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NPa Macaé 014a

ClippingNEWS-PA  Os interessados em conhecer um pouco da história da Marinha do Brasil terão uma oportunidade neste final de semana. Nos próximos sábado e domingo, o navio-patrulha Macaé (P-70) estará aberto para visitação, das 14 às 17 horas, entre os armazéns 33 e 34, próximo ao cais da Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP). Ele ficará um pouco mais afastado, devido às obras de alinhamento do Cais de Outeirinhos que, atualmente, estão sendo realizadas em frente ao prédio da Autoridade Marítima. A entrada é gratuita.

A previsão é de que o barco chegue a Santos nesta sexta-feira, por volta das 15 horas. Ele deixará a região na segunda-feira. Essa é a segunda vez que ele atraca no Porto. A primeira foi no ano passado. Normalmente, ele fica sediado no Rio de Janeiro e é subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste

O navio tem como missão contribuir na defesa dos interesses estratégicos do País nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB) com atividades de patrulha na Amazônia Azul e a fiscalização do tráfego aquaviário em águas costeiras e oceânicas. Da classe Navios-Patrulhas de 500 toneladas, ele é o segundo de uma série de 27 unidades adquiridas pela Marinha da Indústria Naval do Ceará (INACE).

A embarcação recebeu este nome em homenagem à cidade do litoral fluminense, importante pólo de apoio à exploração de petróleo no Brasil. O NPa Macaé pesa 500 toneladas e possui
55,6 metros de comprimento. Entre os seus armamentos está um canhão e duas metralhadoras. Ele atinge a velocidade de 21 nós e tem capacidade de operar com um helicóptero. Sua tripulação é formada por 35 militares, sendo cinco oficiais e 30 praças. O comandante do navio é o capitão-de-Corveta Marcel Parreiras de Bragança Oneto Araújo.

FONTE: A Tribuna

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Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

57 Responses to “‘Macaé’ ficará aberto para visitação em Santos” Subscribe

  1. joseboscojr 17 de janeiro de 2014 at 11:22 #

    Ele opera esse helicóptero aqui:
    https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQrgfk2NeI25viciEqfsvFpZ_o5IkW1LI-o9Y6RTeVWpWWSzD2yog

  2. joseboscojr 17 de janeiro de 2014 at 11:29 #

    Sou fã desse navio.
    Ele só não é perfeito porque não tem uma rampa traseira para lançamento e recuperação de suas lanchas.
    De modo geral os meios distritais parecem estar sendo bem melhor geridos que os meios de esquadra.

  3. joseboscojr 17 de janeiro de 2014 at 11:46 #

    Um outro “porém” que eu faria a respeito do Macaé é relativo ao seu canhão de 40 mm.
    Acho superdimensionado para a função.
    Excelente pra tiro de advertência, mas muito poderoso para tiro de incapacitação.
    Será que a munição usada no caso de incapacitação de uma embarcação é a EX-T, sem carga explosiva?
    Ou nesse caso se usa só as metralhadoras de 20 mm.
    No meu modo de ver o canhão ideal para navios de patrulha é o M-242 de 25 mm, notadamente o Mk-38 mod 2.
    Independente do deslocamento e autonomia de um navio patrulha ele estaria muito bem armado com um Mk-38/2 e mais 2 metralhadoras (de 20 mm ou ponto 50).
    Claro, isso pra nossa realidade.
    Isso não é uma crítica e sim uma observação de uma preferência pessoal.
    Na verdade é até melhor que ele esteja com armamento superdimensionado do que sub, mesmo porque é meio que padronizado na MB essa combinação de armamentos.

  4. Augusto 17 de janeiro de 2014 at 15:48 #

    joseboscojr
    17 de janeiro de 2014 at 11:22

    “Ele opera esse helicóptero aqui:
    https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQrgfk2NeI25viciEqfsvFpZ_o5IkW1LI-o9Y6RTeVWpWWSzD2yog

    Kkkkkkkkkkk

  5. MO 17 de janeiro de 2014 at 21:59 #

    “, A tribunda eh uma m_______ mesmo ….Previsao do barco”

    EDITADO

  6. MO 17 de janeiro de 2014 at 22:02 #

    ahhh, cheguei na ponta da praia nem vi nada a dispeito da Érica ter me avisado …. =
    http://www.canaldoportodesantos.com/

  7. Joker 18 de janeiro de 2014 at 1:26 #

    Por doutrina os GAMBO1 são utilizados para AA, mas claro que são utilizados contra alvos de superfície.

