Corveta Barroso

Virgínia Silveira

ClippingNEWS-PAOs programas de reaparelhamento da Marinha brasileira, a serem implementados nos próximos 10 a 12 anos, deverão demandar investimentos superiores a US$ 30 bilhões. Entre os projetos considerados estratégicos, como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear, a Marinha também lista a construção de 20 navios patrulha de 500 toneladas, conhecido pela sigla NPa-500 e que este ano receberá um aporte de R$ 73 milhões.

Os dois primeiros navios, segundo o diretor de Engenharia Naval da Marinha, vice-almirante Francisco Roberto Portella Deiana, foram contratados ao estaleiro Inace (Indústria Naval do Ceará), em setembro de 2006, e entregues para a Marinha em 2012 e 2013. Em 2009, o estaleiro Ilha SA (Eisa) venceu o processo licitatório para a construção de mais cinco navios.

De acordo com o vice-almirante Deiana, dois navios, o Maracanã e o Mangaratiba, serão entregues este ano. Em 2015 está prevista a entrega de mais um e outro em 2016. O programa de aquisição dos navios-patrulha está orçado em cerca de R$ 2 bilhões (US$ 834,7 milhões).

Já a concorrência da Marinha para o fornecimento de 11 navios de superfície, conhecido como Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper), tem potencial para gerar cerca de 13 mil empregos diretos e indiretos no Brasil, afirma o diretor de Engenharia Naval da Marinha.

O processo, segundo informou o vice-almirante, aguarda decisão da Presidência da República quanto à seleção da empresa parceira do Brasil para ser implementado. Avaliado em € 5 bilhões (US$ 6,7 bilhões), o Prosuper está sendo disputado por estaleiros de sete países – ThyssemKrupp /Blohm/Voss, DSME, Navantia, DCNS, Damen, Fincantieri e BAE Systems.

Passex PLA Navy 1020a

Segundo o vice-almirante Deiana, a empresa China Shipbuilding & Offshore Internacional Co. Ltd também recebeu autorização recente do comandante da Marinha para participar do processo. “Já foram iniciadas as tratativas para que a empresa apresente a sua proposta dentro das próximas semanas”, comentou.

O Prosuper contempla a aquisição de cinco fragatas ou navios de escolta de 6 mil toneladas, cinco navios de patrulha oceânica de 1,8 mil toneladas e um navio de apoio logístico com capacidade de carga de 12 mil toneladas. De acordo com o vice-almirante Deiana, o programa inclui também transferência de tecnologia, apoio logístico, requisitos de nacionalização e compensações tecnológicas e industriais, conhecidas como “offset”.

“O modelo estratégico atual prevê que os contratos sejam assinados com um estaleiro estrangeiro detentor do projeto dos navios e suportados por acordos entre governos”, explica o diretor. Ele ressalta, no entanto, que os navios deverão ser construídos em estaleiros brasileiros, a serem escolhidos pelo estaleiro estrangeiro selecionado no processo de concorrência do Prosuper.

A previsão é que o programa seja implementado ao longo de 12 anos. Cada navio-patrulha oceânico tem um custo estimado de aproximadamente 100 milhões de euros. O navio de apoio logístico custará cerca de 310 milhões e cada navio escolta por volta de 650 milhões de euros.

O vice-almirante destaca que o montante financeiro total envolvido no programa considera ainda as estimativas para transferência de tecnologia e de apoio logístico.

O Ministério da Defesa também autorizou, recentemente, a retomada do projeto das corvetas classe Barroso, com a construção no país de quatro navios. O prazo previsto é de cinco anos para cada navio, informou o vice-almirante Deiana. O custo unitário das corvetas foi estimado em US$ 430 milhões. (VS)

FONTE: Valor Econômico via Resenha do Exército

NOTA DO PODER NAVAL: duas notícias interessantes nessa matéria, a surpresa da entrada da China no Prosuper e o valor unitário das “Barroso Mod”, de US$ 430 milhões. A Barroso original custou US$ 263 milhões.

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

102 Responses to “Plano de reaparelhamento vai durar até 12 anos” Subscribe

  1. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 13:08 #

    Eita “corvetinha” bonita essa Barroso, sô!

  2. Moriah 14 de janeiro de 2014 at 13:23 #

    Não fiquei surpreso quanto aos chineses, afinal, essa “frota do tesouro” não viria de tão longe apenas para exercícios…a função é a mesma daquela de Zang He: comércio!

    Bom, agora é saber se haverá integração de sistemas e tecnologias operadas pela Marinha em relação à proposta chinesa. Não adianta baixo custo se os equipamentos serão muito exclusivos. Napa e o apoio não teriam tanto impacto, mas as fragatas sim. Enfim, vamos ver.

  3. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 13:25 #

    Moriah, se comprarmos o projeto das fragatas chinesas vamos poder equipá-las e armá-las com sistemas ocidentais.

  4. mdanton 14 de janeiro de 2014 at 13:43 #

    Noticia para pegar votos dos militares!

    Aguardem mais promessas e mentiras que serão descobertas só depois de vencidas as eleições!.

  5. Almeida 14 de janeiro de 2014 at 13:44 #

    Galante, se é só pra comprar o projeto do casco, tendo que desenvolver todos os sistemas de combate do zero, não vale a pena e nem tem prazo pra isso.

    Melhor entrar no projeto da Type 26 ou comprar o projeto das La Fayette ou ainda utilizar o projeto já pago das Niterói.

  6. Almeida 14 de janeiro de 2014 at 13:46 #

    mdanton matou a charada.

    É só blablablá, promessa de político em cima de devaneio de almirante. Se sair, vai sair pra quem pagar mais por fora. Como foi com o PROSUB, o EC-725, etc.

  7. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 14:11 #

    Pessoal, por favor, não vamos politizar o debate técnico. Quase nada acontece no mundo da defesa no Brasil, e quando aparece uma notícia legal vocês desvituam o debate para o lado político!

    Pelo amor de Deus, vamos falar de Prosuper, de concorrentes, de Barroso Mod, de política não. Política se resolve nas urnas.

    Tratamos de política, no máximo, lá no ForTe.

  8. thomas_dw 14 de janeiro de 2014 at 14:16 #

    “Moriah, se comprarmos o projeto das fragatas chinesas vamos poder equipá-las e armá-las com sistemas ocidentais.”

    com certeza a Marinha dos EUA cortaria no dia seguinte qualquer intercambio, nenhum equipamento de origem dos EUA poderia ser integrado, teríamos restrições a qualquer equipamento feito na Europa com componentes made in USA, Israel teria o veto dos EUA em qualquer venda.

    Para ver a reação dos EUA a paises que comprar da China, basta ver o que esta acontencendo com a Turquia.

  9. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 14:30 #

    Prezado thomas_dw, acho que existem limites para os Estados Nacionais atuarem no seu interesse.

    Felizmente os interesses comerciais falam mais alto algumas vezes e se os EUA quiserem prejudicar o Brasil, eles também vão perder muita coisa, pois existem outros mercados que poderão nos atender.

    Foi-se o tempo em que os EUA tinham prioridade no fornecimento de equipamento militar ao Brasil.

