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Petr_Velikiy_Kirov_class_nuclear_cruiser_Russian_Navy

Após chegar ao Mediterrâneo pelo Estreito de Gibraltar, o cruzador de propulsão nuclear russo Petr Velikiy (Pedro, o Grande) ancorou na região do Mar de Alboran. Ao longo dos 11 dias de viagem desde Severomorsk, no Mar de Barents, até o Mediterrâneo, o cruzador realizou manobras de combate anti-aéreo e anti-submarinos. Entre as missões do navio está restabelecer a presença russa em áreas estratégicas.

Petr Velikiy é o quarto cruzador porta-mísseis da classe Kirov de propulsão nuclear, e um dos navios de superfície mais pesados atualmente em operação, exceto porta-aviões.

O armamento principal da classe Kirov são as 20 unidades do míssil P-700 Granit (SS-N-19 Shipwreck), desenvolvido contra alvos de grande porte. A defesa anti-aérea fica a cargo de 12 unidades de oito lançadores S-300F, além de duas baterias Osa-MA com 20 mísseis cada.

NOTA DA EDITORAclicando aqui você confere um vídeo do Petr Velikiy no Mediterrâneo junto com o cruzador Varyag, navio capitânia da Frota do Pacífico da Marinha russa.

FONTE: Navy recognition (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

50 Responses to “Cruzador ‘Petr Velikiy’ da Marinha russa chega ao Mediterrâneo” Subscribe

  1. Guizmo 5 de novembro de 2013 at 17:13 #

    Esse é navio de guerra, o resto me desculpe…..

  2. joseboscojr 5 de novembro de 2013 at 19:16 #

    Interessante a diferença de conceito que há entre a marinha russa e as marinhas ocidentais em relação à defesa de ponto.
    Enquanto no Ocidente são instalados no máximo 4 Phalanx, e isto apenas nos porta-aviões (alguns) e nos aposentados couraçados Iowa, os russos têm até 8 CIWS em seus navios, fora os sistemas de mísseis.
    Este possui 6 Kashtans, que combina canhões com mísseis.
    Outros Kirovs possuem 8 AK-630.

  3. Wagner 5 de novembro de 2013 at 20:05 #

    Um navio magnífico !!

  4. MO 5 de novembro de 2013 at 20:59 #

    ow bosco os AB, num tem ciws tbm naum ? ou eventualmente to caindo de pqd e nao entendi direito and me meti no assunto …

  5. Yluss 5 de novembro de 2013 at 21:23 #

    Seria leviandade considerar que essas belonaves têm muita defesa anti superfície e anti aérea mas talvez sejam vulneráveis à ameaças submarinas de modo que precisam de boas escoltas?

    Sendo assim podemos considerar que são tão dispendiosos como um PA que necessita de escoltas, ou melhor, que acabam por exigir um GT ao redor mas não conseguem replicar o poder ofensivo de um grande PA?

    Obviamente que os russos não são idiotas, mas pergunto se de fato não há um viés muito maior pra essa duas áreas em detrimento da defesa anti submarino…

    Sds o/

  6. joseboscojr 5 de novembro de 2013 at 21:28 #

    MO,
    Sim! Os AB têm 2 CIWS Phalanx.
    Mas o que quis dizer é que os navios ocidentais possuem poucos CIWS em comparação aos navios russos.
    Só por comparação um Slava tem 6 AK-630 enquanto um AB tem apenas 2 Phalanx.
    Um abraço.

  7. Ivan 5 de novembro de 2013 at 21:52 #

    Além disso os AK-630 são 30mm contra 20mm dos Phalanx.

    Aparentemente o bloco ocidental (Otan) confia mais na precisão dos seus sistemas e o bloco oriental (Rússia-China) optou pelo volume de fogo para conpensar uma possível menor sofisticação.

  8. Ivan 5 de novembro de 2013 at 22:03 #

    Yluss,

    Vc tocou em uma velha ferida, ainda da época soviética.

