AgustaWestland vai modernizar 8 helicópteros Super Lynx da Marinha do Brasil por...

AgustaWestland vai modernizar 8 helicópteros Super Lynx da Marinha do Brasil por 160 milhões de dólares

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AH-11 Super Lynx_05

Finmeccanica – AgustaWestland tem o prazer de anunciar que a Aviação Naval da Marinha do Brasil assinou um contrato para uma grande atualização de meia-idade de oito helicópteros Lynx Mk21A. O contrato, avaliado em mais de US$ 160.000.000 (€ 117  milhões), inclui a substituição dos motores da aeronave com o produto CTS800-4N da LHTEC, aviônicos de navegação, displays e suíte de missão. Um pacote de suporte e treinamento abrangente que inclui um dispositivo de treinamento de voo também está incluído no contrato.

As atividades de atualização terão início em meados de 2015 na fábrica da AgustaWestland em Yeovil, Reino Unido, com o primeiro helicóptero programado para ser entregue de volta para o cliente no Outono de 2017. O lote completo de aeronaves atualizado está previsto para ser entregue no início de 2019 .

Essas atualizações darão à aviação naval do Brasil uma melhoria significativa em suas capacidades, com melhor desempenho, alcance e eficácia operacional de missão da aeronave. O programa de atualização fornece evidências de capacidade e expertise da empresa em helicópteros navais, e fortalece ainda mais a parceria de longa data com este operador líder, que opera helicópteros Lynx desde 1978.

A nova geração de motores CTS800-4N, já utilizados no Lynx Mk9A do Exército Britânico, no Super Lynx 300 e no AW159, vão fornecer aos helicópteros grandes melhorias de desempenho em ambientes quentes e altos, permitindo aumento da carga útil e uma área de operação estendida. A nova cabine “glass cockpit” será complementada por um conjunto de aviônicos avançados que compreende um processador tático, sistema de navegação baseado em satélite, sistema de tráfego anti-colisão, sistema de aterragem por instrumento, receptor/medidas de vigilância eletrônica de alerta radar integrado com dispensadores de contra medidas e um cockpit totalmente compatível com Night Vision Goggle, juntamente com um novo guincho de resgate acionado eletricamente.

AH-11 Super Lynx_01

Linces da MB

DIVULGAÇÃO: Finmeccanica

53 COMMENTS

  1. Prezados,

    Quem é leitor do Poder Naval já sabia, com exclusividade, desta modernização desde 28.02.2014, quando informamos aqui:

    http://www.naval.com.br/blog/2014/02/27/piloto-da-mb-de-destaca-em-estagio-de-pouso-e-decolagem-em-porta-avioes-da-us-navy/#comments

    Segue a transcrição:

    “Prezados,

    Já que o assunto é aviação naval.

    As 4 aeronaves CDO (Carrier On-Board Delivery), “Trader” devem ser entregues (todas) até o primeiro semestre de 2016.

    As 4 aeronaves “Tracker” somente passarão por modernização para transformá-las em AEW (Airborne Early Warning) tão logo seja concluída a avaliação operacional dos “Trader”.

    Dos 12 Falcões (AF-1 A/B) que já estão contratadas sua modernização, 6 já passaram ou estão realizando as inspeções SDLM (Standard Deport Level Maintanance). O resultado da modernização verificado na primeira aeronave já finalizada foi tão animador, que a MB está efetuando estudos de viabilidade de modernização de outras 8 células, além das 12 iniciais, perfazendo um total de 20 AF-1 modernizados.

    Quanto aos AF-2, a SAAB em reunião com a MB, afirmou que uma versão naval o GRIPEN NG seria totalmente compatível com o NAe São Paulo e que poderia ser empregado também em um futuro NAe que eventualmente poça ser adquirido pela MB. Aqui, vale ressaltar que no último relatório de planejamento, entregue no final do ano passado, a data de desativação do NAe São Paulo passou de 2025, para 2028.

    A MB estava aguardando o fim das negociações entre a FAB e a SAAB. Todavia, o Comandante da FAB informou durante à sabatina no Congresso, que irá convidar a MB para as negociações.