  10. Colombelli 14 de janeiro de 2014 at 14:32 #

    Onde estão os cronogramas? Em que pé está a aquisição das escoltas de 6000 ton? E as Barroso, 05 anos pra cada? Quantas serão construídas simultaneamente?

    Sem cronogramas, fica tudo no vazio. Falta clareza e transparência nops programas da MB.

  11. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 15:05 #

    Colombelli, as escoltas de 6 mil toneladas estão incluídas no Prosuper, que está na mão da Presidência, assim como estava o F-X2.

  12. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 15:07 #

    Comentários fora do tópico serão deletados. Obrigado!

  13. Fabio ASC 14 de janeiro de 2014 at 15:13 #

    Excelentes notícias!!!

    1º – Este pacote do Prosuper sairá em 2014. O que acontecerá é que, parará por aí, não virão 12 escoltas de 6.000, 12 corvetas, etc.;

    2º – Achei muito alto o preço das Barroso Mod´s (mod´s pegou mal kkk) Modificadas;

    3º – 5 anos para cada Barroso?????; e

    4º – Um dado interessante, não é política Galante, mas, este interesse chinês passou a ser levado mais a sério após os leilões do Pré-Sal ou é impressão minha?

  14. thomas_dw 14 de janeiro de 2014 at 15:17 #

    A Marinha dos EUA com certeza não se interessaria em manter o intercambio que mantêm com a Marinha do Brasil para ver a Marinha da China ter acesso a tudo.

    Sem o apoio da Marinha dos EUA, o Sao Paulo nao opera, alias, nem a Marinha da França opera o CDG sem o apoio deles, que começa desde o treinamento de pilotos.

    Seria um verdadeiro abacaxi comprar da China equipamento, imagine o suporte tecnico que eles nao tem …

    pequeno detalhe – o unico pais do mundo a ter tecnologia de catapultas para Porta Avioes sao os EUA.

  15. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 15:21 #

    Thomas, as catapultas do NAe São Paulo são inglesas. O treinamento dos nossos pilotos poderia ser feito em qualquer país que tenha navio-aeródromo: Rússia, China, Índia.

  16. Fabio ASC 14 de janeiro de 2014 at 15:28 #

    Thomas, sem falar que, os EUA provavelmente iriam é ampliar o intercâmbio com a MB, justamente para conhecerem melhor os vasos chineses.

  17. Fabio ASC 14 de janeiro de 2014 at 15:29 #

    Type 26 com 6.000 tons de deslocamento?!?!?!?!?!?!

    http://www.baesystems.com/product/BAES_020346/global-combat-ship?_afrLoop=392143587163000&_afrWindowMode=2&_afrWindowId=null

  18. thomas_dw 14 de janeiro de 2014 at 15:46 #

    A China nao tem know how nenhum de Porta Avioes, a Russia nao partilha a que tem, e a India nao tem muito know how, um vez que somente recentemente recebeu seus MiG-29K.

    Os Ingleses nao operam mais catapultas, que somente os Franceses conhecem e que agora usam catapultas Americanas.

    E a India realiza intercambio de treinamento de pilotos com a US Navy, que sao os unicos no mundo que tem um programa destes.

    Quanto a curiosidade Americana sobre os Navios de Guerra de Superfície da China, a resposta e – zero, eles estão sim interessados nos Submarinos, alias os SSN deles sao bem barulhentos.

    mas tudo que a China tem é um monte de navios novos, tudo ainda em desenvolvimento, nada de realmente original , eles ainda nem tem uma doutrina estabelecida, tudo que eles tem é baseado no que eles aprenderam dos Russos e imitação daquilo que a Europa tem.

    enfim, se a Marinha do Brasil precisa de mais dores de cabeça, é so comprar Made in China.

  19. thomas_dw 14 de janeiro de 2014 at 15:50 #

    e antes que alguem comente sobre a India ter amplo know how de Porta Avioes, eles tem amplo know how de VSTOL, quase nenhum de STOBAR nós precisamos de apoio para os A-4, SH-60 e os Trader, nada disto eles conhecem.

  20. Alexandre Galante 14 de janeiro de 2014 at 16:06 #

    Thomas_dw, quem dera se a Marinha do Brasil tivesse os problemas da Marinha da China…

  21. MO 14 de janeiro de 2014 at 18:06 #

    Em tempo, um Sammax Batch II =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/01/m-s-maersk-leon-9v9778-demandando-o.html

    8 photos

  22. Farragut 14 de janeiro de 2014 at 18:51 #

    A polarização raivosa deve ser evitada, mas o debate a respeito do comprometimento do nível político com segurança e defesa é necessaŕio. Até porque, a exemplo do FX2, o processo, segundo informou o vice-almirante, aguarda decisão da
    Presidência da República
    quanto à seleção da empresa parceira do Brasil
    para ser implementado.”

  23. thomas_dw 14 de janeiro de 2014 at 19:44 #

    “Thomas_dw, quem dera se a Marinha do Brasil tivesse os problemas da Marinha da China…”

    O que falta nao é dinheiro, mas foco, sobram helicopteros, falta dinheiro para novos navios.

  24. crestani01 14 de janeiro de 2014 at 20:33 #

    Galente

    Alguma notícia sobre o são paulo ou sobre um possível porta aviões zero km?

  25. ernaniborges 14 de janeiro de 2014 at 20:34 #

    Alguém teria alguma idéia do que seria uma Barroso modificada ? O projeto incluiria lançadores verticais ?

  26. juarezmartinez 14 de janeiro de 2014 at 20:44 #

    Oh galante tu andou comendo algo ruim hem!!!

    Tchê, toda a doutrina da MB de operações embarcadas é made ind USA, toda, assim como toda a doutrina Francesa também é da mesma origem.
    Russia, India e china, esta última ainda no jardim de infância de operações embarcadas entendem tanto de catapultas quanto eu de fisica quântica.

    Tchê, tomara Deus esses imbecis que comandam a MB não tem um diarréia mental e abracem esta causa furada.
    errar é huma e permissível, persisitir no erro é burrice.

    Grande abraço

  27. Luiz Monteiro 14 de janeiro de 2014 at 20:48 #

    Prezados,

    Inicialmente, vale ressaltar que o SISGAAZ, PROSUPER, PRONAE, PRONANF, PROSUB, novas corvetas “Barroso” modificadas e demais programas hoje em andamento ou em fase de implantação, estão orçados em cerca de 50 bilhões de dólares. Será muito difícil aprovar todos estes programas. Será preciso convencer a Sociedade e a classe política sobre a necessidade de cada um deles.

    O prazo de 12 anos me parece otimista. Explico.

    O SISGAAZ dificilmente será implementado em uma única fase. A MB deverá dividir, talvez por regiões, iniciando pela costa da Região Sudeste, passando, em seguida, para a Região Sul, depois Nordeste e por fim pelo litoral da Região Norte.

    O PROSUPER, se decidido neste ano, precisará de pelo menos 1 ano de negociações e cerca de 6 ou 7 anos para que o primeiro escolta de 6.000 toneladas fique operacional. Os demais serão construídos em 5 anos sendo as entregas de cada unidade realizadas em intervalos de 12 a 18 meses.