    Os grandes Kirovs seriam caçadores de super carriers, mas pelo seu porte e importância para uma eventual batalha naval terminou por ser também uma presa de alto valor.

    Tenho observado que tanto os Kirovs como os Slavas quando em missões que tenham real potencial de combate, são acompanhados por navios ASW, como os destroyers Udaloys ou as fragatas Krivaks.

    Assim sendo, como vc observou, precisa de uma escolta para enfrentar outras ameças, como os submarinos por exemplo.

    Para entender os Kirovs e Slavas é necessário pensar com as cabeças soviéticas e agora russas. São historicamente autoritários, com poder centralizado em Moscow e com uma maneira de ‘guerrear’ eminentemente terrestre.

    Abç.,
    Ivan.

  9. joseboscojr 5 de novembro de 2013 at 22:08 #

    Sem dúvida Ivan!
    Vale citar que embora um Slava tenha 6 AK-630 ele só tem (salvo engano) 2 radares de controle de tiro para o sistema, portanto, só pode ser usado contra 2 alvos (mísseis) simultaneamente, igual ao AB.
    Talvez um Slava possa dar conta de mais ameaças usando alças eletroópticas, mas estas não são a melhor escolha no caso de ser usado contra mísseis antinavios.

  10. MO 5 de novembro de 2013 at 22:47 #

    ahh Yluss mas ai que ta eles nao operam sozinhos sempre vai ter um BPK ou mais junto

  11. daltonl 5 de novembro de 2013 at 23:21 #

    Um terço aproximadamente dos Arleigh Burkes, DDG 85
    ao DDG 112 tem apenas um Phalanx, situado na parte de trás da segunda chaminé e durante um tempo vários desses não tinham nem mesmo esse.

    Provavelmente o ESSM com que estes últimos foram equipados forçou a US Navy a uma economia,
    porém como eles são uteis contra pequenos e velozes barcos resolveram que ao menos um é necessário.

    Para algum leitor desavisado, há apenas um “Kirov” em serviço hoje. Um segundo deverá retornar ao serviço em 2018, já que a marinha russa é “pobre” em grandes combatentes de superficie então estão trazendo mais esse, embora digam que os demais também serão reativados,mas é pouco provável.

    Mesmo assim, este segundo “Kirov” será uma benção, pois não há nenhum grande combatente de superficie
    em construção no momento, o NAe Kuznetov que teve sua reforma adiada, deverá ficar muitos anos inativo e o primeiro dos Slavas chegará próximo dos 40 anos no fim dessa década.

  12. daltonl 6 de novembro de 2013 at 8:18 #

    Calculei mal…na verdade não é “um terço” e sim quase metade dos Arleigh Burkes conta com apenas 1 Phalanx
    afinal do DDG 85 ao DDG 112 são 28 unidades de um total
    de 62.

  13. Wagner 6 de novembro de 2013 at 12:13 #

    Creio que a Rússia ira resolver o problema na década que vem, Dalton.

    A prioridade máxima do momento é a Força Aérea, sistema anti-aéreos, nucleares e submarinos.

    E para uma política mais defensiva, e de dissuasão nuclear, eles estão certos.

    A economia russa tem seus limites.

    Mas o projeto do novo destroier está pronto, quem sabe eles façam uns dois até 2020…

  14. MO 6 de novembro de 2013 at 15:14 #

    Quem que é o 2o , o Admiral Lazarev ?

  15. joseboscojr 6 de novembro de 2013 at 16:03 #

    Daltão,
    Você sabe se há interesse da USN em instalar o míssil RAM em seus AB?

  16. daltonl 6 de novembro de 2013 at 16:41 #

    Wagner…

    não querendo jogar agua fria na fervura, mas o que foi noticiado é que a construção do novo “destroyer” que ainda está sendo planejado será iniciada em 2019, e se tudo correr direitinho sem as trapalhadas ocorrendo hoje na construção das novas fragatas, lá pela metade dos anos 20 o primeiro deverá estar pronto.

