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Ela foi condecorada aos 21 anos pela OTAN e o Departamento de Defesa americano por sua missão no combate ao terrorismo e a pirataria no golfo Pérsico do Éden
A brasileira Graciela Saraiva, de 23 anos, que lutou contra a classificação desonrosa na US Navy por três anos, foi informada, no dia 26, que finalmente venceu o caso. A noticia foi dada pelo Jornalista St. John Barned-Smith do jornal “Gazette”, pertencente ao grupo “Washington Post” e pelo Canal 4 da TV NBC Washington.
“Oh meu Deus, isso é ótimo”, disse Graciela, para o jornalista. “Eu me pergunto o que os fez mudar de ideia. Estou muito feliz, e espero não ter que passar por mais nenhuma medida, assim esses três últimos anos de luta terão valido à pena”, disse ela.

Graciela foi desligada da US Navy com desonra, depois que um exame de urina rotineiro detectou droga em seu organismo. A brasileira provou, no entanto, que havia acabado de fazer um procedimento cirúrgico no dentista e tomara Tylenol, que contém codeína, receitado para a dor. Ela recorreu da decisão e foi negada. Eventualmente, um Conselho de Revisão Naval mudou seu status de desligamento para “honrosa”, mas o Conselho de Correção de Registros Militares determinou que seu código de realistamento permanecesse negativo.

Finalmente, depois de sua família receber total indiferença e descaso do governo Dilma e do MRE (a quem o pai de Graciela referiu-se citando-os de “anjinhos Felixcianos”) ela conseguiu repercussão na mídia apartir de uma matéria da Revista ISTOÉ e foi entrevistada nos Estados Unidos pela rede “NBC” e os jornais impressos Gazette, Washington Post e o Jornal brasileiro Gazeta, editado no Estado da Florida.

Finalmente a US Navy decidiu corrigir o erro

“Em 22 de novembro, o Conselho para a Correção Naval de Registros Militares alterou o código de realistamento para o código de RE -1, o que permite que a brasileira possa voltar as forças armadas”, anunciou Sarah M. Flaherty, uma porta-voz da Marinha de Guerra estadunidense, acrescentando que num “futuro próximo” a jovem estaria recebendo uma cópia corrigida do seu registro , publicou o jornal “Gazette” da area metropolitana de Washington DC.

Graciela está concluindo o curso de bioquímica no Montgomery College no qual faz parte do grupo de honra por excelencia academica. Ela pretende concluir a universidade e tornar-se oficial. Graciela é neta do ex-combatente brasileiro  da 2a. guerra Mundial Jairo Saraiva e da dentista Adamar Sales Saraiva,  por parte de pai e dos exportadores de café capixabas de origem italiana Benjamin e Odilia Sossai Falqueto.

NOTA DA EDITORA: você pode assistir à reportagem da NBC com Graciela clicando aqui.

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

24 Responses to “Brasileira Graciela Saraiva vence caso contra US Navy” Subscribe

  1. Clésio Luiz 28 de novembro de 2013 at 20:39 #

    “depois de sua família receber total indiferença e descaso do governo Dilma e do MRE”

    E o que é que o governo brasileiro tem a ver com o caso de alguém que jurou defender uma bandeira estrangeira? Ela não quis defender outro país? Pois que vá buscar seus direitos lá.

    Tivesse esse caso ocorrido na Marinha Brasileira, aí era outra história.

  2. tpivatto 29 de novembro de 2013 at 1:40 #

    Pois é, Clésio: eu me perguntava a mesma coisa…

  3. thomas_dw 29 de novembro de 2013 at 8:03 #

    “E o que é que o governo brasileiro tem a ver com o caso de alguém que jurou defender uma bandeira estrangeira? Ela não quis defender outro país? Pois que vá buscar seus direitos lá.”

    um tanto xenofóbica e preconceituosa o seu comentário,

    1) a Graciela é Brasileira, e tem o direito de pedir ajuda ao Governo Brasileiro.

    2) ela nao renunciou a cidadania para servir na Marinha dos EUA, pais aliado e amigo do Brasil, e, importante parceiro da Marinha Brasileira.