    Quanto aos SeaHawk, a MB pretende receber as 8 unidades adquiridas até 2016. Entretanto, ainda em 2014, ou no máximo em 2015, pretende adquirir outras 4 unidades, perfazendo um total de 12 aeronaves.

    EM OUTUBRO DE 2013, A AGUSTA WESTLAND APRESENTOU À MB O PROJETO PARA REMOTORIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE DIVERSOS SENSORES, INCLUINDO-SE O GLASS COCKPIT DE 9 CÉLULAS DO SUPER LYNX (AH-11A). A PROPOSTA PODERIA SER ESTENDIDA A MAIS 7 CÉLULAS QUE PODERIAM SER PROVENIENTES DA ROYAL NAVY OU DA MARINHA ALEMÃ.

    Os 16 Super Cougar devem ser entregues até 2017. Serão 8 unidades de transporte / C-SAR e 8 unidades ASuW, armadas com 2 mísseis Exocet em cada aeronave.

    As 5 primeiras novas aeronaves de instrução devem ser obtidas ainda em 2014.

    Por fim, ainda em 2014 a MB deve definir qual ou quais modelos de aeronave não tripulada serão obtidos.”

    Abraços

  2. Uma das células do Super Lynx não foi considerada apta para modernização. Por isso 8 e não as 9 unidades.

  3. martins…

    além dos 9 Super Lynx adquiridos outros 5 Lynx mais antigos também de um lote de 9 aeronaves comprados para as novas fragatas Niterois nos anos 70 foram convertidos para o padrão “Super”, resultando em 14
    aeronaves, mas conforme o LM citou acima, apenas 8
    dos “Super” serão modernizadose os demais deverão ser descartados em breve.

    abraços

  4. Pelas minhas contas seriam 7 Super Lynx e um Lynx
    convertido para o padrão Super Lynx a serem modernizadas ???

  5. Prezados amigo Dalton,

    A MB adquiriu na década de 1970, 9 helicópteros “Sea Lynx Mk21”.

    Na década de 1990, a MB aduiriu um lote de 9 helicóperos “Super Lynx Mk21A” e modernizou as 5 unidades restantes do lote inicial para este mesmo padrão. Desta forma, o total foi elevado para 14 unidades.

    Destas 14 aeronaves, duas sofreram acidentes e foram perdidas totalmente e, uma terceira aeronave, sofreu acidente sem perda total, mas não foi recuperada. Desta forma, restaram 11 aeronaves operacionais, sendo 7 delas do segundo lote.

    Abraços

  6. Poxa, 05 anos pra receber os heli ?!?!
    nao ta muito demorado nao ?!?!
    A MB esta de brincadeira quando diz que o Gripen NG seda compatível com o nosso o nosso o nosso, ah aquela coisa que dizem que eh um porta aviões mas que nunca sai da funilaria/pintura…

    alguem sabe se a MB ja disparou algum torpedo ou míssil em alguma embarcação desativada como treinamento ou teste de armas ??

  7. Caro com LM! Eu ia perguntar porque oito e não nove, mas o senhor explicou nos post seguinte. Este projeto iniciou com a possibilidade de modernizar dez células, mas acabou em oito, o mar é ingrato com aeronaves, e consome células “a moda bixo” como a gente dizia no meu tempo, ou ainda esta célula requeira trabalhos extensos de recuperação estrutura,l ficando mais cara e talvez a MB tenha feito as contas e viu que não chegaria lá com os recusros que tem na “carteira”.

    Comandante LM, a iniciativa como nós havíamos discutido anteriormente é positiva e vejo na priorização desta modernização uma leitura “entre linhas” de que não se espera uma descisão a curto prazo do Prosuper e a MB fica limitada a operar aeronaves deste payload no convoo das escoltas.

