Cerimônia corte chapa SBR-2 Humaitá - foto MB

Cerimônia marca início da construção de submarino do PROSUB

No dia 04 de setembro, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, presidiu a cerimônia do corte da primeira chapa do segundo submarino convencional (SBR-2), que se chamará “Humaitá”. O SBR-2 faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).

O evento, que ocorreu nas dependências da Nucleobrás Equipamentos Pesados (Nuclep), em Itaguaí (RJ), marca o início da construção do meio naval. Na cerimônia, equivalente ao batimento de quilha dos meios de superfície, o Comandante da Marinha acionou a Máquina de Corte Hidrojato ‘Flow’, iniciando o corte do primeiro elemento de alma da caverna nº 72, da subseção nº 10, da seção 2B do SBR-2.

Na ocasião, estava presente o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Luiz Guilherme Sá de Gusmão; o Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld; o Assessor Especial do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos; o Presidente da Nuclep, Sr. Jayme Cardoso; o Diretor-Superintendente da Odebrecht, Sr. Fabio Gandolfo; o Diretor Industrial da Itaguaí Construções Navais, Sr. Antonio Luiz Costa; o Presidente da DCNS Brasil, Sr. Eric Berthelot; além de dois grupos de operários, representando a Nuclep e a Itaguaí Construções Navais – empresas participantes do PROSUB na área de construção.

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FONTE / FOTO: Marinha do Brasil (Nomar Online)

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46 Responses to “Cortada a primeira chapa do segundo submarino do PROSUB, o futuro ‘Humaitá’” Subscribe

  1. Moriah 9 de setembro de 2013 at 13:29 #

    Humaitá, Tonelero e Riachuelo. E o quarto?

  2. Dalton 9 de setembro de 2013 at 13:34 #

    O quarto será chamado Angostura.

  3. Rafa 9 de setembro de 2013 at 13:41 #

    E o projeto segue adiante….

    Parabéns a todos os envolvidos no projeto

  4. Jorge Tadeu 9 de setembro de 2013 at 13:45 #

    Ao menos esse programa da MB, está caminhando conforme o esperado, pura e simplesmente por estar no PAC, senão já teria sido paralisado como outros tantos…

  5. cipinha 9 de setembro de 2013 at 14:19 #

    será que não ouve um erro de prioridades? Ao invés de comprar fragatas, começamos pelos submarinos.

  6. athalyba 9 de setembro de 2013 at 14:35 #

    No stop the music: play it again, Sam :-)

  7. Felipe 9 de setembro de 2013 at 14:52 #

    O governo brasileiro, é assinante dos tratados de não proliferação de armas nucleares, apenas para fins civis. Combustível nuclear para uso militar, é o famoso “jeitinho” brasileiro. Quando as potências, desrespeitarem acordos, o Brasil, não terá moral para reclamar, exigir.

  8. Felipe 9 de setembro de 2013 at 14:57 #

    Marinheiros bebem água do mar, passando-se por um processo de dessalinização. Então a Seca Nordestina, tem solução, matanças de índios tem solução, e, quem sabe ainda poderemos ter um almirante negro, general negro, brigadeiro negro, e, até um presidente negro.

  9. FRL 9 de setembro de 2013 at 15:24 #

    Tendo em vista que a END determinou a dissuasão como a finalidade precípua da atuação das FFAA, com maior ênfase na negação do uso do mar no tocante à MB, a prioridade dada aos submarinos está correta, sem mencionar que com eles existe todo um arrasto tecnológico quanto ao desenvolvimento de tecnologias duais (a ser empregadas inclusive no pré-sal) e, especialmente, a oportunidade para finalmente fazer avançar outros projetos correlatos e há muito acalentados, como a propulsão nuclear.

  10. FRL 9 de setembro de 2013 at 15:29 #

    Desculpe-me por estar fora do tópico, mas gostaria que fosse discutido no PN: ” O Ministério da Defesa da Holanda tem que economizar mais de 300 milhões de euros, com isso, o maior navio da Marinha, que está sendo construído em Vlissingen, será vendido antes de entrar em serviço, informou o jornal Trouw na quarta-feira.