    3) os EUA sao uma nação amiga

    4) diversos Brasileiros servem nas Forcas Armadas dos EUA (e da Franca e Reino Unido) sem nenhum problema.

    5) é comum servir em Forcas Armadas de paises amigos, na NATO, é ainda mais comum, existem Oficiais que serviram em seu pais e depois de emigrar, em outro, exemplo, oficiais da Irlanda que servem no Reino Unido, do Reino Unido que servem nos EUA.

  4. Guizmo 29 de novembro de 2013 at 8:53 #

    Thomas, discordo de você.

    Apesar dela ser brasileira, optou por trabalhar no exterior. Se fosse, sei lá, no Wall Mart, e fosse demitida de lá e processada, ia adiantar chorar pro Governo do Brasil?

    Acho que o Brasil pode intervir num foro mais delicado, envolvendo prisão de seus cidadãos…..agora um processo de demissão??

  5. daltonl 29 de novembro de 2013 at 9:07 #

    Não foi apenas “demissão”…a honra ou seja que nome seja, foi manchada por uma acusação de uso de drogas e
    isso ficaria no curriculum dela pelo resto da vida.

    Minha dúvida é se ela tivesse se alistado no Exército Bolivariano Antiimperialista e sofresse injustamente algo parecido se nosso governo não teria se interessado um
    pouco mais.

  6. Clésio Luiz 29 de novembro de 2013 at 9:10 #

    @thomas_dw

    1) Ela tem se for o caso de infração de direitos humanos, o que não é;

    2) O ato de servir nas forças armadas é:

    Patriotismo: por amor a pátria, derramar seu sangue e morrer, se for o caso, para proteger seu país e seus irmãos cidadãos ou;

    Mercenário: você vai servir visando benefícios financeiros. Você está disposto a arriscar sua vida por quem paga mais;

    Ou ela é americana patriota ou brasileira mercenária. É uma decisão dela, não sou eu que vou impedir;

    3) Não seja ingênuo. Nações não tem amizade, tem interesses. Agora mesmo os interesses dos EUA e do Brasil estão em conflito em um grande número de cenários. A relação deles conosco muda de acordo com suas necessidades;

    4) Ótimo. Não é problema do governo brasileiro zelar pelo bem estar deles. Você não vê o governo intervindo em cada caso de brasileiro que foi demitido do McDonald’s por justa causa, vê?

    5) Vai quem quer. Guerra não é um negócio bonito nem romântico. Se você tem uma visão adocicada das coisas, as forças armadas não são um lugar para você.

    Servir nas forças armadas de qualquer país e coisa séria. Não é uma aventura nem um emprego. Ou você faz por amor a pátria ou faz por dinheiro. Se ela ama os EUA e quer defender seus cidadãos, problema dela e do governo de lá. Ela não tem nada que ficar pedindo pinico aqui, nós não temos nada a ver com os atos dela lá fora. Se ela foi servir pensando em ganhar cidadania americana por servir nas forças armadas de lá, é mercenária. Gosta do padrão de vida de lá, gosta que eles paguem mais, ótimo, vá em frente. Só não venha de rabo entre as pernas pedir ajudinha a Dilma se foi destratada por lá.

    Eu não sou xenófobo. Não estou criticando a vinda de americanos pra cá… Estou falando das atitudes de uma brasileira, segundo você mesmo afirma.

  7. daltonl 29 de novembro de 2013 at 9:43 #

    Clésio…

    Além dos motivos que você deu para servir nas Forças Armadas, tem muita gente, se bnão for a maioria, que serve por falta de opção ou, pretende alavancar sua carreira, depois de alguns anos pede baixa e vai ganhar mais na área civil com o conhecimento adquirido e isso acontece em todo mundo.

    Quem escolhe ser militar não necessariamente é mais “patriota” do que aquele que escolhe ser médico.

    No caso dela, não foi apenas “demissão”, se ela tivesse “aprontado” aí sim, problema dela, mas, diante de algo tão grave que teria impacto na vida futura acho normal a familia dela ao menos tentar…você não buscaria qualquer tipo de ajuda se fosse um filho seu?