    RFD Nº9 – Patrulha Naval: Exercendo a Soberania – parte II

    “Pelo fato da PATNAV ter como objetivos a implementação e o cumprimento de legislações, por vezes se faz necessário o uso do poder dissuasivo e/ou coercitivo. Este deve ser proporcional e gradual, conforme o nível de ameaça/ações hostis à autoridade marítima. O uso dissuasivo é aquele que produz a inibição da reação hostil ou ameaçadora à fiscalização da autoridade marítima. O uso coercitivo é aquele no qual a reação do contato de interesse é evadir-se ou infligir danos à autoridade marítima. Esta deverá utilizar os meios disponíveis para forçar a parada do contato (na terminologia da PATNAV, Contato de Interesse) em atitude hostil ou, em casos extremos de desobediência e agressão, a destruição do mesmo. Com base nisso, metralhadoras e canhões de pequeno/médio calibres são elementos dissuasivos do navio-patrulha (NPa) e, em uso, coercitivos o suficiente na maioria das hipóteses de emprego, que incluem navios diversos em atividades ilícitas e até navios de guerra beligerantes de classe e armamentos similares.
    Os canhões utilizados pelos NPa são o seu principal armamento, podendo ser de operação manual, semi-automatizada ou automatizada. As metralhadoras, pelos seus calibres e cadência de fogo, apresentam-se particularmente coercitivas ao pessoal dos Contatos de Interesse, mas possuem pouca efetividade material.
    Os principais calibres de metralhadoras utilizados pela Marinha do Brasil são: 25mm, 20mm e as 0.50pol. As metralhadoras de 25mm são operadas nos NPaOc da classe Amazonas. Os reparos MSI DS 25M – M242 são reparos automatizados com designação de tiro por via da alça optrônica do navio ou manual, são os reparos de metralhadora considerados entre os mais modernos da Marinha. Os reparos de 20mm são em sua maioria do tipo GAM-BO1, utilizados em NPas, Escoltas e em outros tipos de navios. De um projeto originado na Alemanha no entre guerras, foi produzido na Suíça e vendido a Inglaterra, com função Antiaérea, foi aperfeiçoado ao longo dos anos. Sua munição é de produção nacional, dos tipos Explosiva, Traçante, Incendiária e Treinamento. Na atualidade, é utilizado como armamento de cano secundário nas funções antisuperfície e antiaérea. Os reparos de 12,7mm ou 0,50 pol. são as antigas e “confiáveis” ponto cinquenta, apesar de terem no “senso comum” a ideia de serem anémicas, especialmente, quando comparados a calibres maiores utilizados por meios navais, por exemplo: 5pol ou 127mm, são funcionais para alvos com nenhuma ou pouca blindagem de superficie ou aéreos. Atualmente, existem versões em reparos automatizados, mas os em uso na Marinha do Brasil são manuais. São usados amplamente em diversos meios em diversas marinhas do mundo.
    Para dissuadir a integridade material dos Contatos de Interesse e, se necessário, efetivar uma parada de máquinas “coercitiva”, os canhões são necessários, assim como, em casos extremos e não esperados em tempos de paz, a destruição do contato.
    Os principais canhões utilizados nos atuais NPa da Marinha do Brasil são originários de um projeto da época da Segunda Guerra Mundial voltado para a Defesa Antiaérea, o Bofors 40mm/L60. Com o tempo, o sistema evoluiu junto aos avanços da automação e de acordo com as ameaças, também com aumento no comprimento do tubo (para 40mm/L70). Apesar de derivarem de um canhão antiaéreo, foram adaptados como canhões navais também para emprego de superfície, e são utilizados em diferentes versões em diversas marinhas e várias classes de navios.
    A versão mais moderna é automatizada, diferentemente das versões em uso nos NPa brasileiros, que são semi-automatizados. Os ganhos em pontaria, ergonomia e segurança de um reparo automatizado sobre um semi-automatizado são enormes, apesar da manutenção necessitar de uma maior especialização. Atualmente, sensores optrônicos permitem a designação a custos mais baratos que o dos antigos radares diretores da época dos nossos atuais canhões. Além disso, esses sensores aumentam a consciência situacional em cenários de denso tráfego e condições atmosféricas adversas (como chuva e névoa) e, por fim, permitem a operação segura no período noturno. Tais sensores podem estar diretamente acoplados ao canhão ou em outra posição.
    Outro calibre de canhão utilizados em nossos NPa, no caso, NPaOc da Classe amazonas, é o de 30mm. Introduzidos com a compra de oportunidade da referida classe, o canhão MSI DS 30M – Mk.44 é de operação automatizada ou manual, utiliza munição de 30mm explosiva, incendiária, traçante e de treinamento. Possui uma versão de 40mm que poderia padronizar o calibre com o dos outros canhões já utilizados pela Marinha do Brasil. Essa solução poderia ocasionar ganhos relativos a padronização de munição, mas em relação ao desempenho a relação custo x beneficio é duvidosa, pois os ganhos em alcance ou poder de fogo seriam suplantados pelo custo de manutenção de uma armamento mais pesado que o previsto.
    Em operações muito limitadas, os NPa podem ser utilizados no Apoio de Fogo Naval. Um caso que ilustra foi a tomada das Ilhas Geórgia do Sul pela Argentina, onde se utilizou os canhões de 40mm e 20mm para o apoio de fogo naval. O apoio de fogo naval por NPa é muito limitado e indica-se para meios com canhões de calibres a partir de 76mm, normalmente presentes em NPaOc (navios-patrulha oceânicos) e navios de escolta, como fragatas e corvetas. Os canhões navais modernos fazem uso de munições guiadas que permitem a realização do apoio de fogo desejado a distâncias maiores, com redução de danos colaterais.”

