Dia D 70 anos - detalhe desembarque -  foto Reuters via ibtimes

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QUEM É Fernando "Nunão" De Martini

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

8 Comentários para “Dia D 70 anos: veja fotos e matérias no blog das Forças Terrestres”

  1. a.cancado 6 de junho de 2014 at 13:59 #

    Putz!, a esta hora, 70 anos atrás, o pau ainda estava quebrando feio naquelas cinco praias da Normandia…Hitler acordou tarde, teve um ataque histérico, quando soube,e a vaca foi pro brejo…

  2. Pangloss 6 de junho de 2014 at 16:08 #

    Prezado a.cancado, àquela altura, o Hitler poderia arrancar as calças pela cabeça à vontade, que a vaca já tinha ido para o brejo para os planos nazistas – por culpa do próprio Hitler, deve-se salientar. Graças a Deus, acrescento.

    A própria existência do desembarque demonstra que a Alemanha já estava sucumbindo à loucura de manter duas frentes.

    A guerra, então, já era uma corrida entre o Ocidente e a URSS, para definir as fronteiras das respectivas zonas de influência. A Alemanha já vivia o seu ocaso, na guerra.

  3. daltonl 6 de junho de 2014 at 21:51 #

    E ao fundo…o LCT (6) Landing Craft Tank Mark 6 nr 533
    com capacidade para umas 150 toneladas de carga.

  4. Guilherme Poggio 7 de junho de 2014 at 15:29 #

    Caro Pangloss

    A vaca o boi e todos os demais ruminantes caminhavam não para o brejo, mas para o seu fim.

    Não eram duas frentes (na Europa). Era a terceira e decisiva frente.

    Lembrar que os aliados desembarcaram na Itália em setembro de 1943.

    Falando em Itália, no mês que vem fará 70 anos do desembarque dos pracinhas em Nápoles.

  5. Pangloss 9 de junho de 2014 at 14:02 #

    Poggio, obrigado pela resposta.
    Entretanto, com todo o respeito que merecem nossos pracinhas, a frente italiana era bastante secundária, no contexto geral da guerra na Europa. Ficava a meio caminho de uma manobra diversionista.
    Teve a importância de isolar a Alemanha de seu maior aliado, a Itália, e de aumentar a supremacia aliada sobre o Mediterrâneo.
    Mas se os americanos usassem aquele caminho para tentar chegar à Alemanha, hoje Portugal falaria russo.
    Daí a urgência do desembarque na Normandia.
    Aliás, seria curioso imaginar os custos de operação semelhante nos dias de hoje. O objetivo a ser conquistado deveria valer muito a pena.

  6. Reinaldo Deprera 10 de junho de 2014 at 2:44 #

    Pangloss, com todo o respeito. Mas se os EUA precisassem da Rússia longe de Portugal, bastava cortar a ajuda do seu serviço de inteligência e a Rússia caia na batalha de Kursk; se precisassem manter os russos onde estavam, cortavam a ajuda material e humana; se precisassem que a Rússia fosse resignada por completo, cortavam as latas de sardinha; et cetera.

  7. Pangloss 10 de junho de 2014 at 12:19 #

    Reinaldo Deprera, eu devo ter me expressado mal.
    Não quis dizer que a URSS conseguiria fazer o que bem entendesse, em seu avanço.
    Mas eles certamente ganhariam alento à medida em que fossem avançando, e, por via de conseqüência, vampirizando as economias dos países ocupados.
    Eles precisavam ser contidos, tão rapidamente quanto possível, e o foram.
    Eram aliados de circunstância, e tais circunstâncias já eram passado. Naquele momento, URSS e EUA já tinham bastante claro para si que uma nova disputa hegemônica já tinha começado.

  8. Reinaldo Deprera 10 de junho de 2014 at 13:55 #

    Sim, em 1943 os russos já abriam as “latas de sardinha” dizendo que estavam “abrindo o segundo front”.

    Não acho que os países ocidentais erraram por que deixaram de ajudar a URSS tarde demais. Pra mim, foi pura ignorância mesmo, mix de políticos simpáticos à URSS e falta de informação sobre o que se passava na lá de 1917 até o começo da Guerra Fria. Portanto, pra mim, o erro foi a falta de informação, muito por causa do isolacionismo americano pós primeira guerra.

    Até hoje alias, se depender do povo norte-americano o mudo pode se acabar em matança contanto que eles não tenham que se envolver com guerra ou mesmo ajuda financeira. Esse senso de responsabilidade – especialmente por parte do Partido Republicano deles – para com o que acontece com o mundo, mesmo sabendo que isso significa perder apoio popular, é admirável.

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