Chinese J-15 Fighter Jet YJ-83 C803 ANTISHIP MISSILE  CV16 Liaoning Aircraft Carrier People's Liberation Army Navy (PLA Navy) j-15 16 17 18 19 j-20 j-31 z-8 z-9 z-10 z-19 z-15 z-16 z-17 aewc pl-12 pl-98asr 10 b

Por Ben Blanchard; Megha Rajagopalan e Manny Mogato. Edição Por Nick Macfie

A China mandou seu navio-aeródromo Liaoning para treinamentos na região do Mar do Sul da China, em meio a disputas territoriais com as Filipinas e outros países da área, além de de tensões com o Japão por conta dos planos de estabelecer uma zona de defesa aérea sobre águas disputadas com Tóquio.

Desde o comissionamento, em janeiro deste ano, o Liaoning – adquirido da Ucrânia e reformado pela China – já realizou mais de 100 exercícios e testes, mas se trata do primeiro envio da embarcação para o Mar do Sul. Segundo comunicado oficial da Marinha do Exército de Libertação Popular da China para o portal de notícias navy.81.cn/, o porta-aviões suspendeu da base naval de Quingdao, no nordeste do país, acompanhado por dois contratorpedeiros e duas fragatas.

De acordo com o site, durante a permanência do navio no Mar do Sul, serão realizados “testes, pesquisas científicas e manobras militares”. O momento escolhido para esses exercícios levou à inevitável desconfiança por parte das nações vizinhas por conta das reivindicações marítimas e territoriais que sobrepõem. A China protestou formalmente contra os Estados Unidos e o Japão após os dois países terem criticado abertamente os planos chineses de estabelecer novas regras para o espaço aéreo sobre a região de litígio do Mar de Leste. Na última quinta-feira (21) autoridades da Austrália teriam entrado em contato com o embaixador chinês no país para expressar preocupação acerca da chamada Air Defence Identification Zone.

A China, por sua vez, também reivindica soberania sobre toda a região do Mar do Sul, rica em petróleo e gás, entrando em atrito direto com Taiwan, Malásia, Brunei, Filipinas e Vietnã. A disputa é um dos pontos mais sensíveis da expansão militar chinesa, bem como o “pivô” da presença americana da Ásia-Pacífico.

Apesar de ser considerado tecnologicamente atrasado em comparação aos porta-aviões americanos, o Liaoning representa as ambições navais da China, e vem sendo objeto central de campanhas patrióticas do país.

CHINA-LIAONING AIRCRAFT CARRIER-FLIGHT LANDING-J-15 (CN)

“Não tão preocupante”

O diretor do Instituto de Pesquisa para Paz, Violência e Terrorismo das Filipinas, Rommel Banlaoi, afirmou que o navio-aeródromo chinês ainda está anos longe de representar uma ameaça real. “A China ainda está desenvolvendo seu próprio modelo de como operar um porta-aviões, e a tecnologia é muito atrasada em comparação aos Estados Unidos. Banlaoi ainda completa: “Pessoalmente, eu não acho tão preocupante um porta-aviões a diesel em uma missão de treinamento”.

A Marinha do ELP não especificou que tipo de treinamento seria feito durante o desdobramento do Liaoning, e apenas enfatizou que os exercícios anteriores, envolvendo pouso e decolagem de aeronaves, foram bem-sucedidos. Boa parte das manobras divulgadas haviam acontecido até então na região do Mar Amarelo, entre o território chinês e a Península da Coreia.

Segundo o professor de ciência política,  Joseph Cheng, da Universidade de Hong Kong, “obviamente, as autoridades chinesas vêm adotando uma série de medidas para reforçar as reivindicações nos territórios litigiosos”. Cheng ainda aponta: “ao ver o Japão e países do Sudeste Asiático também tomando medidas para reforçar sua soberania, a China tem que responder”.

A Marinha chinesa comunicou que a missão do porta-aviões é de rotina, e que o Liaoning ainda está em fase de testes. “Os testes no Mar do Sul são parte dos procedimentos normais para provas e adestramento”, aponta o comunicado. “Viagens longas são uma etapa necessária de experimentação a fim de testar equipamentos e pessoal ao longo de semanas de trabalho contínuo em condições hidrológicas e meteorológicas variadas.

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FONTE: Reuters (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

20 Responses to “‘Liaoning’ suspende para ciclo de testes no Mar do Sul da China” Subscribe

  1. Almeida 26 de novembro de 2013 at 15:25 #

    “A Brasil mandou seu navio-aeródromo São Paulo para treinamentos na região da Baía da Guanabara.”