  8. joseboscojr 18 de janeiro de 2014 at 8:51 #

    Joker,
    Muito legal o artigo.
    Interessante o M-242 ser designado de metralhadora (já discutimos muito isso por aqui mas sempre me causa um certo espanto).
    Só não concordo com a afirmação que uma alteração do Mk-44 (30 mm) para o calibre 40 mm traria como benefício a padronização.
    A munição de um Mk-44 em 40 mm (Super Forty) não é compatível com o 40 mm Bofors (40 x 311 mm e 40 x 364 mm) sendo inclusive telescópica.
    Na verdade salvo engano nem há compatibilização total entre o 40L60 e o 40L70. Pelo que sei o 40L70 calça a munição do 40L60, mas o contrário não ocorre.
    Um abraço.

  9. Joker 18 de janeiro de 2014 at 16:32 #

    Bosco,

    quando escrevi a parte de sistemas de armas tava pensando exatamente na sua opinião e de outros comentaristas.

    O M242 ser designado de metralhadora tem mais relação por ser a peça secundária do que o calibre em si. Mas isso é coisa de tradição e nomenclatura que no final das contas, no dia-a-dia, dá no mesmo pra quem tá atirando e pra quem é o alvo. rsrsrsrs

    Sobre padronizar no mesmo calibre de 40mm, isso é pra quem acredita que o 30mm é “pouco” e a maior parte dos canhões são de 40mm. Na minha visão, e segundo os oficiais e praças de consultei ( põem umas 11 pessoas no meios), não vale a pena por “n” motivos, um dos quais eu coloquei ali em cima “custo de manutenção”. Fora como você citou não tem como intercambiar munições, fica mais pesado pro sistema, precisa atualizar o software, tem que fazer ensaios e outras coisas.

    Sobre o 40L60 e 40L70, o que lembro é o mesmo que você. “Pelo que sei o 40L70 calça a munição do 40L60, mas o contrário não ocorre.”

  10. joseboscojr 18 de janeiro de 2014 at 19:40 #

    Joker,
    Sem dúvida a tradição fala alto. Principalmente na Marinha.
    Agora, mudando de assunto mas falando da mesma coisa, rrrss, eu ficava encucado porque havia munição air-burst de 25 mm para o canhão de baixa pressão LW 25 mas não havia munição semelhante para o M-242 (de alta pressão), até que de tanto fuçar achei um artigo que relatava já ter sido desenvolvido tal munição não só para o M-242 mas também para o M-230 (de 30 mm usado pelo Apache).
    Se usada haverá um significativo incremento da letalidade desses canhões, contra alvos moles.
    Na USN por exemplo, tal capacidade se for adotada irá incrementar muito a capacidade anti-swarm dos navios equipados com o Mk-38/2.
    Claro que para nossas Amazonas essa munição não teria necessidade tendo em vista sua função (patrulha da ZEE), além do que em nosso cenário não há previsão de haver ataque de “enxame”.
    De qualquer forma é uma informação interessante para quem gosta do assunto.
    http://www.dtic.mil/ndia/2012armaments/Wednesday14075Reynolds.pdf
    Um abraço.

  11. Carlos Alberto Soares 19 de janeiro de 2014 at 12:27 #

    MO

    Véio ç t çendo editado ?

    Eça aiembaixo é quase iguar, mas tem quatro rodas e é bem menor ….. rssss ….

    https://www.google.com.br/search?q=Kia+Besta+de+luxo&espv=210&es_sm=93&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=3O3bUsziIcq1kQecz4CoDA&ved=0CDUQsAQ&biw=1366&bih=643

    EDITADO ________________

  12. Carlos Alberto Soares 19 de janeiro de 2014 at 12:29 #

    Serve pra GC no Piauí …. aí serve ….