    O primeiro NaPaOc deverá ficar operacional em 5 anos e os demais demandarão prazo de 4 anos para conclusão. As entregas serão realizadas em intervalos de 12 meses.

    O NaApLog deverá ficar operacional 4 ou 5 anos após o início de sua construção.

    A primeira corveta da Classe “Barroso” Mod deverá demandar prazo de 6 anos para sua conclusão e as demais em 5 anos. O intervalo entre as entregas será de 12 a 18 meses.

    Lembro que, após a assinatura dos contratos de construção de meios navais, será necessário que o estaleiro nacional, indicado pelo estaleiro internacional participante, esteja apto a iniciar a construção. Somente depois disso, é que podemos contar os prazos acima.

    O futuro navio-aeródromo deverá ser construído e entregue ao setor operativo da Esquadra no prazo de 10 anos, contados do início de sua construção.

    Voltando ao PROSUPER, todos os 7 estaleiros participantes cumpriram os requisitos estabelecidos pela MB, por isso, não foi necessário fazer um “Short List”. A entrada do estaleiro chinês e de um outro, eventualmente, poderia levar a necessidade de um “short list”, o que poderia atrasar o PROSUPER. Esclarecendo que o “Short List” só ocorreria por exigência da Presidência da República.

    A entrada do estaleiro chinês pode ser explicada pela grande capacidade do Governo Chinês em financiar o programa, com preços e prazos melhores que os demais. Isso poderá forçar os demais concorrentes a melhorar alguns pontos de sua proposta para mantê-las competitivas. Lembrando sempre, que a decisão cabe à Presidência da República.

    Abraços

  28. Carlos André 14 de janeiro de 2014 at 20:56 #

    Parece que os chineses só entraram na disputa em respeito (muito) as sólidas relações comerciais que temos com eles. Adaptar armamento ocidental em plantas chinas encontraria o risco que tivemos a meio século, quando adaptamos armamento americano em plantas britânicas (não lembro de foi com a classe Marcílio Dias ou com a classe Amazonas).
    Agora, a Esquadra com 5 grandes fragatas e 4 Barrosos (cinco se modernizarmos a atual) tá muito longe das 15/16 escoltas que tínhamos até o final dos 80.

  29. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 20:57 #

    Além dos navios em si a MB deve pensar nos sistemas que irão compô-lo e dentre esses o que mais chama a atenção atualmente é o uso de VANTs orgânicos, transportados, lançados e recuperados pelo navio.
    Há os mais sofisticados como o helicóptero Fire Scout, com capacidade de pouso e decolagem vertical fazendo uso do convoo, mas existem outros tão eficazes quanto, mas infinitamente mais simples e baratos, de peso e dimensões reduzidas, lançados por catapulta,por foguetes, manualmente, de forma autônoma, etc, e em geral recuperado por redes, por cabos ou pousando verticalmente num espaço tão limitado quanto a área reservada para VERTREP.
    Hoje, além das lanchas (em geral RHIBs) e helicópteros o navio deve também ter um leque estendido de opções que inclui não só o UAV, mas também os USV e UUV.
    A coisa tá complicando e se a gente não apertar o passo ficamos pra trás de novo.

  30. Guilherme Poggio 14 de janeiro de 2014 at 21:01 #

    É preciso avaliar com carinho esta proposta chinesa. Qualidade e capacidade eles já possuem, Basta ver o que é feito pela indústria naval chinesa para o mercado civil. Eles são imbatíveis em preço e prazo.

    Mas não são só eles. Lá no Oriente os coreanos também possuem qualidade e preço. A DSME ganhou uma concorrência para a construção de quatro novos navios de apoio logístico da classe MARS para a RFA britânica.

  31. juarezmartinez 14 de janeiro de 2014 at 21:16 #

    Eu quero saber o seguinte:

    Qualidade construtiva, robustez construtiva, padronização de fornecedores e equipamentos dos navios, e por fim, o mais importante: Logística de pós venda.
    nenhum dos ítens citados é o forte dos xing ling e nem dos Coreanos, o negócio deles é fazer navios no seus estaleiros, coms suas apropriações de custos, botar navio na agua e em seguida botar a mão no din din.

    Um amigo me comentou que a proposta da Meko seria os “dengos” da MB, se isto for verdade parece que ainda resta um grão de esperança em meio a um mar de insanidades, magalomanias e gestões desastrosas do atual CM.

    Grande abraço

  32. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 21:34 #

    Eu tenho algumas DÚVIDAS:

    1 – Como assim, compramos o casco de um estaleiro e colocamos os sensores de outra procedência? Ex: Fechamos com a Navantia com a F-310, MAAASSS compramos sensores chineses… é assim mesmo?

    2 – Essas propostas estão disponíveis em algum lugar, mesmo que superficialmente?

    3 – Depois de declarado o vencedor, a construção de TODAS as unidades serão feitas no Brasil? Não é puxar para traz não mas isso me dá um MEDO.

    Sds.

  33. aldoghisolfi 14 de janeiro de 2014 at 21:39 #

    O artigo refere que …”o Prosuper contempla a aquisição de …cinco navios de patrulha oceânica de 1,8 mil toneladas…”.

    MAS e quanto à classe Amazonas, 1700tons.? Está bem dentro da especificação do ProSuper; não estamos lienciados para a construção destes NPOs aqui no país?

  34. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 21:44 #

    Oganza,
    Eu também sou leigo no assunto mas o que eu entendo é que o estaleiro deve montar o navio como o cliente pediu, e claro, os sensores, armas, etc, já devem ser definidos antes e o projeto do navio deve se adequar a esses sistemas.
    Tudo hoje é muito modular. O que é de mais difícil integração são os canhões de maior calibre que têm penetração no convés, já que até os lançadores de mísseis, outrora dotados de complicados e imensos sistemas de recarga, são verticais.

  35. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 21:45 #

    ThyssemKrupp /Blohm/Voss – Alemanha
    DSME – Coreia do Sul
    Navantia – Espanha
    DCNS – França
    Damen – Holanda
    Fincantieri – Itália
    BAE Systems – Inglaterra

    Quem são os chineses?

  36. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 21:47 #

    Compreendo Bosco Vlw, mas mesmo assim acho que tem um limite… mas ok tem o ano todo para saber mais rsrsrs

  37. Guilherme Poggio 14 de janeiro de 2014 at 21:56 #

    Como assim, compramos o casco de um estaleiro e colocamos os sensores de outra procedência? Ex: Fechamos com a Navantia com a F-310, MAAASSS compramos sensores chineses… é assim mesmo?

    Caro Ozanga

    Não há nada de novo nisso. Analise com calma o que foi o projeto Mk10 (classe Niterói).

    A construção foi feita em um estaleiro inglês e muitos componentes também eram ingleses. Mas também tínhamos radar italiano, foguete antissubmarino e canhão sueco, míssil SSM francês, avião pilotado remotamente de origem australiana transportando torpedo norte-americano só para citar alguns exemplos.

  38. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 22:04 #

    aldoghisolfi,

    esse era um dos meus questionamentos.

