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Exocet

O dia 17 de janeiro foi marcado pelo lançamento de um míssil superfície-superfície “Exocet” pela Corveta “Barroso”. O míssil atingiu com sucesso o alvo, localizado a mais de 25 milhas náuticas (cerca de 46,3 km).

O lançamento foi acompanhado atentamente por 187 Aspirantes embarcados nos Navios que compõem o Grupo-Tarefa (GT), e contribuiu para complementar a formação dos Aspirantes, familiarizando-os com a vida no mar.

FONTE: Marinha do Brasil

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

23 Responses to “Corveta ‘Barroso’ lança míssil Exocet durante ASPIRANTEX/2014” Subscribe

  1. Marcos 28 de janeiro de 2014 at 15:35 #

    Pena que não gravaram o Exocet atingindo o alvo.

    Mas a imagem do lançamento ficou nota 10.

  2. joseboscojr 28 de janeiro de 2014 at 15:49 #

    Nossa! PQP!
    Nunca vi uma imagem de lançamento de míssil tão bonita.
    Vale observar que o míssil não se eleva muito o que é bom para reduzir a possibilidade de ser detectado por um radar além do horizonte.
    Também é interessante o tanto de fumaça que é emitida na fase “booster” do propulsor, que depois é significativamente reduzida na fase de cruzeiro de modo a dificultar a detecção visual.

  3. Oganza 28 de janeiro de 2014 at 15:49 #

    FOTO LINDA Galante…

    …de quem é? Nossa, a de baixo é boa de verdade, é nível de competir nos concursos de fotos bélicas que tem lá fora.

    Acho que foi 2012, que a melhor foto de AC foi uma do Gripen, foi isso?

    Ah sim… rs parabéns a MB e aos Aspirantes.

  4. Oganza 28 de janeiro de 2014 at 15:51 #

    Acho que o angulo da fato para registro de um lançamento é INÉDITO.

    Sds.

  5. aldoghisolfi 28 de janeiro de 2014 at 16:19 #

    Che… fico quase que sem palavras… e como disse o Oganza, o ângulo da foto foi de grande felicidade.

    Apenas espero que o rastro possa ser reduzido bastante.

  6. Almeida 28 de janeiro de 2014 at 17:38 #

    Linda foto! Parabéns aos envolvidos!

  7. M@K 28 de janeiro de 2014 at 19:49 #

    A imagem da partida do míssil é muito bonita… mas imagino a imagem do míssil chegando. Não deve ser nada legal.

  8. Ozawa 29 de janeiro de 2014 at 0:43 #

    Belíssima foto. Do tipo, nunca vi com tamanha estética.

    Mas espero que nossos Aspirantes não relevem a seriedade da missão pelo espétáculo. Isso é um lançamento de míssil, a beleza não é a mesma para quem é o alvo… E em uma situação real poderia ser a própria Barroso…

    Em missões assim, em tempos de paz, com lançamentos de mísseis, reagindo o seleto público como se espectadores fossem de queimas de ‘fogos de artifício’ na praia de Copacabana, sempre me lembro de uma foto de um Tenente da Marinha Argentina em plena Guerra das Malvinas, calçando suas botas em sua base em terrra, e sorridente, ou numa tensão disfarçada, para a câmera, minutos antes de ter seu A4 desintegrado em pleno ar, atingido por um Sea Wolf de um contratorperdeiro da RN…

    Parodiando um célebre comandante dos Marines durante a campanha do Pacífico na 2ª GM, “Howlin’ Mad” Smith: “Nunca deixe um Aspirante se esquecer que é um combatente, e de que a guerra é a razão da sua existência…”

    A foto é bela, sem dúvida, mas deve levar à reflexão daqueles Aspirantes, de que seus inesquecíveis, entusiasmáticos e aventureiros anos de Escola Naval, com estudos, bailes e “Aspirantex”, os capacitam, ou ao menos os deviam, inclusive, a perder a vida em segundos, se estiverem no fim do rastro do míssil daquela bela, belíssima, foto…

    Estão, estamos, mesmo dispostos a isso ?

    A beleza usualmente enfeita a vida, a nobreza usualmente requer a vida.

    A Marinha, senhores, é uma coisa nobre e bela…

  9. juarezmartinez 29 de janeiro de 2014 at 6:50 #

    Eu que sou um critico do atual comando da MB, mas fiquei feliz com este lançamento real, só precisa acontecer mais vezes e se utilizar de outros misseis que a MB possue em seu inventário, pois é somente assim que se consegue saber o real desempenho destas armas.

