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A Administração do Programa de Aquisição do Ministério da Defesa sul-coreano divulgou ontem que a Marinha do país recebeu o 13º navio-patrulha da classe Gumdoksuri, também conhecida como PKG, de fabricação nacional, que participará de futuras missões de patrulha no litoral. A Hanjin Heavy Industries & Construction entregou o navio para o Comando da Marinha, em Jinhae, a cerca de 400 quilômetros de Seul.

O navio-patrulha desloca 450 toneladas, pode alcançar velocidade de até 40 nós, e conta com mísseis antinavio com alcance de até 140 quilômetros. O navio também é armado com canhões de 76mmm e 40mm, e acomoda 40 tripulantes.

De acordo com o Ministério da Defesa, o 13º PKG (Patrol Killer, Guided Missile) participará das missões de patrulha após dois meses de serviço.

FONTE: http://english.yonhapnews.co.kr/ (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

14 Comentários para “Marinha da Coreia do Sul recebe 13º navio-patrulha classe ‘Gumdoksuri’”

  1. Marcos 28 de janeiro de 2014 at 15:33 #

    Contra-torpedeiro de 450 toneladas?
    Tá mais é para Corveta!

  2. Guizmo 28 de janeiro de 2014 at 15:50 #

    Isso sim é navio de patrulha. E tem gente aqui que ainda me trolla quando eu critico as incríveis NPaOc, armadas com estilingues.

  3. Joker 28 de janeiro de 2014 at 17:40 #

    Se os Coreanos chamam de Contratadeiro pra que eu vou comparar com NPaOc?

  4. Alfredo Araujo 28 de janeiro de 2014 at 17:51 #

    Guizmo 28 de janeiro de 2014 at 15:50 #

    Isso sim é navio de patrulha. E tem gente aqui que ainda me trolla quando eu critico as incríveis NPaOc, armadas com estilingues.

    Enquanto vc não colocar na cabeça q as NPaOc são navios de guarda costeira, vc continuará a receber trolladas…

  5. Guizmo 29 de janeiro de 2014 at 6:38 #

    Alfredo Araújo,
    Poderia escrever muita coisa para continuarmos o debate, mas vou ser curto e te dizer que, pra mim, isso é apenas questão de Semântica.
    Abs

  6. wwolf22 29 de janeiro de 2014 at 8:17 #

    esse barquinho ai nao eh nada se comparado com as nossas canhoneiras de 500 ton…

  7. wilton feitosa 29 de janeiro de 2014 at 9:16 #

    semântica ou não semântica a questão é bem mais simples …
    a Coréia do Sul tem um vizinho, Coréia do Norte, bem diferente dos nossos aqui…
    e isso faz toda a diferença na minha opinião…

  8. Almeida 29 de janeiro de 2014 at 16:26 #

    Bem, isso nao é um destroyer (já consertado pelos editores), muito menos um navio patrulha.

    É um Fast Attack Craft.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Fast_attack_craft

    E tem uma função muito diferente de um Navio Patrulha como nossas classes Grajaú e Macaé.

  9. aldoghisolfi 30 de janeiro de 2014 at 15:25 #

    Guizmo:

    “…isso é apenas questão de Semântica.”

    Também penso como tu e levei pancada adoidado aqui…

    Não acho que seja questão só de semântica, é questão de bom senso, afinal temos uns imensos NaPaOc, realmente, armado com estilingues.

    É questão,até mesmo, de gestão de qualidade, redesenhando e aproveitando o espaço flutuante.

  10. Guizmo 31 de janeiro de 2014 at 7:57 #

    Pois é aldoghisolfi, mas fazer o que né?

  11. daltonl 31 de janeiro de 2014 at 9:10 #

    A Coréia do Sul tem uma grande Guarda Costeira onde há “grandes” navios armados com “estilingues”, bordunas, tacapes e tomahawks…a machadinha, não o míssil.

    Então na minha opinião, deveriamos comparar os nossos “patrulheiros” e missões com os navios da Guarda Costeira deles.

    Necessitamos de embarcações equivalentes ao do post ?
    Penso que não.

    Temos uma real ameaça como a Coréia do Sul tem? Definitivamente, não.

    Os coreanos deram um “apelido” para essa embarcação de “Killer”, significando matador. Daí para “destroyer”,
    destruidor foi um pulo para que alguém chamasse a embarcação de destroyer e o resto da manada foi atrás, tanto que várias fontes em inglês apenas copiaram e nem se importaram em saber a diferença.

  12. Guizmo 31 de janeiro de 2014 at 11:18 #

    O ponto é o seguinte: A Coréia do Sul tem navios de superfície bem equipados além de sua guarda costeira.

    Nós não. Portanto, não faz sentido algum para mim, adquirir numa compra de oportunidade, 3 navios de 1,8 mil tonelada para patrulha oceânica armados do jeito que são.

    Se existe uma falta crônica de meios de superfície disponíveis, seria lógico para mim que os novos meios incorporados possam ao menos “tapar alguns buracos”.

    Porque não equipá-las com Exocets? Porque não instalar calibres mais grossos? Os argumentos que recebia foram por terra ao ler o post acima, pois um barco de 1/3 da massa, dispara SSM’s.

    Realmente mestre, não temos as ameaças prementes dos Sul-Coreanos, porém temos uma camada de riquezas em nossa ZEE que nunca serão defendidas à contento.

    Qual o sentido de patrulhar em águas azuis, sem capacidade de defendê-la? Sou inclusive à favor da fissão da MB e a criação de uma Guarda Costeira, que use os diversos navios que temos para este fim – porém 1,8 mil tonelada é para ser armado decentemente.

    Abs

  13. daltonl 31 de janeiro de 2014 at 13:37 #

    Guizmo…

    a marinha coreana é maior que a nossa e contam com uma ajuda mais do que simbólica dos EUA ou seja não são autosuficientes como gostariam de ser, mas mesmo assim não embarcam mísseis em seus grandes navios da Guarda Costeira.

    Voce já deve ter reparado que mesmo os navios da Esquadra mal embarcam metade dos mísseis que poderiam embarcar até porque não os possuímos em quantidades significativas.

    Desviar escassos mísseis, mais treinamento, logistica, etc ,para embarcações que não foram projetadas para opera-los, não necessariamente fisicamente, mas doutrinariamente seria empregar mal os poucos recursos que temos.

    Em caso de necessidade, muitos navios de Guardas Costeiras podem embarcar mísseis, mas é a exceção não a regra, pois destinam-se a patrulhas longas onde habitabilidade, autonomia e custo-beneficio os tornam imbativeis na função.

    Criar uma Guarda Costeira aparentemente é uma boa idéia, mas, tiraria recursos da Marinha que prefere bem ou mal usa-los onde quer.

    abs

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