    MO…

    O que está sendo modernizado é o Nakhimov .

    Bosco…

    interesse pode até ter, apesar de não estar incluido na modernização programada para eles, as prioridades
    sendo o ESSM e agora o SM-6 e nem todos tem o phalanx 1B então com o dinheiro curto tentarão fazer o que for possível.

    abs

  17. MO 6 de novembro de 2013 at 17:20 #

    Dalton, desiste antes que vc alopre … PCU America …. kkkkkkkk

  18. MO 6 de novembro de 2013 at 17:21 #

    E por falar em navio grande = 300 m loa x 8.827 teus (container 20´de capacidade x 48 m de boca, powta bixão novinho !!! =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/11/mv-msc-athos-svbr8-8827-teus.html

  19. João Filho 7 de novembro de 2013 at 3:03 #

    Um incrivel exemplo de engenharia naval. Só ele tem mais poder de fogo do que a MB inteira.

  20. juarezmartinez 8 de novembro de 2013 at 7:07 #

    Sim, uma maravilha e tão confiavel que só sai em missão(comissão, termo dos “marinheiro”) acompanhado de um rebocador.
    A continuar as coisas como estão indo em breve talvez o efeito orloff pegue por aqui.

    Grande abraço

  21. MO 8 de novembro de 2013 at 12:41 #

    Com grande pesar posto isto aqui em especial pro Fabio ASC que deve ser um tremendo de um bunekero …. Começa a Termporada de Porta bunecos em SSZ =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/11/domingo-1011-comeca-temporada-dos-porta.html

  22. Wagner 8 de novembro de 2013 at 13:33 #

    Juarez, desculpe ser chato…

    Não tem problema nenhum em levar um rebocador junto em tempos de paz. Já explicaram aqui que os russos não dispoem de portos no mundo inteiro para reparos, então, a precaução deles é válida.

    Esse navio jamais precisou ser rebocado.

    O rebocador é apenas precaução, afinal, acidentes, falhas, sempre podem ocorrer. Normal em qualquer grande marinha.

    Conforme a maioria dos comentaristas, como vc pode observar, de fato é um grande, belo e poderoso navio de guerra.

    Até a USN dispoe de uma ampla frota de navios oficina.

    Mas para os norte americanos isso seria ” precaução sábia” , para os russos, é uma ” fraqueza” , não é mesmo ??

    Ao menos é essa a impressão que eu tive de seu comentario…

  23. João Filho 8 de novembro de 2013 at 15:50 #

    Wagner, ja estou acostumado. Se fosse americano, seria “de ponta”, revolucionario, o mais forte vetor do mundo, etc.
    Agora porque e russo, nao presta e so se atreve a levantar a ancora com rebocador de escolta…
    mas o que me faz dar gargalhadas e ver aqueles do pais que ainda desfila de Imerial Marinheiro por ai criticando duramente a marinha da Russia…

  24. MO 8 de novembro de 2013 at 16:07 #

    Wagner tenho a leve impressão que ao contrario dos que zoam o RBAm não ehra eventual reboque não, ainda mais um RbAM daquele porte, acho que tem muito mais função nele do que o pessoal acha ….

  25. MO 8 de novembro de 2013 at 16:11 #

    Os RbAM´s estão fazendo parte de GT´s russos ja ha um bom tempo e não acho que seja para reboque de uma possivel pane em um navio do seu GT naum, acho que este navio tem mais funções nestes GT´s …

  26. F-5 8 de novembro de 2013 at 17:56 #

    MO:

    VOu te mandar umas 200 fotos de “porta-boneco”, quero dizer, navios de cruzeiro para que vc fala uma terapia e tire esse preconceito…kkkkkkkkkkkk

  27. F-5 8 de novembro de 2013 at 17:57 #

    “Faça”

  28. daltonl 8 de novembro de 2013 at 19:12 #

    MO…

    não vejo outra utilidade para o rebocador não. O que li uma vez e até mencionei aqui para o Wagner é que após o colapso da União Sovietica, perdeu-se bases e
    toda a infraestrutura necessária para apoiar navios em missões distantes, então a Marinha Russa tornou obrigatória a inclusão de um potente rebocador oceânico
    em suas forças tarefas..

