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Brasil doa embarcações para São Tomé e Príncipe

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ClippingNEWS-PA  O Brasil ofereceu à Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe uma lancha e dois botes para reforçar a capacidade de fiscalização das suas águas territoriais, informou o embaixador do Brasil em São Tomé e Príncipe, José Leitão.

A doação das embarcações enquadra-se na política da defesa do Brasil para apoiar São Tomé e Príncipe por considerar o arquipélago um país estratégico na região do Golfo da Guiné, disse ainda o embaixador, citado pela agência noticiosa pan-africana Panapress.

A 11 de Abril passado, a Marinha brasileira ofereceu à Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe material diverso, que incluía espingardas, equipamentos informáticos e utensílios de cozinha.

Nove militares brasileiros encontram-se em missão de apoio à Guarda Costeira são-tomense para, durante um ano, formar a força naval do arquipélago, reforçando a sua capacidade de resposta.

FONTE: macauhub

NOTA DO EDITOR: segundo informação do Ministério da Defesa do Brasil, trata-se da Lancha LAEP 10 Águia, erroneamente grafada como “LAPE 10”.

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18 COMMENTS

  1. Prezados,

    Por falar em navios de patrulha, segue o cronograma atualizado dos NPa da Classe “Macaé” em construção no estaleiro EISA (RJ):

    3º NPa “Maracanã” (4ºDN) – JUN2015
    4º NPa “Mangaratiba” (1ºDN) – 2º SEM2015
    5º NPa “Miramar” (3ºDN) – 1º SEM2016
    6º NPa “Magé” (1ºDN) – 2º SEM2016
    7º NPa “Maragogipe” (2ºDN) – 1º SEM2017

    Abraços

  2. Complementando a informação, o NPa “Macaé” (P70 – 1º DN) e NPa “Macau“ (P71 – 3ºDN), ambos construídos no estaleiro INACE, em Fortaleza, já foram transferidos para o Setor Operativo.

  3. Prezado MO, votos de saúde e que esteja plenamente recuperado.Quanto ao questionamento, a fonte é sediada em Macau e o nosso fuzil, em bom lusitano, é chamado de espingarda que, para nós, é outra arma.Nossos irmãos sempre nos surpreendem com o idioma.Na escola de estado-maior sempre ríamos quando um major portugues se referia ao FAL dessa forma.Sds.

  4. Complementando o LM (se é que é possível)

    O NPa Macau P71, foi parte do efetivo de segurança da CDA Natal (cidade-sede) durante a Copa. Realizou ainda busca de um passageiro mexicano que cheio da tequila (6 tequilas e 2 escoceses, garrafas) mergulhou do alto de um portabuneco.

  5. A EMGEPRON assinou com a COTECMAR (Colômbia), o convênio “Arpon” para projeto e construção de navios de patrulha fluvial, para uso na Amazônia. Os meios serão baseados nas Patrulleras de Apoyo Fluvial Pesadas (PAF , dotadas de pequeno convoo, já em uso na marinha da Colômbia.

    ) )

  6. Os países da América do Sul estão investindo. O Peru está fechando um contrato com a França, para modernização dos Mirage 2000 (30 milhões cada unidade) e compra de mais 16 Exocet B3.

    A Colômbia requereu informações sobre a possibilidade de compra de caças F16.

  7. “Luiz Monteiro 8 de julho de 2014 at 15:02 #

    Os países da América do Sul estão investindo.”

    Pois é Com. LM, enquanto isto na Guanabara Bay, o pessoal finge que tem escoltas, finge que tem armamento,finge que tem pessoal qualificado finge que é uma marinha, finge que tem comandante e acha que é the last cookie of packet….
    Quatorze anos para construir uma corveta, inco an os para contruir um “Mururu” e assim nós vamos, é mais ou menos que nem a seleção de futebol, vão fingindo, uma hora destas vão ter que se truncar de frente com uma Alemanha da vida no teatro de operações militar, e vamos ter muita gente chorando em cima de caixão e vela preta.

    Grande abraço

    Grande abraço

  8. Já que o Juarez mencionou a nossa corveta que levou tantos anos para ser construida, apenas como curiosidade, pois é irrefutável o que ele escreveu , os argentinos detem o triste recorde de demora para se construir uma simples corveta pouco menor que a Barroso.

    A corveta RobinsonP-45 teve sua construção iniciada em 1983 e só foi comissionada em 2001 portanto 18 anos e a Gomez Roca P-46 iniciada igualmente em 1983 foi comissionada apenas em 2005, 22 anos !

    Hoje em dia há mais más noticias do que boas, pouca novidade, muitos problemas, pouco investimento em todas as marinhas, dá vontade de só ler ou reler sobre navios da II Guerra Mundial por exemplo 🙂

  9. Nunes,

    sinceramente, duvido que o número de patrulheiros da classe Macaé passe dos 12.

    Dos 27 planejados, até o presente momento temos 7, sendo 2 unidades ja incorporadas e 5 em construção………….

    Imagino que a MB consiga licitar no máximo mais 5 unidades em um 3º lote e se veja financeiramente obrigada a parar por aí mesmo…………

    Abraços.

  10. Vassili,concordo contig,o e acho que 27 dessa classe seja um exagero, dizem que o próximo lote a marinha vai de leasing.Abçs

  11. Com as férias coletivas dadas no EISA, que passa por dificuldades financeiras (típico de empresas subsidiadas e protegidas pelo governo), tenho minhas dúvidas se esse cronograma será cumprido.

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