Saab vai modernizar sistema de controle de submarinos australianos classe ‘Collins’

Saab vai modernizar sistema de controle de submarinos australianos classe ‘Collins’

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Saída tripla de submarinos australianos - foto MD Australia

Em nota divulgada na sexta-feira, 28 de novembro, a empresa sueca de defesa e segurança Saab informou informou que foi assinado contrato com a ASC Pty Ltd (Australian Submarine Corporation) para atualizar e modernizar o sistema integrado de gerenciamento e monitoramento de controle de navio (Integrated Ship Control Management and Monitoring System – ISCMMS) dos submarinos classe “Collins” da Marinha Real Australiana.

Segundo a empresa, o contrato tem valor total de 180 milhões de coroas suecas (aproximadamente 27,5 milhões de dólares ou 64 milhões de reais). O sistema ISCMMS é responsável pelo controle de manobras do submarino e pelo gerenciamento de sistemas integrados da plataforma. Desenvolvido originariamente pela Saab, o sistema provou ser bastante confiável para a classe “Collins” de submarinos australianos, diz a nota da empresa.

Saída tripla de submarinos australianos - foto 4 MD Australia

Ainda segundo a nota, o programa de modernização envolve a atualização de componentes eletrônicos e sistemas, aliviando problemas futuros de obsolescência e permitindo que o softwares do ISCMMS continue a operar de forma eficiente. O contrato compreende o período entre 2013 e 2016, e envolverá a área de operações de Soluções de Defesa e Segurança em Adelaide, na Austrália.

FONTE: Saab (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em inglês)

FOTOS: Ministério da Defesa da Austrália

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6 COMMENTS

  1. Marcos,

    eles tiveram problemas de toda ordem que se possa imaginar, na verdade até onde eu sei, daria um post em 3 partes, praticamente “O Caso Collins”.

    – existiram acusações de jogo sujo ou propina para a escolha de fornecedores Australianos, mas nunca ficou provado nada, ao menos ninguém foi preso, e lá elas vão. rs

    – Teve também a questão de não se “congelar” o design, adcionando mais capacidades ao longo do programa que levou mais de 10 anos para 6 subs.

    – junta-se a isso, o credenciamento de fornecedores, no mínimo, não qualificados para tal, o que acarretou diversos problemas técnicos nos primeiros anos afetando a disponibilidade dos Subs.

    – falando em disponibilidade, soma-se a isso a incapacidade da RAN de manter ($$$) em seus quadros o pessoal qualificado para operalos. Entre 2004 e 2010 (?), dos seis subs, apenas 3 e algumas vezes apenas 1 podia ir al mar por simples falta de pessoal.

    Na verdade caro Marcos e editores, “O Caso Collins” realmente merece ser estudado, porque na época nem os planejadores acreditavam que a industria naval australiana tivesse capacidade para a empreitada com a tal TOT prevista no programa, e isso se mostrou uma grande verdade da pior forma possível, mas foi tudo embustado e mascarado por uma campanha populista feita PRO-COLLINS.

    Esse negócio de “charuto que afunda e depois desafunda” é coisa séria.

    Mas ao que tudo indica, se tornou uma Classe de sucesso.

    Sds

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