    “Desde o comissionamento, em setembro de 2000, o São Paulo – adquirido da França sem armamentos e com problemas nas caldeiras – realizou menos de 10 exercícios e testes, e se trata do primeiro envio da embarcação para fora do dique. Segundo comunicado oficial da Marinha do Brasil para um portal de notícias chapa branca, o porta-aviões suspendeu da base naval do Rio de Janeiro, no sudeste do país, acompanhado por dois rebocadores e duas traineiras.”

    “De acordo com o site, durante a permanência do navio na Baía da Guanabara, serão realizados “testes, remendos e manobras de evacuação”. O momento escolhido para esses exercícios levou à inevitável ridicularização por parte das nações amigas por conta das reivindicações marítimas e territoriais que se sobrepõem. O Brasil protestou formalmente contra tudo e todos após terem criticado abertamente os planos brasileiros de estender sua zona econômica exclusiva.”

    “O Brasil, por sua vez, também reivindica soberania sobre toda a região do Atlântico Sul, rica em petróleo e gás, entrando em atrito direto com ninguém.”

    “Apesar de ser considerado tecnologicamente atrasado em comparação a qualquer outro porta-aviões, o São Paulo representa as ambições navais da Marinha do Brasil, e vem sendo objeto central de críticas no país.”

    “Não tão preocupante”

    “O diretor do Instituto de Pesquisa para Paz, Violência e Terrorismo das Filipinas, Rommel Banlaoi, afirmou que o navio-aeródromo brasileiro ainda está anos longe de representar uma ameaça real. “O Brasil ainda está desenvolvendo seu próprio modelo de como operar um porta-aviões, e a tecnologia é muito atrasada em comparação aos Estados Unidos. Banlaoi ainda completa: “Pessoalmente, eu não acho tão preocupante um porta-aviões a caldeiras em uma missão de treinamento”.

    “A Marinha do Brasil comunicou que a missão do porta-aviões é rara, e que o São Paulo ainda está em fase de testes. “Os testes na Baía da Guanabara são parte dos procedimentos normais para provas e adestramento”, aponta o comunicado. “Viagens curtas são uma etapa necessária de experimentação a fim de testar equipamentos e pessoal ao longo de horas de trabalho contínuo em condições hidrológicas e meteorológicas favoráveis.”

  2. Marcos 26 de novembro de 2013 at 16:53 #

    Almeida:

    Esse seu comunicado, o Almirantado pode recortar, emoldurar e pendurar na parede!

  3. Marcelo 26 de novembro de 2013 at 21:12 #

    Interessante, o PA chinês ainda nem totalmente operacional, já está cumprindo a sua missão, projeção de poder em região de interesse da China! Agora resta ao Japão a opção de adquirir o F-35B, e torcer para que este pare de atrasar.

  4. Marcelo 27 de novembro de 2013 at 10:13 #

    ah…evidentemente, a opção japonesa mais simples rápida e efetiva é chamar o seu titio Sam !!!

  5. daltonl 27 de novembro de 2013 at 10:45 #

    Os japoneses podem cobrir as áreas em disputa com aeronaves baseadas em terra…nenhuma necessidade de
    querer embarcar meia duzia de F-35Bs nos seus navios de convoo corrido que são para guerra antisubmarina.

    Os Invincibles também foram a principio construidos unicamente para guerra antisubmarina, nem rampa possuiam no projeto original, mas os britanicos tinham mais obrigações mundo a fora que os japoneses e assim a
    capacidade de embarcar o Sea Harrier foi muito apreciada.

    De qualquer forma a US Navy mantém permanentemente
    baseado no Japão um NAe desde 1973, além de outras
    forças.

  6. pco-andrade 27 de novembro de 2013 at 11:21 #

    Almeida, sensaconal o texto. o triste é que reflete a realidade da MB.

    Agora, o que deve ter de submarino atrás desse Liaoning… Sulcoreanos, japoneses, americanos, taiwaneses, vietnamitas, australianos???

    todo mundo cercando o bicho… o mar ali tá coalhado de submarinos heim…

  7. Marcelo 27 de novembro de 2013 at 17:06 #

    daltonl 27 de novembro de 2013 at 10:45 #

    concordo!
    Foi o que eu quis dizer no 2o comentário….mas essas ilhas em disputa me parecem bem distantes das bases japonesas….será que embarcar o F-35B no(s) DDH(s), em especial o 183 e os próximos não seria uma boa idéia?