    Grande abraço

  8. wwolf 22! Isto se deve a disponibilidade dos recursos orçamentários, a Westland tem esta modernização pronta e feita nos Lynx Britânicos e poderia faze-lo nos nossos em um ano entregando a primeira célula em 2015, pois todos os gabaritos estão prontos, todos ensaios de vôo e homologação também já foram feitos para os Lynx Britânicos, mas mais uma vez pesou a crônica e contante falta de recursos e a disponibilização dos mesmo em conta gotas……..

    Resumindo: Vão fazer algom 4 anos que poderia ser feito em um ano, mas é assim mesmo, mas a MB também tem culpa na cartório, pois tem mil programas, mil idéias, e não consegue priorizar nada, e as coisas vão ficando velhas a cada dia que passa.

    Grande abraço

  9. “…início em meados de 2015 na fábrica AgustaWestland emYeovil, Reino Unido, com o primeiro helicóptero programado para ser entregue de volta para o cliente no Outono de 2017. O lote completo de aeronaves atualizado está previsto para ser entregue no início de 2019 .”

    Então serão 4 anos e não 5 e a maior parte será entregue
    até 2018 e independentemente da decisão do PROSUPER
    algumas Niteróis e Inhaumas ainda estarão em serviço na metade da próxima década sem falar na Barroso.

  10. Conforme já dito, as aeronaves que serão modernizadas são as compradas 0 Km no contrato de 1995, das quais restam 7 unidades. Dessas, a que se acidentou e será agora recuperada é a N-4002. As N-4007 e N-4008 foram perdidas em acidentes. A N-4009 se acidentou, mas foi recuperada e voltou a voar. Provavelmente a oitava célula seja a N-4010, que foi preservada ainda no século passado e não voou mais, pelo menos até eu ir para a reserva em 2012.
    A AW insiste que vale a pena modernizar mais uma, acho que a N-4014. As demais, podem ir para os museus.

  11. juarezmartinez,

    caso a MB tivesse dinheiro em caixa para essa modernização, haveriam embarcações suficientes para os helis ??

  12. É isso mesmo, Comandante: as três células operacionais restantes serão mesmo descartadas? Não serão aproveitadas nem para transporte? Pelas contas do amigo Lynx pelo menos mais uma célula pode ser modernizada.

  13. Cmte Luiz Monteiro
    Foram quase 20 anos vivendo essas aeronaves. Mesmo tendo me bandeado para a Sikorsky nos últimos 2 anos, a ligação não acaba!
    Marciomacedo
    Quem acha que vale a pena modernizar a nona aeronave é a Agusta-Westland, mas deve sair um pouco mais caro que as outras. Por enquanto, a MB fechou apenas nas 8. As outras 3 estão muito usadas, pois foram empregadas em experiências de aumento da vida útil das células, levada a cabo pelos operadores e o fabricante. Rendeu bons frutos, o que permite a modernização das demais.

    Não vejo correlação entre essa modernização e o Prosuper. Mesmo com a implementação desse, há outros navios que demandam o Lynx. A Barroso, por exemplo. Ela já vinha sendo estudada, mas o motivo principal foi a comunicação pela R&R de que estava parando de dar suporte aos já descontinuados motores GEM 1017. Nossos Lynx não voam nem até 2016 sem troca de motores.

  14. wwolf22 2 de julho de 2014 at 15:39 #

    juarezmartinez,

    caso a MB tivesse dinheiro em caixa para essa modernização, haveriam embarcações suficientes para os helis ??

    Olha tchê são seis Niteroi, três T22, quatro aInhauma e uma Barroso.
    Partindo do principio que pelo menos 60% das escoltas estejam disponíveis para a missão(eu sei que este número hoje não chega a 50%) teríamos 8 navios e usando o mesmo raciocinio para as aeronaves seriam cinco ou talvez seis Lynx na linha de voo.
    Vai acontecer o que vem acontecendo, a MB vai continuar embarcando Esquilos e ou seu sustituto, até o Prosuper se tornar realidade, se le se tornar realidade.

    Grande abraço

  15. Este retrofit é muito importante como colaram o lynx e o Com LM, porém precisamos ser REALISTAS, isto aí só está acontecendo porque o Prosuper está atrasado, e ainda vai levar quatro anos quando poderia ser feito em 1/3 deste tempo pelas razaões que já expliquei, e isto mostra a realidade orçamentárias da FAs, completamente descartada do mundo pintado de cor de rosa dos aficcionados ideológicos.