    A licitação contempla 5 NaPaOC, mas “já” temos (temos mesmo?) a licença de construção das Amazonas. E eu iria ainda mais longe em relação as Barrosos Mod.

    As Amazonas tem praticamente, talvez até supere, a atual Barroso em METROS CÚBICOS se não considerarmos o hangar da V-34

    A muito grosso modo ok?

    – Barroso: 103,4×11,4 = 1.178,75 metros quadrados de área

    – Amazonas: 90mx13,5 = 1.215 metros quadrados de área

    Na minha humilde opinião de leigo entusiasta, largava de mão esses NaPaOCs da licitação junto com as Barrosos Mod e faria duas Classes da Amazônas: uma NaPaOC e outra mais Corveta, mais anabolisada.

    Já temos exemplos dentro da própria classe com os barcos da Classe Khareef.

    http://www.naval.com.br/blog/2012/09/11/o-primo-pobre-e-o-primo-rico/

  39. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 22:07 #

    “avião pilotado remotamente “KAMIKAZE” de origem australiana…” rsrsrssss

  40. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 22:12 #

    Poggio,

    eu concordo com você, e no passado isso foi muito possível sim…

    Mas hoje estamos falando de interação de sistemas, fusão de sensores, etc… etc… até o tal barramento IEEE 1394 (no meu Mac é o Fire Wire rsrsrs), as linguagens de baixo nível em ADA, tudo terá que ter um mínimo de comunalidade, por isso estou perguntando mesmo se é TUDO PLUG and PLAY… :O

    É?

    Sds.

  41. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 22:15 #

    Poggio e Galante,

    se preparem kkkk eu vou perguntar muuuuito aqui no NAVAL… cadê o Dalton?

    E estou aceitando qualquer link, instrução, pdf… e não importa a lingua, pode mandar até em sanscrito que eu me viro.

    Sds.

  42. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 22:27 #

    Tem uma coisa que eu gostaria dos chineses: A TOT do sistema de propulsão rsrsrsrs

    Fragatas Type 054A Jiangkai: 17.000 km

    Destróier Type 052C Luyang II: 26.000 km :o

    Como eles conseguém isso? Nem precisam de um AOA assim.

    Ou é simplesmente MUUUUIIIITO combustível, até embaixo do catre dos marihneiros?

    Sds.

  43. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 22:32 #

    Oganza,
    Eu acho que no caso de navios a integração entre os sistemas é mais relaxada, sendo muito menos complexa que nos caças.
    A maioria dos sistemas têm um console específico no COC, o que não é possível a um caça, claro.
    Acaba que há tanta integração salvo nos sistemas defensivos devido à redução do tempo de reação.

  44. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 22:34 #

    Correção: “Acaba que NÃO há tanta integração salvo nos sistemas defensivos….”

  45. joseboscojr 14 de janeiro de 2014 at 22:40 #

    Também há outro fator positivo em relação à integração dos mais variados sistemas de armas em navios se comparado à integração de armas em aeronaves, que é não precisar fazer exaustivos testes de transporte e liberação das armas.
    Para se integrar uma simples bomba que seja em um caça ele passa por inúmeros testes nas mais variadas situações que é para se estabelecer os parâmetros de uso da arma. Em navio isso em geral não ocorre.

  46. Oganza 14 de janeiro de 2014 at 22:47 #

    Bosco,

    Hummmm, ok, tá começando a aliviar… rsrsrs mas eu acho que o Prosuper, e a Trilogia, vai ser uma escola pra gente, principalmente pra mim… rsrsrs

    Mas ainda sobra as famosas telas que apresentam o Quadro Tático “COMPLETO” no limite dos sensores embarcados e os que estão instalados em outros meios… TUDO CONVERSANDO. :(

    Como eu disse Bosco, gostaria muito que a gente pudesse ter uma amostra ínfima que fosse das propostas, para podermos dar nossas fuçadas por ai, partindo do que estiver sendo ofertado.

    De qualquer forma, a MB não tem nem radares 3D, vai ser uma revolução no fim das contas… e que contas.

    Grande abraço.

  47. daltonl 15 de janeiro de 2014 at 0:07 #

    Oganza …

    fiquei curioso : de onde você tirou 26.000 kms para um O52C ???

    abraços

  48. Oganza 15 de janeiro de 2014 at 0:36 #

    Oi Daltonl,

    foi lá do Global Security, o link é esse:

    http://www.globalsecurity.org/military/world/china/luyang-specs.htm

    Ele fala em 14.000 mn que são 25.928 km, só arredondei… rsrsrs

    Eu acharia um absurdo total se fosse em um blog qualquer por ai… mas em fim… esse no mínimo tem alguma credibilidade. Ou não?

    Sds.

  49. Oganza 15 de janeiro de 2014 at 0:42 #

    Agora Daltonl,

    tem uma coisa que na época achei estranho e lembrei agora de novo:

    Esse alcance todo de 14.000 mn é com velocidade de 14 nós, e que na conversão vai dar 25,928 km/h, será que é ai o erro da informação?

    Será que alguém deu uma escorregada no dedo ou no mouse na hora de inserir os dados? É muita coincidência. Enfim, mas está lá postado =/

    Sds.

  50. Colombelli 15 de janeiro de 2014 at 0:43 #

    Galante, mas as propostas completas já foram oficialmente apresentadas pelos concorrentes?Nada foi detalhado. Parece-me tudo muito brumoso.

    Não se vê a atenção e o interesse geral que havia pelo FX-2. O prossuper parece parado. O receio é que fique tudo na conversa.

  51. Carlos Alberto Soares 15 de janeiro de 2014 at 0:46 #

    “Oganza
    14 de janeiro de 2014 at 21:45 #

    Quem são os chineses?”

    http://www.csic.com.cn/en/Survey.htm

    http://www.csic.com.cn/en/jycp.htm

  52. Carlos Alberto Soares 15 de janeiro de 2014 at 0:56 #

    “MO
    14 de janeiro de 2014 at 18:06 #

    Em tempo, um Sammax Batch II =”

    Clicando na photo maior tem muito mais que 8 photos.

    Belasphotos

    tks

  53. thomas_dw 15 de janeiro de 2014 at 7:35 #


    Guilherme Poggio 14 de janeiro de 2014 at 21:01 #

    É preciso avaliar com carinho esta proposta chinesa. Qualidade e capacidade eles já possuem, Basta ver o que é feito pela indústria naval chinesa para o mercado civil. Eles são imbatíveis em preço e prazo. ”

    como um primeiro passo do suicídio operacional da MB.

    Existe um Boicote a produtos Militares Chineses na OTAN, a Turquia se meteu numa fria ao tentar comprar SAM deles, imagine nós !

    Técnicos Chineses e Marinha dos EUA sao duas coisas incompatíveis.

  54. daltonl 15 de janeiro de 2014 at 10:20 #

    Oganza…

    não tem como um navio desse tamanho ter tal alcance e
    os novos Type 052D há informações mais detalhadas que dão o alcance em torno de um Arleigh Burke.

    Tirando o site que vc informou que pessoalmente gosto
    muito, inclusive eles citam algumas informações colhidas de um site chinês que eles mesmos creditam como não muito confiável, a maioria das fontes inclusive a wiki em inglês nem citam o alcance.