    A desistência da compra do navio de apoio logístico, que seria o maior navio da Marinha holandesa, faz parte de uma operação para economizar 300 milhões de euros, de acordo com o jornal. A Marinha irá abrir mão de um navio e o exército de um batalhão inteiro”.

  11. Zorann 9 de setembro de 2013 at 15:32 #

    Agradeço muito pelos comentários estarem abertos.

    Eu sinceramente não vejo motivos para comemorar. Foi gasta uma fortuna de 6,3 bilhões de Euros (financiado em 20 anos) para a compra de 4 submarinos convencionais e um casco. Obviamente que a tecnologia também esta sendo comprada e está inclusa neste preço.

    A questão é que construimos uma base de submarinos “de cinema”, digna de filmes de “007″ para operar uma frota de 8 submarinos convencionais e quem sabe um dia, um único submarino nuclear. Pagamos um preço altíssimo por uma tecnologia que não usaremos, exatamente como fizemos décadas atras com os Alemães. Além de que pagamos por 4 submarinos, o valor suficiente para comprarmos 14 submarinos (caso a compra não envolvesse transferencia de tecnologia).

    Enquanto isso, nossa frota de superficie tem seu futuro incerto. Fora que o presente já é incerto, visto que muitos dos meios estão em situação deplorável.

    Fico imaginando do que vale 8 submarinos para proteger a nossa ZEE que possue uma área equivalente a 90% do nosso território. A nossa ZEE é quase do tamanho de nosso território!! Afinal não podemos contar com nossa minúscula, mal equipada, mal armada, mal treinada e mal manutenida frota de superfície.

    É muito triste ver que o Prosub está proceguindo, mesmo todos sabendo o absurdo que está sendo feito.

  12. Antonio 9 de setembro de 2013 at 15:44 #

    Felipe disse:
    9 de setembro de 2013 às 14:52

    Não há jeitinho algum, o tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) trata de “Armas Nucleares”, isto é, dispositivos explosivos. O submarino brasileiro utiliza propulsão nuclear. Uma coisa nada tem com a outra, nem no funcionamento, nem no emprego.

    Felipe disse:
    9 de setembro de 2013 às 14:57

    Não quero o primeiro presidente negro, quero o primeiro presidente integro e honesto, seja de que cor, credo ou classe social for. Seu comentário, na verdade, é preconceituoso, pena que vcs não entendam isso.

  13. André Souza 9 de setembro de 2013 at 16:00 #

    Galera fugindo um pouco do assunto queria falar para os que comandam o Poder Naval que nessas ultimas semanas me deparei duas vezes com uma fragata de outro país dentro do AMRJ se algum de vocês souberem ou conseguirem tirar uma foto dela eu seria grato…

  14. PRAEFECTUS 9 de setembro de 2013 at 16:08 #

    Anos atrás o contra-almirante Antonio Ruy de Almeida Silva então diretor da Escola de Guerra Naval brasileira, escreveu:

    “A Marinha tem realmente defendido fortemente uma maior participação no esforço para proteger a área marítima sob jurisdição nacional, sugestivamente chamada de Amazônia Azul. Manter o controle da área marítima é um grande desafio que cresce à medida que as atividades relacionadas com o mar, ligados à exploração dos recursos vivos e não-vivos, aumentam como acontece com a exploração de petróleo na plataforma continental brasileira”.

    O termo Amazônia Azul capta a preocupação de longa data das forças armadas brasileira com a falta da presença do Estado na grande Bacia Amazônica (Amazônia Verde) oque representa uma vulnerabilidade à exploração estrangeira e descaminhos vários. A Marinha tem procurado fazer o ponto paralelo consciente de que o domínio marítimo deve ser aumentado, juntamente com outras medidas para defender o espaço marítimo do Brasil.

