EISA 006a

O Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal-Rio) realizou, às 7 horas da manhã de hoje (08/07), uma assembleia com os trabalhadores do Estaleiro Ilha S.A. (EISA). Os metalúrgicos do EISA se encontram em processo de férias coletivas e enfrentam uma série de problemas que geram incerteza sobre o futuro do emprego de mais de 3 mil trabalhadores. O Deputado Federal Edson Santos (PT), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Naval, e o ex-Deputado Federal Edmilson Valentin, fundador da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Naval e da Lei Valentim (que garantiu inúmeros postos de trabalho na Indústria Naval e Petrolífera), marcaram presença na atividade que contou também com a presença do Presidente do Fórum dos Trabalhadores da Indústria Naval, Joacir Pedro.

A assembleia reuniu centenas de trabalhadores que buscavam respostas sobre o futuro do estaleiro. Os trabalhadores do EISA encontram-se com seu salário atrasado (desde ontem), com dois meses de atraso no cartão alimentação e ainda não receberam os valores a que tem direito pelas férias coletivas determinada pela direção do estaleiro. O Presidente do Sindimetal-Rio, Alex Santos criticou a ausência de representantes da direção do estaleiro para dar uma resposta aos trabalhadores e avisou:
- Não podemos deixar nossa luta escondida. Temos que levar nossa luta a outras esferas e por isso contamos com a presença dos companheiros Edson Santos e Edmilson Valentim que irão nos ajudar a articular com ministérios e com a secretaria da Presidência da República em busca de uma solução para os trabalhadores.

O Deputado Federal Edson Santos lembrou que grande parte dos investimentos da Indústria Naval são fruto de uma política de governo, com muitos recursos públicos e que a situação na qual se encontram os trabalhadores do EISA são completamente inaceitáveis. Segundo ele:

- É inadmissível que um empresário pegue dinheiro público e faça o que está sendo feito com os trabalhadores do EISA. Eles não respeitam a legislação que protege os trabalhadores, então teremos que fazer com que eles passem a respeitar.

O ex-Deputado Federal Edmilson Valentim lembrou do seu histórico de lutas naquele local, desde quando ali ainda funcionava o EMAC, e salientou que o problema vivido pelo estaleiro não tem nada a ver com falta de encomendas, mas sim com uma má administração:

- Não é por falta de encomendas ou crise do setor naval que o EISA se encontra na situação em que está. Estamos diante de um problema de gestão de um grupo que mantém outros negócios no Brasil e fora do País, como a empresa Avianca por exemplo.

O Presidente do Fórum dos Trabalhadores da Indústria Naval, Joacir Pedro, valorizou o papel dos trabalhadores na retomada da indústria naval e falou que a hora é de “manter a unidade dos trabalhadores e lutar com a mesma força que lutamos na recuperação da indústria naval”.

Uma nova assembleia está marcada para o dia 14 de Julho, data em que se encerram as férias coletivas dadas pelo estaleiro. Durante toda a atividade, os diretores do Sindimetal-Rio distribuíram uma carta aberta cujo conteúdo segue abaixo.

Eisa

Carta aberta à sociedade

Três mil trabalhadores do EISA podem ficar sem emprego

A apreensão dos trabalhadores do Estaleiro Eisa, na Ilha do Governador, toma a cada dia maiores contornos de realidade. A empresa passa por dificuldades. Neste momento, os cerca de 3.000 trabalhadores foram colocados em casa de férias coletivas dadas pelo Eisa e na data prevista para retorno – 30/06/2014 – receberam a informação de que a volta ao trabalho seria adiada para 14/07/2014, continuando de licença remunerada. O pátio da empresa, que hoje possui o maior número de encomendas do Brasil, está parado, o que deixa um futuro de incerteza para os funcionários e suas famílias.

O setor naval no Brasil, em geral, tem passado por um processo de soerguimento. Se durante os anos de 1990, o segmento praticamente fechou as portas e desempregou milhares de trabalhadores, agora já emprega mais de 70 mil pessoas em todo o Brasil. Em 2000, a indústria do petróleo representava cerca de 2% do PIB, e hoje chega a 12%, o que mostra a importância dessa indústria para o desenvolvimento do país e a geração de emprego. E o Rio de Janeiro, berço deste setor no país, tem tido papel destacado, gerando aqui a maior quantidade de empregos em relação aos outros estados.

Essa política, iniciada pelo governo federal em 2003, tem gerado milhares de empregos e garantido o sustento de muitas famílias, inclusive reaquecendo e fomentando, além da própria indústria naval, o setor de Navipeças.