    Além do mais se fosse tudo isso, haveria “n” debatedores em “n” blogs discutindo tal alcance então trata-se de erro mesmo, algo mais provável na faixa das
    5000 mn à uns 15 nós.

    abraços

  55. Guizmo 15 de janeiro de 2014 at 10:42 #

    Não estou entendendo. O PROSUPER serão 11 navios, sendo 6 navios de patrulha e, além desses teremos a retomada das Barroso e mais 20 outros navios de patrulha (NaP 500).

    Quantos navios de patrulha teremos no final das contas?? É necessário tanto navio-patrulha assim? Sem dúvida saberemos que vamos ser atacados, agora se defender serão outros 500….

  56. Alexandre Galante 15 de janeiro de 2014 at 11:04 #

    Guizmo, a MB planeja adquirir as seguintes quantidades:

    -NPa 500t – Classe Macaé – Total previsto: 46
    2010 A 2014 – Previstos: 12 – Até o Momento: 7
    2015 A 2022 – Previstos: 8
    2023 A 2030 – Previstos: 26

    -NPa 1.800t – Classe Amazonas – Total previsto: 12
    2010 A 2014 – Previstos: 1 – Até o Momento: 3
    2015 A 2022 – Previstos: 8
    2023 A 2030 – Previstos: 3

    Para mais informações, acesse as apresentações deste link:

    http://www.naval.com.br/blog/2013/05/29/palestras-sobre-o-paemb-plano-de-articulacao-e-equipamento-da-marinha-disponiveis-na-internet/

  57. juarezmartinez 15 de janeiro de 2014 at 11:06 #

    Vou tentar te ajudar a entender como eles vão nos meter em mais um pesadelo logístico.

    O Prosuper prevê/previa a compra de cinco escoltas de 6.000 tons, cinco navios patrulah de 1.800 tons e um tanqueiro de umas 18.000 tons.
    Aí surgiu a oportunidade de se comprar os Amazonas da BAE por um bom preço, tudo até aí lindo e maravilhoso.

    Agora, um ser “supremo” mas desprovido de alguns neurônios achou que podemos começar uma nova classe de NAPAOC by made in Brasil com sistemas, motorização, em fim tudo diferente dos Amazonas e ainda construir mais quatro corvetas totalmente diferentes da Barroso.

    A conclusão que eu chego é que o Prosuper vai ficar restrito as cinco escoltas e ao tanqueiro e depois, bem depois nos vamos ter uma mistureba de navios, motores, sistemas de combate, calibres de canhões, tipos de misseis que fará a Força Aérea Indiana parecer um modelo padronização.

    Bom, passados uns dez anos, vai ficar tudo paradinho, paradinho ali Guanabara Bay aguardando cair dinheiro do céu para acertar a logitica de todos os vetores adquiridos, coisa de marinha de primeiro mundo….

    O que eu penso que deveria ser feito:

    Em primeiro lugar, por o que se tem hoje para operar full.

    Continuar com o projeto da BAE dos NAPAOC para manter uma mesma linha logísitca, fazendo pequenas adaptações no armamento e instalação de um hangar.

    Contratar as cinco escoltas de 6.000 tons de um estaleiro sério, com projeto que se adapate a realidade aao tamanho do nosso$$$$, construindo uma ou duas unidades no país escolhido para acertar as merdas possíveis do projeto in loco e as demais em um estaleiro capaciatado aqui(nãi sei qual).

    Constratar e construir o tanqueiro nos mesmos moldes.

    Aguardar para definir o projeto das futuras “Tamanduas”
    para que tenham um mínimo de padronização de motorização, sistema s de navegação, de combate e etc.. com as escoltas de 6.000 tons.

    Isto na minha modesta visão de quem não entende porr nenhuma de navio,mas procura nortear a opinião pelo bom senço do que seria o ideal.

    Grande abraço

  58. MO 15 de janeiro de 2014 at 11:12 #

    não conto as bandeiras so as ‘fotos’ mesmo, tks !!!!

  59. Paulo "Osso" Ribeiro 15 de janeiro de 2014 at 11:51 #

    Gostei muito da entrada dos chineses na concorrencia, estive na Passex e os navios chineses melhoraram muito desde o fim da guerra fria, cascos com qualidades marinheiras excelentes é só aparelha-los com aquilo que preferirmos, como fizemos originalmente com as Niteroi.
    Ainda há um outro ponto muito bom na entrada da China, os outros concorrentes vão rever as suas propostas para fazer frente ao “precinho” chinês, os outros deverão incluir transferência de tecnologia, baixar preços melhorar as condições do financiamento e por aí vai. Foi realmente uma cartada de mestre permitir a entrada da China na concorrencia.

  60. MO 15 de janeiro de 2014 at 12:06 #

    Uia Paulo Osso The Sobrenatural apareceu, sou privilegiado, Osso, isso lembra a antiga lista naval, lermbra os sapiencias

    eh so colocar um mk 8, 2 40 mm l 70, seacat, exocet e seacat …. e claro vir um xinezao xinelico com a marreta junto …. kkkkk ohh saudade ,… kkkkk

  61. MO 15 de janeiro de 2014 at 12:08 #

    eh isso eh bom tbm, forçar a Engepronta a fazer algo que revitalize e nao ficar criando Tamanduas e Barretos …

  62. Alexandre Galante 15 de janeiro de 2014 at 12:51 #

    Querem ver mistureba de equipamentos em um navio de guerra? vejam os navios da Marinha Indiana.

  63. Alexandre Galante 15 de janeiro de 2014 at 13:00 #

    Seja bem-vindo de volta, Mr. Bone (Osso)!

  64. Paulo "Osso" Ribeiro 15 de janeiro de 2014 at 13:09 #

    thx its good to be back, by the way, eu ví os xinelicos ao vivo, navios bons de mar, até as grades do convoo são automaticas, tecnologia simples que nós ainda não temos. Q ue outras tecnologias eles podem ter qure possam ser úteis pra nós?

  65. Mauricio R. 15 de janeiro de 2014 at 13:21 #

    “Mas também tínhamos radar italiano, foguete antissubmarino e canhão sueco, míssil SSM francês, avião pilotado remotamente de origem australiana transportando torpedo norte-americano só para citar alguns exemplos.”

    Um tanto tarde essas minhas observações, mas vamos lá:

    “Mas também tínhamos radar italiano”, que tb foi usado nas Type 21 da RN, construídas pelo mesmo estaleiro Vosper.

    “…foguete antissubmarino e canhão sueco,…”, o foguete em outra versão de 4 canos, era bastante comum em marinhas da OTAN a época, o mesmo pode-se dizer dos canhões Bofors na RN.

    “…míssil SSM francês,…”, o financiador original do projeto foi a RN.

    “…avião pilotado remotamente de origem australiana…” e que era equipamento padrão da RN á época.

    “…transportando torpedo norte-americano…”, equipamento padrão, de quase tda marinha de guerra do planeta.