    A discrição de submarinos nucleares nos convém, idealmente, com a missão de dissuasão, um pressuposto fundamental da Estratégia Nacional de Defesa. E lembremos que, submarinos são plataformas ideais para a defesa contra outros subs…

    Em minha opinião oque motivou o programa do sub-nuclear do Brasil, é a real projeção de poder(dissuasão EFICAZ) e proteção de linhas de comunicação marítimas. A reboque, o sucesso da empreitada dará ao país a capacidade estratégica de projetar poder para “ajudar os amigos ou dissuadir adversários em qualquer lugar do mundo”.

    Na atual política externa, as aspirações de usar essa capacidade em longas distâncias da nossa costa não são evidentes é verdade. Mas a capacidade de fazê-lo pode influenciar o pensamento de um futuro governo, segundo a necessidade de preservar os interesses nacionais. Uma contingência neste sentido que poderia se desenvolver seria um maior envolvimento naval com os países africanos banhados pelo Atlântico Sul…

    Não nos esqueçamos que a END identifica a reestruturação da indústria de defesa do Brasil como principal objetivo, chamando-a de “inseparável da estratégia nacional de desenvolvimento.” O programa do submarino nuclear se encaixa neste contexto. Nesse caso, “Uma indústria naval avançada é justificada como necessária para facilitar o crescimento contínuo e a expansão da nação. Um complexo naval vibrante é um sinal de industrialização e prestígio internacional.”

    Reconhecendo uma simbiose entre o desenvolvimento militar e industrial, o acordo franco-brasileiro na construção de submarinos, prevê a transferência de tecnologia francesa, não só para a Marinha, mas também as empresas brasileiras. Touché!

    Na verdade o pensamento atual é o de que o Brasil “necessita construir uma indústria de armas no state-of-the-art, oque nos colocaria como um exportador ativo de armas.” Essa aspiração recorda o passado não tão distante, entre 1975 e 1988, o Brasil exportou 963 milhões de dólares em aeronaves militares, e ainda veículos blindados avaliados em US $ 1,7 bilhão. O projeto do submarino nuclear, por causa da natureza dupla de utilização de suas tecnologias, tem sido apontado como segura promessa de aumentar as exportações civis e militares.

    O Brasil como bem sabemos aspira uma vaga no Conselho de Segurança das Nações Unidas, estes movimentos da nova estratégia de defesa também pode ser visto como um passo para a implementação de uma política externa cada vez mais pró-ativa. Os objetivos desta política é a de aumentar a influência internacional do Brasil, oque poderia culminar com a concretização de obter o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

    O Brasil é um serio candidato, juntamente com a Alemanha, Índia e Japão. Um dos problemas no encalço de todos estes postulantes a uma cadeira no CS, tem sido seus rivais regionais que têm colocado objeções à sua seleção como membros permanentes do Conselho de Segurança.

    A oposição à candidatura do Brasil veio do México, Chile e Argentina. A Argentina propôs um assento permanente para a América Latina, a ocupação deste assento seria em rodízio entre os países da região. A liderança da missão de estabilização da ONU no Haiti a 10 anos pelo Brasil é visto como uma maneira de polir sua candidatura.

    Se o conselho permanente fosse aumentado para incluir o Brasil, Alemanha, Índia e Japão, o Conselho de Segurança englobaria todas as nove maiores economias do mundo. Índia e Brasil representam o segundo e o quinto países mais populosos, respectivamente. Dos candidatos, só a Índia tem armas nucleares. E não nos esqueçamos que alugaram submarino de ataque nuclear da Rússia, enquanto constrói outro.

    O desenvolvimento e aquisição do submarino nuclear pelo Brasil acrescenta o argumento de que o mesmo superaria o poderio militar de seus vizinhos regionais e neste caso seria um candidato natural devido ao seu peso politico, econômico e agora militar para um assento permanente. Desta forma o Brasil faria parte do seleto grupo de nações que possuem esse recurso indispensável para a dissuasão eficaz. Seria o “Patrocinador” do recém-formado Conselho de Defesa Sul-Americano”.

