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O site Alide revelou com exclusividade imagens em 3D da possível configuração das futuras corvetas da classe Barroso modificadas que a Marinha pretende começar a construir em breve.

As imagens revelam duas configurações, uma com um mastro convencional e outra com um mastro integrado I-Mast.

O novo desenho da classe Barroso Mod. tem semelhanças com a classe Sigma holandesa e com a Type 56 chinesa.

Clique aqui para ler a matéria da Alide sobre as novas corvetas.

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Ampliação imagem ALIDE concepção futura corveta MB

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SAIBA MAIS:

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

119 Responses to “Primeiras imagens da nova corveta da Marinha do Brasil” Subscribe

  1. Blind Man's Bluff 27 de outubro de 2013 at 15:30 #

    Na ultima foto estão dois radares, um de busca, provavelmente 3D e o outro, por painéis fixos, estilo AEGIS.

    Só espero que esses painéis não sejam chineses!

  2. eduardo.pereira1 27 de outubro de 2013 at 16:00 #

    A atual ja é bonita ,mas a futura(s) sera ainda mais bela e tomara beeem armada com o de melhor que tiver dentro das especificaçoes da MB !!

  3. eduardo.pereira1 27 de outubro de 2013 at 16:11 #

    Sera que o espaço retangular atras do canhao de 40mm a ré do navio é destinado a um lançador vertical de misseis ??

  4. Fernando "Nunão" De Martini 27 de outubro de 2013 at 17:22 #

    Eduardo,

    Se você está falando de um retângulo entre a chaminé e o pedestal da alça optrônica junto à torreta de 40mm, não.

    E nem tem como ser, pois ali embaixo é o hangar.

    Trata-se de um tipo de escotilha grande, presa àquele convés sobre o hangar, para retirada para manutenção em terra / substituição de máquinas da praça de ré (as da praça de vante, sob a chaminé, saem pela própria chaminé).

    Os eventuais lançadores verticais de mísseis estariam mais para as laterais do hangar, dos dois lados do retângulo que você citou.

  5. joseboscojr 27 de outubro de 2013 at 17:33 #

    Em “estado da arte” a maioria dos sistemas SAM de defesa de ponto/área curta do Ocidente são lançados verticalmente, com três honrosas exceções, o RAM/RAM Block II, o Mistral e o Stinger.
    Os lançados verticalmente são: Barak, ESSM, ASTER-15, VL-MICA, Umkhonto e CAMM(M).
    O Barak é, digamos, o de conceito mais antigo, usando o sistema CLOS. Depende de sistemas de controle de tiro independentes e tem alcance de 12 km.
    O ESSM é bem avançado, embora dependa de radares iluminadores. Sua vantagem é ter 50 km de alcance.
    Já os mísseis RAM, Ram Block 2, Stinger, Mistral, VL-MICA, Umkhonto, Aster 15 e CAMM(M) não dependem de dispositivos adicionais e têm alances máximos de 5 a 40 km.

    Da parte dos russos há uma versão naval do TOR designada SA-N-9, de lançamento vertical, que exige sistemas independentes de controle de fogo e tem alcance de 12 km, o míssil integrado ao sistema autônomo de defesa Kashtan, o SA-N-11, com 10 km de alcance e uma versão do Igla em um pedestal com 4 unidades, com 5 km de alcance.

  6. eduardo.pereira1 27 de outubro de 2013 at 17:39 #

    Por ja sermos parceiros dos africanos ( no caso do A-Darter )o Umkhonto teria maiores chances de ser escolhido para equipar os futuros navios da MB que irao dispor deste tipo de armamento ??

  7. eduardo.pereira1 27 de outubro de 2013 at 17:40 #

    Valeu pela resposta Nunao !!

  8. nunes neto 27 de outubro de 2013 at 18:18 #

    Não achei espaço algum para lançadores verticais, nesses desenhos, mas como não são os definitivos, só sei que os armamentos e sistemas já devem está escolhidos ou quase, e devem caber nesse casco, então a configuração não deve ser tão diferente desses desenhos, mas será uma pena se não tiver um sistema de missíeis SAM,pois essas ai vão cobrir o vácuo deixado entre a baixa das velhas e o recebimento das novas fragatas, que se construídas no Brasil como se sabe devem demorar muito para ficarem prontas.A na reportagem ,a revelação para mim foi uma possível classe de NaPaOc,a ser criada usando-se o casco da Barroso, algo que seria lógico, mas……não entendo o porque então desse tipo de navio entrar na concorrência do PROSUPER ,ou a declaração do Comandante da Mb de que vai construir mais de uma dezena de Amazonas….

  9. nunes neto 27 de outubro de 2013 at 18:23 #

    Sabemos que para uma classe de navio fazer sucesso o ideal é que a Marinha do país produtor o tenha testado e que esteja em atividade ,isso vai acontecer com NaPaOc Br?Ou como usará o casco da Barroso,isso já basta para comprovar suas qualidades, acredito que a classe se destinará a exportação para países com menos recurso, e que deveríamos adota-los

  10. juarezmartinez 27 de outubro de 2013 at 18:33 #

    Mas pera aí um pouquinho, e o tal do END, e o tal do Livro Branco, em que ambos preconizam a padronização de meios.
    A MB adquiriu os Napaocs da BAE, se não me engano adquiriu os direitos de produzi-los e agora vão construir uma nova classe de patrulha oceânico????
    Vem cá, na hora da prateleira de peças de reposição, como fica????
    Vão misturar duas classes de patrulhas do mesmo porte em um mesmo distrito naval, com diferentes sistemas de operação a bordo?
    Bom, tá ficando muito bom, dqqui 20 anosa gente sabe o fim da história.

    Grande abraço

  11. juarezmartinez 27 de outubro de 2013 at 19:30 #

    A propósito, nesta matéria da Alide tem um erro técnico na classificação dos MCPs:

    “Somando-se isso com a alta velocidade passível de ser conseguida operando os agora quatro motores diesel MTU 16V 1163 idênticos aos da Barroso,”

    A Corveta Barroso utiliza os motores MTU 20 V 1163 TB 83, com potência de 9.923 BHPs

    As Corvetas Inhaúma utilizam o MTU 16 V 596 TB 91 com 3900 BHPs

    O motor citado na matéria confere uma potência nominal de 7.939 BHPs, que se multiplicado por quatro(o número de motores citados na matéria) chegaríamos a uma potência superior a obtida com uma turbina LM 2500.

    Lembrando sempre que estas potências são nominais e não prime, logo não podem ser mantidas full time, sob pena destes motores virarem uma chaleira fervente, e ainda lembrando que com temperatura ambiente acima de 30º C ocorrem perdas de potência nos motores em torno de 3%.

    Grande abraço

  12. nunes neto 27 de outubro de 2013 at 19:36 #

    Juarez ,se bobear podem ser 3! Amazônas, a que ganhar o PROSUPER e essa nova, mas me parece que a que vai utilizar o casco da Barroso seria só para exportação, porque para exportar amazonas teríamos que pagar para a Bay, compramos o direito de construir para nós e não para terceiros! Por mim , construiríamos as baseadas na Barroso,teríamos uma frota bem uniforme, mesmo casco, mesma motorização e parte dos sistemas!abçs

  13. juarezmartinez 27 de outubro de 2013 at 20:05 #

    Marinha rica é outra coisa, pode ter 03 classes diferentes de patrulhas, mas não tem dinheiro para manter uma…..

    Grande abraço

  14. eduardo.pereira1 27 de outubro de 2013 at 20:18 #

    Nao tem agora, e também nem tem navios decentes direito para usar , mas vindo a te-los creio que os recursos aparecerao,assim espero !!
    Marinha do Brasil , se quem pode pode, quem poderá também poderá !!rs

    Sds.Eduardo o otimista.

  15. juarezmartinez 27 de outubro de 2013 at 20:31 #

    É, deve ter contratado aquele mágico do Discovery e junto a Money Machine, mas enquanto isto dando uma olhadinha na Baia da Guanabara,a realidade nos vem nua e crua, infelizmente…..

    Grande abraço

  16. rommelqe 27 de outubro de 2013 at 21:13 #

    Este programa “nova corveta”, elaborado pelo arsenal da marinha, me parece excelente, com uma caracterísiica moderna para essa fase do projeto. Pelo que entendi, a metodologia preconizada é bastante interessante, pela qual os proponentes devem basear suas oferttas neste projeto preliminar a ser consolidado conforme peculiaridades de cada um deles. Após a adjudicação ao proponente vencedor (que passa a ser fornecedor), o projeto básico a ser consolidado certamente sofreria adaptações.

    Mas aí vem outra consideração: essas corvetas teriam qual função? Concordando, mais uma vez, com o Juarez, na minha opinião a série de patrulhas oceânicos deveriam TODOS dar continuidade à família Amazonas. Por isso esse projeto preliminar talvez devesse utilizar o plano de linhas do projeto BAE (e não o casco da Barroso)e guardar outras semelhanças mais marcantes com a´série Amazonas.

    Em suma: me parece que o pessoal da Marinha deveria revisar esse projeto “nova corveta” e, por outro lado, focar com ênfase, utilizando o mesmo conceito de gestão, um programa destinado a Fragatas. E nessa linha, deveríamos considerar principalmente, pelo menos três variantes destas Fragatas, com funções de apoio de ponto, defesa anti-aérea e escolta (nessa ordem).

  17. Marcos 27 de outubro de 2013 at 21:14 #

    Resta saber quanto tempo vai levar para ficar pronto.
    Um outro ai, salvo engano, levou sete anos.

  18. juarezmartinez 27 de outubro de 2013 at 21:23 #

    Caro Marcos, segundo as” sapiência navais” do sr fuentes, la defecation brazilian(com b minúsculo mesmo) a MB está incorporando e repassará ao estaleiro/fornecedor escolhido as famosas e infaliveis técnicas Francesas de integrações e construções plug and play by Avilã wonderful world, aonde tudo pode, nada é díficil, tudo se transfere, um verdadeiro sucesso já comrpovado redundantemente no Prosub, aguardemos…..

    Grande abraço

  19. Ivan 27 de outubro de 2013 at 21:47 #

    Juarez,

    Aparentemte vc buscou a potência da K130 Braunschweig na wiiki, 14.8 MW para dois motores, converteu em HP e achou a potência unitária do MTU 20V 1163 TB 93, conforme seus cálculos (e o meu) 9.923 BHPs, ou 9.923,5634574…

    Mas também pode ter visitado o site da MTU-online e encontrado as especificações do ‘danado’ do diesel alemão.
    http://www.mtu-online.com/iberica/products/engine-program/diesel-engines-and-gas-turbines-for-marine-main-propulsion-dieselelectric-drives-and-onboard-power-generation/diesel-engines-for-corvettes-and-frigates/index.es.html

    Além da cortesia e atenção dos editores, aqui na trilogia encontramos sempre pessoas que pensam. É sempre um prazer conversar com o amigo.

    Uma questão para os marinheiros:
    HP e BHP é a mesma coisa? :)

    Mas voltando a questão que foi levantada na matéria anterior sobre a “corveta” russa:”Esta conta não fecha, ou vão usar motores de volume cilindrico diferente na New Barroso, porque a K 130 Alemã faz 26 nós com dois, porque a necessidade de 04 MCPs nneste projeto da MB,”

    Pois é, não sou engenheiro, muito menos náutico.
    Minha parte mais náutica era velejar de jangada, hobcat e laser, ou talvez atravessar curso d’água com o FAL dentro do poncho… mas tenho uma desconfiança.