  13. MO 19 de janeiro de 2014 at 14:32 #

    uia to perdendo meus puderes ou mer…. voltou a ser palavra ofensiva ? achei que nem era, corre livre no dia a dia na teve do homi, achei que aqui era normal vou mudar entao a tribuna eh um residuo de evacuação humana produzindo no intestino, passa pelo reto e sai meio torto … ficou melhor assim ? rsssssss

    EDITADO: ________________ (eu ‘si’ editando a figura particularizada da minha pessoa)

  14. MO 19 de janeiro de 2014 at 14:35 #

    ah, agora ao cerne, não, não acho e vejo problemas neste navio para suas funções, apenas acho que poderiamos ter navios bem mais capazes para um maior numero de funções pertinentes a tividades de patrulha naval e talves ate mais baratos, mas nada contra ele, salvo isto

  15. Carlos Alberto Soares 20 de janeiro de 2014 at 3:33 #

    MO

    Tio David tem “umas coisinhas” para patrulha naval com “umas armazinhas” que impõem respeito e assustam.

    Ótima relação custo x benefício e pós de 1a. linha e ainda aceitam, dependendo de quantidades, negociações etc ….
    conteúdo e “montagem” local, etc ….

    Aliás não só para PN, mas uma ampla gama de coisas bem interessantes.

    Sua opinião ?

    Quanto ao seu pobrema de EDITADO ____________

    abaixo minha sugestão rssss …..

    http://www.sinonimos.com.br/merda/

  16. joseboscojr 20 de janeiro de 2014 at 11:31 #

    As funções de patrulha naval e navio rápido de ataque se misturam lá pela bandas de Israel.
    Eles lá precisam de “barcos de patrulha” bem armados porque podem entrar em combate a qualquer momento contra ameaças de superfície e aéreas e até mesmo tendo que realizar tiro de precisão contra alvos costeiros. Não é esse o nosso caso, onde a previsão de navios de patrulha é para atuar na vigilância da ZEE e o máximo que espera-se enfrentar é um navio pesqueiro, uma lancha de traficantes ou um navio mercante com “mercadorias” suspeitas.
    Nesses casos um bom canhão de pequeno calibre (ou seria metralhadora?) é mais que suficiente. Temos os calibres 20, 25, 30 e 40 mm que somados às metralhadoras médias (7,62 mm) e pesadas (ponto 50) está mais que ideal.
    Embora um navio de ataque possa ser usado de forma eficaz como um navio de patrulha o contrário não é possível, e no nosso caso seria contraproducente mantermos navios de ataque (armados com SSM) na função de patrulha.

  17. MO 20 de janeiro de 2014 at 12:13 #

    Ah os litorais são bem diferentes, e nivel de ameaças tbm, la qqr embarcação de turquinhos eh um potencial pobrema, acho que nã da para comparr as dimensões and necessidades deles com as nossas

  18. Carlos Alberto Soares 20 de janeiro de 2014 at 17:39 #

    Ué,

    e as possíveis ameaças dos que querem vir fuçar na amazônia azul, grupos internacionais com objetivos claros etc….

    Esse é o discurso do GF e seus acéfalas/simpatizantes.

    Brincadeira é lógico, pura provocação.

    Mas creio que os NPa’s feitos na GB deveriam ter um conteúdo em armas a mais.

    Os que deverão ser construídos(?) idem.

    Afinal de contas nossa MB está se transformando numa GC mesmo, então que seja com “umas coisinhas” a mais.

  19. José da Silva 20 de janeiro de 2014 at 19:50 #

    O horario previsto (ETA) nao poderia bater mesmo. Ele deu uma pernada em SSB. Com direito a menino em stand by….hehehehehe

    Ta cada vez pior

    Deixa eu ficar quieto.

  20. Joker 20 de janeiro de 2014 at 21:14 #

    Carlos Alberto Soares
    20 de janeiro de 2014 at 17:39

    Sobre o uso de outros armamentos mais potentes, além do canhão 76mm previsto nos futuros NPaOc, a doutrina da MB prevê o uso de MSS para a Defesa Territorial contra Força-Tarefa hostil.

    Só que no cotidiano não tem pra que os NPa e os NPaOc levarem MSS ou os terem instalados. Numa situação de crise, ai sim podem ser instalados e, se necessário, utilizados. A MB já possui estudos para isso, que tentei, mas infelizmente não tive acesso, apenas relatos de quem ja teve acesso.

  21. Carlos Alberto Soares 20 de janeiro de 2014 at 23:44 #

    É justamente ai:

    “Joker
    20 de janeiro de 2014 at 21:14 #”

    Caro Joker & MO

    Estudos ? Relatos ?

    Disponibilidade efetiva dos meios manda.

    Quais são hoje em MSS ?

    Vamos canibalizar onde e ficar banguela ?

    Quando me referi ao Tio David não estou falando de TO nem de doutrina.