  8. daltonl 27 de novembro de 2013 at 18:08 #

    Estão dentro do alcance de aeronaves baseadas em Okinawa.

    Quanto ao “183”, não há previsão nem dinheiro no momento para modifica-lo muito menos adquirir o F-35B.

    Serão bons e necessários navios antisubmarinos mas, mas
    não seriam bons porta-F-35Bs.

  9. Ivan 27 de novembro de 2013 at 21:31 #

    Marcelo,

    O nosso Admiral Dalton tem os mapas na cabeça, inclusive com a posição de todos os navios da US Navy e boa parte do resto do mundo… Impressionante.

    Mas nós, menos privilegiados, precisamos consultar o mapa.

    Assim sendo, segue um mapa simples focando o leste do Mar da China.
    http://www.portalnikkei.com.br/wp-content/uploads/2013/05/okinawa.jpg

    A área em questão está ao norte de Taiwan, sul da península coreana de Pusan, sudoeste da ilha japonesa de Kyushu, leste da costa chinesa de Hangzhou e, para fechar, OESTE DE OKINAWA.

    A ilha disputada, Senkaku para o Japão ou Diaoyu para a China, fica alí, na pontinha a sudoeste/oeste da cadeia de ilhas japas Ryukyu, pertinho de Taiwan.

    Se vc tiver curiosidade, abra em outra janela do seu navegador o mapa do teatro de operações de outra matéria, como por exemplo a do AEREO: ##p://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2013/11/fronteira-size-620.jpg

    Depois sobreponha as imagens mentalmente.

    Cordiais saudações,
    Ivan, o ‘mapento’.

  10. Ivan 27 de novembro de 2013 at 22:52 #

    Marcelo,

    Encontrei um mapa específico das ilhas em questão:
    Senkaku para o Japão;
    Diaoyu para a China; e
    Tiaoyutai para a Coréia do Sul.

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/07/Senkaku_Diaoyu_Tiaoyu_Islands.png

    Curioso é observar as ditâncias das ilhotas desabitadas, com pouco mais de 6 (seis) km2, para os vizinhos:
    – 170 km de Taipei, capital de Taiwan;
    – 170 km de Ishgaki, das ilhas japonesas de Sakishima;
    – 410 km de Naha, em Okinawa, que faz parte do Japão;
    – 330 km de Wenzhou, na costa da China continental.

    Portanto dentro do alcance dos F-16 de Taiwan, J-11 e Su-33MKK chineses, bem como dos Eagles, Hornets e Raptors americanos. Sem esquecer, é claro, dos F-15J do esquadrão 204 da 83ª Air Wing, baseados na base aérea de Naha, em Okinawa.

    Claro que com estas distâncias tão curtas dá para entender por que a Marinha do PLA chinês mantêm uma quantidade tão grande de pequenos navios (ou barcos) de ataque, notadamente os Tipo 022 (mais de 80 em serviço). Com estes enxames de missileiras e navios de patrulha a esquadra que estão construíndo pode manobrar sem preocupação com a retaguarda.

    O mapa, sempre o mapa.

    Abraço,
    Ivan, o mapento.

  11. Almeida 28 de novembro de 2013 at 14:15 #

    Em tempo, belas fotos! Quando postei elas ainda não estavam aqui.

  12. daltonl 28 de novembro de 2013 at 18:25 #

    Obrigado pela lembrança Ivan !

    De fato, uma das minhas esquisitices, há outras piores, é tentar acompanhar navios e esquadrões navais principalmente da US Navy.

    É um passatempo saudavel…talvez :)

  13. Marcelo 28 de novembro de 2013 at 20:36 #

    Ora Ivan, muito obrigado, só vi os seus posts agora.
    Gostaria de ver um Pa japonês nos tempos de hoje, mas dei uma pesquisada e parece que não podem ter, por lei, desde 1988…então só com a ajuda do tio Sam mesmo.
    Uma dúvida : a base em Okinawa é americana Certo? De lá operam esquadroes da Jasdf?

  14. daltonl 28 de novembro de 2013 at 21:04 #

    Marcelo…

    Okinawa é território japonês, foi devolvido pelos EUA e lá há bases americanas e japonesas.

    Desde a guerra da Coréia em 1950 os EUA insistem que o Japão adote uma postura militar mais forte, mas eles se fecharam na Constituíção deles…mas parece que as coisas estão mudando um pouco graças à China.