    Como nos aviãozinhuns nem sempre dobrar a quantidade de motores significa dobrar a velocidade ou aceleração.
    (De aviãozinhuns vc entende muito, todos sabemos)

    No mar não é diferente. Apesar de desconhecer a equação, para conseguir um ganho de 10% na velocidade final é preciso muito mais que os mesmos 10% da potência na ponta da hélice.

    No caso em questão há um agravante, a alemã tem medidas e deslocamento bem menores que a brasileira.

    Alguns dados.

    Braunschweig
    Deslocamento: 1,840 toneladas FULL LOAD, mas apenas 1.580 toneladas STANDARD.
    Comprimento: 89.12 m (292 ft 5 in)
    Boca: 13.28 m (43 ft 7 in)
    Calado: 3.4 m (11 ft 2 in)
    Propulsão: 2 (dois) motores diesel MTU 20V 1163 TB 93 entregando 14.8MW, ou 19.846HPs, para duas hélices.
    Velocidade: 26 nós (48 km/h)

    Barroso
    Deslocamento: 2.350 carregada e 1.795 toneladas standard.
    Comprimento: 103,4 metros
    Boca: 11.4 metros
    Calado: 5.3 metros
    Propulsão: 1 (uma) turbina General Eletric LM2500 entregando 20,5MW, ou 27.490hps, para duas hélices.
    Velocidade: 27 nós (50 km/h) segundo wiki, porém 29 nós (53,7 km/h) segundo outras fontes.
    Entretanto a velocidade desta brasileira apenas com conjunto diesel semelhante ao da alemã fica entre 20 e 22 nós (37,0 e 40,7 km/h), mas ficaria com 20 nós.

    Observe que a turbina da Barrosa entrega quase 40% a mais de potência que os diesel, porém é um navio quase 30% mais pesado (deslocamento), apesar de apenas 14% mais longo.

    Uma Improved Barroso com 4 (quatro) engenhos diesel do mesmo modelo vai dispor de 29,6 MW, quase 39.700hps. Se calar mais fundo, aumentar um pouco o deslocamento como é esperado, vai ter força suficiente para manter uma velocidade entre 27 e 30 nós, o que é o padrão atualmente.

    Confesso que sempre encontrei dificuldade de entender para que raios um CODOG com apenas uma turbina nas corvetas brasileiras. Meu voto, se pudesse votar nesta questão, seria pelo conjunto de 4 (quatro) MTU como proposto acima. Além de entregar energia de sobra, importante hoje em dia, permite ao oficial de máquinas usar com sabedoria os motores.

    Espero ter ajudado, mas conto com nosso Admiral Dalton e MO, os verdadeiros náuticos, para corrigir qualquer engano da minha parte ou esclarecer melhor a questão que o nobre aeronáuta levantou.

    Grande abraço,
    Ivan, um velho jangadeiro.

  20. juarezmartinez 27 de outubro de 2013 at 22:36 #

    Ivan! Eu acredito/acho que a MB vai optar por arranjo de 04 motores de 16 cilindros, os 16V 1163TB93 com potência nominal de 7939 BHPs, totalizando quase 32.000 BHPS, ou seja, algo como 15% a ,ais que a turbina, porém optando por 16 V com um comprimento menor, sobrando o espaço ne cessário para acomodar os 04 16 V.

    E o mais importante, os 20 V consomem garbosos 1900 litros de diesel por hora, contra 1600 litros dos 16, multiplicando por quatro temos 1200 litros de diesel por hora a mais, o número bem interessante.

    Agora veja bem, a Alide cita a preocupação da área de manutençaõ da MB com a contaminação do Marpol e coloca isto com uma das preocupações de usar a turbina, que seria extremamente prejudicada por um diesel de má qualidade.
    Eu não consegui encontrar no site da MTU, o tipo de injeção que estes motores usam, se for uma injeção eletrônica com bomba de presurização do sistema com uma flauta injetora, os problemas com diesel ruim continuam e tendem a se tornar um pesadelo.

    O EB enfrenta uma sistuação similar com seus Leopard 1A5 equipados como motor MTU com bomba injetora rotativa, que como sabemos se utilizada do próprio óleo diesel para lubriricar suas partes móveis, e com o diesel comum, ou ainda o próprio metropolitano fornecido pela Petrobras com teores de enxofre proibitivos para este compenente vai haver uma fila de blindados com problemas injeção muito em breve, a não ser que o EB passe a comprar S 10 para seus RCCs.

    em fim, coisas para os marinheiros pensarem bem antes de tomar decisões.

    Grande abraço

  21. Mauricio R. 27 de outubro de 2013 at 23:23 #

    Mexeram, mexeram e tornaram a mexer e o diabo do navio ficou pior ainda!!!
    Vão operar SH-60 em um navio c/ somente 11,40m de boca???
    E ainda querem pq querem instalar VLS???
    Meu tem alguém viajando, mtp louco nessa maionese, não é possível!!!

  22. Mauricio R. 27 de outubro de 2013 at 23:35 #

    Sem contar que uma vez removida a turbina, prá que a chaminé ainda daquele tamanho???
    Menorzinha, pode ser dividida em 2 e montada pelos flancos do hangar.
    Pq se querem mesmo operar SH-60 nessa canos, vão precisar de um belo de um espaço p/ esconder o bichão da Sikorsky.

  23. Mayuan 28 de outubro de 2013 at 1:05 #

    Taí Maurício, nunca pensei que chegaria mas chegou o dia em que acabei concordando com você.

    Acho que a MB quer nacionalizar mais uma coisa. Sabe o quê? Aqueles vídeos do Youtube em que o piloto naval erra o spot e acaba afundando no mar.

    Tem um ditado velho que diz que quando a cabeça não pensa, o corpo é que padece. Se considerarmos a cabeça como os almirantes e o corpo como pilotos e os praças, quem realmente se lasca numa situação dessas, esse ditado cai como uma luva.

  24. Colombelli 28 de outubro de 2013 at 1:27 #

    Alguem sabe dizer se terá condições, nesta conformação, de operar helicópteros médios ou medio-pesados ou se ira ficar no Lynx e Esquilo.

  25. juarezmartinez 28 de outubro de 2013 at 6:48 #

    Caro Colombeli! O Mauricio citou uma questão importante que envolve a “física”, porque dois não podem ocupar o mesmo tempo no mesmo espaço de tempo e partindo desta premissa um ilustre amigo, ex Lynx fez o comentário parecido, pois segundo ele, o SH necessita de um convôo de 23 mts pelo menos e ainda, o hangar da Barroso já é justissímo para o Lynx im,aginem para o SH.
    Lembrando que estamos raciocinando encima da informação do site Alide que segundo o sr “fuentes” a New Barroso terá as mesmas dimensões sde sua irmã mais velha.

    Grande abraço

  26. MO 28 de outubro de 2013 at 6:50 #

    o amazonas tem mais boca que esta jaca …

  27. Blind Man's Bluff 28 de outubro de 2013 at 10:04 #

    A principio achei bem interessante o projeto, porém, depois de ler o artigo me veio uma grande pergunta na cabeça:

    PARA QUE FUNÇÃO A MB QUER OPERAR ESSA CORVETA?

    ASW? ASuW? AAW?

    Antes de decidir o “O QUÊ”, temos que pensar no “PARA QUÊ”, principalmente em se tratando de uma corveta, que não tem como ser um pacote “multi-função”, muito menos operando 185 marinheiros. Não é possível, o calculo não bate!

    Uma corveta de 2480 ton, operando 2 tipos de propulsão (Diesel + Turbina), 1 radar de fragata, hangar de helicópteros, VLS e mais 185 marinheiros? PQP!

    Então, “PARA QUÊ FUNÇÃO” especifica queremos essas corvetas?

    Se for para a função ASW, então não precisamos de um super lançador VLS. Precisamos de um helicóptero ASW orgânico, torpedos e sonares. Neste caso, poderiamos, como já temos o hangar de helicópteros, poderiamos ter 1 ou 2 lançadores de Exocets e assim, uma ótima capacidade ASuW.

    Se for para a função AAW, não precisamos de um hangar de helicópteros e, em seu lugar, um bom VLS + um bom sistema de radares.

    Em nenhum dos casos, 185 marinheiros.

    Minha opinião, como eu já deixei aqui várias vezes: Pra mim, essas corvetas deveriam operar na função ASW/ASuW, enquanto que a responsabilidade pela FUNÇÃO AAW fica com as fragatas do PROSUPER.

    Dificilmente uma corveta consegue executar bem a tarefa de AAW, pois 1- Não possui espaço suficiente para armamento, 2- não tem capacidades físicas para operar um bom e pesado radar 3D de busca + engajamento. Mesmo uma fragata de 6000t não é o ideal para essa função.

    Para o PROSUPER, eu deixaria um pouco de lado essa proposta marqueteira de fragata multifunção (FREMM), pois quem quer fazer tudo, acaba não fazendo nada bem, e focaria esse projeto na FUNÇÃO AAW, com boa capacidade de defesa anti-aérea + uma capacidade limitada ASW/ASuW.

    Em resumo, minha marinha seria composta de:

    6 x Fragatas classe Alvaro Bazan:

    Sensores:
    -Lockheed Martin AN/SPY-1D 3-D multifunction radar
    -Raytheon SPS-67(V)4 surface search radar
    -Raytheon DE1160 LF active and passive sonar
    -2 × Raytheon SPG-62 Mk99 radar illuminator

    Armamentos:
    -1 × 5-inch/54 Mk45 Mod 2 gun
    -1 × 48 cell Mk 41 vertical launch systems
    -32 × Standard SM-2MR Block IIIA
    -64 × RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile
    -8 × MM-40 Exocets
    -4 × 324 mm Mk32 Mod 9 double Torpedo launchers with 12 Honeywell Mk46 mod 5 Torpedo

    Dessas 6 fragatas, 4 poderiam operar sempre em torno do São Paulo, oferencendo uma ótima proteção AAW.

    10 x Corvetas novas ASW/ASuW:

    Sensores:
    -TRS-3D multifunction radar
    -Sonares de casco e de arrasto

    Armamento:
    -Otobreda 76 mm gun
    -1x MLG 27 mm autocannons
    -4x MM-40 Exocets
    -1x 21-cell RAM CIWS missile launchers
    -Torpedos e Helicóptero

    Dessas 10, de 4 a 6 operando como escoltas ASW no Grupo de Tarefas do São Paulo, que poderiam ser vetoradas a qualquer momento para um ataque AsuW.
    A grande vantagem é que permitem que as Fragatas AAW se mantenham sempre e a qualquer momento fixas em suas posições AAW. Ao mesmo tempo que em um assalto ASuW, seriam entre 16 a 24 Exocets lançados pelas pequenas corvetas.

  28. daltonl 28 de outubro de 2013 at 10:07 #

    Uma pequena correção na excelente matéria da ALIDE é que a empresa responsável pelo sistema de pouso e decolagens assistidas bem como recolhimento e retirada do heli do hangar amplamente utilizado pela US Navy há décadas e INDAL Technologies e não IDAL.