    Para o Brasil, o avanço tecnológico e potencial de exportação são considerações fortes, assim como o são para os Estados Unidos…

    O simbolismo atraente de aquisição de tecnologia de ponta para aumentar o prestígio internacional de um país é compreensível e normal.

    O fato de que as implicações do submarino nuclear para a estratégia marítima brasileira não serem tão claras neste momento não significa que não vão ser importantes no futuro.

    Essas plataformas e, especialmente, sua capacidade de projetar o poder letal de seus torpedos e mísseis de cruzeiro em qualquer lugar do mundo serve para alicerçar ativos complementares para apoiar uma estratégia de projeção de poder global do Brasil.

    Grato.

  15. Celso 9 de setembro de 2013 at 16:13 #

    hahahahahaha qta pompa pra comemorar o corte de uma chapa………vergonhosa esta cerimonia, vamos parar de dar loas a estes imconpetentes travestidos q se apresentam..quero viver o suficiente p ver qto tempo vai levar para termos um sub operacional., Qto ao nuclear…..vixe….quem sabe em 2050……infelizmente o racismo declarado do comentario do Felipe so me faz pensar no q ai esta. O comentario do Antonio eh bem exclarecedor. Realmente nada contra quer q seja, desde q seja pelo Brasil e pelo povo contribuinte. Pisaram na constituiçao (quotas),….o racismo hoje eh ideologico ( contra os brancos )……….isso eh racismo ou nao ???? E viva esta marinha de aguas rasas e inutil.

    Sds

  16. Subnauta 9 de setembro de 2013 at 16:15 #

    Prezados,
    O que muitos não conseguem compreender é que o PROSUB não é a causa da situação atual dos meios de superfície. A fonte de recursos não é da MB e sim de um empréstimo do país com bancos nacionais e estrangeiros. Se não fosse o PROSUB teríamos as duas áreas, submarinos e superfície, carentes de recursos. Se hoje temos no país estudos na área de construção naval militar e de propulsão nuclear em andamento é por causa deste programa.
    Se pegarmos o exemplo da FAB, não é porque o programa de compra de caças ficou só no papel, que os outros esquadrões de apoio, transporte e patrulha estão sendo modernizados e recebendo recursos.
    Como a Estratégia Nacional de Defesa priorizou a negação do uso do mar pelo inimigo, o submarino é a melhor opção. Pelo menos, a mais eficiente, pois o princípio da incerteza nos possibilita impedir ações inimigas com poucos meios operativos.
    Abraço a todos.

  17. Luiz Monteiro 9 de setembro de 2013 at 16:25 #

    Prezado André Souza,

    Trata-se do navio de patrulha oceânico (OPV) Warao, da Marinha da Venezuela.

    Abraços

  18. Augusto 9 de setembro de 2013 at 17:00 #

    Excelente notícia! Agora nos faltam as escoltas e os navios de apoio logístico e teremos uma marinha de verdade.

    Que após a conclusão dos quatro S-BR, haja a contratação de pelo menos mais quatro e todos equipados com os F-21. Teríamos uma força de submarinos de muito respeito.

    Parece que os franceses, que segundo alguns aqui são “vendedores de jacas”, estão aos poucos ajudando o Brasil a colocar sua marinha entre as melhores do mundo.

  19. Alex Nogueira 9 de setembro de 2013 at 17:22 #

    Submarino lindo! Acredito que serão sem dúvidas uma das melhores classes de submarinos convencionais.

    Se alguém souber as especificações deles (SBRS) por favor postem.

  20. André Souza 9 de setembro de 2013 at 17:26 #

    Muito obrigado Luiz Monteiro. fiquei espantado pois parece ser um navio moderno pensei que fosse até algum navio francês…

  21. Rafa 9 de setembro de 2013 at 17:28 #

    Choram quando o governo faz alguma coisa….