  66. aldoghisolfi 15 de janeiro de 2014 at 13:32 #

    OGANZA:

    Pensamos quase a mesma coisa. Apesar da metralha que levei tempos atrás, continuo pensando que o bom mesmo era anabolizar a excelente classe Amazonas e construir toda a necessidade (com uma folguinha) aqui dentro de casa. Espaço nos barcos é o que não falta. Aliás, SMJ!, esses Amazonas p’rá mui boasfragatas só faltam as penas…

  67. Paulo "Osso" Ribeiro 15 de janeiro de 2014 at 13:32 #

    no caso chinês creio que estariamos pleiteando a plataforma e não o equipamento chinês, certo?

  68. thomas_dw 15 de janeiro de 2014 at 13:40 #

    a China não esta interessada em vender a plataforma, mas o conteúdo, que representa 80% do valor e que garante que com a venda, eles tenham os contratos de manutenção.

  69. Jacubão 15 de janeiro de 2014 at 14:23 #

    Jovens combatentes na atual conjuntura o que vier é lucro: Chinês, Italiano, Alemão, espanhol…..
    os escoltas da nossa esquadra estão navegando pela graça do Deus nosso pai!
    Estão todos caindo os pedaços. são muitos anos operando com manutenção feita na base do “SAFA”
    Peço a vocês que rezem muito para que não seja necessário o emprego dos meios em uma situação real pois seria uma vergonha completa!
    hoje temos apenas um escolta operando com 80% da sua capacidade a V 34
    As classe MK 10 estão a 40 anos operando no limite!
    O NAE ……. este é melhor nem falar nada!

    Gente a coisa tá feia, muito feia!!!

  70. Colombelli 15 de janeiro de 2014 at 14:38 #

    Reitero o questionamento: Onde estão os detalhes destas propostas, como margens de preços, pacote de armas, transferência eventual de tecnologia?

    Se isso está nas mãos da chefia, como não se ouviu detalhes a respeito. Ao menos a divulgação não está sendo nem perto do FX-2, e o prosuper é no mínimo equivalente.

  71. thomas_dw 15 de janeiro de 2014 at 14:47 #

    Considerando-se os cortes que se farao necessario para equilibrar o orcamento, depois das 4 novas corvetas, deverao vir mais 6 um pouco maiores, como substitutas das Niteroi, esta que é a verdade. Vai ser muita, mas muita sorte sairem 3 ou 4 novas Fragatas no fim da proxima decada.

  72. Paulo "Osso" Ribeiro 15 de janeiro de 2014 at 21:27 #

    Concordo com o Jacuba o que vier é lucro. Precisamos de novos meios de superficie urgente e não é de agora por que estamos em situação tatico/estratégico pior do que na guerra da lagosta!

  73. Iväny Junior 16 de janeiro de 2014 at 1:54 #

    É muita corneta pra pouca notícia boa. Qualquer plano de revitalização da frota é amplamente criticado por aqui, seja em termos de modernização ou de compra para novos vetores. Vejam o tópico das catapultas do NAe São Paulo.

    Claro que estamos falando de décadas de negligenciamento do poder civil em relação às forças armadas, e tudo que sai a gente fica com a orelha em pé. Porém, se a notícia vem, precisamos que ela não seja cumprida para depois descer a madeira.

    Eu fiquei muito desapontado, na época, sobre a entrevista de celso amorim sobre o fx-2. Apesar dele ser muito evasivo em todas as respostas, a promessa dele se cumpriu.

    A modernização dos A-4 da Marinha vai torná-lo um bom vetor. Com radar Elta 2032 (que possivelmente pode receber antena AESA), pra mim, só faltou capacidade BVR, com os mesmos derby que a FAB usa, por exemplo.

    Sobre o novo Porta Aviões, que é uma arma de projeção de poder sobre outros territórios, eu torço que haja. Mas o São Paulo, apesar de não operar bem, foi uma ótima aquisição de oportunidade, e, antes da venda, veio navegando com seu irmão de classe (clemenceau) da frança até aqui. O que aparenta é que a Marinha e as empresas contratadas não têm know how para fazer ele funcionar a contento, infelizmente é um choque de realidade.

    Dos países detentores da tecnologia de fabricação desses navios, NINGUÉM, absolutamente ninguém transfere tecnologia, e, aos que não fabricam, a opção que resta é comprar USADOS.

    E se nesse novo NAe vier um dos modelos dados baixa nos EUA e no Reino Unido recentemente, que nos demos por muito satisfeitos.

  74. juarezmartinez 16 de janeiro de 2014 at 7:28 #

    Caro Ivani! Tu não entendeu absolutamente nada do que o Jacubão falou, um pessoa que é da “lida” e sabe o que está dizendo.
    Minha modesta sugestão: Releia o post dele com atenção para ver se luz vem a ti e abre teus pensamentos…..
    Tenha em mente o seguinte:

    Ter não siguinifica operar……..

    Grande abraço

  75. thomas_dw 16 de janeiro de 2014 at 7:30 #

    Para dar continuidade ao Sao Paulo, o Brasil tera de contar com o apoio da US Navy ou adotar o padrao STOBAR, o custo de um Porta Avioes como o que os Ingleses estao construindo, algo em torno de US$5 bilhões por unidade sem contar com os avioes.

    Supondo que a Marninha queira adotar catapultas, o custo do futuro Porta Avioes sera algo como US$6 bilhões.

    Dois Porta Avioes US$ 12 bilhoes

    Em outras palavras, a chance de qualquer, mas qualquer mesmo, Governo Brasileiro aprovar a construcao de um Porta Avioes, comprar os Caças e Helicopeteros, investir na infra-estrutura de terra para mante-lo, prover o Orçamento para opera-lo é ….ZERO.

    Imaginar um projeto de US$20 Bilhoes ( 2 Porta Avioes + 36 Caças ) em um pais como o Brasil, aonde sequer temos saneamento basico universal, é um delírio.

  76. joseboscojr 16 de janeiro de 2014 at 8:10 #

    Iväny,
    O F-X2 ainda não se cumpriu não!
    Foi anunciado o vencedor de uma concorrência, o que é muito diferente já que não há obrigação de que os caças sejam adquiridos e o anúncio pode ser apenas “politiqueiro” e ficarmos mesmo só com os F-5 ou no máximo com uma dúzia de Gripens tampex.
    Sem falar que a Índia após ter “comprado” mais de 100 assinou só pra 18 por enquanto.
    Com a FAB pode nem ser assinado ou assinado um contrato de menos aeronaves. E quando e se chegarem será para não menos de 6 anos.

  77. daltonl 16 de janeiro de 2014 at 9:47 #

    Longe de achar que as coisas estão boas, mas acho que o jacuba exagerou um pouquinho.

    As MK10s ainda não completaram 40 anos, a mais antiga a Niterói fará 40 anos em fins de 2016, e todas foram modernizadas e com exceção da Defensora oficialmente ainda em PMG, tres tem sido usadas no Libano em rodizio e outras duas participaram de comissões no exterior em 2012 e 2013.

    O chato é que para substituirmos a Niteroi em 2021 quando então fará 45 anos já deveriamos ter assinado um contrato e estarmos providenciando os preparativos para o inicio da construção devido aos muitos anos necessários para incorporar uma nova fragata.