    O texto fala que a MB quer um helicóptero do porte de um Seahawk embarcado, como o mesmo pode ter a cauda dobrada e com a instalação do sistema mencionado acima
    acredito que não haveria muita dificuldade em pousar e decolar, a área ficaria próxima do tamanho do convoo de um Ticonderoga que hoje é a menor área entre os combatentes de superficie.

  29. Marcos 28 de outubro de 2013 at 10:30 #

    Outra pergunta:

    Isso ai é um projeto uma uma maquete digital?
    Vai longe a diferença!

  30. Marcos 28 de outubro de 2013 at 10:31 #

    … ou uma maquete …

  31. daltonl 28 de outubro de 2013 at 10:39 #

    Blind…

    não esqueça que a Alvaro de Bazan que vc mencionou também conta com hangar convoo com RAST e capacidade para um seahawk.

    No caso do VLS poderia ser apenas para misseis como o ESSM, para defesa da própria corveta mesmo ela agindo principalmente como vetor antisubmarino.

    As 4 Inhaumas precisarão ser substituídas então uma excelente forma de faze-lo sem complicar muito e com um preço acessivel.

  32. Fernando "Nunão" De Martini 28 de outubro de 2013 at 10:54 #

    “nunes neto 27 de outubro de 2013 at 18:18
    Não achei espaço algum para lançadores verticais, nesses desenhos”

    Nunes neto,

    Como já expliquei para o Eduardo, a terceira foto de cima para baixo mostra os espaços para instalação dos lançadores verticais, nas duas laterais do hangar.

    Ampliei a imagem em questão e coloquei na matéria esse detalhe (agora é a quarta imagem de cima para baixo) para facilitar a visualização.

    No alto da superestrutura do hangar, pode-se ver, no sentido da proa para a popa:

    - na área central dessa superestrutura estão a escotilha / parte retirável do piso para retirada de máquinas da praça que fica mais abaixo do hangar; depois, o pedestal para uma alça optrônica de direção de tiro e, por fim, uma torreta de canhão de pequeno calibre

    - nos dois bordos, também no sentido de proa para a popa, vê-se duas pequenas áreas marcadas por dois pequenos retângulos. São os espaços para, pelo que mostra o desenho dezesseis células de lançamento de mísseis mar-ar, sendo aparentemente oito células em cada um (entre esses espaços, está a grande abertura que citei acima) – mas acho que não cabe tudo isso, se analisarmos a proporção com os outros equipamentos mostrados. Acho que só caberiam umas quatro células por bordo, mas isso é um chute; mais atrás, estão os conteineres cilíndricos das balsas salva-vidas.

  33. Fernando "Nunão" De Martini 28 de outubro de 2013 at 11:01 #

    Lembrando também que, aquilo que estou descrevendo como possível espaço para lançadores verticais de mísseis mar-ar, pode ser simplesmente uma ideia de lançadores verticais de foguetes de chaff, pois os dois lançadores que equipam a Barroso (inclinados e apontando para dois ângulos distintos) não são vistos na concepção com o mastro do tipo “I-MAST”, mas são vistos sobre o hangar nas concepções com os mastros convencionais (as duas imagens do alto).

    Marcos,

    Não sei se as imagens podem ser consideradas “maquetes digitais”. Para mim, são como concepções artísticas baseadas em projetos. Antigamente, eram desenhadas / pintadas a partir dos projetos feitos no papel, hoje são feitas por computador a partir dos projetos feitos digitalmente em 3D.

  34. Fernando "Nunão" De Martini 28 de outubro de 2013 at 11:07 #

    Blind Man’s Bluff,

    As funções das corvetas na MB, desde as Inhaúma, são principalmente escolta na guerra antissubmarino (ASW) e guerra de superfície (ASuW), com capacidade antiaérea apenas para defesa de ponto ou de navios que estejam bem próximos delas.

    Essa é, até onde sei, a mesma função da Barroso e a que se pretende para os novos navios, evidentemente levando em conta as mudanças nas ameaças nessas décadas todas.

    Trata-se de um navio que, a um custo menor do que uma escolta de maior parte atual (pense em cerca de metade do custo de uma fragata de 6.000 t), realiza praticamente os mesmos papeis ASW e ASuW, embora de forma mais limitada (alcance menor, quantidade de munição / mísseis / torpedos também menor, apenas um helicóptero ao invés de dois etc).

  35. Marcos 28 de outubro de 2013 at 11:55 #

    Eu só faria um hangar maior, para caber a Kombi!

  36. Ivan 28 de outubro de 2013 at 12:13 #

    Juarez,

    Vc escreveu:
    “Eu acredito/acho que a MB vai optar por arranjo de 04 motores de 16 cilindros, os 16V 1163TB93 com potência nominal de 7939 BHPs, totalizando quase 32.000 BHPS, ou seja, algo como 15% a ,ais que a turbina, porém optando por 16 V com um comprimento menor, sobrando o espaço ne cessário para acomodar os 04 16 V”.

    Importante esta sua observação, pois havia pensado apenas na sobra de potência instalada com um quateto de 20V da Barroso, mas a questão de espaço, ECONOMIA de COMBUSTÍVEL e adequação do conjunto propulsor ao casco podem levar a MB a seguir sua sugestão.

    Curiosamente há uma confusão quando consultamos as Inhaúmas na wikipedia em inglês, que aponta 7.800hp para os motores MTU dessas corvetas. Mas não deixa claro se é potência unitária ou do conjunto.

    Mas na Wikipédia em português, para a Cv Frontin (V-33), encontrei o seguinte texto: “2 motores diesel MTU 16V 956 TB91 de 3.940 bhp cada”. No site Campo de Batalha Naval a indicação é também para 3.940bhp.

    Porém, no site da MTU, como pesquisamos ontem, o indicativo é o seguinte:
    16V 1163 TB93 …… 5.920MW …. 7.939bhp.

    Pelo que entendo (posso estar enganado), as Inhaúmas usam outro modelo de 16V, o 16V956 TB91, enquanto sua proposta é para usar o 16V1163TB93.
    Um detalhe que dobra a potência instalada.

    Grande abraço,
    Ivan, sem tempo. :)

  37. joseboscojr 28 de outubro de 2013 at 12:27 #

    Uma corveta se equipada com mísseis sup-ar do porte/capacidade do ESSM para “autodefesa” se transforma na verdade em um navio multifuncional e aí é capaz de concorrer até com navios maiores, dedicados à defesa aérea.
    Hoje há sistemas de radares fixos com boa performance capaz de ser instalados em navios de pequeno porte. O próprio SPY-1, na versão “K”, é otimizado para navios de porte de corveta.
    Apesar disso defendo que nossas novas corvetas, otimizadas para a função ASW e ASuW, nem sequer precisariam de mísseis sup-ar desde que dotadas de um canhão médio de alta performance (Super Rapid ou Bofors 57 mm Mk-3) e complementados por um canhão de menor calibre (Trinity) ou um CIWS (Phalanx Block 1B, Milenium, Goalkeeper, etc), além de sistemas passivos de defesa (soft kill).
    No caso de ser “obrigatório” a instalação de mísseis (prover defesa em camadas, fazer frente a ataques múltiplos, etc), estes deveriam ser de porte reduzido (peso na faixa de 120 kg) com alcance máximo limitado à 20/25 km . Isto deixaria de fora o ESSM e o ASTER-15.

  38. joseboscojr 28 de outubro de 2013 at 12:31 #

    Lembrando que até 2020 deverá estar operacional a versão Block 2 do ESSM, que além de contar com um radar ativo (abandonando o sistema TSARH) terá o dobro do alcance (100 km), sem aumento de peso (280 kg).

  39. juarezmartinez 28 de outubro de 2013 at 12:35 #

    Ivan! Os 16V das Inhaúma são de pelo menos duas gerações anteriores aos 16 V TB 93 do meu achismo, por isto este diferencial de potência, agora leve em conta que com as temperaturas médias do TO de operação da MB, estes terão perdas na orde de até 3%.

    Grande abraço

  40. Ivan 28 de outubro de 2013 at 12:51 #

    Juarez,

    Pois é, estes “detalhes” que pontuamos aqui no NAVAL é que permitem construir um sonho mais equilibrado.

    A propósito, além “dus aviãozinhuns” vc entende bastante de motores a explosão, bem mais que um simples entusiasta curioso como eu. É conhecimento profissional?

    Abs.,
    Ivan.

  41. Ivan 28 de outubro de 2013 at 13:07 #

    Bosco,

    Em uma corveta de 2.000 toneladas para o Atlântico um CIWS como RAM Block 2 sobre o hagar, combinado com um OTO Melara 76mm “Super Rapido” na proa seria proteção suficiente.

    Em cada bordo, talvez um pouco a vante do convoo, poderia dispor de um DS30M Mark 2 com canhão Mark 44 Bushmaster II de 30mm.

    Com a munição certa esta armas podem oferecer bem mais do que se espera de uma ‘corvetinha’.

    A vantagem deste arranho é que não seria necessário perfurar o casco para VLS, nem mesmo jogar mais peso para o alto do que já tem. Além disso, como o Compact de 76mm é bem mais leve que o Mk8 de 114mm atual, a proa pode ficar mais leve ou simplesmente dispor de mais munição para o canhão principal.
    (Afinal um canhão de 4,5 polegadas de calibre em uma corveta é um exagero.)

    Sempre lembrando que a MB tem que deixar espaço para sistemas de guerra eletrônica ou decoys como por exemplo o MK-53 Nulka Decoy Launching System.

    VLS?
    Teria que ser um novo projeto, ou um reprojeto demorado…
    … e aí vão mais outros 14 (quatorze) anos ‘barrosenses’.

    Abs.,
    Ivan.

  42. Ivan 28 de outubro de 2013 at 13:20 #

    Convoo.

    Um detalhe interessante sobre a corveta K130 da alemanha.

    “The hangar is too small for standard helicopters, but the pad is large enough for Sea Kings, Lynx or NH-90s, the helicopters of the German Navy.”

    Pois é, um hangar para um par de UAVs Camcopter S-100, mas um convoo para Sea King.

    Esta pode ser uma solução para futuras barrosos. Mantém o Hangar para Sea Lynx (que recebe Esquilos e outros bichos menores), mas amplia o convoo para receber, rearmar e reabastecer um heli do porte do Sea Hawk. Cobrindo a popinha da Barroso é possível atingir este objetivo sem grandes mudanças estruturais ou de projeto.

    Quando operando com a frota poderá ser um ponto alternativo dos MH-16 do PA ou das escoltas maiores.

    Acredito que quanto menos o projeto for mexido, mais rapidamente a MB pode dispor de escoltas nacionais de pequeno porte. Além disso, com menos modificações estruturais, possivelmente, haverá menor custo de projeto e construção.

    Neste momento, duas coisas que a nossa marinha NÃO tem é
    tempo e dinheiro.

    Sds.,
    Ivan.

  43. eduardo.pereira1 28 de outubro de 2013 at 13:32 #

    Boa tarde senhores, vejo que o papo além de bom esta tecnico pra chuchu hein !!
    Na minha humildissima opiniao ,mesmo que querendo muito ver um lançador de misseis nas futuras Barroso ,gostei do esquema de armamentos citado pelo Ivan !!
    E ae Bosco qual combinaçao de armamentos voce sugere ??
    Sds. Eduardo o otimista.

  44. Ivan 28 de outubro de 2013 at 13:39 #

    Ops!!!

    Eduardo,

    Andei “filando” as idéias do Mestre Bosco ao longo destes anos… :)
    … o RAM e o Nulka conheci por indicação dele faz tempo.