    Grande abraço

  16. A notícia fala em “contrato de suporte”. Se for de manutenção, não constando apenas o período de garantia, será uma grande aquisição. Nossos Lynx nunca tiveram esse tipo de suporte, no que somos os únicos operadores do mundo a não tê-lo. Isso explica a crônica baixa disponibilidade dessas aeronaves na MB.
    O Lynx possui um programa de manutenções planejadas diferente da maioria das aeronaves ocidentais. Ele nunca faz inspeções cuja duração supere 72 horas ou demande o chamado “depot level”. Em contrapartida, faz um número expressivo de pequenas inspeções, que, na maioria podem ser feitas nos navios (acho que só a de 400 horas é que não dá) e troca muitos componentes “on condition”. Esse ciclo é repetido a cada 60 semanas. Por conta da falta de contrato de manutenção, sempre tivemos problemas para adquirir até os componentes com troca calendárica “on condition”.
    Isso deve aumentar consideravelmente a disponibilidade.

  17. Prezado amigo lynx,
    Qual a opinião de vocês que muito voaram o Lynx sobre os GEM MK-1017? Me parece ser um excelente motor, muita potência, porém caro de manter e de obter peças de reposição. Me lembro de observar uma aeronave alguns minutos depois do pouso, e ela tinha um coletor nas saídas de escape dado a uma característica “estranha” de vazamentos após o corte. Grande abraço!

  18. Uma boa notícia, mas…

    Gastar US$ 20 milhões por aeronave que já estão há no mínimo 20 anos de operação no mar é um pouco exagerado.

    Pois por melhor que fique o serviço a célula já foi muito surrada, e vinte anos para uma aeronave naval equivaleria a quase 40 anos de uma baseada em terra…

    Seria mais interessante investir na aquisição de novos Lynx zerados, pois assim minimizaria os problemas relativos a deterioração do material, apesar do investimento ser maior, mas com certeza seria entregue antes desses 5 anos!!!

    ST.

  19. Corsário…

    Se até a US annnnd the Navy está usando os legacy Hornets além do que se esperava deles para diminuir,não evitar a falta de aeronaves de combate que já começou e irá aumentar nos próximos anos imagina nós e o resto do mundo!!

    Foi na minha opinião uma boa medida, o primeiro Super Lynx deverá retornar modernizado em 2017 e a maior parte em 2018 e serão ainda muito úteis já que algumas Niterois e corvetas estarão em serviço boa parte da próxima década.

    abs

  20. Corsário,

    A opção natural seria pelo AW-159 Wildcat, derivado do Super Lynx, mantendo o mesmo DNA guerreiro.
    http://www.naval.com.br/blog/2013/01/21/republica-da-coreia-seleciona-o-agustawestland-aw159-para-a-rokn/

    Mas quanto custaria um lote de 8 (oito) unidades?
    Talvez 4 (quatro) vezes mais caro.

    Seria interessante pesquisar o valor do negócio da Agusta Westland com a ROKN (Republic of Korea Navy), noticiado pelo NAVAL em janeiro do ano passado (link acima).

    Em tempo.
    Gosto do Lynx e seus derivados, principalmente para operar em navios de pequeno e médio porte, até 4.000 toneladas.

    Abç.,
    Ivan.

  21. Pessoal. Vamos com calma.

    Os Lynx que iremos modernizar são as versões Mk21A, ou seja, ainda não eram “Super”.

    De acordo com o release, a nova modernização equiparará em performance o padrão Super Lynx 300 (que apesar do Wildcat, ainda é oferecido como novo no site da A/W).

    Ou seja, é uma boa notícia. Ótimo helicóptero ASuW e ASW com renovação.

