navio patrulha serve para tiro de advertência e perfurar bloco de motor diesel e um de 30 mm tá passando de bom.

  30. joseboscojr 4 de setembro de 2013 at 20:48 #

    Já esse daí de cima é pra outro cenário e a combinação 76 mm e dois de 25 mm é bem equilibrada.

  31. Observador 4 de setembro de 2013 at 20:49 #

    daltonl disse:
    4 de setembro de 2013 às 20:31

    Qual nada. O MO até que é bem paciente comigo!

    Mas o problema de uma Maestrale ou uma OHP não é o custo de sua aquisição. De repente, o Tio Sam poderia até nos passar umas quatro Perry por um preço simbólico.

    Mas e o custo de manutenção de um navio usado até o caroço ao longo de dez anos, em face de uma nova Niterói, será que é tão melhor assim?

    Por outro lado, enquanto digitava meu comentário, lembrei do saudoso Presidente itamar e seu fusca (tempo bom aquele, em que não surgia um escândalo por dia em Brasília).

    O Presidente Itamar teve a idéia de ressuscitar o fusca como carro popular. O problema que o tempo passou, o projeto envelheceu e o carrinho, com todas as suas limitações, saia mais caro que um carro popular de modelo novo.

    Parece que o projeto da Niterói tem o mesmo problema.

  32. joseboscojr 4 de setembro de 2013 at 21:03 #

    Ah! Só lembrando que o M-242 e o Mk-44 guardam entre si 70% de semelhança.
    Fazer um virar o outro é facim-facim.

  33. daltonl 4 de setembro de 2013 at 21:07 #

    Pois é Observador…quanto tempo vc acha que levaria para construir uma Niteroi ? Uns 8 anos com sorte, praticamente o mesmo tempo que usariamos uma OHP usada.

    Para se ter um mínimo custo-beneficio, pelo menos umas 4 Niterois teriam que ser construidas…mais de um bilhão de dólares para termos 4 navios obsoletos, nenhuma capacidade de crescimento para operarmos até 2060 +++ ?

    O que a Marinha precisa, infelizmente como está ocorrendo com a FAB,
    caso o PROSUPER seja adiado, é um tampão para as fragatas até que possamos ter um substituto à altura além de já construir as Barrosos Modificadas.

  34. MO 4 de setembro de 2013 at 22:18 #

    Ja falei, meu lado sentimental quer ir a bordo de uma Perry, o meu lado chato diz = Sei não, se isso tudo nao vira um Amazonas-Tamandua daqui ha uns 15 anos …

  35. MO 4 de setembro de 2013 at 22:22 #

    M U I T O O B R I G A D O BOSCO, Npa armado com 16′ para ‘”ombate”, “defesa’ etc em pais com nosso tamanho, pretenção vontade nosso sei la o que …é doze …

  36. joseboscojr 5 de setembro de 2013 at 17:18 #

    MO,
    Npa com canhão de 16′ até que não é má ideia. O tiro de advertência seria fenomenal e não iria ter cristão que não parasse..rsrsrsss

  37. MO 5 de setembro de 2013 at 18:45 #

    rsss o problema seria o NPa tbm ficar de pé após um tiro (coom o recuo and tremedeira and coisas afins), mas eh o tal negocio ne, ninguem falaria que “Eh mau armado” .. kkkk iria agradar a sapiencia todinha .. .kkk

  38. Guizmo 6 de setembro de 2013 at 14:54 #

    é mau armada,rs

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