  8. Oganza 29 de novembro de 2013 at 11:55 #

    Concordo com todos vc’s, para mim se juntar todos os seus argumentos, eles estão certo, só não concordo com algumas conclusões…

    Agora, não podemos nos esquecer que as FFAA US são PROFISSONAIS, LITERALMENTE e tratam suas tropas da mesma forma, ao menos na maioria dos casos, inclusive com o conceito de CONTRATAÇÃO, algo impensável por aqui. E sim, LÁ, é uma oportunidade profissional SIM e em todas as áreas, com a melhor tecnologia disponível. Algo também impensável aqui.

    Mas não podemos deixar de perceber que tem o sentimento ou o CHAMADO do guerreiro, onde a pessoa quer viver o anbiente militar, mas quer vivelo em sua plenitude, com tudo o que um US Army, US NAVY, USAF, RAF, RN, Legião Estrangeira… etc… etc TEM A OFERECER, inclusive os riscos. Temos matérias lá no FORTE de Brasileiros na Legião, onde se diz – “nunca poderia ter essa experiência, profissional, militar, tecnológica, etc… no Brasil (FFAA), .” (sic)

    Guerras são ganhas com com POLÍTICA, TECNOLOGIA, TREINAMENTO PROFISSIONAL, LOGÍSTICA e PATRIOTISMO. Nessa ordem, não misturemos as coisas.

    Sds

  9. Oganza 29 de novembro de 2013 at 12:06 #

    Mas sim, o Estado Brasileiro não tem nada com isso.

    É uma questão trabalista que lógico, tem mais apelo midiático (mais pelas instituições envolvidas) do que uma demissão do McDonald’s.

    Mas ainda bem que ela conseguiu a atenção dos holofotes do “quarto poder”.

    Imaginem as oportunidades dela na área de bioquímica na US NAVY… infelizmente isso não é possível (tamanho e a qualidade) atualmente em nosso País… infelizmente.

  10. Clésio Luiz 29 de novembro de 2013 at 12:29 #

    Eu não acho que ela esteja errada em procurar seus direitos. Se acontecesse comigo eu faria o mesmo. O que eu não concordo é ela querer envolver o governo brasileiro nisso.

    Se foi contrato, convocação alistamento ou o que quer que seja, não vejo em que temos que nos meter. Já basta a vergonha que foi aquele caso na Suíça, onde o governo brasileiro se meteu e foi uma vergonha só.

    O único caso onde caberia nossa intervenção é se ela fosse membro da Marinha Brasileira e estivesse lá em um programa de intercâmbio. Mas não me parece ser esse o caso.

  11. joseboscojr 29 de novembro de 2013 at 12:32 #

    Clésio,
    A maioria absoluta de quem serve às forças armadas do Brasil é simplesmente por ser uma opção de emprego e não tem nada a ver com patriotismo, mesmo porque o patriotismos não é uma característica única de militares.
    Na verdade não conheço nenhum caso de militar que tenha escolhido ser militar por patriotismo. Você conhece?

  12. aldoghisolfi 29 de novembro de 2013 at 12:56 #

    Em qualquer outra atividade acho que ela poderia pedir ajuda à Chancelaria, não que fosse levar, mas poder pedir, poderia, afinal o ‘jus esperniandi’ é coisa comum entre nós. Menos como militar. Não interessa se ela pediu baixa ou demissão: ela foi arriada do posto e da função por motivo muito grave, consubstanciado na identificação positiva de droga proibida, o que gerou uma baixa desonrosa. Ponto final, porque lá as coisas são levadas a serio; tem lei e a lei precisa ser cumprida e existe autoridade que faz cumprir a lei, diferentemente daqui, que buscamos o jeitinho e aceitamos a complacência que leva à insubordinação numa estrutura hierarquizada. Se ela mesma não providenciasse a sua defesa -como fez-, impossível o seu país de origem intervir, o que seria considerado uma intromissão indevida nos assuntos internos relacionados à gestão das tropas, aí, sim!, de uma nação amiga. E tão sério é o país e a questão, que o fato foi reconsiderado via o ‘due process of law’, o devido processo legal. Sem perder o foco na motivação da baixa desonrosa, SMJ, é a minha opinião.