    Claro que há vários navios russos com problemas de propulsão, um deles o NAe Kuznetsov que está necessitando de uma modernização e que os russos apenas adiaram, porém na maioria dos casos não acontece nada demais mas é sempre bom contar com um rebocador como precaução.

    abs

  29. Groo 8 de novembro de 2013 at 21:38 #

    Talvez o grande número de CIWS seja para, de alguma forma, compensar a incapacidade de mísseis de longo e médio alcance se contrapor a ameaças mísseis e aviões voando baixo, já que eles não contavam com caças e AEW.

  30. MO 8 de novembro de 2013 at 22:28 #

    Não creio Dalton, ha empresas de salvatagem com embarcações potentes pelo mundo todo, não eh isso não (Não creio, mlhor dizendo), incruziveu com RbAM´s russos afretados, quem em suas clausulas de afretamento deva ter algo relativo a utilização deles pela Marinha

  31. MO 8 de novembro de 2013 at 22:31 #

    argh, tks, mando pro Fabio ASC ele eh o bunekeiro daqui … rsssssssssss

  32. MO 8 de novembro de 2013 at 23:46 #

    Em tempo, 6 navios x 11 fotos =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/11/manobras-em-26102013.html

  33. daltonl 9 de novembro de 2013 at 0:21 #

    MO…

    com certeza há empresas de salvatagem espalhadas pelo mundo mas os russos não as querem envolvidas com seus navios de guerra, entre outros motivos, pelo simples
    embaraço que seria, afinal um navio de guerra é território
    nacional onde quer que esteja.

    Só não entendi o porque de “rebocadores fretados” MO, são rebocadores da marinha de guerra russa constando da lista de navios auxiliares daquela marinha.

    abs

  34. Ivan 9 de novembro de 2013 at 10:05 #

    A quetão do rebocador oceânico está clara e faz tempo, mesmo antes da explicação do Admiral Dalton.

    * A Marinha da Rússia não dispõe das bases navais e/ou facilidades que serviam a da antiga URSS. Latakia, na Síria é um risco; Líbia caiu; os africanos estão cuidando dos seus interesses, mais próximos dos chineses; Coréia do Norte é um problema; o Vietnam é amigo deles, mas também dos americanos hoje em dia; China é mais um cliente e possível adversário econômico; seria ruim para os negócios pedir ajuda; e por aí vai.

    * Problemas acontecem (S%!#$ happens), então melhor ter um rebocador ou navio auxiliar por perto, bem como um navio tanque.

    * Contratar navio privado estrangeiro é passar atestado de fraqueza e vai contra a missão daquelas naves em cruzeiro, mostrar a bandeira russa e que o urso ainda possue garras.

    Para mim ‘tá’ claro. Kirovs e Slavas devem ser escoltados por vasos ASW e de apoio por simples questão operacional: escolta anti sub e operar longe dos seus portos.

    Sds.,
    Ivan Ivanovich.

  35. daltonl 9 de novembro de 2013 at 10:48 #

    E eles, os rebocadores, são bons no combate a incêndios também…

  36. juarezmartinez 9 de novembro de 2013 at 11:13 #

    z, desculpe ser chato…

    Não tem problema nenhum em levar um rebocador junto em tempos de paz. Já explicaram aqui que os russos não dispoem de portos no mundo inteiro para reparos, então, a precaução deles é válida.

    Esse navio jamais precisou ser rebocado.

    O rebocador é apenas precaução, afinal, acidentes, falhas, sempre podem ocorrer. Normal em qualquer grande marinha.

    Conforme a maioria dos comentaristas, como vc pode observar, de fato é um grande, belo e poderoso navio de guerra.

    Até a USN dispoe de uma ampla frota de navios oficina.

