Primeiro voo da aeronave Skyhawk ‘AF-1B’ modernizada pela Embraer

Finalmente foi liberado o vídeo da primeira aeronave AF-1 modernizada pela Embraer para a Marinha do Brasil. O AF-1B é um Skyhawk A-4KU como aviônica moderna, novo radar e novo sistema de geração de energia. Os novos Skyhawk modernizados poderão voar até o ano 2025.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

16 Responses to “Primeiro voo da aeronave Skyhawk ‘AF-1B’ modernizada pela Embraer” Subscribe

  1. Wagner 28 de setembro de 2013 at 11:41 #

    O aviao ficou bacaninha. Bonito e funcional.

    O problema é o meio flutuante dele que eu acho um desastre.

  2. Wagner 28 de setembro de 2013 at 11:41 #

    Mas, sei lá, afinal, talvez seja proibido questionar a ” sabedoria estratégica” da MB…

  3. giltiger 28 de setembro de 2013 at 14:47 #

    Wagner pode questionar o que quiser mas não havia OUTRA alternativa viável de aquisição de PA na época do segundo mandato do FHC que o presidente da época autorizasse o dispêndio e que o navio coubesse no maior dique de reparos da esquadra no Arsenal de Marinha AMRJ.

    A MB comprou o Foch porque era o único disponível pelo preço que o FHC se dispôs a pagar…

    As pessoas criticam os franceses e o São Paulo, mas o preço da compra do Navio foi de 12 milhões de dólares americanos !!!

    Pouco mais que o preço de um Super Tucano por um Porta-aviões de 30 Ktn !!!

    PARE para pensar meu caro, As Marinhas do Brasil e da França SABIAM que estavam negociando um navio usado e MUITO USADO.

    As dificuldades que a marinha teve com o navio eram mais que previsíveis pelo PREÇO cobrado.

    DE maneira alguma se pode acusar os franceses de ter nos enganado e vendido uma droga cobrando 12 milhões de dólares por um porta-aviões…

    A MB sabia no que estava se metendo mas na época do FHC…

    Não havia alternativa era o São Paulo ou NADA DE PA.

    A MB oPTou…

  4. Wagner 29 de setembro de 2013 at 12:01 #

    ok

    que tal desoPTar agora ???

    kkkkkkkkkkkkkk !!!!

    treinem com os americanos, ué ! Eles não são nosso aliados, protetores e bonzinhos ??

    Jogamos fora o São Paulo, usamos a grana para melhorar o VF 1, e mandamos todo mundo para treinos com os americanos, pronto.

    UM DIAAAA…. compramos um Porta Aviões melhor… um que não mate seus tripulantes vai ajudar…

    O sonho de nossa MB não é brincar de Tom Cruise ?? A Inspiração estratégica de nossos militares sempre foi o filme Top Gun, então, vamos para a América !!!

    kkkkkkkkkkkkkkkkk !!!

  5. daltonl 29 de setembro de 2013 at 13:13 #

    Quer dizer que se o FHC estivesse disposto a pagar mais por um NAe
    e houvesse um dique na faixa de 330 metros de comprimento no Arsenal de marinha então poderíamos ter adquirido um NAe dos EUA ?

    Só que logo em seguida assumiu o Lula e mesmo sem um NAe maior, mais caro de adquirir e manter a força de combatentes de superfície foi ainda mais reduzida e permanece desde 2004 em 14 unidades incluindo a Fragata Defensora parada há 3 anos.

    Ainda bem que FHC não comprou o então “disponível” e “analisado pela nossa marinha que chegou à conclusão que era grande demais para o Dique Alte Régis o USS Independence senão o número de combatentes
    de superfície poderia estar ainda menor até mesmo impedindo à aquisição de outros meios como o NDCC Garcia D`Avila por exemplo.

  6. Colombelli 29 de setembro de 2013 at 17:07 #

    Sou contra um porta-avões, mas já que há um, não tinha sentido mantê-lo sem aeronaves.

    Agora resta especular qual serão os armamentos:

    ar-ar: Python IV e V, Derby, A-Darter?
    ar-mar: Exocet AM-39, Harpoon, Gabriel?
    Casulos de guerra eletrônica?

    No cenário latino-americano, estas 12 aeronaves acrescentam peso ao Brasil. Correspondem, por exemplo, quase ao numero de A4 operantes na FAA.

  7. cristiano.gr 30 de setembro de 2013 at 11:20 #

    Realmente o preço do Foch foi muito barato, era mesmo Us$ 12 milhões, eu lembro bem, e, por tal preço, era previsível que muita coisa teria de ser consertada ou substituída. Acontece que com tantos racionamentos, cortes de verbas e orçamento sempre apertado, talvez a manutenção não tenha ocorrido no nível que deveria e aí, ocorreu o acidente. Mas isso foi por pouco dinheiro nas FAs, mesmo. Só que a mania do brasileiro de vangloriar o que é dos outros e jogar m… no que é do Brasil é incrível.