  13. Clésio Luiz 29 de novembro de 2013 at 14:05 #

    @joseboscojr

    Sim, vários. Tanto pessoalmente quanto via internet. Qualquer um que escolhe seguir carreira nas forças armadas pode ser considerado um patriota, pois só amor à farda e à pátria para aguentar anos a fio a disciplina militar, ao invés de sair em busca do dinheiro do mercado de trabalho civil.

    Eu só quero que fique claro que eu levo a sério o fato de servir nas forças armadas. Não acho que seja um serviço qualquer. E acho perigoso para qualquer força alistar gente que só se importa com dinheiro, porque esses não me parecem ser os mais confiáveis na hora de um conflito armado, onde o risco de morte e lesões permanentes é uma grande possibilidade.

  14. Oganza 29 de novembro de 2013 at 15:09 #

    Clésio Luiz,

    de novo.

    – Guerras são ganhas com com POLÍTICA, TECNOLOGIA, TREINAMENTO PROFISSIONAL, LOGÍSTICA e PATRIOTISMO. Nessa ordem, não misturemos as coisas.

    NUNCA na história, o patriotismo ganhou um comflito armado. TODA vitória aconteceu exatamente na ordem da listinha ai de cima.

    O Patriotismo gera atos de heroismo e bravura, até pode decidir uma batalha, mas NUNCA vai ganhar a guerra e ponto.

    – “Ninguém ganha a guerra dando a vida por seu país, mas fazendo com que o inimigo dê a vida pelo seu.” George Patton.

  15. Guizmo 29 de novembro de 2013 at 15:38 #

    Concordo contigo Oganza. Apenas incluo na lista Estratégia…..Abs

  16. Marcelo 29 de novembro de 2013 at 16:39 #

    concordo com o Clesio, em gênero, número e grau…ia ser o 1o a comentar isso ontem (o que é que o governo brasileiro tem a ver com isso???) mas o meu tablet deu pau…não é da apple….hehehe

  17. Farragut 29 de novembro de 2013 at 17:31 #

    Lamentavelmente, a realidade brasileira não favorece o ufanismo.

    Não há estudo científico que corrobore, mas, há algum tempo, parece clara a fuga do front, bem entendido como o embarque em navios, com as honrosas ressalvas daqueles considerados “prêmios” e/ou recém incorporados, e tropa. Hoje, o “chão”, preferencialmente os staff em Brasília com imóvel funcional, teria mais apelo do que os convéses e o terreno.

    Isso sem falar naqueles que já entram na Marinha sabendo que os riscos da carreira serão residuais, pois estarão no apoio. Nos oficiais, por exemplo, a Escola Naval vem formando em torno de um terço do total a cada ano, com viés de baixa. Os outros dois terços praticamente nunca embarcarão ou comporão tropa. As exceções (área de saúde) são cada vez mais raras.

  18. Oganza 29 de novembro de 2013 at 19:40 #

    Guizmo…

    putz… verdade. rs

  19. João Filho 30 de novembro de 2013 at 12:48 #

    Pedir ajuda do “Governo” Brasileiro? Ridiculo. em primeiro lugar, ela está pensando que o Brasil é o que? Alemanha? França? Inglaterra? Cai da cadeira de tanto rir. Em segundo lugar, não vou criticar ela por buscar sua carreira nas FFAAS de outro pais. Mas ao momento de alistar se, aqui nos Estados Unidos ela fez um juramento de lealdade à bandeira dos Estados Unidos acima de qualquer outra, e aos 3 anos é obrigatório tomar a nacionalidade americana. Então, lhe cabem todos os direitos de uma cidadã americana. É só perguntar para o Marine, para ver que não estou viajando na maionese. Agora, se foi demitida da corporação por uso ilegal de drogas, foi uma decisão que ela tomou, a qual ela sabia poderia trazer consigo consequências. No minimo, deveria ter consultado e informado seu superior e obtido uma autorização.

  20. daltonl 30 de novembro de 2013 at 13:46 #

    A estória é um pouquinho mais longa do que foi exposto na matéria.

    O caso atraiu à atenção de um Senador do PDT, aliás, o pai da moça não apenas foi ex-combatente como relata a matéria mas também fundador do PDT em Rondonia.