    Grande abraço

  10. Marcos 29 de janeiro de 2014 at 10:45 #

    Bosco: de fato, como imagem, a melhor expressão é PQP, em maiúscula mesmo.

    Ozawa: bem lembrado. Como imagem, isso é belíssimo, mas em um exercício real, isso é letal.

    Mas como trata-se de apenas um exercício, essa imagem, a segunda, poderia ser colocado no topo da página, como igualmente há a do Gripen com a bandeira do Brasil.

  11. rommelqe 29 de janeiro de 2014 at 21:21 #

    Alguem pode confirmar se esse exocet já era dotado com propulsor retrofitado aqui?

  12. Carlos Alberto Soares 29 de janeiro de 2014 at 22:22 #

    Caro Bosco

    Belas fotos.

    Alguma semelhança ?

    Ou quais as diferenças ?

  13. Marcos 30 de janeiro de 2014 at 10:28 #

    Carlos Alberto:

    Fez menos fumaça, mas seguiu em uma altitude maior.
    A que aparece na imagem do artigo, após o lançamento fez uma correção e prosseguiu rente ao oceano.

  14. Baschera 30 de janeiro de 2014 at 13:06 #

    Bosco,

    Gostaria da sua opinião se a “viagem na maionese” deste vídeo é algo factível:

    http://www.youtube.com/watch?v=xKEcPph1e28

    Grato.

    Sds.

  15. MO 30 de janeiro de 2014 at 13:10 #

    Voltando e em tempo =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/01/mv-john-m-carras-svbk5.html

    11 photos – nite photos

  16. wsmdal 30 de janeiro de 2014 at 14:04 #

    @Baschera

    O final do filme é viagem total.

    O foguete é esse:
    http://www.iae.cta.br/site/page/view/pt.vsb30.html

  17. wsmdal 30 de janeiro de 2014 at 14:05 #

    Mais info:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/VSB-30

  18. joseboscojr 30 de janeiro de 2014 at 20:49 #

    Baschera,
    O final sem dúvida é uma viagem na maionese.
    O míssil tem um apogeu de mais de 250 km e lança uma carga nuclear que desce de paraquedas?
    Até onde eu sei uma ogiva nuclear lançada por um míssil balístico que tem apogeu bem acima da atmosfera precisa de um veículo de reentrada vem aerodinâmico e resistente ao atrito.
    Seria inusitado um míssil balístico com mais de 1000 km de alcance lançar uma ogiva nuclear de paraquedas.
    Para que isso ocorresse a ogiva teria que ter um desenho que a fizesse desacelerar e seriam necessários no mínimo dois conjuntos de paraquedas abrindo um mais alto e outro mais baixo.
    Mas aí há uma questão: pra quê?
    Mas fácil é um veículo de reentrada convencional que não use paraquedas?
    Em armas nucleares, paraquedas são usados para minimizar o impacto da bomba com a água ou com a terra de modo a que pudesse sobreviver ao impacto e quando lançadas de baixa altitude, para reduzir o tempo da trajetória e dar condições à aeronave lançadora se evadir antes da explosão.
    Em um míssil de curto ou médio alcance (que sugere o apogeu do foguete) basta um veículo de reentrada convencional. Sem paraquedas. rsrsrs

  19. MO 30 de janeiro de 2014 at 21:02 #

    Pra quem curte PORTA BUNECO ( e esse nao eh requenga, eh 5 estrelas – Turnaround Barba, Cabelo e parte do bigode) =
    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/01/ms-silver-cloud-c6mq5-turnaround-dia.html

    19 photos

  20. Baschera 31 de janeiro de 2014 at 12:29 #

    joseboscojr
    30 de janeiro de 2014 at 20:49

    Grato Bosco.

    Claro que parte substância do vídeo é pura viagem…. mas o veículo existe,como vc já sabe, trata-se de um VSB-30 do IAE/CTA.

    http://www.iae.cta.br/site/page/view/pt.vsb30.html

    Além dos aspectos que vc citou (formato de reentrada atmosférica) não temos uma ogiva miniaturizada que pese no máximo 400 Kg (carga máxima paga estimada para o veículo lançador) ….. aliás, não temos sequer a ogiva…. ;)

    Sds.