    Já que vamos ter (espero que sim né) mais NPa’s, pelo menos deveriam ser mais “anabolizadas”, é só olhar para nossos meios e suas disponibilidades,
    dá dó né.

    Mas o PROSUPER e o PROSUB vão suprir tudo e ai ficaremos ó, trancham !

    Se sair, reitero se sair todas NPa’s será a gloria.

    Quem viver verá.

    Talvez veja até, 20 a 30 anos ou mais, boa sorte Brasil.

    “Nunca antes na história desse país” !

  22. Carlos Alberto Soares 20 de janeiro de 2014 at 23:50 #

    Ah ia esquecendo, com uns brinquedinhos a mais,

    pode não assustar, mas impõe respeito né,

    que o diga o Japa !

  23. MO 21 de janeiro de 2014 at 0:20 #

    ai eh que esta … em minha otica vao investir em navio caro que ficara de bibelot no adianta colocaram otos, misseis essm e afins e navios deste tipo para esta funçao neste local geografico, vao comprar navios caros e ficaram de enfeite ou fazendo o que os outros fazem, com 40 % de suas capacidades, ainda mais com esta paranoia (de pre sal) e mais saco e idiota ainda (esse papo de amazonia azul) (isso eh o top five bobeira), se poderiamos ter navios muito melhores multifunções para isso como ja sacaram espanha, inglaterra, frança, holanda e por ai vai …

    Um dia por causa deste papo furado teremos NPa/Oc´s em detrimento de escoltas .. vc vai ver ….

  24. joseboscojr 21 de janeiro de 2014 at 1:33 #

    Alguns cutters de grande autonomia da USCG são dotados de canhões médios (Mk-110 e Mk-75), CIWS Phalanx e sistemas de defesa antimíssil soft-kill (incluindo o Nulka em alguns).
    Vale salientar que os canhões médios nos cutters só são aptos à se contraporem a alvos na superfície, não tendo radar de controle de tiro AA, portanto, a defesa antimíssil fica só por conta de quem tem o Phalanx, além das defesas passivas.
    Mudando de pato pra ganso mas falando da mesma coisa, na minha opinião um NPaOc da MB que se arvore em ser uma “corveta” em caso de necessidade, tem que ter pelo menos um sistema passivo de defesa antimíssil (o que logicamente inclui um sistema que detecte a aproximação de mísseis), além é claro, da previsão para SSMs.
    Já ter um canhão médio de 76 mm só acho válido se for para prover defesa antimíssil, mas aí não dá pra inventar. Tem que ser o Super Rapid, tem que ter um radar capaz de detectar mísseis, tem que ter um radar de controle de tiro AA, tem que ter um sistema de combate sofisticado, etc.
    Ou seja, pra todos os efeitos deixa de ser um navio patrulha e passa a ser um navio de combate (corveta?) que em tempo de paz brinca de ser navio de patrulha.
    Pra ter um canhão de 76 mm menos capaz (Mk-75?, Compact??), sem radar de vigilância antimíssil, sem radar de controle de tiro AA, sem um sistema de gerenciamento de combate eficaz, e que opere só pela alça EO para tiro anti-superfície, não acho que compensa.
    Um canhão de 76 mm tem as seguintes funções:
    1-Antiaérea/antimíssil
    2-Bombardeamento da costa (apoio de fogo e tiro de precisão)
    3-Anti-navio
    4-Neutralização de minas
    5-Tiro de advertência
    6-Contra ameaças assimétricas de superfície.
    Como disse a função antimíssil é bem vinda, só que cara e complexa.
    Não creio que o apoio de fogo seja delegado a um NPaOc turbinado
    Neutralização de alvos pontuais na costa, também pode ser feito com um canhão de menor calibre, claro, com menor eficácia.
    Na função anti-navio pode ser útil, mas em tendo mísseis anti-navios passa a ser uma função secundária.
    Neutralização de minas? Com certeza não sera usado nessa função, sem falar que um canhão menor é igualmente eficaz.
    Tiro de advertência? Bem possível, mas passível de ser feito com um canhão menor
    Neutralizar ameaças assimétricas? Muito provável, mas também passível de ser feito com um canhão menor.
    Pra resumir, se for ter um canhão de 76 mm com capacidade antimíssil nossos futuros NPaOc serão tudo,
    menos navios de patrulha.
    Se não tiver função antimíssil, não precisa ter um canhão de 76mm.

    Pra mim um NPaOc ideal, capaz de ser útil em caso de conflito convencional deve ter um canhão de 30 mm ou 25 mm, sistema de defesa soft-kill antimíssil, previsão de mísseis SSM anti-navios, ser capaz de operar um helicóptero leve ou médio, com capacidade ASW e ASuW, ter um COC compatível com o gerenciamento de operações ASW e ASuW.