    Choram quando o governo nao faz nada…………

    De qualquer maneira, quem esta reclamando, que tire a bunda da cadeira da frente do computador e vá projetar algo melhor (coisa que eu duvido muito que aconteça)……

  22. Gayneth 9 de setembro de 2013 at 17:56 #

    O PROSUB navegando e os cães rosnando! Valeu Marinha.

  23. Fernando "Nunão" De Martini 9 de setembro de 2013 at 18:57 #

    “Celso disse:
    9 de setembro de 2013 às 16:13
    hahahahahaha qta pompa pra comemorar o corte de uma chapa”

    Prezado Celso, você nunca ouviu falar de cerimônia de batimento de quilha, que é feita tanto aqui quanto em qualquer lugar do mundo? Então, o corte da primeira chapa de um submarino é a mesma coisa, apenas a tecnologia que marca esse início de construção mudou.

    Criticar o programa, as prioridades, a estratégia de defesa é uma coisa, e bastante lógica e válida, desde que bem embasada em argumentos. Agora, embasar a crítica num desconhecimento de um cerimonial tradicionalmente realizado há séculos em qualquer marinha, já é coisa completamente diferente, e não faz sentido algum.

  24. L.D.K. 9 de setembro de 2013 at 18:59 #

    Meus parabéns a todos os envolvidos que realmente desejam algum progresso!

  25. L.D.K. 9 de setembro de 2013 at 19:00 #

    Mesmo que esse governo tenha em muitos casos sido uma frustração!

  26. giltiger 9 de setembro de 2013 at 19:35 #

    Programas de grande aquisição como o Prosub e o FX-2 não se fazem com recursos orçamentários. Tem linhas de financiamento especial e empréstimos em instituições financeiras internacionais.

    O Prosub hoje anda e o FX-2 não.

    A MB aceitou a escolha política do governo federal, abandonou os alemães e tocou seu projeto com os franceses.

    A FAB não, o Juniti só quer brincar com os yankees…

    O Prosub é só o INÍCIO de um processo, a MB no seu plano de longo prazo visa possuir IDEALMENTE 14 submarinos convencionais e 6 submarinos nucleares em 2040/45.

    Quantos mais conseguiremos só o futuro saberá e claro dependerá do sucesso certeiro desta primeira unidade nuclear.

    A mudança de patamar geo-político proporcionada pela posse de um submarino nuclear operacional deixará evidências tão CLARAS ao futuro governo federal no seu relacionamento internacional que sem qualquer esforço maior o futuro governo entenderá que possuir uma frota de 4 a seis unidades seria um instrumento essencial e irrenunciável as aspirações nacionais.

  27. Satyricon 9 de setembro de 2013 at 19:57 #

    Aos críticos do programa, é bom refletir: mais importante que possuir um equipamento, é ter a capacidade de operá-lo e mantê-lo operacional. O alcance do que está sendo construído em Itaguaí vai muito além da construção dos 5 subs já contratados. Não garantirá a independência tecnológica e industrial do Brasil na área submarina militar, mas é um bom passo nesse sentido. Nem mais, nem menos. As instalações não são perfeitas, mas são as melhores que a MB já viu.

  28. Rafa 9 de setembro de 2013 at 20:14 #

    Satyricon (de Felini ? Rs rs rs rs)

    É sempre assim… Os que reclamam é pq nao querem dar os parabéns… Eles acham que reconhecer acertos do governo é desonroso e faz cair a pinta

  29. HMS TIRELESS 9 de setembro de 2013 at 20:34 #

    A megalomania da marinha ainda vai lhe custar caro em termos de operacionalidade. Embriagada em seus delírios de “Brasil-PuTênfia”, convenientemente se aliou aqueles que vislumbraram nos contratos de defesa uma forma melhor de levar um, muito mais fácil e conveniente do que superfaturar uma escola ou um posto de saúde. Enquanto isso do outro lado temos escoltas obsoletas, desdentadas e inoperantes, e um casco velho que alguns dizem ser um Porta-Aviões que pratica permanentemente exercício do tipo “Atracadex”.

