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O documentário History of the Royal Navy – Steam, steel and Dreadnoughts (1806-1918) relata a trajetória da Marinha Real Britânica desde os anos de imperialismo global no século XIX até o fim da Primeira Guerra Mundial. O documentário é apresentado pelo príncipe Andrew, duque de York e Capitão-de-Fragata da Marinha Real.

FONTE: Militaryphotos.net

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

14 Responses to “Vídeo: History of the Royal Navy – Steam, steel and Dreadnoughts (1806-1918)” Subscribe

  1. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 12:01 #

    Muito do que a Gloriosa é hoje se deve à Royal Navy.

    Com todos os cortes de orçamento dos últimos anos, a RN permanece como uma das forças navais mais respeitadas do mundo. Afinal de contas são 250 anos de tradição e disciplina.

    Afundar um navio da Royal Navy era, e provavelmente ainda é, assinar a própria sentença de morte.

    Que o digam Maximilian Von Spee e Ernst Lindemann

  2. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 13:05 #

    Interessante constatar:

    A França lança o Gloire em 1859. Considerado por muitos o primeiro encouraçado do mundo, embora a proteção blindada começava à partir da linha d’água.

    A Royal Navy responde em 1861, com o HMS Warrior. Primeiro navio de guerra totalmente de aço. Primeiro com canhões de retrocarga. Primeiro com uma cidadela interna blindada.

    Interessante constatar a capacidade dos ingleses de aperfeiçoar inventos já existentes. Foi assim com a construção em aço. Foi assim com a torre giratória.

    Vejo o período 1890-1906 como o auge do poder naval britânico. Aquela foto da linha de encouraçados no Jubileu de Diamante de VR é emblematica.

    Até o desafio alemão iniciado com a Primeira Lei Naval de 1898.

    Mas essa glória também vinha acompanhada de erros graves de doutrina:

    1 – Os cruzadores de Batalha – a menina dos olhos de Fisher. Concebido à partir de uma certeza equivocada de que a velocidade compensaria sua fraca blindagem. Os quase 6000 mortos do Indefatigable, do Queen Mary, do Invincible e do Hood mostraram da pior forma o erro conceitual;

    2 – O pouco investimento em uma força de submarinos. Basta ver o estrago que a pequena flotilha britânica do Báltico fez no transporte de aço para o Império Alemão. Tivessem os britânicos uma frota de submarinos equiparada à de U-boats, e a guerra teria terminado um ou dois anos antes.

    3 – A construção de uma gigantesca esquadra sem adequadas comunicações e uma estrutura de C². Esse foi o principal fator para o desastre de Coronel e uma inconclusão da batalha de Jutland.

    PS: no instante 24:02, no fundo há uma maquete de um clássico – Oberon Class.

  3. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 13:13 #

    Quando eu tiver tempo, escreverei um artigo sobre a Batalha de Coronel/Falklands – que farão 100 anos em 2014.

    São as minhas favoritas, pois evidenciam dois dos três erros por mim anteriormente citados.

    Poucos sabem, mas na batalha das Falklands o Invincible por muito pouco não foi partido em dois.

    O aviso foi dado, mas foi ignorado. Com trágicas consequências.

  4. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 13:14 #

    Eita, meu terceiro comment não apareceu. Acho que caiu no spam…

  5. MO 6 de setembro de 2013 at 13:14 #

    Sim, coronel foi um ‘mess’ em comm. Uma pena que o conceito dos cruzadores de batalha nao vingaram, apesar de ter sido a decisão certa pois como vc memsmo citou a veloc nao os salvou da falta de blindagem em pontos criticos !

  6. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 13:22 #

    ^^^ A idéia original dos cruzadores de Batalha era compor uma força de esclarecimento.

    Mas foram usados, erroneamente, como navios capitais – não tendo a menor condição para isso, por não possuírem blindagem adequada.

    Exceção dou aos cruzadores de batalha alemães, que eram melhor compartimentados e blindados. Aguentaram o tranco em Jutland, basta ver como o Seydlitz chegou em Kiel.

    Exceto o Lützow, que teve que ser afundado pelos contratorpedeiros tedescos, por não ter mais condições de navegar.

    Mas nenhum deles tiveram o fim trágico dos battlecruisers ingleses.

  7. Fernando "Nunão" De Martini 6 de setembro de 2013 at 14:03 #

    De fato, Rafael, como você diz no comentário que ficou preso no spam mas acabei de liberar, a batalha das Falklands trouxe riscos para os cruzadores de batalha britânicos. Mas pode-se dizer que nela esses navios se sobressaíram por cumprirem muito bem uma das missões para a qual também foram concebidos: serem uma força de ação rápida para ações mais distantes.

  8. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 14:22 #

    ^^^ Vero, Fernando.

    Mas em Jutland, foram usados como navios de linha – um erro que custou a vida de pelo menos 4.000 marinheiros.

    Não tinham blindagem para isso, e o combate com Spee já tinha evidenciado tal fraqueza, quando um projétil de 8,2 pol atingiu o depósito de carvão que ficava ao lado do depósito de munição das torres “P” e “Q”.

    Por sorte, não explodiu. Caso contrário, a batalha das Falklands teria tido um fim bem diferente.

  9. daltonl 6 de setembro de 2013 at 14:31 #

    Rafael…

    “Coronel e as Falklands”, um livro que comprei ainda no século passado
    e uma excelente leitura, retratando a coragem e competencia de ambos adversários, apesar do suicídio quase certo em Coronel.

  10. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 14:33 #

    Complementando:

    O projétil de 8,2 in foi disparado pelo SMS Scharnhost, e o battlecruiser atingido foi o Invincible.

    Que seria um dos três battlecruisers partidos ao meio pela Hochseeflotte em Jutland…

  11. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 14:43 #

    Dalton,

    Fala do livro do Geoffrey Bennett? O li de cabo a rabo. Um clássico.

    Tenho também em e-book o “Coronel and Falklands” de Michael McNally. Da Osprey Publishing. Outro clássico.

    Um que estou na boca de comprar é o “Castles of Steel”, de Robert K. Messie. Fala sobre a guerra naval na IGM. Um monstro de quase 900 páginas.

    De fato, o ato de Cradock foi suicida. Mas o mais triste é que foi provocado por uma falha grave de comunicação/interpretação do Almirantado.

  12. Rafael M. F. 6 de setembro de 2013 at 15:01 #

    Nessa meiuca, a Gloriosa em 1914:

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/da/Brazilian_Navy_1914.PNG/800px-Brazilian_Navy_1914.PNG

  13. daltonl 6 de setembro de 2013 at 19:18 #

    Exatamente Rafael…o livro do Bennett. Gostei tanto que comprei na escala
    1/1250 o HMS Good Hope e os SMSs Scharnhorst e Emden mas graças
    a Deus o bom senso veio e assim evitei de comprar as frotas da I GM,
    se bem que tive uma recaída alguns anos atrás e acabei comprando o HMS Dreadnought, mas acabou.

    Quanto ao Castles of steel já o tive nas mãos e impressiona, mas minha praia maior sempre foi II GM então deixei passar.

  14. MO 6 de setembro de 2013 at 19:26 #

    xo .. xô .. Xô .. passa .. passa vade retro 1/1250 … senao a casa fale … kkkk

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