  21. joseboscojr 2 de fevereiro de 2014 at 17:39 #

    Elucubrações missilísticas:
    os mísseis antinavios da classe do Exocet/Harpoon são pequenos e voam pouco acima do nível do mar na fase final de aproximação e acionam o radar a poucos instantes do impacto, de modo a não alertar os receptores passivos de radar instalados no navio.
    É muito louvável que seja assim e isso é característica dos mísseis ocidentais de primeira geração, bastante úteis ainda, desde que usados de forma mais sofisticada do que há 40 anos, quando foram concebidos.
    A cabeça com forma ogival, clássica da maioria dos mísseis, favorece naturalmente um RCS reduzido. Em bombas burras essa forma é ótima tanto para reduzir o arrasto quanto para reduzir o RCS, já em um míssil como o Exocet/Harpoon tem o inconveniente do nariz ogival ser de material composto, transparente ao radar, o que deixa “visível” a antena de radar do míssil para o radar do navio alvo.
    Ou seja, um míssil como o Exocet ou Harpoon tem um RCS maior que o de uma bomba burra de mesmo diâmetro.
    Ele também tem asas de corda mais longa que a de uma bomba de queda livre, o que aumenta ainda mais o RCS.
    Outro fator é o uso de propelente sólido, que emite grande quantidade de material reflexivo, o que aumenta ainda mais a assinatura radar do míssil.
    O passo natural para qualquer fabricante de mísseis anti-navio é tentar aumentar a discrição de seu produto.
    O uso de um radar de varredura eletrônica pode reduzir a reflectância da antena, se a mesma for colocada voltada para cima. Um radar de varredura eletrônica também teria o potencial de operar no modo LPI.
    Outra opção seria o uso de um sistema de imagem térmica dotado de uma janela multifacetada opaca ao radar, mas transparente ao espectro IR (como o canopi de caças modernos, com uma camada de ouro em pó).
    A vantagem de um sistema de imagem térmica, por ser passivo, é óbvia, quando se quer reduzir a assinatura de um míssil.
    Há também o que se denomina de material RAM unidirecional (??), que poderia ser usado para a confecção do radome.
    Quanto à emissão de partículas ionizadas pelo motor foguete, há a solução de se usar uma turbina, preferencialmente um turbofan, o que dentre outros benefícios, aumenta o alcance e reduz a assinatura térmica e visual (emissão de fumaça).
    A tomada de ar para o motor aspirado pode ser embutida ou semi-embutida, o que reduz o RCS e o arrasto, mas mesmo que seja saliente (como no MM-40/3) pode ter um designe que favoreça a furtividade.
    As asas podem ser fabricadas em material composto e material RAM pode ser aplicado aqui e ali na célula.
    A temperatura de corpo, grande responsável pela assinatura térmica, causada pelo atrito da célula com o ar, pode ser reduzida pela redução da velocidade (o Exocet tem velocidade quase transônica, enquanto o Harpoon tem velocidade de Mach 0.7).
    Outro artificio seria usar pintura absorvente de radiação IR ou mesmo fazer a célula do míssil de material que tenha essa característica.
    Voar alto também ajuda. Se o míssil tem baixo RCS necessariamente não precisa voar pouco acima do nível do mar, onde o ar é mais denso e o arrasto é maior, gerando mais atrito e consequentemente, mais calor.
    Acaba que um míssil antinavio que se queira “furtivo” tomará uma forma muito parecida com a do SLAM-ER, do NSM e do futuro LRASM, baseado no JASSM-Er.

  22. joseboscojr 2 de fevereiro de 2014 at 17:46 #

    Perdão:
    Onde se lê “corda mais longa” lê-se “ENVERGADURA mais longa.
    Pra variar!!!
    Rsrssss

  23. joseboscojr 3 de fevereiro de 2014 at 11:17 #

    Numa rápida pesquisa achei os seguintes dados sobre a detecção de mísseis por sistemas IRST de 3ªG navais, no caso, o Vampir NG:
    Míssil supersônico: 14 a 27 km
    Míssil subsônico: 9 a 16 km
    Caça: 10 a 19 km
    Helicóptero: 7 a 10 km

    Os mísseis supersônicos têm um inconveniente a mais já que se estão mais altos, voam mais rápidos e produzem mais atrito e consequentemente aumentam sua assinatura IR. Se estão mais baixo, voam mais lento, mas por conta da maior pressão atmosférica geram mais atrito e mais calor.
    Não tem muito pra onde correr.

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