    Em 2025, quando nossa baleia atômica desdentada, obsoleta (visto que malmente irá conseguir igualar a performance dos SSNs britânicos da Classe Swiftsure dos anos 70) e subarmada (já que apenas levará torpedos e o inferior SM.39) finalmente se lançar ao mar, irá consumir os parcos recursos da marinha que certamente será incapaz de cumprir com a sua missão constitucional. E a grandiosa Base de Submarinos,planejada para ser a New London cabocla, a Faslane dos trópicos e a Brest tupiniquim vai virar a maior marinha do mundo.

    E ainda somos obrigados a ver a mesma cantilena desonesta de quem diz que “06 subs nucleares”vai tornar o Brasil “PuTênfia”. Patético….

  30. HMS TIRELESS 9 de setembro de 2013 at 20:49 #

    Correção: E a grandiosa Base de Submarinos,planejada para ser a New London cabocla, a Faslane dos trópicos e a Brest tupiniquim vai virar a maior MARINA do mundo.

  31. Rafa 9 de setembro de 2013 at 20:54 #

    Especifique Tirelless…

    Mostre números… Estatísticas….

    Nao vale é argumentar com previsões de futuro … Alias, nesse quesito, voce e seu amante (Vader) sao um verdadeiro desastre

    E vamos parar de botar defeito no projeto

    Afinal, voce nao é engenheiro…

    Logo, nao tem gabarito para isso

    Abraço..l

  32. Rafa 9 de setembro de 2013 at 20:58 #

    “Correção: E a grandiosa Base de Submarinos,planejada para ser a New London cabocla, a Faslane dos trópicos e a Brest tupiniquim vai virar a maior MARINA do mundo.”

    .

    Nossa… Que belo argumento

    Quanta base cientifica…. Que métodos de calculo de analise combinatória vc usou? fez Binômio de Newton?

    Eu acho que nem o Walter Mercado com o “ligue dja” nao conseguiria fazer um comentário futurologistico tão bem concatenado

    Parabéns pelos comentários….

    Acrescentaram muito…

    Pros haters, claro

  33. Bento 9 de setembro de 2013 at 21:05 #

    Senhores
    Boa noite
    Sou novo no pedaço como participante, mas a algum tempo acompanho os comentários, devido ao meu interesse pelo assunto, e gostaria de fazer uma pergunta aos especialistas, independente de ideologias. Ela é a seguinte:
    Por que o projeto Tikuna não foi levado avante?
    Agradeço a quem puder responder.

  34. brasileiro antigo 9 de setembro de 2013 at 21:11 #

    Felipe acho justo seu comentario,mas convenha-mos hoje em dia tenho ate medo de dizer que sou branco de tao mau que se fala dos brancos,o que foi feito no passado nao deve se repetir no presente,hoje a condiçoes de igualdade visto que temos mulher presidente e no judiciario temos minitros negros ,o que esta faltando e esperar-mos mais educaçao igualetaria e de qualidade para todos que tere-mos generais,medicos,juizes negros,brancos,cafuzos etc…vamos viver em paz parabens a nossa Marinha belos nossos novos submarinos.Brasil Acima de Tudo so Abaixo se Deus.

  35. Guilherme Poggio 9 de setembro de 2013 at 22:21 #

    Excelente notícia! Agora nos faltam as escoltas e os navios de apoio logístico e teremos uma marinha de verdade.

    Prezado Augusto

    Colocaria a Guerra de Minas entre as prioridades. Nenhuma marinha séria pode existir se não tiver meios como estes atualizados.

  36. HMS TIRELESS 9 de setembro de 2013 at 22:38 #

    Bento:

    O projeto do Tikuna não gerou uma nova classe em virtude da já falada megalomania que domina a MB.

  37. Zorann 9 de setembro de 2013 at 22:50 #

    Olá Bento!