Infelizmente, a má administração e a falta de visão de futuro dos empresários têm dificultado o desenvolvimento de condições ainda melhores para o setor naval. O grupo Sinergy, além do Eisa, também é dono dos estaleiros Mauá, em Niterói, do Eisa Alagoas (em construção), e também da empresa de aviação Avianca. Esse grupo tem ainda participação no Estaleiro Brasa (Niterói) e outros negócios. Portanto, essa situação também deixa em estado de alerta os trabalhadores desses outros estaleiros.

Atualmente, os trabalhadores do Eisa (Ilha) já vêm enfrentando o atraso de salários e outros direitos. No ano passado, mais de 400 foram demitidos e muitos ainda estão lutando na justiça, através do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, para receber o que lhes é devido. Isto sem falar de práticas duvidosas, onde o estaleiro tem forçado demissões por justa causa no intuito de reduzir o que é dos trabalhadores.

Por isso, os metalúrgicos do Rio de Janeiro estão unidos para garantir a continuidade desses mais de três mil postos de trabalho no Eisa. Defendemos uma ampla articulação entre trabalhadores, empresários e governos para que seja encontrada uma solução que, em primeiro lugar, garanta todos os direitos dos funcionários; segundo, que a empresa continue funcionando para que os empregos sejam mantidos; terceiro, que possamos superar práticas arcaicas na relação capital e trabalho naquela planta industrial e que a indústria naval prospere e contribua com o continuo desenvolvimento do Brasil.

FONTE: SINDIMETAL-RJ

NOTA DO PODER NAVAL: o estaleiro EISA está construindo cinco navios patrulha da classe “Macaé” para a Marinha do Brasil.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

39 Responses to “Sindicato se reúne com trabalhadores do EISA” Subscribe

  1. Mauricio R. 12 de julho de 2014 at 13:03 #

    Pelo visto já está mais do que na hora, de repassar essas encomendas das MB, a outro estaleiro senão o próprio AMRJ.
    Ajuda a “treinar” p/ construir as CV-03.

  2. Vassili 12 de julho de 2014 at 15:04 #

    Mauricio,

    Fala sério rsrsrrsrsrssrss………………. vai que o pessoal do AMRJ veem esse seu comentário e resolvem ajudar:

    – Vamos trazer para cá esses 5 patrulheiros inacabados e terminar por aqui mesmo, pois a MB precisa muito deles……………….

    resultado da brincadeira: o projeto da CV-3 levará 29 anos para passar para a fase corte de chapas……………… rsrsrsrsrrsssss……………….

    Abraços.

  3. juarezmartinez 12 de julho de 2014 at 15:16 #

    E os imbecis ainda falam em construir escoltas e PAs em nossos estaleiros, só rindo mesmo desta gente.

    Grande abraço

  4. Observador 13 de julho de 2014 at 19:07 #

    Nossa indústria naval NUNCA voltará aos seus bons tempos, pelo menos não por este caminho.

    Governo favorecendo determinados grupos; empresas “mui” amigas do Poder e máfias, digo, sindicatos, querendo mandar mais que todo mundo.

    É só mais um buraco sem fundo para o dinheiro do pobre contribuinte brasileiro.

  5. nunes neto 14 de julho de 2014 at 16:59 #

    Precisariamos de pelo menos mais 10 navios dessa classe ,mas pelo jeito, se sair os que estão encomendados já dou Graças a Deus…

  6. Fernando "Nunão" De Martini 14 de julho de 2014 at 17:43 #

    Se aos sete atuais navios classe Macaé (dois em serviço e cinco em construção) fosse possível acrescentar mais cinco – e creio que, com todos os problemas em estaleiros privados, teria lógica em construir uns três no AMRJ – a classe já chegaria a um bom número de 12, o mesmo da classe Grajaú.

    E se isso pudesse ocorrer antes da baixa dos primeiros da classe Grajaú, já significaria uma frota de 26 navios-patrulha entre 200t e 500t (12 Macaé, 12 Grajaú e 4 Bracuí), o que daria uma média de mais de 4 navios para cada um dos seis Distritos Navais da costa brasileira, pelo menos dois operacionais a qualquer tempo em cada distrito – evidentemente, alguns DN precisam de mais navios, enquanto outros podem se virar com um pouco menos.

    Não estou contando as duas últimas unidades da classe “Imperial Marinheiro”, cuja substituição mais lógica seria por rebocadores de alto-mar ou navios-patrulha oceânicos, na minha opinião.