  22. Nordico
    O GEM é um motor muito potente para seu tamanho e bastante elástico. Entretanto, muito problemático. Seus maiores problemas são relacionados a perda de desempenho em altas temperaturas e alto consumo de óleo. É normal que esses motores “babem” óleo após o corte, por conta de sua vedação ser feita por meio de selos do tipo labirinto: fecham quando o sistema é pressurizado e se abrem, dando alguma passagem ao óleo, quando aliviada a pressão. Funcionam bem, principalmente com as altas pressões desse motor, mas possuem esse inconveniente.
    Pelo que ouvi, os motores LHTEC CTS800 têm um excelente desempenho em altas temperaturas. Os sul-africanos têm se mostrado satisfeitos.
    Quanto aos custos da modernização, relembro que há outros itens envolvidos, como o contrato de manutenção, coisa que nunca tivemos.
    As células que serão modernizadas não atingiram sequer 40% de sua vida útil, que é da ordem de 7000 horas, se é que esse limite não aumentou, como vinha acontecendo, fruto dos estudos entre operadores e o fabricante. O N-4002, por exemplo, não deve ter sequer 1000 horas consumidas. Valem o investimento.
    Quando os velhos MK-21 foram modernizados, estavam bem mais surrados que esses MK-21A. Cheguei a voar neles. A modernização da época os recompôs a 80% de vida útil remanescente.

  23. Pelo andar da carruagem, irão todos operar a partir das “bases” em terra.

    Vivas a Guarda Costeira Brasileira, a única que oferece uma rota turística semestral (fui generoso) entre o Rio de Janeiro e Santos com seu primeiro e único no mundo, NAC – Navio Aerodromo de Cabotagem.

    Sds.

  24. “Os Lynx que iremos modernizar são as versões Mk21A, ou seja, ainda não eram “Super”.”

    Ivany…

    os MK 21A são “Super” sim, apesar do texto citar como Lynx MK 21A o que subentende-se como Super Lynx.

    Provavelmente serão 7 Super Lynx e um Lynx do primeiro lote dos anos 70 que foi padronizado para Super nos anos
    90.

  25. Verdade,

    mas não vai mudar muita coisa… pois as fotos serão IDÊNTICAS as dos 10 anos anteriores: SEM NENHUMA ALTERAÇÃO… 🙁

    Mas pode ser que nossa Gloriosa Marinha inove, quem sabe com a tripulação perfilada… talvez possa acontecer deles enssaiarem alguma coreografia no convoo… sabe, como um grande carro alegórico que ele é!!!

    Ôh abre alas
    Que eu quero passar…

    Sds.

  26. Prezado Lynx,

    Entendo quando falas dessa ligação. Sinto falta do mar. Hoje sou marinheiro do “chão”.

    Tudo tem suas vantagens e desvantagens. Hoje posso contribuir muito mais, ajudando a definir os rumos da MB.

    Abraços

  27. Senhores,

    Conforme informado anteriormente, o PROSUPER foi concluído no ano passado. A MB aguarda apenas a aprovação da Presidente.

    Por tratar-se de um programa que exige grande aporte de recursos, é natural que sua aprovação precise do aval de outros ministérios.

    A título de informação, cada escolta de 6.000 toneladas, está orçada em cerca de 650 milhões de Euros.

  28. Caro Com. Lm, agora o senhor mordeu o rabo do gato, falou em euros e deu uma pista de onde virão as escoltas da MB, serão do velho mundo, bom, euros é moeda, vejamos então:

    Ordem alfabética:

    De Zeven Provincien
    Fremm Francesa
    Fremm Italiana
    Meko 600
    Navantia F 100

    Meu pitaco pessoal baseado em meu guru espiriitual, Jesuixx:

    Escoltas serão alemãs, o tanqueiro espanhol e os Napaocs correndo por fora e desplugados do processo original serão, ou melhor continuarão sendo Ingleses….

  29. Ivany…

    aconselho vc a procurar outras fontes…há inúmeras, inclusive tenho em casa revistas da época, anos 90 !

    Os Lynx do primeiro lote anos 70 o MK 21, foram designado aqui como SAH-11 enquanto os do segundo lote anos 90, os “Super” foram designado aqui como AH-11A.