    Abraço,
    Ivan, o aluno.

  45. Ivan 28 de outubro de 2013 at 13:40 #

    Assim como passei a olhar com mais atenção para o motor diesel 16V 1163 TB93 indicado pelo Juarez.

  46. eduardo.pereira1 28 de outubro de 2013 at 14:15 #

    Entao somos dois aprendizes Ivan, mas ,voce ja esta quase mestre enquanto que ainda sou padawan !!rs
    Abraço,
    Eduardo o otimista aprendiz!

  47. Marcelo 28 de outubro de 2013 at 15:38 #

    na minha modesta opinião de “especialista naval” (só que não! rsrsrs) ficou muito bonito e funcional, quadrado retângulo na veia, ao contrário do pessoal tradicionalista, gosto muito das FREMMs (é assim que escreve?), Type 45s, e até do DD1000 Zumwalt !
    Abraços,
    Marcelo (dos aviaozinhu).

  48. joseboscojr 28 de outubro de 2013 at 16:16 #

    Eduardo,
    Eu também acho a sugestão do Ivan bem equilibrada. Se for pra usar um míssil o lançador conteirável do RAM ocupa menos espaço que lançadores verticais, principalmente levando-se em consideração a quantidade de mísseis (21).
    Sem falar que dependendo da posição do lançador do RAM o arco cego, obstruído pela estrutura do navio, pode ser contornado pelo míssil que opera no modo LOAL, portanto, um único lançador proveria cobertura em 360º ao navio se contrapondo a ameaças vindas de qualquer direção.
    O problema desta solução é que praticamente obriga a adoção de 2 CIGS (canhões de defesa aproximada), na forma de canhões de 25 ou 30 mm.
    Claro que isto é relativo já que no nosso “teatro” as “ponto 50″ dão conta do recado.
    Se for para combinar um canhão médio de alta performance com um canhão de menor calibre ou um CIWS, sinceramente não vejo necessidade de míssil sup-ar e nem de CIGS adicionais.
    Acho exagero o que parece sugerir o artigo da ALIDE, que seria a combinação de um Super Rapid de 76 mm, um Milenium de 35 mm e mísseis sup-ar lançados verticalmente.
    Quando a esmola é grande o santo desconfia. rsrss
    Mas claro que eu particularmente ficaria saltitante de felicidade rsrrsrs se nossas novas corvetas fossem providas com uma defesa em camadas proveniente da combinação de mísseis (Umkhonto ??) com canhões médios e um CIWS.
    Tomara que toda esta empolgação e sofisticação caiba no nosso bolso e que possamos fazer mais que uma e de preferência num tempo razoável e não nos mais de 15 anos necessários pra completar a Barroso.
    Pensando nisto que, dependesse de mim, só trocava o Mk-8 pelo Super Rapid mantendo os familiares Trinity de 40 mm.
    Só a substituição do Mk-8 pelo Super Rapid já incrementa em muito a defesa do navio sem grandes alterações no projeto original, o que em última análise significa economia de recursos.
    Um abraço.

  49. eduardo.pereira1 28 de outubro de 2013 at 16:29 #

    Valeu Bosco, realmente se vier da forma mostrada na ALIDE vai ter muita gente saltitante por aqui ,entre os quais me incluo !rs
    Sds.

  50. MO 28 de outubro de 2013 at 17:44 #

    ah, obrigado por especificar .. ta explicado porque .. kkkk

  51. MO 28 de outubro de 2013 at 17:46 #

    Por falar em navios novos, mais um 9.669 teus x 333 m x 48,2 m de boca, 4o da classe Cap San Nicolas em vgm inaugural a SSZ = http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/10/ms-cap-san-augustin-dacg-mais-um-classe.html

  52. MO 28 de outubro de 2013 at 17:48 #

    sim, Ivan isso se tbm isso virar alguma coisa, pois tem o que poderia aocntecer com os amazonas, a classe Tamandua (Barreto mod) pode ser que venha ser o super pro qqr coisa ai .. se bem que se fosse fazer amazonas em serie e começar a esticar (aumentar) o armamento, iniciando uma CV, poisacho o casco mais estavel e largo que a Barreto / Tamandua, até então navio por navio, sou mais eles

  53. juarezmartinez 28 de outubro de 2013 at 18:12 #

    Ivan 28 de outubro de 2013 at 12:51 #

    Juarez,

    Pois é, estes “detalhes” que pontuamos aqui no NAVAL é que permitem construir um sonho mais equilibrado.

    A propósito, além “dus aviãozinhuns” vc entende bastante de motores a explosão, bem mais que um simples entusiasta curioso como eu. É conhecimento profissional?

    Abs.,
    Ivan.

    Nobre Ivan, na ,inha lida profissional de hoje, lido com logística e movimentação vertical, caminhões, motores são o nosso dia a dia, e a dor ensinou a gemer, ainda mais com esta maravilalha da quimica moderna que a Petrobras nos apresenta sob forma de óleo diesel, aonde em qaulquer país com um petroleira responsável este diesel teria que ter no mínimo 50 cetanas e hoje a Petrossauro nos entrega algo que contém diesel com vá lá umas 46 ou 47 com muito esforço, não sei como funciona no Marpol, mas se os problemas forem similares pobres dos chefe da máquinas.

    Grande abraço

  54. Joker 28 de outubro de 2013 at 19:04 #

    Convoo que pode receber um Seahawk, recebendo um Esquilo. Foto: Canindé Soares, O MESTRE DO FOTOJORNALISMO POTIGUAR

    http://canindesoares.com/site/wp-content/gallery/marinhaaraguari13a/IMG_3989.JPG

  55. crestani01 28 de outubro de 2013 at 20:09 #

    Mudando de saco pra mala, alguém pode me dizer como anda o A-12?

  56. juarezmartinez 28 de outubro de 2013 at 20:56 #

    Não anda, está parado aguardando o atestado de óbito para ele, e o de insanidade mental para aqueles que ainda o man tém nos aparelhos…ou melhor no cais….

    Grande abraço

  57. GUPPY 28 de outubro de 2013 at 22:05 #

    Faz muito tempo que eu não vejo análises de motores navais e os comentários desta matéria, notadamente da dobradinha Ivan/Juarezmartinez, estão excelentes. Taí um item IPC (Importante Pra Caramba/Cacete/Carvalho) num novo navio: a esclha do sistema de propulsão e os componentes escolhidos, como motores e suas marcas (MTU, MAN, CAT, etc). Aqui os comentários foram fundo, indo nos sites dos fabricantes e fazendo cálculos sobre potências finais nos shafts.

    Concordo com a ideia de não utilizar a combinação MCP e Turbina nas novas corvetes e sim só MCPs. Só não fechei a quantidade de motores se 2 ou 4. Tem que ver bem o deslocamento final tanques full, paióis de armamento loaded, dispensa com feijão, arroz, açúcar, óleo, farinha de trigo, etc, para 185 membros da guarnição numa autonomia de semanas.
    Achei importante a análise do ponto de vista da economia de combustível. O amigo Juarez e o conterrâneo Ivan estão se tornando verdadeiros MOs, não o Marcelo Ostra.

    Por outro lado, o MO, agora o Marcelo Ostra, me deixou pensativo: de fato o casco das Amazonas tem boca mais generosa para absorver mais melhorias tanto de armamento como de hangar/Pad.

    Obs.: MO, na MB, é o especialista em motores. Seria a minha especialidade caso eu tivesse continuado na briosa. Cheguei a cursar nove meses e só não concluí os dois meses restantes porque implicaria em eu não poder ser desligado do SAM – Serviço Ativo da Marinha.
    Já o MCP que eu tive contato e pude acompanhar trabalhos de manutenção foi um velho Fairbank Morse, êmbolos(pistões) opostos, no Rio Grande do Sul – S11, o GUPPY.

    Abraços

  58. GUPPY 28 de outubro de 2013 at 22:10 #

    Ops,

    “corveta” e não “corvete”.

  59. juarezmartinez 28 de outubro de 2013 at 22:15 #

    Caro Guppy, muito interessantes suas informações sobre o S11, uhh um motor Boxer diesel de baixa rotação suponho, interessantissímo, nunca foi uma tradição nos motores americanos, mas admiro muito este tipo de construção popularizada Ferdinand Porche e agora podemos observar nos motores Subaru, outra motor que beira a perfeição.

    Grande abraço

  60. Joker 28 de outubro de 2013 at 23:04 #

    Sou só eu que achei as ultimas imagens parecidas com as Combattante BR70 da CMN, aquelas corvetas dos Emirados Árabes Unidos.

    http://cmnnaval.fr/wp-content/gallery/combattante/comb-br71b.jpg

  61. GUPPY 28 de outubro de 2013 at 23:15 #

    Prezado Juarez,

    Sim, os Fairbank Morse dos subs americanos eram de baixa rotação. Mas, já li alguma coisa sobre mudança de alta rotação para baixa rotação como uma das modificações implementadas pelo programa GUPPY a que alguns Fleet Type foram submetdos após a IIWW. Só não sei se isso tem sentido.
    Sobre o Curso de MO, na Marinha, achei interessante que alguns termos técnicos-mecânicos são diferentes da mecânica civil. Veja:

    Pistão é êmbolo,
    Biela é conectora,
    Virabrequim é eixo de manivelas,
    Turbinado é supercarregado,
    Cilindro, eu esqueci, mas tem outro nome,
    etc

    Obs.: muitos subs americanos tinham motor GM. Na verdade, Gato Class, Balao Class e Tench Class, GUPPYs ou não, ou eram equipados com Fairbank Morse ou GM.

    Abraços

  62. Ivan 28 de outubro de 2013 at 23:39 #

    Guppy,

    Conterrâneo, ‘O Cara’ dos motores é o Juarez, que entende ainda mais de aviãozinhun. Mas vc parece que botou a mão na massa (ou seria na graxa), no pior lugar para se trabalhar com motor a explosão, dentro de um submarino.

    Penso que para uma Improved Barroso o caminho passa por um conjunto quadruplo de motores diesel. Se no primeiro momento minha opção era por dobrar os MTU 20V 1163 TB93 da Barroso, após a sugestão do Juarez e sua preocupação com espaço acredito que o caminho pode ser um quarteto de MTU 16V 1163 TB93, que ocupariam menos espaço, seriam mais econômicos e entregaria mais potência que a atual turbina GE LM2500.

    Entre outras vantagens, uma casa de máquinas com 4 (quatro) MTUs iguais pode dar flexibilidade no uso e manutenção das máquinas.

    Uma curiosidade de entusiasta:
    Qual o significado da sigla MCP?

    Abç.,
    Ivan.

  63. Ivan 29 de outubro de 2013 at 0:01 #

    Joker,

    Vc que viu de perto o convoo do OPV classe Amazonas pode confirmar a possibilidade de operar um Seahawk.
    Se positivo, só em mar calmo ou em mar agitado.

    Pela foto do Canidé Soares há espaço, mas navegando em mar grosso há o balanço do navio.

    Outor ponto é usar o desenho do Amazonas para uma corveta e vice-versa, usar o da Barroso para um NaPaOc.

    Penso que uma coisa é uma coisa e a outra é outra completamente diferente da primeira… ka ka ka ka… cada besteira que penso… e escrevo, :)

    Mas falando sério. O Amazonas foi projetado para ser um patrulheiro, navegar com conforto durante muito tempo com espaços internos mais amplos, porém menos armas e, provavelmente, menos compartimentos estanques.
    Um navio de guerra para patrulhar e combate leve.