    Mas para os norte americanos isso seria ” precaução sábia” , para os russos, é uma ” fraqueza” , não é mesmo ??

    Ao menos é essa a impressão que eu tive de seu comentario…

    Wagenr, como tu parou com aquelas bobagens de mãse rússia e outras bobagens que andavas fgalando, e flexibilizou um pouco, e até porque foste muito educado contra ponto, te respondo.

    Tchê, tu já viu Task force da Navy com rebocador, não né, tu já viu GT Britãnico com rebocador, não né, tu já viu a GT da Marinha plug anda play Francesa, não né, tu já viu GT da Gloriosa MB com rebocador, não né, então meu filho isto se chama no jargão militar: Coeficiente de cagaço, pois quem te c tem medo, é este o caso, os navios estão velhos, te lá seus problemas, e os russos não iam gostar de ter um cruzador nuclear a deriva e ter que depender da bondade alheia.

    Grande abraço

  37. Ivan 9 de novembro de 2013 at 12:44 #

    Juarez,

    De logística o amigo entende mais que este antigo infante que “teima” em escrever em blog de marinheiro, mas não dá para comparar as facilidades que as marinhas da Otan possuem ‘around the word’ com a marinha russa.

    Para melhor esclarecer, vou tentar tembrar de algumas bases pelos mares.

    Mediterrâneo
    Rússia tem apenas Tartus, na Síria, que não é mais confiável. Perdeu lìbia, Alexandria (desde Camp David) e Albânia é uma bagunça.
    Otan, além dos países integrantes em toda margem norte, inclusive dominando o Estreito de Bósforo e Mar de Mármara (Turquia) possui facilidades no Chipre e Malta.

    Atlântico Norte
    Rússia tem apenas o acesso gelado pelo Mar do Norte, via Península de Murmansk, tudo longe e cheio de ex-inimigos pelo caminho.
    Otan tem todas as bases e ilhas pelos caminhos, inclusive no Caribe.

    Atlântico Sul
    Rússia já teve Angola, mas hoje não tem nada.
    Otan possue as bases britânicas em Ascenssão e Falklands/Malvinas.

    Índico
    Rússia tinha no passado facilidade em Moçambique e no Iemen, além da Índia, que hoje se aproxima do ocidente. Sua marinha depende da amizade dos parceiros comerciais, que não são mais aliados incondicionais.
    Otan tem Diego Garcia (anglo-americana) e Ilhas Reunião (francesa) como bases próprias, sem falar dos aliados árabes, Dijibouti (franco-americana), além de Singapura e Austrália na esquina entre este oceano é o imenso Pacífico.

    Pacífico
    Rússia tem suas bases geladas no norte e alguma facilidade no Vietnam, que também está desenvolvento relações com os yankees, antigos inimigos.
    Otan tem o leste e o centro norte-americano, além de facilidades no Japão, Coreia do Sul e aqueles já elencados na esquina, Singapura e Austrália.

    É covardia.

    Americanos, britânicos e franceses não precisam mandar esquadras com rebocadores incorporados porque possuem navios auxilires ao redor do mundo dos seus aliados (eles mesmos e mais outro tanto).

    Brasileiros não precisam porque, se necessário, pedem ajuda à Otan sem nenhum problema, pois sempre treinou com estes terríveis marinheiros anglo-franco-americanos.

    Russos, hoje em dia, só contam com eles mesmos.
    Nem mesmo com a China dá p’ra contar, pois essa tem agenda própria.

    Melhor mandar um rebocador/oficina e um navio tanque.

    Forte abraço,
    Ivan, o Terrível.

    P.s.:
    Um link de bases by The Telegraph.
    http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/defence/10173740/Where-are-the-worlds-major-military-bases.html

  38. Ivan 9 de novembro de 2013 at 12:47 #

    Dalton,

    É importante que rebocador russo seja bom em combate a incêndio…
    … “sabe como é”, muita vodka…
    … o risco é alto!