    O próprio LM refere-se a eles como “Super” no comentário dele de 02/07.

    Também colei o abaixo:

    Super Lynx Mk.21 A

    Version of the Super Lynx (based on HAS.8) for the Brazilian navy, with Gem 42 engines and 360° traverse Seaspray 3000 radar under nose. Nine new build helicopters plus upgrades of remaining five original Mk.21s

  30. Os Super Lynx ainda são excelentes aeronaves.

    Pelos valores e cadência do contrato a MB irá fazer esta modernização com recursos próprios.

    Não dá para levar todas as células de uma vez para modernização não só por falta de grana mas por motivos operacionais e em destaque pelos compromissos com a ONU na Unifil que exige uma fragata Niteroi completa.

    Uma das poucas modernizações militares DE VERDADE feitas no Brasil onde se troca a motorização acrescentando uma clara elevação de status operacional, coisa que a FAB não costuma fazer com suas aeronaves em quase todos seus programas de modernização.

    Apesar dos piadistas e descrentes locais a MB continua a fazer e bem o seu trabalho…

    Les Bleus estão mais ou menos…

  31. Luiz Monteiro
    Sei bem como vc sente agora. Minha última OM foi o ComOpNav, onde servi em duas etapas, totalizando 4,5 anos. As frustrações serão sempre em maior número, mas os triunfos valem o sacrifício.
    Hoje voo dentro da CTR Aldeia me identificando como PR-XXX… Dá uma certa nostalgia ao ouvir um Marinha 4009. Mas a vida segue… Máquinas adiante Toda Força!
    Pessoal
    Dei uma “barriga”. O suporte mencionado no contrato não se refere a um contrato de suporte de manutenção, como sempre sonhamos. Mas há negociações a respeito.

  32. O Mk-21A era designado pela então GKN Westland como Super-Lynx. Assim como os MK-88 alemães, os portugueses (esqueci o número) e outros. Na MB, eles sempre foram designados AH-11A Lynx. Não se usa o Super oficialmente.
    Talvez, por razões comerciais, a nova empresa Agusta-Westland tenha mudado a designação das versões anteriores para Lynx e as atuais para Super-Lynx. Não sei…
    Na prática isso significa… NADA!

  33. Por falar nisso se continuar o serviço da UNIFIL uma alternativa interessante (e que talvez explique o tempo longo de modernização) seria enviar para modernização na fábrica da AgustaWestland em Yeovil, Reino Unido, o Lynx orgânico na volta da Fragata em comissão no Líbano.

    Quando a aeronave ficar pronta pode ser programada a troca pela aeronave de outra Fragata de retorno do Líbano.

    Ou incorporar-se a uma Fragata sem heli que saindo do Brasil vai render outra unidade na UNIFIL, mas a princípio esta opção pelo adestramento deve ser evitada.

    Se a MB mantiver-se na UNIFIL até 2019 vai poupar a parte de transporte das aeronaves na modernização…

  34. No Prosuper eu torço pelos ALEMÃES principalmente se rolar a opção proposta de um estaleiro naval militar de construção dos escoltas aqui na minha cidade (Rio Grande/RS) e para docar os futuros NAEs…

    Já hoje na Copa sou francês desde garotinho…

    Se passar a França e o Brasil fazer valer o peso de sua camisa e o fator local, nesta copa independente da colocação final, o Brasil passará a Alemanha (com um jogo a mais) em número de jogos na história das Copas…

    Allez les Bleus…

  35. “Talvez, por razões comerciais, a nova empresa Agusta-Westland tenha mudado a designação das versões anteriores para Lynx e as atuais para Super-Lynx. Não sei…Na prática isso significa… NADA! ”

    De fato Lynx, a denominação pode não ser importante mas existiam diferenças significativas entre os MK 21 do primeiro lote e os MK 21A do segundo lote adquiridos quase 20 anos depois e que voce mais que ninguém aqui compreende e que os mais antigos foram modernizados para o padrão dos “As”.

    Na maioria das publicações e aqui mesmo no site há inúmeras matérias sobre os nossos AH-11A referidos como Super Lynx, inclusive editores e oficiais da marinha referem-se a ele como “Super”.