    No Brasil não há continuidade de nada.

    Gastou-se uma fotuna na compra de tecnologia Alemã juntamente com a compra dos 4 submarinos classe Tupi. A idéia era de se construir uma nova classe de submarinos baseada no conhecimento adquirido na construção dos 4 submarinos classe Tupi (modelo IKL-209). Desenvolveu-se uma nova classe, a classe Tikuna (denominada IKL-209 mod – classe com pequenas modificações em relação aos IKL-209 originais) do qual somente uma unidade foi construida. Uma segunda unidade (Tapuia) foi cancelada. Havia a previsão (houve negociaçoes a respeito) para a construção de mais 4 unidades do IKL-214, que também não se concretizaram.

    Resumindo: gastamos uma fortuna em tecnologia para aprendermos a fazer submarinos (ou pelo menos monta-los). E usamos esta tecnologia para construirmos somente 1 submarino (Tikuna). Nem a segunda unidade planejada foi construida.

    Passam-se 20 anos e a Marinha quer alguem para ajudar a concluir seu sonho de desenvolver um submarino nuclear (este sonho vem desde a decada de 70). A Alemanha não tem (ou não pode) transferir a tecnologia da construção do casco e demais sistemas não-nucleares de um submarino nuclear. Decide-se comprar a tecnologia francesa e de “brinde” construiremos 4 submarinos classe Scorpene.

    São 20 anos de inatividade, de falta de pesquisa, de falta de desenvolvimento e a tecnologia comprada aos alemães, é hoje obsoleta. Qualquer tecnologia comprada, deve ser desenvolvida, utilizada, pesquisada, para gerar novas tecnologias e para que não se torne obsoleta. O Brasil não fez isto a 20 anos atras e por isso teremos que aprender tudo praticamente do zero, visto que a tecnologia anteriormentye comprada aos alemães, está hoje obsoleta.

    A parte nuclear do futuro submarino nuclear brasileiro já nasce com mais de 40 anos de obsolescencia. A Marinha vem desde 1970 trabalhando no desenvolvimento de uma planta nuclear de propulsão. Como os recursos para pesquisa são ínfimos (40 anos desenvolvendo um reator e a propulsão) estamos em 2013 desenvolvendo um reator e um sistema de propulsão da década de 70. Teremos em 2021 um submarino nuclear novo, com tecnologia nuclear de um museu.

    Oque assusta é que novamente estamos comprando tecnologia, estamos construindo uma base de submarinos “de cinema, de filme de ficção”, estamos gastando uma fortuna e possivelmente não teremos unidades adicionais de submarinos convencionais e muito menos do submarino nuclear. Possivelmente os 4 Tupi serão aposentados sem quje tenhamos sua reposição. Toda tecnologia comprada vai ser perdida novamente, exatamente como a 20 anos. Teremos uma base de submarinos enorme, para somente 5 submarinos.

    Só para citar novamente: Estamos gastando com parte deste projeto o suficiente para comprar 14 submarinos IKL 214 com AIP. Nem faço idéia de quantos submarinos a mais poderiam ser comprados se fossem somados tudo oque foi gasto até hoje com este projeto nuclear da Marinha.

  38. Augusto 9 de setembro de 2013 at 23:00 #

    Guilherme Poggio disse:
    9 de setembro de 2013 às 22:21

    “Colocaria a Guerra de Minas entre as prioridades. Nenhuma marinha séria pode existir se não tiver meios como estes atualizados.”

    Sem dúvida, Poggio. É mais uma das grandes prioridades.

    A questão é que as fragatas também não estão na melhor das situações e o PROSUPER estaria já, pelo que se divulga, nas mãos da chefe do executivo federal.

  39. HMS TIRELESS 9 de setembro de 2013 at 23:11 #

    Perfeito comentário Zoramm! Desnuda com precisão como a megalomania da Marinha impede a continuidade de projetos que poderiam levar a uma evolução consistente da força e não a um delírio potencialmente destrutivo.

