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Navios de guerra da Marinha do Exército Popular de Libertação da China (PLA Navy) na Base Naval de Zhoushan. Podem ser vistos os destróieres de mísseis guiados Type 052C, fragatas Type 054A (Jiangkai II), Type 053H3 (Jiangwei II) e corvetas Type 056. Clique nas imagens para ampliar.

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

9 Comentários para “Navios de guerra chineses na Base Naval de Zhoushan”

  1. Marcelo 22 de novembro de 2013 at 17:03 #

    considero que a evolução da Marinha da China, nos últimos 20 anos é até mais impressionante do que a evolução da sua Força Aérea.
    Em um dos exemplares dos “Guias de Armas de Guerra” uns livrinhos de capa dura! Havia uma fragatinha chinesa da qual o autor do livro só falava mal…

  2. Mauricio R. 23 de novembro de 2013 at 10:30 #

    Esta foto foi feita em um sábado, pela manhã, é que o expediente vai somente de segunda a sexta…
    Mas enquanto em boa parte do planeta, a renovação dos meios navais caminha assim um tanto de lado e bem devagar, na China esta anda um pouco mais rápido.
    Ocorre que existe uma diferença mto grande entre substituir os CT classe “Luda” e substituir os CT classe “Spruance” e seu apendice, a classe “dos almirantes mortos em combate” ou classe “Kidd”; por exemplo.

  3. Jacubão 26 de novembro de 2013 at 10:17 #

    Essa foto faz lembrar os bons tempos na década de 80, quando nossa Marinha ainda possuia uma verdeira Esquadra.
    Hoje contamos com meios sucateados que operam pela graça de Deus e suor de marinheiros abnegados!

  4. daltonl 26 de novembro de 2013 at 11:05 #

    Será que possuiamos mesmo Jacuba ?? As 6 Niteróis eram novas em folha ainda, mas o restante era constituído por 10 CTs da II GM incluindo 5 “Fletchers” sem capacidade para ao menos operar com o pequeno “Wasp” e nenhum dos CTs possuia ao menos alguns exocets como os CTs argentinos da II GM.

  5. Jacubão 26 de novembro de 2013 at 12:37 #

    O velho Minas A11 operava com plena força, os velhos bico finos mesmo com sensores obsoletos cumpriam sua missão brilhantemente.
    Muito preocupante o caminho que as FFAA estão trilhando hoje!
    Vamos pedir muito Deus, para que o país não precise delas nos próximos 50 anos!

  6. joseboscojr 26 de novembro de 2013 at 13:25 #

    Concordo Jacuba!
    Na década de 80 uma minoria tinha misseis ASCMs, sistemas de defesa de área, de ponto, CIWS, helicópteros orgânicos ASW/ASuW, etc.
    Tirando as potências nucleares navio tinha canhão, carga de profundidade, foguetes/morteiros ASW, torpedo leve, um monte de canhões AAW e submarino tinha torpedo pesado e só.
    Hoje somos bem mais defasados.

  7. daltonl 26 de novembro de 2013 at 17:11 #

    Estavamos em plena guerra fria nos anos 80 então não acho que estavamos tão bem assim, por exemplo, o Minas e meia duzia de trackers não eram mais páreo para os mais recentes submarinos nucleares sovieticos já que a nossa marinha era voltada para guerra antisubmarina.

    E que missões os “bico finos” cumpriam brilhantemente que mesmo uma Inhaúma não possa fazer hoje ? Em que situação ter vários canhões de 5 polegadas, 4, 5 ou 6 dependendo do CT era importante? Apoio de fogo?

    Os argentinos foram derrotados em 1982 mas eles possuim algumas coisas interessantes nos anos 80:

    – o NAeL deles operava então com jatos A-4 além dos trackers.

    – possuiam 2 navios com defesa antiaérea de área coisa que não temos até hoje;

    – em construção 4 fragatas Meko 360, e submarinos TR-1700;

    – mesmo seus velhos CTs da II GM possuiam misseis exocet…os argentinos então faziam parte da minoria.

    Nos anos 80 em um exercicio “Fraterno” duas corvetas argentinas bloquearam os radares de duas de nossas fragatas em ataque simulado com exocets.

    Claro que é uma questão de opinião, mas já sentia-me
    lá nos anos 80 quando visitava a Ilha das Cobras um viajante do tempo :)

  8. Jacubão 28 de novembro de 2013 at 12:56 #

    Aprenderemos a lição do abandono da maneira mas triste e dolorosa.
    Será que alguem sabe como?
    Bizu, olha o que aconteceu em 1982!
    Agora imagina algo parecido hoje, só que conosco!
    Só a misericórdia DIVINA!

  9. daltonl 28 de novembro de 2013 at 18:20 #

    Veja o lado positivo Jacuba.

    Anos 80 tinhamos para patrulhar nossa costa, 9 corvetas Imperial Marinheiro já com 30 anos e os 6 Piratinis de 100 toneladas. Hoje há muito mais !

    Também em matéria de submarinos tinhamos 7, porém 4 eram da II GM modernizados nos anos 60 e nem esperou-se os Tupis para dar baixa nos mesmo, não tinham valor militar nenhum.

    E bem ou mal iremos construir submarinos aqui de uma forma que não fizemos com os Tupis.

    Hoje, não temos que invejar argentinos nem temos sovieticos em Cuba ou Africa Oriental, o “clima” está melhor. :)

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