    Abç.,
    Ivan, precisando de uma vodka. :)

  39. daltonl 9 de novembro de 2013 at 13:23 #

    Verdade Ivan…esqueci da Vodka ! :)

    Também tem duas bases, entre outras mais, que acho válido comentar. Uma em Rota na Espanha, na costa Atlantica que a partir do ano que vem receberá 2 DDGs dos 4 que serão permanentemente baseados lá e está recebendo melhorias.

    A outra é a ilha de Guam, território dos EUA, no Pacífico.

    Em Diego Garcia está baseado o USS Emory S. Land, um tender de submarinos que desloca mais de 20.000 toneladas que muitas vezes é enviado ao Golfo Pérsico para prestar serviços em submarinos e ocasionalmente navios de superficie por lá, apesar de haverem instalações e pessoal da US navy por lá também.

    abs

  40. Alfredo Araujo 10 de novembro de 2013 at 13:12 #

    Esqueceram de citar a grande, e bolivariana, Venezuela !
    Acredito q ali, os russos teriam livre trânsito para qualquer um de seus navios…

  41. daltonl 10 de novembro de 2013 at 14:19 #

    Livre transito sim, mas não acredito que a marinha russa encontre o mesmo tipo de serviço que a União Sovietica
    contava com os países do Pacto de Varsóvia, por lá, já
    a rede da OTAN e tantos outras alianças que os EUA possuem pelo mundo oferece quantidade e qualidade.

    No mais, nada acontece por aqui, abaixo da linha do
    equador. Visitas, estreitar relações, etc, sim, mas certamente não é onde as atenções estão nem estarão.

  42. GUPPY 10 de novembro de 2013 at 14:36 #

    Prezado Admiral,

    Talvez a marinha russa também possa contar com portos cubanos mas, como você mesmo colocou, com qualidade questionável. Bom, também tem Guantanamo Bay coladinho em contraposição. E Puerto Rico e a própria Flórida também. Parece que a Nicarágua está se bolivariando e, com isso, a Rússia poderia aumentar suas probabilidades, mas os americanos estão no Panamá. É tá difícil pra Rússia.
    Para pensar: Se a Argentina continuar com a sua política atual, poderia em breve, abrigar (facilitar) para a marinha russa?

    Saudações

  43. Ivan 10 de novembro de 2013 at 15:01 #

    Alfredo Araujo,

    No Caribe a Rússia poderia negociar facilidades portuárias em Cuba, Nicarágua e Venezuela.

    Olha o mapa:
    http://www.guiageo.com/pictures/mapa-america-central.jpg

    Apesar da proximidade de bases anglo-franco-holandesas, sem falar do território americano (Puerto Rico e Flórida), seria interessante para chineses e russos disporem de bases de apoio na região.

    A questão é que custa dinheiro… simplesmente.

    A Rússia não tem e a China pesa bastante seus investimentos.
    Já os bolivarianos estão começando a ter dificuldade de fazer a feira, mesmo contando com ajuda dos vizinhos bonzinhos como ‘nossoutros’.

    Outro detalhe. A marinha bolivariana da Venezuela é ocidental. Sim, é, pelo que lembro, italo-espanhola.

    Pois é!
    Muita garganta.

    Abç.,
    Ivan.

  44. daltonl 10 de novembro de 2013 at 15:04 #

    Do jeito que eu vejo as coisas Guppy , a situação da marinha russa não é das melhores e a US Navy talvez
    precise mesmo reduzir de tamanho.

    Os EUA já estão dando prioridade ao Oceano Pacifico e não é apenas quantidade mas também prioridade em
    manutenções.

    Os russos, manterão sua principal força naval no norte, por causa dos EUA e também por ser o meio mais rápido de se chegar ao Mediterrâneo por exemplo.

    Então simplesmente não há disponibilidade de meios muito menos motivos para os russos manterem uma presença naval constante no Atlantico Sul .