  25. rafael oliveira 21 de janeiro de 2014 at 10:20 #

    Concordo com o MO,

    Para mim esse negócio de NaPaOc, principalmente os da classe Amazonas, é um desperdício de dinheiro.

    Poderiam muito bem adquirir navios que fizessem muito mais do que apenas patrulhar a “Amazônia Azul”. Deveria ter capacidade de rebocar, combater incêndios, etc. E, talvez, saísse mais barato.

    E, além disso, deveriam adquirir escoltas armadas de verdade.

    Mas não. Compram os NaPaOc que não são nem uma coisa e nem outra.

    Saudações.

  26. MO 21 de janeiro de 2014 at 11:51 #

    Rafael, Deal Point … nao precisei falar muito e vc pegou … é por ai mesmo, com a mesma capacidade belica dos NPa e NPaOc ,(operam até com ROV) com maior capacidade de mar e autonomia e bla bla bla

  27. rafael oliveira 21 de janeiro de 2014 at 12:26 #

    Valeu, MO.

    E além do ROV, dá até para por um pequeno helicóptero não-tripulado, como o Skeldar e sair dizendo por aí que as patrulhas são feitas “com a mais moderna tecnologia”.

  28. MO 21 de janeiro de 2014 at 13:26 #

    e acho que por 60-80 milhoes leva um com isso tudo …

    Em tempo =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/01/manobras-no-dia-0801.html

    5 navios / 10 fotos

  29. rafael oliveira 21 de janeiro de 2014 at 14:22 #

    60-80 milhões: De reais? Ou de dólares?

    Os 3 Amazonas juntos, mais munição, treinamento e etc, saíram por R$ 387 milhões.

    Sai um pouco mais em conta e com a vantagem de fazer muito mais coisas.

    E, com a compra do “pé de boi do mar” (tem alguma gíria marinha para isso?), daria para mandar os Amazonas para o estaleiro e transformá-los numa “corverta”, armada de verdade.

    Todo mundo ficaria feliz.

  30. MO 21 de janeiro de 2014 at 15:19 #

    Olha que Salvamar (Termo) agradeceria muito e viraria o Salvapatrulhamar …

  31. Carlos Alberto Soares 22 de janeiro de 2014 at 4:45 #

    MO

    Esse da Grimaldi Lines eu vi de perto no RJ, parece uma caixa de sapato cortada em 1/4.

    Navegando se bater um vento ou uma onda de bombordo ….. ele tomba ? rsrsrs…..

  32. Carlos Alberto Soares 22 de janeiro de 2014 at 4:49 #

    Caros Bosco, MO, Rafael e aos demais :

    A partir de 2015 a grana vai minguar de vez, por três anos pelo menos e creio que será por mais tempo.

    Áreas da defesa, tecnologia e muitas outras sequer ficarão com o pires na mão, uma vez que terão que vender o pires, portanto …..

  33. rafael oliveira 22 de janeiro de 2014 at 8:34 #

    Prezado Carlos,

    Acho que fugiria muito ao tópico discutir o futuro econômico do Brasil.

    Por outro lado, se a sua previsão se concretizar e servir para dar uma bela ajustada nos gastos da Marinha (dar baixa no NAe SP, por exemplo), até que não será de todo ruim.

    E de bônus poderiam excluir os NaPaOc do Prosuper.

    E, para proteger a “Amazônia Azul” ou, ao menos, manter a eventual farsa do pré-sal (vamos ver o que vai acontecer no futuro), poderiam comprar alguns “salva-patrulha-mar”.

    Aliás, MO, você e o pessoal do ramo, deveriam pensar num termo melhor para essa “classe”. E vai ter que ser um nome mais “moderninho e piegas” para ter melhor aceitação no círculo político e na opinião pública rs.

    Saudações.

  34. joseboscojr 22 de janeiro de 2014 at 8:37 #

    Joker,
    Só hoje recebi minha revista “Forças de Defesa” 9 e li seu artigo.
    Não sabia que o artigo que você postou era parte do artigo da revista.
    Ficou muito bom! Parabéns!

  35. rafael oliveira 22 de janeiro de 2014 at 9:13 #

    Bosco, acho que essas informações lhe interessam.

    Segundo a Alide, que ouviu o almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, o Thales I-Mast foi descartado do projeto da “Nova Barroso”.

    Outra informação interessante é que para a defesa antiaérea disputam o Denel Umkhonto, IAI/Rafael Barak, MBDA CAMM e Mica VL e Raytheon ESSM.

    Até.
    .