    A Barroso foi projetada para ser uma corveta, navegar rápido, bem armada e bem compartimentada para resistir a avarias de um combate.
    Um navio de guerra para “guerrear”, se me desculpa o tracadilho.

    Se a Marinha do Brasil não tivesse adquirido os OPVs da BAe junto com seu projeto valeria a pena tentar simplificar a Barroso para desenvolver um patrulheiro oceânico. Mas agora que comprou (ótima compra) os 3 (três) Amazonas o melhor é investir em duas linhas, cada uma com perfil diferente..

    Deixa as Improved Barroso no AMRJ e procura um estaleiro privado para trabalhar em um Improved Amazonas.

    Esta é minha opnião hoje. Mas pode haver argumentos que me levem a defender uma posição diferente no futuro. Na verdade este poderá ser um tema interessante para uma matéria aqui no NAVAL.

    Saudações,
    Ivan, do Recife.

  64. GUPPY 29 de outubro de 2013 at 1:04 #

    Prezado,

    MCP significa Motor a Combustão Principal. Ou, como definiu o Admiral Dalton outro dia, Motor de Combustão Principal.

    De fato, fazer uma manutenção num MCP no Compartimento de Máquina a Vante ou de Máquinas a Ré de um submarino só MO submarinista mesmo porque haviam aprendido os macetes dos americanos. Tinha todo um ferramental e até pontos fixos soldados na antepara para apoio das manobras. Bom, eu era apenas um MN-QSM (Marinheiro do Quadro Suplementar de Máquinas) e apenas ajudava nas fainas. Tive sorte de ter tido um Encarregado de Máquinas excelente, o SG-MO Batista, que me mostrava e explicava a função de cada peça. Assim, trocávamos mancais, juntas, e explicava dados daquele motor, inclinação, etc.
    Ah, no S11 eram 4 MCPs viu? Tinha submarinos com apenas 3.

    Quanto a Improved Barroso eu também acho que 4 MCPs garante bastante equilíbrio, confiabilidade. Ainda mais que estamos descartando uma LM.

    Abraços

  65. Mauricio R. 29 de outubro de 2013 at 1:14 #

    “…o casco das Amazonas tem boca mais generosa para absorver mais melhorias tanto de armamento como de hangar/Pad.”

    Assim como o casco daquelas corvetas de Omã, que tem bem uns 16m de boca e operará um helo de 12 ton.
    A classe “Ada”, aka “Milgen”, Turquia, terá 14,4m de boca e irá operar SH-60; a classe P-28 “Kamorta”, Índia, terá 13,7m de boca e irá operar Sea King.
    Pessoalmente creio que as tais das “Barroso Improved” deveriam ser modeladas ao navio turco, ou ao indiano.
    O nosso novo design ficou mto pesado, dói só de olhar.

  66. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 9:21 #

    Enquanto vocês falam de motores eu insisto em falar de mísseis. rsrss
    Mudando de cueca pra ceroulas, enquanto uma versão “convencional” da futura corveta pode até dispensar mísseis sup-ar e radares faseados deve-se notar que atualmente é possível sim delegar a uma embarcação de menos de 2000 t a tarefa de ser “de defesa aérea”.
    Como disse ante há radares faseados otimizados para esta classe de navios que se associados a mísseis como o ESSM (50 km de alcance horizontal) ou ao futuro ESSM Block 2 (100 km de alcance horizontal) e a lançadores verticais (como o Mk-41) são “concorrentes” de respeito das fragatas dedicadas à defesa aérea.
    Só pra se ter como referência, uma corveta da classe da Barroso poderia te “apenas” 2 módulos de 8 células do lançador Mk-41 e ainda assim seria capaz de ter 64 ESSMs prontos para lançamento.
    Vale salientar que independente de um navio de defesa aérea ter mísseis aup-ar com, digamos, 150 km de alcance, ele continuaria a ser alvo de aeronaves que operassem abaixo do horizonte radar do navio, que é dito ser na faixa de 30/40 km.
    Ou seja, pra todos os efeitos práticos um ESSM é tão bom quanto qualquer um.
    Outro fator interessante é que a automação e a consequente redução da tripulação, além da redução do consumo de combustível pelo uso de motores elétricos tende a fazer a autonomia de um navio do porte de corveta ser expandida, rivalizando com navios de maior porte.
    Tais constatações deveriam ser levadas em consideração na escolha de novas unidades.

  67. Guilherme Poggio 29 de outubro de 2013 at 10:17 #

    ainda mais com esta maravilalha da quimica moderna que a Petrobras nos apresenta sob forma de óleo diesel, aonde em qaulquer país com um petroleira responsável este diesel teria que ter no mínimo 50 cetanas e hoje a Petrossauro nos entrega algo que contém diesel com vá lá umas 46 ou 47 com muito esforço, não sei como funciona no Marpol, mas se os problemas forem similares pobres dos chefe da máquinas.

    Caro Juarez

    Quero destacar que o problema do nosso diesel (que é ruim, poluidor e… subsidiado!) está nas velhas refinarias e não na origem do petróleo. Seriam necessários investimentos pesados para modificar as plantas das refinarias para a produção de um óleo mais limpo e eficiente, como aquele exigido pela Comunidade Europeia.

    Outro lado que poderia pressionar esta mudança seria através dos órgãos ambientais, que poderiam exigir, no mínimo, o banimento do enxofre. Mas como as agências ambientais e as refinarias são do governo, difícil que ocorra alguma mudança.

    Voltando à questão da motorização de uma futura Barroso mod., não vejo problemas em adotar um esquema CODOD (Combined diesel or diesel). Turbina é coisa de marinha que tem dinheiro para combustível e que está sempre em combate (ou na iminência de um).

    Mas diesel ruim e motor alemão como o Juarez já mostrou não combinam. Nesse ponto uma turbina é mais flexível.

  68. juarezmartinez 29 de outubro de 2013 at 11:47 #

    aro Juarez

    Quero destacar que o problema do nosso diesel (que é ruim, poluidor e… subsidiado!) está nas velhas refinarias e não na origem do petróleo. Seriam necessários investimentos pesados para modificar as plantas das refinarias para a produção de um óleo mais limpo e eficiente, como aquele exigido pela Comunidade Europeia.

    Extato Póggio, a questão é que se construiram refinarias com e estações de craqueamento e refino condizentes com o óleo leve que importávamos principalmente do Oriente médio, que após este processo nos forence Nafta e gasolina , mas perecentuais baixos de diesel e querosene, e hoje com a predominãncia do nosso óleo que pe pesado estamos ái com a Petrobras exportandoóleo e importando derivados a peso de ouro.

    Outro lado que poderia pressionar esta mudança seria através dos órgãos ambientais, que poderiam exigir, no mínimo, o banimento do enxofre. Mas como as agências ambientais e as refinarias são do governo, difícil que ocorra alguma mudança.

    Extamente, a única saída hoje é utilizar o S 10 que está sendo importado, quené um óleo diesel com tão somente 10PPm de enxofre, o grande vilão dos problemas com sistemas injetores mecânicos e principalmente os eletrônicos, tanto common rail quanto no sita de bico pressurizado independente.

    Voltando à questão da motorização de uma futura Barroso mod., não vejo problemas em adotar um esquema CODOD (Combined diesel or diesel). Turbina é coisa de marinha que tem dinheiro para combustível e que está sempre em combate (ou na iminência de um).

    Bom, Póggio, sob o aspecto manutenção concordo, já sob a ótica operaciona não tenho condições de opinar.

    Mas diesel ruim e motor alemão como o Juarez já mostrou não combinam. Nesse ponto uma turbina é mais flexível.

    Esperem para ver o Leoparda 1A5 se não usarem S 10, daqui uns 3 anos vai ter fila no Centro de manutenção.

    Grande abraço

  69. Ivan 29 de outubro de 2013 at 12:18 #

    Poggio,

    Acreditava que nossa proposta seria por um CODAD (COmbined Diesel And Diesel), no sentido que todas as unidades podem ser acionadas ao mesmo tempo gerando potência nos eixos.

    http://202.114.89.60/resource/pdf/5220.pdf

    Abraço,
    Ivan, um infante “metido” em assuntos de marinheiro.

  70. Ivan 29 de outubro de 2013 at 12:29 #

    Mestre Bosco,

    Que papo estranho! :)

    Quando vc deixou a Improved Barroso sem SAM de curto alcance, eu tratei de colocar um RAM Block 2 (ou SeaRAM) sobre a coberta do hangar.

    Agora vc vem com esta que a gente só fala dos motores.

    Mas imaginar uma corveta AAW, foi p’ra detonar geral, rs rs rs…
    Um par de VLS de 8 (oito) células Mk41 então foi p’ra deixar todo o almirantado doidão. Imagina só se eles resolvem fazer algo assim com nossas corvetas, a primeira só vai navegar em 2030.

    Parece até a história de um amigo que resolveu instalar um condicionador de ar no fusquinha da família:
    http://2.bp.blogspot.com/-YYjdIoJEBL0/ThzeTogFpKI/AAAAAAAAQzQ/AnJWtjnGd6I/s1600/Fusca+com+Ar.jpg

    Grande abraço,
    Ivan, seu aluno mais rebelde.

  71. Ivan 29 de outubro de 2013 at 12:50 #

    Maurício,

    “O nosso novo design ficou mto pesado, dói só de olhar.”

    É isso aí!

    Parece até que bateu um desespero geral e tentariam colocar tudo de bom em um casco limitado pelo próprio projeto.

    São apenas 103,4 metros de ponta a ponta. Tem que priorizar o que é importante e, para tanto, como registro Blind Man’s Bluff, é necessário estabelecer quais missões deseja cumprir e hierarquizá-las.

    Agora no projeto apresentado pela ALIDE há exageros.
    “O espaço interno dedicado à acomodação dos 185 militares aumentará em 30m2 ou cerca de 6%. Este número grande inclui seus tripulantes, o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE), um Estado Maior da Força e um destacamento de mergulhadores de combate (GRUMECs).”

    Tripulação de 185 é uma loucura, mas ainda pior é imaginar um Estado Maior da Força embarcado em uma corveta. Até parece que estas serão os últimos e únicos navios da marinha (será?).

    Corveta é para operar em flotilhas ou em um grupo de ataque de unidades semelhantes contra um alvo designado ou como parte de uma força tarefa sob o comando de unidades maiores e com mais recursos.

    Imaginar uma corveta em missão solitária, só para mostrar a bandeira e visitar portos amigos.

    Assim sendo, amigo Maurício, concordo com sua visão.
    ‘Tá’ pesado mesmo.

    Apenas mais um detalhe.
    Lembra quando colocaram um canhão médio Mk-8 de 4,5 polegadas na proa das Inhaúmas?
    Pois é, ficou “doendo só de olhar”. O resultado foi uma proa que em mar grosso parecia até submarino, mergulhava em tudo quanto é onda.

    A Marinha do Brasil não tem tempo e não tem dinheiro, mas precisa urgente de mais corvetas. Melhor fazer o simples.

    Sds.,
    Ivan.

