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USS_Bainbridge_(CGN-25)1

No dia 6 de outubro de 1962 foi incorporada à Marinha dos EUA a USS Bainbridge (DLGN-25/CGN-25), primeira fragata com propulsão nuclear. O navio foi o único de sua classe e foi redesignado como cruzador de mísseis guiados em 1975. Operou até 13 de setembro de 1996, quando deu baixa do serviço ativo.

DN-ST-87-06711

Na foto abaixo, a Operação “Sea Orbit”, em 31 de julho de 1964: USS Enterprise (CVAN-65), USS Long Beach (CGN-9) e USS Bainbridge (DLGN-25) formando a “Task Force One,” a primeira força-tarefa nuclear, que navegou 26.540 milhas náuticas (49.190 km) ao redor do mundo em 65 dias, sem reabastecimento.

TaskForce_One

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

11 Responses to “51 anos da incorporação do primeiro escolta com propulsão nuclear” Subscribe

  1. Alfredo Araujo 6 de outubro de 2013 at 23:35 #

    Pergunta idiota… talvez não tão idiota… rs

    Construir, e manter, um navio com propulsão nuclear seria mais caro q um propulsionado por motores a diesel ?

  2. Blind Man's Bluff 7 de outubro de 2013 at 8:50 #

    Nao apenas construir e manter, mas também treinar o pessoal para construir, operar e manter um navio nuclear são inumeras vezes mais caro que um motor diesel/elétrico.

  3. Alfredo Araujo 7 de outubro de 2013 at 10:19 #

    Entendi…

    Questionei pq entre os custos para manter navios a diesel, podemos incluir a operação e manutenção dos petroleiros… Além do próprio combustível…

  4. daltonl 7 de outubro de 2013 at 11:26 #

    Tanto é mais caro que a US Navy determinou que apenas NAes e submarinos passariam a ter propulsão nuclear e
    muitos dos navios movidos a energia nuclear nem ao menos receberam modernização de meia vida e o necessário reabastecimento sendo retirados após meros 20 anos ou menos de serviço.

  5. daltonl 7 de outubro de 2013 at 11:42 #

    Pessoalmente, não gosto do termo “escolta”, afinal o cruzador Long Beach fez parte da escolta do USS Enterprise e foi ele não o USS Bainbridge, o primeiro navio de guerra movido à energia nuclear.

    Navios escolta nem sempre escoltam alguma coisa, e o termo na minha opinião apenas adiciona mais confusão,
    já exacerbada pelas notórias discussões do que é um destroyer e uma fragata para cada marinha.

    Confunde ainda mais a turma do “aviaozinhum” :)

  6. joseboscojr 7 de outubro de 2013 at 15:54 #

    Dalton,
    Mas já li algo a respeito da intenção da USN em voltar a ter cruzadores nucleares no futuro.

    Alfredo e Blind,
    Há de se ter em mente também o custo para descomissionar esse tipo de navio.
    E embora um navio nuclear não precise de petroleiros, precisa de navios de reabastecimento de produtos secos, já que os víveres a bordo não duram muito mais que 2 ou 3 meses, se tanto.
    No final creio que o custo dos navios de apoio mais o combustível não faz diferença.

  7. Blind Man's Bluff 7 de outubro de 2013 at 18:28 #

    A grande vantagem da propulsão nuclear para um navio de guerra (superficie) sobre a propulsão convencional, seja ela diesel ou hibrida, é na verdade a disponibilidade energética e todas as possibilidades que um reator nuclear permitem, como armamentos de energia (laser, railgun…), além de sensores muito mais fortes e capazes.

    Porém ao mesmo tempo, o avanço tecnológico na área da computação, nos últimos tempos, tornaram cada vez mais esse excedente energético algo redundante, pois os sensores, como o sistema Aegis por exemplo, trabalham com frequência, capacidade de dados e precisão altíssimos, sob um pacote com as mesmas limitações físicas de um sistema mais forte, como o horizonte de radar e alcance de armamentos, entre outros.

  8. MO 7 de outubro de 2013 at 18:36 #

    ofi topica

    mais um de 9.669 teus x 333 m em primeira escala e vgm inaugural em ssz =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/10/ms-cap-san-augustin-dacg-em-sua.html

  9. daltonl 7 de outubro de 2013 at 18:52 #

    Bosco…

    vc deve ter lido antes do “sequestration”, pois o plano de construção para os próximos 30 anos não menciona
    nenhum novo cruzador e sim o Arleigh Burke III e
    Arleigh Burke IV totalizando umas 50 unidades a serem
    entregues entre 2022 e 2043 e há quem diga que tal plano nem realista é…o tempo dirá.

    abs

  10. joseboscojr 7 de outubro de 2013 at 19:00 #

    Dalton,
    Sem dúvida foi antes, e assim mesmo era para longuíssimo prazo, baseado mais ou menos no designe avançado/furtivo do DDG-1000

    Blind,
    Não sei se a energia nuclear é assim tão mais eficiente na produção de energia elétrica que modernos motores convencionais haja vista que o DDG-1000 será convencional e terá uma produção de energia “várias” vezes maior que a de um DDG-51. E isso graças a novos geradores de energia extremamente avançados.
    Ao que se sabe ele terá disponibilidade para uma gama de armas que usam eletricidade, tais quais as de “energia direta”, canhão eletromagnético, etc. Além é claro de seus propulsores, que serão elétricos.

  11. Fabio ASC 8 de outubro de 2013 at 21:46 #

    O daltonl, seu 2º comentário caiu como uma luva, carapuça, sei lá… aqui kkkkkkkkkk

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