  36. joseboscojr 22 de janeiro de 2014 at 12:35 #

    Rafael,
    Se for escolhido o ESSM podemos esquecer escoltas antiaéreos de 6000 t.
    Todos os candidatos são bons, mas deixaram de fora o RAM e o Mistral, conteiráveis.
    Pelo jeito querem lançadores verticais de qualquer jeito.
    Não deixa de ser uma evolução em conceito bastante interessante
    Um abraço.

  37. Carlos Alberto Soares 22 de janeiro de 2014 at 21:05 #

    Caros MO, Rafael e Bosco

    Desculpem-se a ignorância, mas o que vocês afirmam é algo como o link abaixo ?

    http://www.youtube.com/watch?v=zUUFhTTkmsU

    Obrigado de antemão pela atenção.

  38. MO 22 de janeiro de 2014 at 22:14 #

    Nem Parecido, procure Rolls Royce UT 722 L

  39. MO 22 de janeiro de 2014 at 22:23 #

    ahhh nao me meto com a EXTREMA criatividade da MB em nomear navios, so acho que se for stealth não haveria nome melhor que “ACRE” … nao seixatamente pq, mas lgo me diz que o nome cai como uma luva com a qualidade furtiva, so não sei exatamente pq …

  40. MO 22 de janeiro de 2014 at 22:25 #

    ahhhh, no momento este negocio de tudo ser 4, 6, 11,75, 36 unidades de qqr coisa eh preparação para isto entaum …

  41. MO 22 de janeiro de 2014 at 22:27 #

    não, nao tomba e leva os equipamentos todos do CFN em uma vgm apenas, eh so nao errar na estivagem ( ioe = colocar alguem que saiba fazer isso e nao alguem que so estivou 3,67 carros de combates e 4 veiculos por vgm … (Nada contra quem faz isso e SIM contra quem não provem demanda para treinar full cargo, se eh que me entende …

  42. rafael oliveira 23 de janeiro de 2014 at 0:10 #

    MO, quando eu “interpretei” o seu post eu não imaginei isso daqui (veja só Carlos):

    http://www.naval.com.br/blog/2012/09/29/a-bordo-do-rei-dos-mares-%E2%80%93-sua-majestade-o-ahts/

    Tinha pensado em algo menor, mas esse navio merece o título de majestade.

    Daria para ficar a “Majestade do Pré-sal” rsrsrsrs.

    Aliás, ótimo post e ótimos comentários.

    E tudo isso por US$ 39 milhões. Até pagando o 10% ficaria em conta.

    Só falta colocar um canhão de 25/30/40 mm e umas duas metralhadoras que teríamos um navio que cumpra várias missões por um preço justo.

    E, como eu disse, poderiam aproveitar as Amazonas e transformá-las em navios de guerra.

    Agora alguém sabe porque a nossa gloriosa Marinha não cogita comprar alguns desses (nem precisava ser os 27 da END)?

    Será que ela não quer cumprir todas essas missões por entender que não são de sua alçada?

    Ou será que é porque tem poucos tripulantes(17) e ela acha que um navio desse tamanho tem que ter no mínimo 100?

    Detalhe que essa classe já foi fabricada em estaleiro nacional.

    Vivendo e aprendendo.

    PS: classe stealth Acre é ótima kkkkk.

  43. Carlos Alberto Soares 23 de janeiro de 2014 at 6:27 #

    MO e Rafael,

    eu coloco um CADILLAC ESCALADE 6.2 e vocês me vem com um jipinho JPX pô !

    Falando sério, valeu.

    Eu entendo de Marinha de Guerra o mesmo que vocês de Hidronevrukusticadiafragamkontravibrationer, entenderam ?

    Vou aprendendo, mas que a Nau da Navantia é bonita ninguém pode negar.

    Aliás, ela tem qualidades ?

  44. rafael oliveira 23 de janeiro de 2014 at 7:46 #

    Carlos, nem me compare com o MO porque ele tem muito mais conhecimento sobre o assunto. Eu apenas aprendi uma coisa aqui e ali, mas nunca trabalhei na área.

    Sobre a comparação é bem isso, mas é um jipinho JPX, 4×4, com guincho, snorkel, pneus especiais, e outros apetrechos muito úteis.

    Falando por mim, também acho essa classe Avante bonita, mas, como falei acima, ela é muito européia pro meu gosto – custo/benefício ruim. Faz pouca coisa pelo preço que custa.

    Ou, em outras palavras, a Marinha deveria ter o UT 722 L para fazer todas as missões de “guarda-costeira”.

    E deveria ter navios para suas missões de guerra. Poderia até ser o Navantia Avante, mas da versão Combatant – com mísseis anti-navio e anti-aéreo, torpedos, radar 3D, um SeaHawk, etc.

    Esse navio que você citou, como todos os NaPaOc, não são nenhuma coisa, nem outra. São bons apenas para patrulhar e atuar contra embarcações “civis”. O que, para a nossa Marinha carente de meios, é um desperdício.