  72. MO 29 de outubro de 2013 at 13:21 #

    Ivan sera que precisa urgente de ‘mais corvetas’ mesmo ?, sera que precisa de CV´s mesmo, ou isso serao tapa buraco e virará pau pra toda obra, ou sera investido dinheiro parco em algo que nao vira nem uma coisa e tbm sera coisa demais para outra ….

  73. MO 29 de outubro de 2013 at 13:31 #

    Bom, falando em navios 18 navios x 36 fotos =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/10/manobras-entre-03-e-08102013.html

  74. GUPPY 29 de outubro de 2013 at 14:04 #

    Alguém pode, por favor, disponibilizar o(s) link(s) daquela(s) matéria(s) do(s) desenho(s) da Improved Barroso, by Jacubão?

    Gostaria de dar uma comparada com essa que está sendo colocada agora? Será se não tem algo daquela? Lembro que, inclusive o Jacubão foi modificando o projeto original, dele mesmo, em atendimento as sugestões dos comentários mais embasados e chegou a uma versão final que foi apresentada numa matéria aqui no PN

    Obrigado.

  75. Fernando "Nunão" De Martini 29 de outubro de 2013 at 15:12 #

    “Guilherme Poggio 29 de outubro de 2013 at 10:17
    Voltando à questão da motorização de uma futura Barroso mod., não vejo problemas em adotar um esquema CODOD (Combined diesel or diesel).”

    “Ivan 29 de outubro de 2013 at 12:18
    Poggio,
    Acreditava que nossa proposta seria por um CODAD (COmbined Diesel And Diesel), no sentido que todas as unidades podem ser acionadas ao mesmo tempo gerando potência nos eixos. “

    É CODAD.

    E não entendo o estranhamento de alguns comentários tanto aqui quanto em outros lugares que estão comentando o assunto quanto às novas corvetas terem 4 motores diesel acoplados, podendo funcionar em várias combinações.

    O componente Diesel do CODOG (Combined Diesel Or Gas) da classe “Niterói” funciona exatamente assim, com quatro motores diesel que podem ser utilizados em várias combinações.

  76. Fernando "Nunão" De Martini 29 de outubro de 2013 at 15:17 #

    Guppy,

    Digitando o nome Barroso no campo busca do blog dá como resultado algumas páginas só de matérias a respeito da corveta e das concepções futuras. Logo na primeira página da pesquisa, na parte de baixo, estão algumas das concepções do Jacubão.

    http://www.naval.com.br/blog/?s=Barroso&submit.x=0&submit.y=0

  77. GUPPY 29 de outubro de 2013 at 15:52 #

    Tks, Nunão.

    As vezes, a bateria do meu cérebro fica descarregada e eu fico “na onça”.

    Vou analisar o desenho do Jacubão agora.

    Saudações

  78. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 16:42 #

    Ivan,
    Eu tenho certeza que as novas corvetas do Brasil (???) não terão função AA, mas minha intenção foi dizer que é possível a um navio desse porte ter essa função, devido aos avanços mais recentes, mesmo porque a própria matéria da Alide já coloca o I-Mast como opção e também o ESSM, e porque não os futuros ESSM/2.
    Daí pra se instalar 2 módulos de Mk-41 é um pulo.
    Essa hipotética corveta antiaérea seria tão capaz quantos muitas fragatas, destróieres e cruzadores AA de 30 anos atrás, tanto em relação à capacidade do radar quanto em relação à capacidade e quantidade de mísseis.
    Só pra se ter uma ideia os Standards das Perry tinham no máximo 60 km de de alcance e só levavam 34 unidades. O mais antigo Tartar não passava de 40 km. O gigantesco Masurcas francês tinha 50 km de alcance. O Sea Slug, 40 km.
    Ou seja, houve uma mudança de paradigma ditada pelos novos radares de varredura eletrônica e pelos novos mísseis que deve ser levado em consideração.
    Há de se ter em mente também que os lançadores Mk-41 na versão “self defense” tem uma penetração no convés de “apenas” pouco mais de 5 metros, podendo operar só mísseis ESSM e Standard SM-2 Block III e foi configurado exatamente para “corvetas”.
    Ou seja, o circo está armado. Se não para nós, outros logo terão “corvetas” antiaéreas, já que tudo já está disponível. Ex: sistema de radar SPY-1 (K), lançador vertical Mk-41 “SD”, mísseis ESSM e futuramente ESSM Block 2, etc.
    Um abraço.

  79. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 17:06 #

    Uma Barroso antiaérea poderia ser assim:

    1 canhão 76 mm Super rapid

    1 canhão trinity de 40 mm

    16 VLS Mk-41 Self Defense (2 módulos) para 64 ESSM/ESSM-2

    2 lançadores triplos (ou duplos) de torpedos leves

    Hangar e convoo para um helicóptero Linx

    Um sistema de radar faseado tipo SPY-1(K) ou mesmo o I-Mast 100 ou I-Mast 400.

    2 radares iluminadores tipo SPG-62 ou Mk-95 (Se usar o futuro ESSM Block 2 não precisaria do radar iluminador de onda contínua já que ele é guiado por radar ativo).

    Obs: O RTN30X da Niterói não tem alcance para o ESSM.

    Não teria mísseis sup-sup e não precisaria operar um helicóptero como o SH-70, daí talvez sobrasse espaço mais que suficiente para dois módulos do Mk-41 SF.

  80. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 17:42 #

    Ivan,
    Eu sei que você brincou, mas só pra deixar claro, eu não me contradisse.
    O que acho é que uma corveta “convencional”, como é o caso das “futuras” corvetas nacionais, com função de escolta ASW e ASuW, não precisa “necessariamente” de um sistema de mísseis de defesa de ponto se for bem “equilibrada” com canhões de médio calibre e CIWS, além de competente capacidade defensiva passiva ou “soft kill”.
    Isto e claro, tendo em vista nosso teatro de operações. Corvetas de outras terras se beneficiam muito com um sistema missilístico adicional, principalmente nas marinhas mais endinheiradas.
    Agora, num contexto completamente diferente eu coloquei que no meu modo leigo de ver as coisas seria possível o desenvolvimento de corvetas antiaéreas, que se não representam o que de melhor uma marinha pode ter, está a anos luz do que temos hoje, e pode sim ser pensada e pesada como opção para o futuro, já que temos planos de ter escoltas antiaéreas em algum momento.
    E se os escoltas de 6000 toneladas der com os burros n’água tem esta opção mais em conta.
    Um abraço.

  81. Ivan 29 de outubro de 2013 at 18:04 #

    Boscão,

    “E se os escoltas de 6000 toneladas der com os burros n’água tem esta opção mais em conta.”

    Este é o problema!
    Vai que “os caras” escutam o que vc está escrevendo (rs rs rs…) e resolvem enterrar (ou afundar) de vez as escoltas que a MB tanto precisa.

    Brinca não, Mestre.
    Num dá idéia p’ra eles não.

    Grande abraço,
    Ivan, o Terrível.

  82. Ivan 29 de outubro de 2013 at 18:26 #

    MO,

    “ou isso serao tapa buraco e virará pau pra toda obra…”

    Tapar buraco no mar é complicado, mas as corvetas fariam isto mesmo. É o que temos e precisamos usar.

    Um erro monstruoso da nossa marinha e dos nossos governos, todos eles, é não dar continuidade nos projetos.

    Quando terminamos as fragatas construímos um navio-escola e ficou por aí.

    Quando terminamos a primeira série de submarinos com os alemães do modelinho 209 construímos mais um, o S34 Tikuna, incorporado a força em 2006, e ficou por aí.

    Quando terminamos as corvetas Inhaúma em 2009 melhoramos o projeto e demoramos 14 (quatorze) anos para construir apenas uma melhorada, a Barroso, e ficou por aí.

    Agora falam em novo projeto – significa mais tempo e mais dinheiro – para uma nova corveta. Ora #&$$@, era para ter outra Barroso no AMRJ em construção faz tempo, com ou sem defeito, enquanto projetavam uma Improved Corvetinha e uma SuperPro (ou ProSuper… sei lá!!!)

    As coisas aqui no Brasil funcionam por espamos… parece até motor velho com o diesel batizado que o Juares tanto reclama. Depois falam em ToT, desenvolvimento de tecnologia nacional, independência “tequinologika” e por aí vai.

    Precisamos de fragatas, de corvetas, de NaPaOcs e outros que tais.
    Contudo precisamos muito mais de continuidade nos processos.

    Enorme abraço,
    Ivan, o chato.

  83. nunes neto 29 de outubro de 2013 at 18:34 #

    Umas das opções seria, as 4 primeiras dedicadas a ASW e ASuW, e as possíveis demais “se” saírem com um sintema antiaéreo mais robusto,duvido que construam mais de 6 unidades no total!

  84. MO 29 de outubro de 2013 at 18:53 #

    Nada Ivan, isto eh fato, so que eh uma redundancia ao contrario … alguma duvida sobre isto … por isso que mau me meto nestas discuções ….

  85. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 19:07 #

    Nunes,
    Uma corveta com um sistema antiaéreo mais robusto pode muito bem vir com 12 lançadores “envolventes” Mk-56, sendo 6 de cada lado do hangar.
    Só isto e já teríamos 24 ESSMs prontos para lançamento, o que já é bem mais que qualquer coisa que temos hoje.
    Cada célula do Mk-56 “dual pack”, derivado do Mk-48 VLS, pode comportar dois ESSMs.
    O sistema VLS Mk-48/56 não necessita penetração na estrutura do navio, sendo instalados externamente.

  86. eduardo.pereira1 29 de outubro de 2013 at 20:56 #

    Mas Ivan imagina se ouvem o big Bosco e constroem localmente umas 10 a 15 hein, hein ,hein???

    Sds. Boa noite a todos, fui !!

  87. MO 29 de outubro de 2013 at 21:18 #

    Como eu gostaria de ver isso, so pra eu mesmo me zoar … kkk, maaassssss mais uma vez …. ah sem contar que se isso acotecer, esqueça fragatas, CT´s …

  88. MARCO 29 de outubro de 2013 at 22:16 #

    Prezados;

    O problema é custo deste armamento e sensores, pode ver que só tem na maquete um radar de tiro e duas miras optrônicas, eu ficaria com o 76mm Super Rápido e o RAM extended que acho indispensável, nos bordos se der dois 25 ou 30mm controladas remotamente, O Trinity é bem caro eu dispenso pelo RAM extended.
    O fato é que não podemos deixar um navio desses ser atacado por Super Tucano a Média altitude com bombas guiadas à laser,
    Nas Malvinas os Harriers após PAC jogavam uma única bomba burra que levavam no aeroporto de Porto Argentino só com o auxilio de navegação pelo radar Blue Fox, acima das defesas de cano e mísseis de defesa de ponto da antiaérea Argentina, esta tudo lá no livro do Ward “Sharkey”, líder do esquadrão de Harriers do Invencible, que li em 2001.

  89. MARCO 29 de outubro de 2013 at 22:32 #

    Agora como combatentes de superfície o trinômio Corveta de baixa visibilidade, Exocet Block 3 e Super Lynx vai muito bem!

    Os Argentinos em 82 receberam noticias falsas de desembarque Inglês em 1ªde Maio a oeste da Gran Malvina e mandaram suas três corvetas francesas armadas com Exocet investigar. Se as type 22 estivessem ocupadas protegendo os porta aviões as type 21 provavelmente teriam que enfrentar de pau a pau as corvetas sem proteção anti-misseis do Sea Wolf e sem um canhão de tiro rápido por radar.
    Mas ai ao sul afundaram o Belgrano e foi retirada total.

