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A Marinha do Brasil e a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciaram nesta sexta-feira, por meio de nota, que estão investigando as causas do acidente com a plataforma da Petrobras no litoral fluminense, que ocorreu na madrugada de hoje. Um inquérito sobre as circunstâncias do acidente foi aberto pela Marinha e deve ser concluído em até 90 dias.

Uma equipe de inspetores navais e auditores técnicos foram enviados a bordo da sonda, que é operada pela Noble, para acompanhar as investigações e medidas corretivas de segurança em andamento. Também foram enviados para a área da plataforma o navio de patrulha Apa e um helicóptero MH-16 Sea Hawk.

Por medida cautelar, a ANP interditou a SS-53 até que sejam reestabelecidas as condições regulamentares de segurança operacional, de acordo com informações da nota. A SS-53 estava em operação no momento do incidente, mas o poço permanece fechado com tampões de cimento, não havendo risco de vazamento ou indícios de poluição.

Entenda o incidente

Uma plataforma de petróleo que presta serviços à Petrobras na Bacia de Campos, litoral norte do Estado do Rio, apresentou problemas e teve que ser evacuada na madrugada desta sexta-feira (28/02). A plataforma estaria inclinada no mar, segundo o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro NF).

Pela manhã, a Petrobras informou que o adernamento (inclinação) de cerca de 3,5 graus na plataforma de perfuração SS-53, da empresa Noble do Brasil, que opera no campo de Marlim, na Bacia de Campo, ocorreu devido a alagamento em um dos tanques da embarcação, motivado por falha na válvula do sistema de lastro, responsável pelo controle da estabilidade da unidade”, disse a Petrobras em nota.

“As equipes de emergência atuaram imediatamente, tendo sido tomadas todas as medidas necessárias para o controle da ocorrência”, disse. Segundo a companhia, a unidade foi estabilizada e desconectada do poço, que se encontra em condições de segurança.

A Petrobras informou que as autoridades competentes já foram informadas e que para garantir a segurança dos trabalhadores a bordo foi realizado o desembarque de 77 pessoas, por meio de embarcações de apoio.

A empresa manteve um contingente mínimo de 36 técnicos especializados, com o objetivo de restaurar as condições normais de operação da plataforma. A estatal confirmou que não houve vítimas por conta do problema registrado na plataforma.

“Conforme política de segurança, meio ambiente e saúde da Petrobras, que leva em consideração os mais rigorosos padrões internacionais, a Noble do Brasil mantém equipes técnicas devidamente treinadas para ocorrências dessa natureza”, disse, em nota.

A SS-53 opera no Campo de Marlim. Ela foi construída em 1998, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O site da autarquia informa que a plataforma é do tipo semi-submersível, destinada, entre outras tarefas, à perfuração de poços petrolíferos.

FONTE: Terra Notícias e Época Negócios (edição do Poder Naval)

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Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

2 Responses to “Marinha investiga causas de acidente com plataforma da Petrobras” Subscribe

  1. Carlos Alberto Soares 2 de março de 2014 at 18:32 #

    Foi o dunha, irmão do bronha.

    Entenderam ?

  2. MO 2 de março de 2014 at 19:42 #

    Nein, foi o Lonchas, o primo ….

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