    O Senador entrou em contacto com uma senadora americana que abriu caminho para a defesa e houve exito, apenas a US Navy não queria readmiti-la o que fez o caso arrastar-se um pouco mais.

    De qualquer forma a US Navy chegou a conclusão que havia errado e hoje ela pode realistar-se se quiser.

    Ela não é mais cidadã brasileira, mas os pais dela sim,
    então não vejo nada demais tentar ajudar um filho(a)
    em dificuldades no exterior, mesmo tendo esse filho(a)
    escolhido viver lá.

    Não é muito fácil a US Navy voltar atrás de suas decisões e muitos oficiais e alistados tem sido punidos por faltas consideradas pouco graves que nem mesmo seriam punidos alguns anos atrás.

    Hoje vive-se “politicamente correto” nas Forças Armadas dos EUA…implicam com Tylenol e deixam acontecer coisas como o tiroteio em Forte Hood perpetrado por um oficial insano.

  21. bitt 30 de novembro de 2013 at 15:49 #

    “Pedir ajuda do “Governo” Brasileiro? Ridiculo. em primeiro lugar, ela está pensando que o Brasil é o que? Alemanha? França? Inglaterra? Cai da cadeira de tanto rir.”

    Duvido q Alemanha, França ou Inglaterra se dessem ao trabalho de examinar casos de nacionais q tivessem aderido às FFAA de algum país estrangeiro. Franceses e alemães natos, que eu saiba, não podem servir em exércitos estrangeiros, sob pena de perder a cidadania. Os ingleses não o fazem por tradição, embora aceitem a ajuda de estrangeiros em caso de emergência. Os EUA, ao longo das últimas décadas, o US Army, o USMC e a US Navy (a US Air Force é um pouco diferente) se tornaram uma espécie de sistema através do qual a classe média baixa ainda pode se sentir do país (“aceite o reconhecimento por parte de um país agradecido”) e o proletariado inculto e a ralé estrangeira são postos sob controle. No caso dessa moça, me não parece ter sido integrante da onda de brasileiros “imigrantes semi-ilegais” que buscaram os EUA nos anos 1980 e 1990, mtos dos quais procuraram o serviço ativo das FFAA como forma de conseguir cidadania plena e os consequentes direitos civis plenos – o q foi explicado pelo autor da observação que recortei. Mas não acho que se deva julgar mto severamente os estrangeiros que procuram adquirir cidadania americana sem motivos econômicos: os EUA são um país e uma sociedade mto sedutores para o estrangeiro q vive lá por algum tempo, seja de que país do mundo for originário (não há nenhum juízo de valor nessa observação). Não acho que seja “falta de patriotismo” – em nosso caso particular, acho que ainda não aprendemos a inculcar amor à Pátria em nossos jovens. Agora, sugiro a qualquer um q ache q os “contratados” do US Army “amam o exército” se qq universitário de Havard, Columbia ou Yale se ele pretende sentar praça nas FFAA.

  22. João Filho 30 de novembro de 2013 at 17:22 #

    “Sugiro a qualquer um q ache q os “contratados” do US Army “amam o exército” se qq universitário de Havard, Columbia ou Yale se ele pretende sentar praça nas FFAA.”

    Ha, essa foi boa!!!

    Aqui nos EUA, uma grande parte dos alistados o fazem pelo bonus de alistamento de até $40000 US Dollars, para receber ajuda financeira para estudar, pois custa muito caro e também como uma forma de sair da pobreza e obter um futuro melhor. Também para receber a cidadania, pois uma vez se alistando você está qualificado a receber sua cidadania imediatamente, sem frescuras e sem ter que esperar anos para ser elegivel.

  23. Almeida 30 de novembro de 2013 at 17:41 #

    “Você não vê o governo intervindo em cada caso de brasileiro que foi demitido do McDonald’s por justa causa, vê?”

    Clésio, vemos sim, todos os dias. Só que não é o MRE que se envolve, mas o Ministério do Trabalho.

  24. Almeida 30 de novembro de 2013 at 17:45 #

    “(…) num “futuro próximo” a jovem estaria recebendo uma cópia (…)”

    Por favor, corrijam de “estaria recebendo” para “receberá”. Não só está errada essa conjugação, como está feia de ler.

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