  90. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 23:08 #

    Marco,
    O canhão da OM de 76 mm tem um alcance de até 8 km contra alvos aéreos. Não é nada mal e quase tão bom quanto o RAM (9 km) e melhor que o Mistral (6 km)
    Mesmo que a corveta não consiga impedir que um Super Tucano entre na zona de lançamento de suas bombas guiadas por laser, com grande possibilidade poderá interceptar a bomba em si, principalmente se for um CIWS Millenium (4km) ou o Phalanx (1,5 km).
    Mas claro que um sistema de mísseis provê esta capacidade que você citou, a de negar o uso de uma série de armas que de outro modo seriam usadas contra o navio.
    Já em relação a outros mísseis há sim grande vantagem sobre a hipotética ameça que você sugeriu, do ST com uma bomba guiada a laser lançada de média altitude, que deve poder ser lançada de uns 8 a 10 km de distância.
    Vejamos:
    Barak: 12 km
    VL MICA: 12 km
    Umkhonto: 15 km
    RAM/2: 15 km
    CAMM-M: 20 km
    ESSM: 50 km
    Não nos esqueçamos dos russos:
    Kashtan: 10 km
    SA-N-9: 12 km

  91. Almeida 29 de outubro de 2013 at 23:16 #

    joseboscojr,

    Voltando a comentar aqui só pra falar contigo! ;)

    Os Mk 41, mesmo na versão Self Defense são MUITO pesados para este casco. Ainda mais dois módulos!

    O ideal é ir de Mk 48 e ESSM mesmo! Os Mk 48 Mod 1 podem ser integrados de dois em dois, ali dos lados do hangar, como nas fragatas holandesas (incluindo aquela que foi pro Chile). Já o Mod 3 é o menor e mais leve de todos, possui 6 mísseis por container e poderia ser instalado entre a chaminé e o hangar já que o mesmo será empurrado 2 metros pra trás, como proposto no site da ALIDE. Já o Mk 56 é ainda mais leve, mas ainda não temos muito dados sobre ele.

    Seguem as infos:

    http://en.wikipedia.org/wiki/RIM-162_ESSM#Mk_48

    http://www.seaforces.org/wpnsys/SURFACE/Mk-48-missile-launcher.htm

    http://sistemasdearmas.com.br/aam/aim7seasparrow.html

    Minha sugestão? Realmente ela ficou bem “pesada” como falaram outros colegas. Um 76mm Super Rapid (com munição Volcano) na proa, um 40mm Trinity (com munição 3P) em cima do hangar, 2x25mm no passadiço, 2×2-4 Exocet block III ou Harpoon block II no meio (escondidos por portas stealth) e por que não 2x Mk 48 Mod 3 à frente do hangar com 12x ESSM no total ou então 2×4 Mk 48 Mod 1 nas laterais do hangar com 16x ESSM no total. Mais o I-Mast 100, claro. Leve, barato e letal!

  92. Almeida 29 de outubro de 2013 at 23:21 #

    E claro, minha sugestão é totalmente baseada no fato de que o PROSUPER fez água faz tempo.

    Tanto que o Almirantado já percebeu e mandou enfiar tudo e mais um pouco nessas Barroso improved!

  93. joseboscojr 29 de outubro de 2013 at 23:51 #

    Ah! E como o ST está em média altitude (digamos, 6000 metros) vamos aos alcances verticais:
    Mistral: 4 km
    RAM: 5 km
    Barak: 5,5 km
    VL Mica: 10 km
    Umkhonto: 8 km
    RAM/2: 8 km
    CAMM(M): 10 km
    ESSM:15 km
    Kashtan:5 km
    Sa-N-9: 8 km

    Após uma rápida verificada eu notei que tenho colocado erroneamente o alcance do VL Mica como sendo de 12 km, havendo referências do fabricante reportando um alance de de 20 km
    Também o CAMM(M) é dito que terá alcance horizontal de 25 km

  94. Mauricio R. 29 de outubro de 2013 at 23:56 #

    Eu usaria um mastro, baseado no dos OPV da classe “Amazonas”.
    Deixa esse outro mastro, cheio de truques p/ um navio mais adequado.

  95. Mauricio R. 30 de outubro de 2013 at 0:05 #

    “…16 VLS Mk-41 Self Defense (2 módulos) para 64 ESSM/ESSM-2…”

    Bosco,

    Vc foi assistir “Gravidade”, o filme e ficou assim todo animado???
    Foi a Sandra Bulock???
    Imaginas o peso desse tanto de VLS e de mísseis!!!
    Nem o Type 45 carrega tdo isso.

  96. Almeida 30 de outubro de 2013 at 0:10 #

    E pelamordedeos alguém tira essa ideia absurda do Almirantado de por 185 tripulantes neste navio! E o requisito pessoal do Comandante de operar o MH-60 no mesmo! Estado Maior numa corveta? Sério?

  97. Ivan 30 de outubro de 2013 at 0:36 #

    Amigos,

    Em qualquer navio (ou avião, ou carro de combate, oo o que for) é necessário priorizar as missões, sob o risco de virar um pato gordo, medíocre em AAW, ASW e ASuW.

    Em uma corveta com até cento e poucos metros de comprimento, pouco mais de onze metros de boca e cerca de 2.000 toneladas de deslocamento é preciso ser ainda mais criterioso.

    Com estas dimensões teria dificuldade com o peso dos sofisticados sensores e com a necessidade de colocar as antenas planas em uma altura aproveitável, sem comprometer a estabilidade do naviozinho.

    Sim, naviozinho.
    Muito peso para o alto é terrível,

    Outro ponto. Colocar um sistema caríssimo em um navio de guerra limitado não é economicamente produtivo. Em uma corveta vc vai ter que sacrificar (priorizar) a velocidade ou autonomia, um ou outro. Teria um navio AAW lento ou perna curta, com sensores posição baixa ou comportamento desequilibrado.

    Corvetas em missão de caça próximo ao litoral devem operar sob cobertura aérea, caso contrário vira alvo de tudo que voe, de Super Tucano a Orion, de A-1M a Su34.

    Corvetas em missão de escolta dentro de um grupo tarefa vai contar com apoio de navios AAW mais capazes, ao menos em marinhas de respeito.

    Com uma defesa de ponto como discutimos antes, um canhão OTO Melara 76mm Super Rapido na proa, um RAM Block 2 na coberta do hangar e um DS30M com Mark 44 Bushmaster II de 30mm em cada bordo, a Improved Barros estaria bem defendida para os mares do sul.

    Em águas fechadas e contestadas como Mar Báltico, Mar Amarelo e Golfo Pérsico pode valer a penas instalar um sofisticado “sistema de radar faseado tipo SPY-1(K) ou mesmo o I-Mast 100 ou I-Mast 400″. Mas, sempre um mas, em um navio com pelo menos 3.000 toneladas de deslocamento, mesmo assim em poucas unidades.

    É o caso do LCS americano (talvez um Freedom), em uma versão AAW para escoltar outros LCS configurados para ASuW em águas marrons, ou mesmo apoiando um “monitor” Zumwalt” em ataque costeiro.

    Um detalhe a mais.
    O I-Mast 400 foi lançado no OPV Holland, navio 108,4 metros de comprimento, 16 de boca e deslocamento full load de 3.750 toneladas.

    Em uma Improved Barroso no máximo um I-Mast 100 e olhe lá. Combinar com ESSM seria um exagero.

    Cordiais Saudações,
    Ivan, o chato da madrugada.

  98. MO 30 de outubro de 2013 at 0:52 #

    o chato da madrugada explica isso na turma do ‘amazonas mal armado’ … kkkk

  99. Bento 30 de outubro de 2013 at 7:10 #

    Senhores
    gostaria de dar tambem o meu palpite afinal acompanho a discussao sobre as corvetas desde que elas estao sendo gestadas
    considero a adocao de propulsao toda diesel muito acertada pela simplificacao da manutencao de um so tipo de motor e pelo fato de que nos ja chegamos a produzir motores a diesel aqui no Brasil ja turbinas nunca chegamos perto
    outra vantagem e a diminuição do volume dos dutos de admissao de ar e exaustão
    para melhorar poderia ser adotado o sistema diesel eletrico eliminando a transmissao mecanica reduzindo o ruido e possibilitando uma melhor distribuição dos motores
    a unica coisa que mata e a qualidade do diesel
    quanto a boca e deslocamento uma maior largura da ordem de 14 a 15 m aumentaria a estabilidade e a seguranca de operação no convoo
    isso tambem aumentaria o deslocamento para algo próximo de 3000 t transformando a corveta em uma fragata leve mas acredito que valeria a pena investir em uma boa plataforma adaptável às ações asw asuw e aaw mas nao tudo em uma plataforma só senao o barquinho afunda
    ela poderia inclusive servir como base para um patrulha oceanico armado com os mal falados canhões p de 30 mm afinal a guarda costeira japonesa tem um navio que desloca mais de 7000 t armado assim e estão querendo mais pela autonomia que ele apresenta
    quanto a armamentos deixo para a proxima se conseguir me logar afinal faz semanas que solicito acesso (comprei as ultimas edicoes da tevists) e ninguem me responde
    tambem e dificil escrever neste raio de celular

    bento

  100. joseboscojr 30 de outubro de 2013 at 7:12 #

    Maurição,
    64 ESSMs pesam 18 toneladas.
    Os dois módulos Mk-41 SD pesam juntos 25 toneladas.
    Total: a bagatela de 43 toneladas.
    Provavelmente mais porque há também os contêineres dos mísseis. Mas duvido que tudo junto passe de 50 toneladas.
    Até o caminhão do meu cunhado leva.
    Rsrsss

  101. Joker 30 de outubro de 2013 at 8:26 #

    Essas corvetas(fragatas leves) são para substituir as T22 e as Inhaumas, apesar de ser pessoalmente a favor do mestre Bosco sobre a necessidade de Sistemas de Misseis para AAW/Defesa de Ponto. Acho que os ouvidos dessas escoltas são tão ou mais importantes, haja vista, que sem as T22 temos uma Esquadra praticamente surda, na minha perspectiva.

  102. Dalton 30 de outubro de 2013 at 8:39 #

    Boscão…

    64 ESSMs a bordo de um único navio, não me parece muito realista mesmo a situação melhorando no futuro próximo. O estoque total para todos os combatentes de
    superfície teria que ser imenso, mais provável é que apenas uma fração desse número estaria disponível para
    cada navio disponível, mas pode ser pessimismo da minha parte :)

  103. Fernando "Nunão" De Martini 30 de outubro de 2013 at 9:47 #

    “sem as T22 temos uma Esquadra praticamente surda, na minha perspectiva.”

    Joker, os sonares originais (alemães) das corvetas classe “Inhaúma” são, em geral, de bom desempenho. Em várias situações, captam navios a distâncias superiores à detecção pelo radar.

  104. Ivan, do Recife 30 de outubro de 2013 at 11:50 #

    MO,

    Eu tento, chefe.
    Eu tento…

    Abç.

  105. MO 30 de outubro de 2013 at 11:53 #

    ufis pois se depender das surdinhas eternas … kkk tamofu … rssss, sabe quem sao as eternas as highlander de 2000 anos na MB ….

