Conheça o Navio-Patrulha Oceânico Araguari, o último dos três Navios-Patrulha Oceânicos de 1.800 toneladas, construídos pela “BAE Systems”, cuja missão é garantir a segurança e a proteção das riquezas da “Amazônia Azul”. O primeiro, o NPaOc “Amazonas”, foi entregue à Marinha do Brasil, no dia 29 de junho de 2012, e o segundo, o NPaOc “Apa”, foi incorporado em 30 de novembro do mesmo ano.

A principal característica desses navios-patrulha é a flexibilidade, possibilitando seu emprego em diversas tarefas, tais como: operações de patrulha naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão a atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica.

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

7 Comentários para “Navio-Patrulha Oceânico ‘Araguari’ – Diário de Bordo (África/Portugal)”

  1. nunes neto 17 de outubro de 2013 at 20:24 #

    vídeo legal,gostei,poderiam fazer o mesmo com os demais meios!

  2. joseboscojr 17 de outubro de 2013 at 22:58 #

    Metralhadora de 25 mm?
    Essa pra mim é novidade.
    Que a MB classifica canhão de 20 mm de metralhadora eu sabia, mas o de 25 mm pra mim é nova.

  3. joseboscojr 17 de outubro de 2013 at 23:22 #

    Qual será o critério de classificação de metralhadora e canhão?
    Será que é o uso de munição com espoleta que permita o arrebentamento aéreo?
    Se for este tipo de munição pode não ser disponível para o canhão de 25 mm aqui no Brasil, porque fora, até canhão (ou metralhadora, se preferirem) de 20 mm já as possui, haja vista a munição 20mm HEIT-SD (High-Explosive Incendiary Tracer- Self-Destruct) usada no Centurion.
    Também há munição de autodestruição disponível para o canhão M-242, a M792 High Explosive Incendiary with Tracer and Self Destruct.
    Tudo bem que este tipo de munição tanto no calibre 20 mm quanto do 25 mm é usado para reduzir danos colaterais e não para aumentar a letalidade, mas é um diferencial em relação à munição eminentemente de impacto das ponto 50.
    Ao meu ver de 20 mm pra cima devia ser designado canhão.

  4. Guizmo 18 de outubro de 2013 at 8:20 #

    Bosco, eu não manjo muito do riscado mas será que a classificação teria a ver com a cadência de tiro? Pra mim 20 mm já é classificação de canhão, haja vista até mesmo os “canhões” de 20 ou 30 mm embarcados em jatos de caça.
    Abs

  5. Guilherme Poggio 18 de outubro de 2013 at 12:37 #

    Guizmo

    Essa é a diferença. Calibres aeronáuticos possuem funções diferentes dos calibres navais embora sejam números iguais. O que é canhão para a FAB (20 ou 30mm) na MB é metralhadora (a MB chama as GAMBO de 20mm de metralhadora).

  6. joseboscojr 18 de outubro de 2013 at 13:48 #

    Guismo,
    Não acho que a cadência de tiro seja fator decisivo na classificação, mesmo porque existem metralhadoras com cadência de 600 até 6000 tiros e canhões de 30mm com cadência semelhante (4500 no caso do Goalkeeper, que é tipo Gatling, 1500 t/min no caso do GIAT 30 do Rafale, 2500 t/min no caso do 2A38M do Pantsir, etc)
    Também há canhões de 35 mm com cadência de 1000 tiros (35/1000 Oerlikon).
    Ou seja, não dá pra diferenciar canhão e metralhadora na base da cadência de tiro.

  7. Guizmo 18 de outubro de 2013 at 15:10 #

    Poggio e Bosco,
    Valeu!
    Abs

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