  40. Antonio 9 de setembro de 2013 at 23:46 #

    giltiger disse:
    9 de setembro de 2013 às 19:35

    É isso, Gilberto.

    Deixamos de comprar um equipamento melhor (U-214/Super Hornet) por um pior e mais caro (Scorpene/Rafale).

    Mensalão é fichinha.

    Joaquim Barbosa neles!!!

  41. Templário 10 de setembro de 2013 at 0:24 #

    Uma sugestão: Lord Cochrane. Já passou da hora para homenagearmos nosso “primeiro” Almirante.

  42. Eduardo 10 de setembro de 2013 at 8:21 #

    Parabens a Marinha por mesmo sofrendo igualmente com a falta de recursos ( Prosuper)sempre da um geito pra caminhar e cumprir seu papel na defesa da naçao.

  43. HMS TIRELESS 10 de setembro de 2013 at 8:28 #

    Rafinha:

    Como seu grau de desconhecimento supera qualquer limite do razoável eu infelizmente serei forçado a praticamente desenhar senão vejamos:

    Não se constrói uma marinha eficiente de cima para baixo. Antes de se pensar em um Submarino nuclear é preciso ter escoltas modernas e em bom número, navios de apoio logístico e também uma boa força de minagem e varredura. Basta recordar que quando foi comissionado o USS Nautilus a USN já era a poderosa marinha que é hoje. De igual forma quando o HMS Dreadnought entrou em serviço na RN. E aqui no Brasil vemos a MB com escoltas banguelas, obsoletas e encostadas e navios de varredura e minagem igualmente ultrapassados.

    Quanto à Baleia branca em si, cabe lembrar que os novos SSNs da Classe Barracuda terão velocidade submersa de 27 nós,o mesmo que fazia os Swiftsure. E como a white whale não será tão avançada como os Barracudas dos francos, certamente não espere muito.

    Para finalizar, subs nucleares são caros de operar e manter. E em uma marinha que vive sofrendo contingenciamento de verbas como a nossa, a majestosa base vai virar sim a maior marina do mundo.

    Como se vê meu caro beneficiário da bolsa lan house do Tio Rui Falcão, as tuas análises combinatórias e binômios de Newton não te mostram o óbvio e ululante…

  44. igor 10 de setembro de 2013 at 10:35 #

    legal mas cadê os meios de superficies?daqui a pouco farão base submarina

  45. HMS TIRELESS 10 de setembro de 2013 at 11:40 #

    Igor:

    Faça essa pergunta aos almirante megalomaníacos e aos “cúmpanhêros”pilantras do MD.

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  1. La cérémonie de mise en chantier ... - 11 de setembro de 2013

    […] No dia 04 de setembro, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, presidiu a cerimônia do corte da primeira chapa do segundo submarino convencional (SBR-2), que se chamará “Humaitá”. O SBR-2 faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).O evento, que ocorreu nas dependências da Nucleobrás Equipamentos Pesados (Nuclep), em Itaguaí (RJ), marca o início da construção do meio naval. Na cerimônia, equivalente ao batimento de quilha dos meios de superfície, o Comandante da Marinha acionou a Máquina de Corte Hidrojato ‘Flow’, iniciando o corte do primeiro elemento de alma da caverna nº 72, da subseção nº 10, da seção 2B do SBR-2.Na ocasião, estava presente o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Luiz Guilherme Sá de Gusmão; o Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld; o Assessor Especial do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos; o Presidente da Nuclep, Sr. Jayme Cardoso; o Diretor-Superintendente da Odebrecht, Sr. Fabio Gandolfo; o Diretor Industrial da Itaguaí Construções Navais, Sr. Antonio Luiz Costa; o Presidente da DCNS Brasil, Sr. Eric Berthelot; além de dois grupos de operários, representando a Nuclep e a Itaguaí Construções Navais – empresas participantes do PROSUB na área de construção.  […]

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