  106. joseboscojr 30 de outubro de 2013 at 12:11 #

    Dalton,
    Eu também não tenho a mínima pretensão em achar que tal quantidade de mísseis seja razoável, ainda mais pra MB.
    Como disse acima só queria deixar claro que é possível a uma corveta servir como escolta AA.
    Para efeitos práticos apenas uma fração das células poderiam estar carregadas ou para melhorar as coisas, vamos instalar só um módulo do Mk-41, o que já possibilita 32 mísseis e o peso total diminui para 25 toneladas.
    Duas corvetas AA viriam bem a calhar no caso dos escoltas de 6000 toneladas “afundarem” prematuramente. rsrsrs
    Sonhar não custa nada!!

  107. Almeida 30 de outubro de 2013 at 12:30 #

    Lembrando sempre que um míssil ESSM é mais barato que um míssil VL Mica ou Barak, embora muito mais capaz. E que os VLS Mk 48 são leves e podem ser aplicados de diversas formas diferentes, sob o convés, sobre o convés, nas laterais, etc, podendo ser configurado em 2/4/6/8/12/16 mísseis. Além disso, está em operação em muito mais marinhas do que todas essas outras soluções AAW VLS juntas, facilitando absurdamente a logística, manutenção e treinamento.

    Sou a favor sim das novas Barroso Improved serem ASW e ASuW. Mas já que o I-Mast 100 tem capacidade (limitada) já testada de operar com o ESSM, auto defesa AAW 360 graus é sempre interessante e ninguém sabe o que vai ser do PROSUPER, não custa colocar este sistema nelas.

    Melhor do que 8-16 Barak ou 8-16 VL Mica sendo avaliados. O CAMM(M)/Sea Ceptor parace ser muito bom para esta aplicação, mas vai demorar pra entrar em produção.

  108. Almeida 30 de outubro de 2013 at 12:31 #

    *Configurados em 2/4/6/8/12/16/24/32 CÉLULAS, não mísseis.

  109. Velho Marujo 30 de outubro de 2013 at 18:06 #

    Em 2085 estara pronta…
    Vai entrar em construçao em 2020 e vai levar 60 anos para construir….

  110. Bento 30 de outubro de 2013 at 19:58 #

    É interessante notar que uma ANZAC possui apenas um módulo mk 41 mas isso já dá a capacidade de 32 ESSM, se utilizando o canister mk 25, gerando muito mais capacidade anti aérea que as Classe Niterói atualizadas, fora o fato de que o tactical canister permite ainda combinações com os mísseis Standard 2 Block I, III, IIIA e IIIB (mk 13), o Asroc de lançamento vertical (mk 15) e o Sea Sparrow (mk 22), mas esse não vale a pena frente ao ESSM, ou seja, existe uma flexibilidade na utilização do sistema mk 41 frente aos outros sistemas hoje propostos, mesmo que seja o tactical-lenght, com penetração de 266″ no convés ao invés do strike-lenght, com penetração de 303″, sendo que este permite ainda o uso do Tomahawk e do Standart de longo alcance, mas aí já pode ser considerado um exagero.
    Com uma plataforma modular adequada, e como o Ivan lembrou da OPV Holland, lembro que esse seria um bom exemplo para ser seguido em uma produção em maior volume, podendo o projeto ter seus armamentos dispostos em sistemas modulares, como foi a proposta das Meko desde sua origem. Afinal, a Holland tem bom deslocamento e estabilidade, segundo relatos disponíveis, só tendo uma velocidade baixa para combate, mas isso é decorrente de uma opção de projeto, afinal ela é uma OPV, não uma fragata.
    Assim, com um bom casco (sem a proa de prancha de surf das Inhaúmas),motorização adequada e modularidade nos armamentos, poderíamos ter navios especializados com uma base de crescimento possível, e dentro da nossa capacidade produtiva.
    Se nós não conseguirmos fazer uma embarcação desse porte nos nossos estaleiros, então o negócio está muito feio

  111. Marco 30 de outubro de 2013 at 20:38 #

    Pessoal.

    Esses serão os baterdores de nossa frota, que bom que serão diesel podem manter acima de 20 knots com apenas 2 dos 4 motores, reabastecerão nossos Helis serão os primeiros navios a enviar uma sairavada de exocets no inimigo com data link dos Helis. Gostaria que pelo menos uma delas pudessem enviar um Aster 30 no primeiro Avião de ataque que as iluminasse, isso tudo milhas à frente da frota entendam que não quero inumeros míssies é ter um mix parecido com as Type 22 plus Type 42 da Malvinas só que em plataformas mais discretas. Tendo o desempenho AA do Sea Wolf e Sea Dart. Lembrem-se que este último o lançador era duplo.

  112. Bosco 30 de outubro de 2013 at 21:11 #

    Marcão,
    A menos que nosso hipotético navio de defesa aérea dotado com o Aster 30 esteja operando como um “piquete radar”, à frente da frota, no limite do horizonte radar desta ou mesmo OTH, ele não teria como meter um míssil no primeiro avião que nos iluminasse com seu radar.
    Infelizmente uma batalha caça/míssil OTH versus navio/míssil de defesa de área já está ganha pela aeronave.
    Claro que o míssil sempre poderá ser desviado ou interceptado pelos mísseis de defesa de área tão logo “apareça” acima do horizonte radar ou mais próximo pelos sistemas de defesa de ponto, mas um navio de defesa aérea não impede que uma aeronave (avião ou heli) dotado de míssil OTH efetue o ataque/lançamento do míssil.
    Há como a aeronave se manter abaixo do horizonte radar (além de 30/35 km em baixa altitude) e subir eventualmente para procurar com seu RWR sinais de radar do navio e varrer com seu radar a procura dos alvos (frota ou navio isolado), e logo em seguida desça novamente para a segurança e daí lance seus mísseis, que operam de modo autônomo no modo LOAL.
    O tempo que a aeronave fica acima do horizonte radar é suficiente para que ele forneça uma solução de tiro para seus mísseis,mas é insuficiente para que o navio o engaje ou mesmo que o detecte.
    No máximo, muitas das vezes, o navio saberá que foi iluminado pelo radar de um caça e estará de sobreaviso,mas não terá tempo hábil para interceptar um caça que esteja, por exemplo, a 70 km de distância, numa altitude média que o coloque acima do horizonte radar.
    Se supormos que o avião atacante permaneça acima do horizonte radar por 30 segundos e se igualmente supormos que o navio imediatamente detecte e classifique a tal aeronave como inimiga e em menos de 10 segundos lance um míssil sup-ar com média de velocidade de Mach (cerca de 1000 m/s),o míssil levaria cerca de 70 segundos para chegar ao alvo (aeronave atacante).
    Ora, 70 segundos somados aos 10 segundos do tempo de reação e temos 80 segundos. A aeronave já teria há muito se protegido abaixo do horizonte radar.
    A função de um navio de defesa aérea dotado de mísseis de longo alcance não é tanto defender o navio ou a frota e sim negar uma grande área ao redor do navio que de outra forma seria usada pelo inimigo com total liberdade e de forma a melhor montar uma estratégia ou tática de ataque.
    O binômio navio/míssil SAM de longo alcance é muito mais uma arma de negação de área que uma arma de defesa.

  113. Bosco 30 de outubro de 2013 at 21:20 #

    Almeida,
    Não acho que um ESSM seja mais barato que um MICA não.
    Ou custa o mesmo ou o míssil francês deve sair um pouquinho mais em conta.
    Com certeza não é mais barato que um Barak, tendo em vista que mísseis “teleguiados” como ele são geralmente mais baratos que mísseis dotados de seeker como o ESSM ou o Mica.
    O Mica pode até ter uma cabeça de busca (seeker de formação de imagem IR ou de radar ativo) mais caro que o seeker passivo do ESSM, mas no geral o míssil americano deve custar mais.
    Um abraço.

  114. Siri Neuvouzis 31 de outubro de 2013 at 1:37 #

    Num ia puchar minha pexera pra dar a minha opinião, inda mais tendu genti mais sabida du que eu, mas tenhu que aproveitar que esta livre pra comentar…

    Essas corveta tamaduas bandeirinianas vaum substituir 8 fragatas, issu mesmo oitcho( q nem asa de beja-fulor)… Essas oitcho fragatas que seraum substiuidas fazem duas cosas ASW e ASuW.

    Ou seje nada de muita frescurite de Y-Mastro, tem que ter Missel Mar-Mar, Torpedo e Canhão Naval. Tem que ter um ouvido bom e as vista boa, se tiver um binoculo avuador de vergonha melhor ainda.

    Mas e se cuspiri marimbondu primeiro q a gente, ai meu fio ponha um CIWS (podi ser dos xing-ling) e si tiver 6 silos pra qualquer VLS (vou na opiniaum du professor boscoito pra essm) ou ainda um q junti bala com missel tipu us russelianos cum SA-N-11 ta valendu.

    pruque ta valendu por bodoque pra aviauzinhus e missels? pq tirandu us subis q so sabem escutchar pings e mandar toletes nos naviuzinhus mais caros,pq o q vem di cima atege a corvetinhas tbm… e ota, quatru das oitcho fragatas q vaum ser substituidas possuiem bodoque type do lobo…

    precisa ser uma vista 3D nu minimu, tem q ter vista eletroeletronica tbm pra dispistar de como si fosse caminhão ou vara de bambur cum azuois, tem q ter a mira das arma, e os ouvidos tem ki ser bom ki nem uns q ja tem e de priferença ser mais mio de bom, se puder ter um ouvido de reboque ou um uvido rubotizadu eh as chiquesa em um vasu…

  115. Siri Neuvouzis 31 de outubro de 2013 at 1:44 #

    e pra cumpretar o q si isquici de dizer

    185 bunecus num vaso desse eh gostchar de limpar o preciosu cum dinheru dus otro…

    120 bunecus incruso, grumec/estadus-maiô/FN opera mutcho bem essas giringonça…

    i eu achu q essas cosas tem q abrir masi a boka, ms nem so dentista e nem genheiro, so num quiria um dia quicar num cunvouu e beber a agua diretchu du mari.

  116. Almeida 31 de outubro de 2013 at 3:21 #

    Bosco, um Mica ar-ar custa pra mais de 1 milhão de euros. Basta ver o que Índia e Taiwan pagaram. O VL deve custar o mesmo, já que não tem booster.

    O Barak-1 sai por volta de 1.6 milhões dólares a unidade, sem corrupção/escândalo. A versão Barak-2 é ainda mais cara, pois possuirá seeker ativo.

    Um ESSM custa por volta de 800 mil dólares.

    O segredo? A tal ESCALA DE PRODUÇÃO. ;)

    http://www.navy.mil/navydata/fact_display.asp?cid=2200&tid=950&ct=2

    http://www.flightglobal.com/news/articles/india-approves-mica-missile-buy-but-slips-fighter-decision-366605/

    https://www.strategypage.com/htmw/htada/20130807.aspx

    http://en.wikipedia.org/wiki/Barak_Missile_scandal

  117. joseboscojr 31 de outubro de 2013 at 20:43 #

    Até entendo do MICA custar caro mas quanto ao Barak pra mim é novidade.
    Valeu!

  118. Marcelo 2 de novembro de 2013 at 7:53 #

    e o Umkhonto, de guiagem IR não seria uma opção? Seriam equivalentes ao ASRAAM Naval? (não me lembro do nome naval, Sea qualquer coisa).
    Abraços
    Marcelo

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