    As T-22s são mais preocupantes, mas ao menos a Rademaker passou por um PMG e foi revitalizada recentemente.

    Tres das Inhaumas me pareceram estar passando por algum tipo de manutenção e segundo um forista daqui o Tupi está passando por mais um PMG o que ao menos
    descarta uma baixa relativamente prematura.

    Quanto a NAe da US Navy, pode esquecer Ivany, não estarão à venda e não poderiamos manter, quanto mais arcar com os custos de um reabastecimento nuclear, obrigatório após 25 anos de uso.

  78. Almeida 16 de janeiro de 2014 at 10:29 #

    Galante, difícil falar de Defesa e não falar de Geopolítica e Política Interna. Ninguém aqui tava fazendo torcida de partido/ideologia, mas criticando a forma como as aquisições de defesa são feitas neste país.

    Se você quiser apagar este post por conta de uma discussão válida, já que falamos de aquisições baseadas em decisões políticas, será completamente arbitrário da sua parte.

    Entendo que muitas discussões por aqui descambam para o lado ideológico e partidário e isso incomoda os editores e muitos leitores, mas este não foi o caso.

  79. Almeida 16 de janeiro de 2014 at 10:35 #

    Voltando ao delírio de equipar navios chineses com equipamentos ocidentais:

    Projetar, integrar e testar estes equipamentos em navios novos é a parte mais cara e demorada do processo de engenharia de um novo vaso de guerra. Já viram a quantidade de variáveis envolvidas? Tamanho, peso, centro de gravidade, requisitos de eletricidade, integração entre sistemas de diferentes fabricantes, interação entre eles e sensores, interferência, etc, etc, etc.

    Vai demorar MUITO mais e sair MUITO mais caro que comprar uma solução já pronta e testada. E tempo e dinheiro são dois recursos que a MB não possui.

  80. juarezmartinez 16 de janeiro de 2014 at 12:10 #

    Tem ainda todo o treinamento e formação de pessoal tanto dos navios como de apoio de terra na nova doutrina, muiiiito $$$$4, muiiiito tempo, e principalmente material humano de qualidade(isto nem se fala, se iniciativa privada está ________conseguir gente com vontade trabalhar com tanto incentivos a vagabundagem, imagina no meio militar com salários super defasados.

    Sugestão: Comprem aquilo que se conhece , que se tem já parte da doutrina operacional e logística, se não vira enfeite de cais.

    Grande abraço

    EDITADO

  81. Jacubão 16 de janeiro de 2014 at 12:20 #

    Amigos não há exagero, para montar um GT (grupo tarefa) com 4 navios, vocês não fazem idéia da dificuldade que é!
    Os problemas enormes!
    Para as MK 10 cumprirem a missão UNIFIL é necessário parar três navios, arrancar tudo que dá desses e rezar para que os problemas não sejam muito cabeludos na comissão pois a logistica é muito difícil devido a distancia.
    Algo tem que ser feito logo. Pois estamos operando pela graça!!!

  82. MO 16 de janeiro de 2014 at 12:24 #

    e o pessoal delirando em futuro NA (o e não deu, nao tinha outro para arrancar a letra e para formar a palavra NAe

  83. Joker 16 de janeiro de 2014 at 12:48 #

    Ainda acho o SiGAAZ mais importante que o PROSUPER.

  84. Alexandre Galante 16 de janeiro de 2014 at 12:51 #

    Almeida, esse é ano de eleições e não quero que a Trilogia se transforme em campo de batalha eleitoral, por isso a tolerância será zero para comentários político-partidários para não desvirtuar a discussão técnica. Peço a compreensão e boa vontade dos leitores.

  85. Iväny Junior 16 de janeiro de 2014 at 16:38 #

    Caros

    Estava falando de um NAe usado que não seja nuclear. E essas opções estão cada vez mais escassas no mercado.

  86. juarezmartinez 16 de janeiro de 2014 at 18:40 #

    Espéra aíi Tchê! tu não entendeu ainda o que o Jacuba explicou, não temos condições de manter uma escolta full operation, e tu querendo comprar PA usado, para que???

    Mais um para enfeitar o cais do AMRJ. Tchê liga a luz da compreensão, faz 10 anos que aquela bosta ambulante está parado lá sem OPERAR, porque não tem dinheiro, não ter gente suficiente e qualificada e por fim não tem missão definida.

    Grande abraço

  87. Jacubão 16 de janeiro de 2014 at 20:22 #

    Vou tentar em poucas palavras para não me complicar o que vem acontecendo.
    A 30 e poucos anos na BRIOSA posso dizer a vocês que o problema de gestão é secular na Marinha.
    Começa pelo seu comandante a 11 anos no poder.
    O que é isso??? Ditadura?
    Posso adiantar que se emprega uma cascata de dinheiro no NAE. Para que? Alquem sabe?
    Pois é. As corvetas Classe pé de chumbo estão a anos se despedaçando no AMRJ.
    Amigos a coisa é muito, mas muito mais séria do que vocês imaginam!

  88. Roberto Bozzo 16 de janeiro de 2014 at 20:42 #

    Srs a discussão esta ótima.
    Mas para que serve a Engepron ?? Se temos de buscar projetos no exterior, atualizações, etc para que manter a Engepron ? Entre a entrega da Barroso e hoje não conseguiram desenvolver nada ? Nem uma Niteroi modificada, com casco mais atualizado, sensores melhores…
    Ou o SP, não conseguiram desenvolver um projeto igual nestes anos todos desde a aquisição dele ?

  89. Carlos Alberto Soares 17 de janeiro de 2014 at 3:36 #

    Juarez Martinez, Jacubão e demais colegas:

    Juarez as 16 de janeiro de 2014 at 18:40 #

    você fez um comentário que nós e mais a torcida do flamengo e do corinthians somadas estamos cansados de afirmar, parecem que parte do pessoal tem amnésia ou sei lá o que, deve ser déficit de QI e QE mesmo.

    Há três dias acompanho esse debate, abaixo coloco um link para refrescar a memória de alguns, vejam os comentários !

    Creio que esse link É O TÓPICO CORRETO NOVAMENTE,
    O RESTO É “SURFAR NA MAIONESE”.

    http://www.naval.com.br/blog/2013/08/28/com-atraso-no-prosuper-marinha-pode-adquirir-fragatas-de-segunda-mao-novamente/

  90. Carlos Alberto Soares 17 de janeiro de 2014 at 3:46 #

    “Jacubão
    16 de janeiro de 2014 at 20:22 #”

    Ditadura não, é Dinastia !

    O efeito cascata que trás no AC e dai em toda hierarquia é péssimo, diria mesmo devastador com o tempo, como tem-se provado.

    Isso acontece nas três Forças.

    Coisa e frutos da ditadura e ignorância da república sindicalista que estamos vivendo.

    Este assunto é técnico-militar de alta importância,
    uma vez que quase 12 anos dão uma ótima visão do que foi feito, portanto ……. é só raciocinar um pouco ….

