video - drone acerta cruzador classe Ticonderoga
Um drone descontrolado atingiu o costado de um cruzador da classe Ticonderoga (USS Chancellorsville) no último domingo quando este realizava testes com o radar ao longo da costa da Califórnia. Duas vítimas tiveram ferimentos leves e o navio acabou retornando para o porto de San Diego. O drone era operado remotamente a partir das instalações de Point Mugu.

Clique na imagem acima para assistir a matéria da rede ABC no YouTube.

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Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

8 Comentários para “Drone descontrolado atinge cruzador da classe Ticonderoga”

  1. Marcelo 20 de novembro de 2013 at 8:15 #

    essa coisa de drones ainda não está no ponto não…
    :)
    os japas estão trabalhando na premissa que os caças de 6a geração (vão pular o projeto local da quinta, comprando de fora, o F-35), ainda serão tripulados ou pelo menos opcionalmente tripulados. O mesmo vale para o novo bombardeiro estratégico dos EUA, será projetado dessa forma, opcionalmente tripulado.

  2. joseboscojr 20 de novembro de 2013 at 19:16 #

    Que estória mais cabeluda!

  3. joseboscojr 20 de novembro de 2013 at 19:24 #

    Pelo jeito o cruzador estava testando seus sistemas de defesa e foi atingido pelo drone alvo Chukar que participava do exercício e simulava um míssil antinavio subsônico sea-skimming.
    Quem estava no comando do drone bobeou feio.
    O drone pesa uns 250 kg no máximo, mas pode atingir uma velocidade de quase 1000 km por hora.
    Mesmo sem uma ogiva ele consegue penetrar na chapa de aço e causar um grande estrago, e seu combustível ainda pode explodir no impacto, o que complica mais ainda.

  4. daltonl 20 de novembro de 2013 at 19:37 #

    Bosco o drone atingiu a superestrutura que é de aluminio
    e como o USS Chancellorsville foi recentemente modernizado recebendo inclusive nova versão do AEGIS,
    o drone destinava-se exatamente a testar o novo sistema.

    abs

  5. Marcelo 20 de novembro de 2013 at 20:46 #

    Daltonl,
    Nesse caso, o novo sistema de defesa falhou feio…

  6. daltonl 20 de novembro de 2013 at 21:24 #

    Marcelo…

    não sei exatamente quais eram as condições do teste, a principio era apenas para detecção, qualificação dos sistemas de combate afinal ele está saindo de um periodo de modernização que durou 11 meses.

    Provavelmente o cruzador nem está convenientemente armado pois os paiois/silos são carregados apenas em uma fase posterior de treinamento na qual ele encontra-se, então não se pode chamar de uma situação muito real, mais treinamentos serão necessários antes que ele esteja pronto para uma situação de combate.

    Aparentemente o operador do drone perdeu o controle do mesmo quando este estava proximo ao navio, não havia muito o que se fazer.

  7. joseboscojr 20 de novembro de 2013 at 21:58 #

    Muito provavelmente o sistema de radar do navio detectou e acompanhou o “alvo”, não estando nos planos usar as armas defensivas, que no caso são os mísseis ESSM e os dois Phalanx.
    O que é curioso é que o drone alvo não possui um seeker, portanto, o “acerto” no cruzador foi algo inusitado, pra dizer o mínimo.

  8. Guilherme Poggio 20 de novembro de 2013 at 23:02 #

    O drone pesa uns 250 kg no máximo, mas pode atingir uma velocidade de quase 1000 km por hora. Mesmo sem uma ogiva ele consegue penetrar na chapa de aço e causar um grande estrago, e seu combustível ainda pode explodir no impacto, o que complica mais ainda.

    Modo ironia on

    Foi um ataque simulado de míssil Exocet cuja cabeça de combate não explodiu. Muito realista essa simulação.

    Modo ironia off

    Um Exocet atingiria o casco bem próximo da linha d´água no costado e não na superestrutura.

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