    Mas oficialmente é o que voce escreveu, o que vale é
    a designação oficial, AH 11A, MH-16, UH-15 etc.

  36. Aproveitando o gancho do Luiz Monteiro sobre o prosuper,
    alguém lembra dos custos das Freem francesas e Italiana na época que os Italians davam como certo o negócio com eles???

  37. Segue abaixo a matéria divulgado pelo site da Marinha do Brasil:

    https://www.marinha.mil.br/noticias/marinha-assina-contrato-de-modernização-dos-“super-lynx”-com-empresa-agustawestland

    “Marinha assina contrato de modernização dos “Super Lynx” com a empresa AGUSTAWESTLAND
    .

    qua, 09/07/2014 – 20:31
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    Assinatura do contrato

    Em 30 de junho, a Marinha do Brasil celebrou um contrato com a empresa AGUSTAWESTLAND para modernização de oito aeronaves “Super Lynx” Mk 21A. A atualização englobará a substituição dos motores das aeronaves, melhorias no sistema de navegação e nos aviônicos, suporte e treinamento, incluindo a aquisição de um Treinador de Voo.

    As aeronaves “Lynx” estão em atividade na Aviação Naval desde 1978, compondo o inventário do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1). Em meados da década de 1990, foram adquiridas mais nove aeronaves “Super Lynx”, e as cinco remanescentes do lote original foram convertidas para este padrão.

    As atividades de modernização começarão em 2015 na fábrica da AGUSTAWESTLAND em Yeovil, na Inglaterra. A primeira aeronave modernizada deverá ser entregue à Marinha do Brasil (MB) no final de 2017, e a última, no início de 2019.

    Participaram da assinatura do contrato o Contra-Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, Diretor de Aeronáutica da Marinha e o Sr. Stephen Roger Tarr, Gerente de Contratos da empresa AGUSTA WESTLAND. Estiveram presentes o Vice-Almirante Ilques Barbosa Junior, Comandante-em-Chefe da Esquadra, e o Vice-Almirante (EN) Francisco Roberto Portella Deiana, Diretor de Engenharia Naval, representando o Diretor-Geral do Material da Marinha, bem como outras autoridades, oficiais, praças e convidados.”

  38. Prezados,

    Os AH-11A receberão os seguintes itens:

    . Motores CTS800-4N;
    . Novo “glass cockpit”;
    . Navegação por satélite;
    . Processador tático;
    . TCAS (Traffic Collision Avoidance System);
    . RWR (Radar Warning Receiver);
    . MAGE (Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica) integrados com lançadores de “flare”;
    . Sistemas de pouso por instrumentos;
    . AIS;
    . ADS-B;
    . Guincho elétrico

    Os offsets negociados foram:

    . Treinador / simulador de Voo e tático;
    . A manutenção do rotor e pás passarão a serem feitas no Brasil;
    . O apoio Logístico passará a ser realizado diretamente no Brasil.

    No valor da modernização, estão englobados:

    . Aquisição de sobressalentes; e
    . Treinamento de pilotos e mecânicos.

  39. Caro Comandante LM! Está tudo certinho, tudo dentro dos conformes, eu, que sou um critico costumaz da turma do mar bato palmas, a única coisa comandante e a demora, por “farta” do bendito $$$$$$$$ do orçamento, mas…segue o baile

    Grande abraço.

  40. Comandante, há possibilidade imediata de compra de novos Lynxs às marinhas britânica ou alemã, conforme o senhor comentou recentemente?

  41. Prezado Marcio,

    No momento, a MB não possui qualquer estudo sobre a compra por oportunidade de células adicionais de helicópteros AH-11A.

    A proposta inicial da AgustaWestland previa a modernização imediata de 9 células pertencentes à MB e a possibilidade de modernização de mais 7 de outra fonte, que poderia ser ou a marinha britânica ou a alemã.

    No entanto, o que foi acordado foi a modernização de 8 células, todas pertencentes a MB.

    Abraços

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