  91. daltonl 17 de janeiro de 2014 at 8:24 #

    “Para as MK 10 cumprirem a missão UNIFIL é necessário parar três navios, arrancar tudo que dá desses…”

    Jacuba…

    mas esse tipo de coisa acontece até lá na US Navy…eles também tem navios que o máximo que podem fazer é ir de um porto para o outro, participar de algum evento, etc, porque equipamento, pessoal e fundos para manutenção foram usados em algum outro navio.

    Outro exemplo de “coisa feia”. Recentemente o NAe russo Kuznetsov, que aliás teve sua grande reforma adiada, passou pertinho do Reino Unido e com muita dificuldade a Royal Navy conseguiu enviar um combatente de superficie ou escolta como chamamos aqui, porque só há 19 deles.

    Os navios “deles” podem ser maiores, melhores, mas
    vejam as atribuições a eles destinadas, os potenciais inimigos, etc e veremos foristas como nós chateados com a situação por lá também.

    Há muita coisa errada com certeza e temos o direito se não obrigação de protestar, mas, se olharmos um pouco para o lado, principalmente para os nossos vizinhos de continente veremos que ainda estamos melhores e a tendência é melhorar…não como gostariamos, claro.

    abraços

  92. sergiocintra 17 de janeiro de 2014 at 10:18 #

    Nas paginas amarelas da Veja 2354 em resposta a uma pergunta (pg 15) na entrevista de José Alexandre Scheinkmam ele cita sobre uma pergunta quanto aos investimentos brasileiros: “… Empreiteiras sempre selam bons negócios com governos,..” isso ressaltei para concluir o q estamos assistindo ao incentivo às mesmas (empreiteiras) criarem seu braço no setor da industria de defesa. Por serem “confiavei$” e principalmete no caso das brasileiras, por ter trânsito acessivel e confiavel em se tratando de geopolítica, irão configurar conglomerados, abrançando s/ seu “guarda-chuvas” as pequenas empresas – prestem atenção: a produtora de sist. de foguetes nacional é considerada pequena e para a meta estabelecida de foguetes c/ alcance de 700 a 1000km, terá q trazer tecnologia externa, já acertada, mas que só irá se consumar se vier a ser grande e associada a investidor externo, mas com poder de veto em comercialização de produtos.
    O mesmo ocorre com uma empresa de S.Carlos, q tem q dividir a sua parte ligada a medicina da militar p/ galgar novo patamar tecnológico ( q vira de fora também) e ser “encampada”.
    Bem isso tudo é para mencionar q o Prosuper já esta aqui andando e o projeto sendo desenvolvido, assim o plano de reaparelhamento já disparou a tempos, não é de agora, e só para lembrar o fluxo financeiro também já esta contando. Analisem aviões, helis e o Prosub , com quem mesmo? Há! Odebrecht

    Certos assuntos não dá para afastar do envolvimento político, o problema aqui é que os governos deixam de ser “assuntos de governo” para tornar-se partidários.
    A Marinha tinha o seu fundo, que gerenciava os recursos e aplicações de acordo com as necessidades, tanto é que logo q aprovada a lei que possibilitou o retorno da “asa fixa” já apareceram os aviões e logo em segui o substituto do “Mingão”. Como o tudo pelo social, descobriu, encamparam o fundo para o Tesouro e ai..
    É isso aí : -Conta gotas e “vontade-de-cargo”.

  93. MO 17 de janeiro de 2014 at 13:04 #

    Dalton, so que cada vez que paramos tres para 1 nos resta 2,47 navios, ja os cara não, uma pequena diferenssa …..

  94. daltonl 17 de janeiro de 2014 at 14:20 #

    MO…

    quis dizer que se até na US Navy há “canibalizações” imagina o restante das marinhas mundo fora.

    Praticamente todo mundo faz o que o Jacubão descreveu e a maioria das marinhas não conta com tantos combatentes de superficie também.

    E guardadas as devidas proporções a US Navy já não consegue a mesma presença global que já teve.

    abs

  95. MO 17 de janeiro de 2014 at 14:52 #

    Eu sei Dalto, quiz pegar seu gancho para ver se para de vez com esse papo furado deNAe novo, porra se nem desenhando os cara entende, talvez assim parem para pensar e analizem nosso real estado e a proporcionalidade em relação a possibilidade de delirios …

    quanto a USN, sim, eh uma pena o… cada vez menor a minha possibilidade de ver ao vivo uma OHP ou um AB …

  96. Oganza 17 de janeiro de 2014 at 21:17 #

    MO,

    é que essa “bala” distribuida ai pelos maníacos foi da boa, a liga dela é eterna, só resta esperar ela passar e rezar para não deixar sequelas… :(

    Sds

  97. Oganza 17 de janeiro de 2014 at 21:19 #

    Esse papo de NAe novo foi chapante véi… a galera tá na maior brisa………. ihihihihihihi

  98. MO 17 de janeiro de 2014 at 21:54 #

    ah oganza, isso eh sazonal, vai passar e depois de tempo volta de novo, e como sem,pre nego delira presidente mesmo rsssss

    PS: livro branco … kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  99. Carlos Alberto Soares 18 de janeiro de 2014 at 5:47 #

    Apaixonados em NAe para o Brasil, divirtam-se:

    http://www.naval.com.br/blog/2009/08/18/oportunidade-perdida/

    Post do Alexandre Galante em outro tópico.

    MO, Oganza, tô dentro ou melhor …. tamo fora !

    O bala maldita, destrói o QI e o QE dos caras.

  100. MO 18 de janeiro de 2014 at 6:48 #

    rsss, to me lembrando do cace, o novo nae poderia ter i nome dos nossos cruzadores do passa do Minas Gerais, SP and Bahia … erh .. este eh o niveu … rssssss argh, to fora deste papo furado e … chto = as = NAe = coisa de aviaozinhum … kkkk

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NDCC ‘Mattoso Maia’ pode ser o próximo navio da MB a dar baixa

G28

Segundo uma fonte, o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Mattoso Maia (G28) pode ser o próximo navio da […]

Navio de Desembarque Doca ‘Ceará’ finaliza PMG com êxito

NDD Ceará

  O Navio de Desembarque-Doca (NDD) “Ceará” finalizou com êxito o seu Período de Manutenção Geral (PMG) em novembro de […]

92º Aniversário da Diretoria de Aeronáutica da Marinha

NA FOTO, POR OCASIÃO DA COMEMORAÇÃO DO 92º ANIVERSÁRIO DA DAerM, VÊ-SE REUNIDOS COM O ATUAL DAerM, EM PÉ À ESQUERDA, CA PRIMO, MAIS SETE OFICIAIS-GENERAIS, TODOS EX-DIRETORES DE AERONÁUTICA DA MARINHA.

Apenas dezesseis anos após o primeiro voo do “mais pesado do que o ar”, os olhos atentos do então Ministro […]

Veja no ForTe: Exército Brasileiro vai escolher seu blindado 4×4

Avibras Tupi

O Projeto Estratégico Guarani, do Exército Brasileiro, deve selecionar em breve o vencedor do Programa VBMT-LR (Viatura Blindada Multitarefa, Leve de […]

Temas ausentes

Esquadra-Brasileira

Mario Cesar Flores Dois temas que frequentam o cotidiano da mídia mundial estiveram ausentes das campanhas eleitorais de 2014: relações […]