    Independente disso, um NAe de verdade, não um Cavour italiano por exemplo, exigiria muitos recursos mesmo para o Japão que talvez prefira investir em outros meios mais necessários, como submarinos e combatentes de superficie.

  15. justin.case 30 de novembro de 2013 at 0:15 #

    Amigos,

    Belíssimo vídeo em alta definição sobre as operações no CDG. Inclui imagens em câmera lenta.

    http://www.youtube.com/watch?v=iFIsfyvcun0

    Abraços,

    Justin

  16. Ivan 30 de novembro de 2013 at 9:40 #

    Marcelo,

    Como nosso Admiral Dalton já escreveu, Okinawa faz parte do Japão, mas os norte americanos controlam as bases militares. Mas há negociações inclusive para reverter isso, só não sei se os japoneses e moradores da ilha desejam realmente isso.

    Um resumo (mínimo) cronológico destas ilhas:

    1429: King Sho Hashi estabelece o Reino de Ryukyu;
    1609: o clã Satsuma do sul do Japão invade as ilhas;
    1872: Japão torna o Reino Ryukyu em um domínio feudal ;
    1879: Okinawa é absorvida como parte do Império Japonês;
    1945: Cerca de 100.000 civis da ilha morrem na Batalha de Okinawa; Japão se rende; USA toma o controle das Ilhas Ryukyu;
    1972: Okinawa é revertida para o Japão acabando a ocupação americana; USA mantém as bases;
    2013: Movimento para devolver o controle das bases ao Japão, agora aliado dos yankees; mas acredito que agora deve esfriar.

    Para ter uma idéia da importância destas bases, basta lembrar que cerca de 78% dos americanos ligados à defesa no Japão estão locados na ilha, ocupando talvez 30% do seu território (bases aéreas e navais, quartéis dos fuzileiros, campos de treinamento).

    Como financeiro fico imaginando o quanto os gringos gastam nas ilhas e o impacto na economia de Okinawa…

    Um link interessante da BBC, com mapa é claro:
    http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-22039186

    Falando em mapa, observe nos mapas anteriores a posição das Ryukyu e da ilha principal, Okinawa, neste teatro de operações, inclusive sua posição em relação ao Mar Amarelo, área de disputa entre as duas Coréias.

    Sua importância estratégica é inquestionável.

    Sds.,
    Ivan.

  17. daltonl 30 de novembro de 2013 at 10:32 #

    Ivan…

    a base aérea de Naha, por exemplo é controlada pelos japoneses já há muitos anos e não pelos EUA.

    Já a Base White Beach por exemplo é dos EUA e como
    curiosidade os navios anfibios baseados em Sasebo
    digamos, nas ilhas maiores do Japão, você certamente dará uma olhada no mapa, percorrem esse “longo” caminho até Okinawa para embarcar os fuzileiros e equipamentos baseados lá.

    abraços

  18. daltonl 30 de novembro de 2013 at 10:38 #

    Belo vídeo de fato Justin. É possível tambem ver o diferente modo de se lançar um Rafale e o SEM, que aliás
    está com os dias contados, mas acredito que deverá permanecer em serviço até o CDG ser retirado para novo reabastecimento e modernização, então, depois veremos
    2 esquadrões de Rafales embarcados.

    abs

  19. Ivan 30 de novembro de 2013 at 12:59 #

    Ivan,

    É verdade, Naha é JASDF.
    ( Kōkū Jieitai Naha Kichi )

    Um mapa de Owinawa, com rodovias e ‘airbases':
    http://www.lib.utexas.edu/maps/middle_east_and_asia/okinawa_rel90.jpg

    Há indicação de 4 (quatro) bases: Kadena, Naha, Futenma e Yoimitan. Porém lembro que há outros aeródromos e campos auxiliares.

    Uma ilha relativamente pequena com tantas pistas. Fico imaginando quantas aeronaves as forças nipo-americanas podem colocar no ar em 5 (cinco), 15 (quinze) e 30 (trinta) minutos.

    Abç.,
    Ivan.

    Ps.:
    Pensei que era em Sasebo.
    White Beach é parte de Sasebo?

  20. daltonl 30 de novembro de 2013 at 13:23 #

    Ivan…

    White Beach fica em Okinawa. O ARG hoje capitaneado pelo USS Bonhomme Richard é que fica baseado em
    Sasebo e quando no processo de carregar fuzileiros e seus equipamentos, o 31MEU, faz uma curta viagem até White Beach e para lá retorna para descarrega-los, retornando depois a Sasebo.

    abraços

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