  45. Carlos Alberto Soares 23 de janeiro de 2014 at 9:42 #

    Rafael …. Valeu. Saudações.

  46. MO 23 de janeiro de 2014 at 10:53 #

    Citei os UT 722 L por que sou meio passional por eles, gosto muito deles e fiquei impressionado qdo fui a bordo do BOS TURMALINA aqui em SSZ, alem do que sao feitos aqui sob licensa, mas ja ha no mercado mais modernos que esta classe, incruzivel classes feitas aqui, mas pra variar, a arte imita a vida todos dizem que esta classe (a 722 L e outras, as nossas sao 1.0 e as gringas (Construidas la fora) 4.3 V8 na motorização, equipamentos, acabamento e bla bla bla …

  47. Carlos Alberto Soares 24 de janeiro de 2014 at 3:06 #

    MO e Rafael

    “….gringas (Construidas la fora) 4.3 V8 na motorização, equipamentos, acabamento e bla bla bla …”

    Link’s, vídeos, versões armadas ?

    Abçs

  48. MO 24 de janeiro de 2014 at 3:42 #

    ah t5enho saco pra isso nao, carlos, vou ficar devendo, ate pq versao armada nao tem nada quase me interessando no momento, eh o que menos importa …, mas nao creio ter UT 722 armada nao

  49. MO 24 de janeiro de 2014 at 4:04 #

    Video, olha so o passadiço … kkk full glass digi bridge AHTS Maersk Lazer(apesar de achar que o editor se equivocou e ser o Maersk Blazer) (que ixcruuzivel esta operando aqui no Brazeu http://www.youtube.com/watch?v=fgSkPG0TK5E

    olha as Bravos .. que bereleza, baba ai paulo osso = http://www.youtube.com/watch?v=2a5vBK7BauY

  50. Carlos Alberto Soares 24 de janeiro de 2014 at 4:39 #

    MO

    Eita o q a inso num faiz …. kkkk ….

  51. Carlos Alberto Soares 24 de janeiro de 2014 at 4:59 #

    MO

    Valeu.

    Muito bom mesmo.

    Você trata o domínio da sua arte com esmero.

    Meus especiais cumprimentos.

    http://www.naviosbrasileiros.com.br/nmb/F/frotamerica/frotamerica.html

    E muito mais disponível com sua assinatura !

  52. rafael oliveira 24 de janeiro de 2014 at 9:07 #

    Caramba, Carlos e MO, a insônia pegou vocês de jeito!

    Vi as fotos e vídeos. Esses AHTS são realmente legais. Só está faltando um canhãozinho!! rsrs

    Sobre as versões brasileiras serem “abrasileiradas”, apesar de não saber dessa informação, ela não me surpreende.

    Até por isso, mesmo sendo nacionalista, me dá um desânimo quando falam em construir novos navios no Brasil. Já fico imaginando eles sendo feitos nas coxas, tortos, cheios de remendo e, agora mais essa, sem os equipamentos no estado de arte e com motorização mais chinfrim.

    Melhor comprar lá fora mesmo e negociar um offset de produtos (não de ToT).

    Saudações!

  53. MO 24 de janeiro de 2014 at 12:49 #

    Isso rafael, segundo o pessoal de bordo que gosta (não o buneco que esta la como profissao apenas e nao gosta / acompanha eh facilmente perceptivel principalmente nas classes que sao feitas aqui sob licensa e as oportunidades deles qdo embarcam em um da mesma classe feito la fora e de bandeira deles

    quanto ao canhao eh so adaptar, espaço e versatilização não falta nestes navios

  54. rafael oliveira 24 de janeiro de 2014 at 13:12 #

    Sim, MO, adaptar o canhão ali na proa é tranquilo mesmo. Eu já até fiquei imaginando um ali.

    E obrigado por mais esses esclarecimentos.

  55. MO 25 de janeiro de 2014 at 2:18 #

    em tempo um 5 estrelas no meio de 3 4 estrelas “Bunecos day …” =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/01/ms-silver-cloud-c6mq5-eta-santos-1300h.html

  56. Joker 25 de janeiro de 2014 at 23:18 #

    Bosco,

    obrigado pela atenção ao artigo que escrevi.

    CAS,
    assim como hoje em dia não há NPa armado com MSS ou Mina, também não temos um GT pronto para bloquear o mare nostrum… De acordo com a escalada das tensões, escalará nossos níveis de resposta.

    MO,
    os napoca num fazem o que us bumbril AHTS fazem, mas pra algumas coisos selvem. tipo sar, mar de oleo e pequenos incendios. o reboque deixo pro seu manuel de poseidon que tem um reboque di naviu

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