    Continuaremos lendo as reclamações dos governantes argentinos sobre as Falklands, ou, sobre a ameaça que a reativação da IV Frota representa para nós sul americanos, etc, etc, etc…mas continuaremos sendo um palco secundário ou terciário…o que é muito bom para nós, afinal, eles que são cachorros grandes que bem se entendam. :)

  45. GUPPY 10 de novembro de 2013 at 20:31 #

    Ok, Admiral.

    É isso mesmo. Como os tempos mudaram, já não estamos mais na Guerra Fria, o tamanho das marinhas podem diminuir e muito dinheiro ser economizado

    Abraços

  46. MO 10 de novembro de 2013 at 23:03 #

    Não fotografei, nao são minhas as fotos, vi passar e não fotografei, Fabio ASC e F 5, nem vem !!!! – 1o Porta Buneco da Temporada em SSZ .. ARGH !!! =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/11/mv-empress-9hje9-1a-vigem-temporada.html

  47. MO 11 de novembro de 2013 at 9:09 #

    Oi Dalton, o que eu quiz dizer eh que das varias empresas de salvatagens que existem, muitas em rebocadores russos afretados a elas e que deve haver clausulas em seus contratos de afretamento a liberação para salvatagens de unidades navais russas. Não me referi especificamente ao RbAM do GT

    Nrem vai tão longe, acontece as vezes os nossos RbAM´s (Infelizmente) serem rebocados por RbAM´s civis … (eles chamam de vai buscar um, tras dois, o RbAM e seu reboque ….

  48. Almeida 15 de novembro de 2013 at 10:27 #

    joseboscojr,

    Os cruzadores Slava possuem quatro radares controladores de tiro, dois de cada lado do mastro de comunicações. Cada um desses radares pode controlar até dois sistemas AK-630, num total de oito. Como as Slava possuem seis desses CIWS, os demais canais devem ser usados para guiar o canhão duplo da proa e/ou os mísseis AAW de curto/médio alcance. Ou quem sabe só para aumentar a cobertura mesmo, em caso de ataque de saturação vindo de uma direção.

    Abraços!

  49. joseboscojr 16 de novembro de 2013 at 9:13 #

    Almeida,
    Parece que são 6 radares de controle de tiro para as AK630. Os 4 que você citou e os dois que eu havia identificado.
    Estou sem tempo para dar uma conferida mas depois vou tirar isso a limpo. rrssrs
    Se for mesmo 6 radares é uma capacidade de defesa sem igual em número de enfrentamento de ameaças simultânea com canhões.
    Valeu meu amigo!

  50. joseboscojr 16 de novembro de 2013 at 12:54 #

    Almeida,
    Dei uma conferida com mais calma e parece que são só 3 radares de controle de tiro para os AK-630.
    Um instalado à vante logo à frente do passadiço e dois à meia nau entre os dois mastros, um em cada bordo.
    Visto de lado parece que são apenas 2 já que os radares de meia nau se sobrepõem no aspecto lateral, por isso tinha mencionado serem apenas 2.
    No meu comentário das 9:13 mencionei que poderiam ser 6 mas o que pensei ser radares de controle de fogo são antenas de ECM.
    Ou seja, em sendo mesmo 3 radares e como cada radar Bass Tilt controla até 2 canhões contra um único alvo, 3 alvos podem ser engajados ao mesmo tempo.
    -http://xxrntcs.devhub.com/img/upload/rytuyouiipo_.jpg-
    Um abraço.

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De 15 a 25 de agosto, a Fragata “Greenhalgh” participou da Operação bilateral “Fraterno-XXXII”, que se realiza há 32 anos, […]

Visita da comitiva do Ministério da Defesa da Suécia ao NAe ‘São Paulo’

  Na primeira quinzena de agosto de 2014, uma delegação do Ministério da Defesa da Suécia esteve no Brasil, em […]

98 anos da Aviação Naval

Todo dia 23 de agosto, comemora-se o Aniversário da Aviação Naval, em referência à data de assinatura, pelo Presidente Wenceslau […]