    O acidente com o A-12 o estigmatizou e os portadores do complexo de vira-latas sempre vão se apegar nisso. O problema foi falta de dinheiro, diferente dos problemas com caças ultramodernos como o F22, onde sobra dinheiro, mas problemas graves aparecem e a crítica não é tão pesada como no caso do A-12.

  8. cristiano.gr 30 de setembro de 2013 at 11:28 #

    Aproveitando o espaço, quero expressar que não gostei da nova apresentação do Naval. Antes me agradava bem mais. Reconheço que de vez em quando algumas mudanças são boas, mas também vale lembrar que em time que tá ganhando não se mexe.

  9. costamarques 30 de setembro de 2013 at 12:04 #

    Gostei muito do novo visual, ficou muito bom para encontrar as matérias do nosso interesse!!!

    A respeito do AF1-B poderíamos discutir sobre suas novas capacidades!

  10. Colombelli 30 de setembro de 2013 at 16:14 #

    so uma sugestão. a volta do campo “ultimos comentários”

  11. Baschera 30 de setembro de 2013 at 18:13 #

    O Foch (A-12 São Paulo) foi adquirido barato, aproximadamente o seu valor em sucata na época, porque encontrou alguém disposto a contornar seu problema.

    O problema se chamava “amianto”, agente cancerígeno, contido no isolamento térmico de 86 dos 1.868 compartimentos internos.

    Na época, foi noticiado que a França teria que gastar o equivalente a Us$ 100 milhões para descontaminar o navio e depois vende-lo como sucata.

    Não gastou um tostão e ainda ganhou Us$ 12 milhões.

    Sds.

  12. juarezmartinez 30 de setembro de 2013 at 18:37 #

    Mais uma vez a palavrinhas mágica aqui se repete:

    A MB descobriu que mesmo comprando o Foch por 12 milhões de dólares, após a inspeção e rece imento do navio viu que não conseguiria manter e operar…..porque ter não significa operar, jeito doloroso de aprender….

    Grande abraço

  13. Farragut 30 de setembro de 2013 at 20:26 #

    Colombelli
    30 de setembro de 2013 at 16:14
    so uma sugestão. a volta do campo “ultimos comentários”

    De acordo.

  14. mdanton 1 de outubro de 2013 at 8:18 #

    Melhor ter um pequeno, MUITO USADO, etc..etc.. do que não ter nada para poder construir uma curva de aprendizado tanto em operação como manutenção. Ponto pacífico. Coisa mais de pobre metido esse menosprezo por tudo que é feito pelas FA brasileiras. Desconfio se este pessoal é ou foi das FA; se foram devem ter sidos muito maltratados kkkkkkkk. As dificuldades forjam um ser humano melhor; mais criativo, mais diciplinado, mais engajado…o desafio à capacidade é a coisa mais importante na humanidade…desperta a CRIATIVIDADE.
    O Brasil é um país que queima muito dinheiro com corrupção, mas ao mesmo tempo é paternalista (bem ou mal). Os EUA gastam 600 bilhões de dólares anuais com sua FA e centro de pesquisas;
    em compensação se um americano ficar doente (e não tiver MUITO $) não tem nada de atendimento NADA!

    aaahh vocês não acreditam né??!! Bem ou mal ainda há um tratamento e remédios por aqui o problema é que nosso povo é podre, cheio dos vícios desde a pré-adolecencia e em 30% dos casos vão só para pegar um atestadinho e dar o cano no emprego. Vocês sabiam que o segundo maior GASTO no orçamento Brasileiro é com as FA (60% com pensionistas)?? A Saúde vem em terceiro lugar. Mudem para os EUA e venham se tratar no Brasil ..muito americanso estão fazendo isso…inclusive tratamento odondológico..isso lá é LUXO.

  15. Wagner 1 de outubro de 2013 at 14:49 #

    CUIDADO M DANTON

    Vc está prestes a ser massacrado. É proibido criticar os USA aqui sob pena de perseguição, e taxação de bolivariano, stalinista, maoista, lulista, seguidor de tse-tson -tzun ( seja la quem for…)…

    KKKKKKKKKK !! :)

  16. mdanton 1 de outubro de 2013 at 15:03 #

    Wagner!
    Pode ficar tranquilo que esta fama já carrego por mais que menciono que gosto do jeito pragmático dos anglo-saxões. Nosso Brasil precisava um pouco dessa cultura não de consumismo mas de esforço do individuo em NÃO SER UM LOSER…um perdedor. Como faz falta esta cultura por essas bandas. 30% do nosso povo só gosta de choramingar, fazer carinha de poodle abandonado e ganhar as coisa na FAIXA. Isto mata a meritocrácia..isto mata o ímpeto de ser bom, isto mata o Brasil. Dêem graças a Deus que temos um porta aviões meia-boca com essa taxa tão grande de encostados na diminuta classe REALMENTE PRODUTIVA ..20%…..os outros 50% dançam conforme a música (se a politica é de se encostar eu me encosto……kkkk dura realidade

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