    Com mais uns três navios-patrulha oceânicos para se somarem aos três atuais, e para que os DN de maior área de patrulha, como o 1º, o 3º e o 4º, tenham pelo menos dois cada um (ou seja, sempre um operacional em cada um desses três distritos), acho que tudo isso já será um incremento gigante para a patrulha naval.

    O problema é que, daqui a uns cinco a dez anos no máximo, deverá chegar a hora de começar a substituir a classe Grajaú, cujos navios das primeiras levas já acumulam cerca de 20 anos de serviço, o que não é pouco para navios-patrulha de 200t que sofrem mais em suas estruturas, em mar agitado, do que os maiores. Os sucessores lógicos seriam mais 12 navios classe “Macaé”. Acho que vem daí a ideia da MB de operar cerca de 27 navios da classe – a necessidade de substituir, no médio e longo prazo, os “Grajaú”.

  7. juarezmartinez 14 de julho de 2014 at 19:52 #

    Nunão, por esta linha e raciocinio, a MB não teria mais Napas com menos de 500 tons?

    Grande abraço

  8. fragatamendes 14 de julho de 2014 at 20:07 #

    Prezado FERNANDO acho que os primeiros “GRAJAÚ” poderiam seguir o caminho dos Classe “PIRATINI” ( se o calado permitir) e irem para a Flotilha de Mato Grosso não é ?

  9. Fernando "Nunão" De Martini 14 de julho de 2014 at 21:23 #

    Juarez,

    Não entendi a pergunta. A MB tem hoje 12 navios-patrulha, para uso no Atlântico, com 200t. Hoje eles são maioria frente aos quatro Bracuí e os dois Macaé, mas a tendência é que, no futuro, sejam sobrepujados em quantidade pela classe Macaé. Lembrando que os quatro classe Bracuí têm deslocamento ainda maior (dois deles servem no 5º DN, no Sul, e dois no 4ºDN, no Norte).

    Mendes,

    Pode até ser, embora o calado dos Piratini já seja um pouco maior do que o desejável para as condições do Pantanal (com 1,9m, é uns 30 cm maior que o do monitor Parnaíba, projetado especificamente para a região) e o dos Grajaú é 40cm maior que da classe Piratini.

    Mas o que estou levando em conta não é o futuro da classe Grajaú, e sim o futuro da dotação de navios-patrulha para emprego no Oceano, quando estes tiverem que deixar esse serviço mais “pesado” (seja para a desativação ou para uma nova “vida” fluvial, para a qual não são os mais adequados, talvez).

  10. Luiz Monteiro 14 de julho de 2014 at 21:56 #

    Prezados amigos Juarez e Nunao,

    Não são só navios-patrulha de 500 toneladas (Classe “Macae”) que serão construídos. A MB está projetando um navio-patrulha de 200 toneladas tanto para uso oceânico, quanto fluvial.

    http://www.mar.mil.br/cpn/#napa200

  11. Luiz Monteiro 14 de julho de 2014 at 22:04 #

    Quando entrar no site que indiquei acima, clique em: “estdo de exequibilidade” e em npa 200.

    O link da MB não está indo direto.

  12. Fernando "Nunão" De Martini 14 de julho de 2014 at 22:06 #

    De fato, Luiz Monteiro, para uso futuro no 4ºDN.

    O previsto é quatro unidades, e a ideia é construí-los no AMRJ como passo seguinte da retomada das atividades no Arsenal, após as atuais entregas de EDVM e EDCG, não é?

  13. Luiz Monteiro 14 de julho de 2014 at 22:23 #

    Exatamente, Nunao.

  14. Luiz Monteiro 15 de julho de 2014 at 9:11 #

    Quanto aos NaPa200, o CPN informa:

    “Navio-Patrulha de 200 toneladas

    O Navio-Patrulha de 200 toneladas (NaPa200) destina-se, prioritariamente, para exercer a fiscalização nas Águas Juridicionais Brasileiras (AJB), em conformidade com a legislação brasileira, por meio de Patrulha Naval (PATNAV e PATFLU) e em ações de apoio às atividades afetas à Inspeção Naval.

    Adicionalmente, poderá ser empregado no adestramento e formação do pessoal, no apoio à Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) em suas atividades na Bacia Amazônica, no controle das hidrovias da Bacia Amazônica e áreas ribeirinhas adjacentes, ou para negar o seu uso pelo inimigo, na defesa de porto, na interdição do litoral controlado ou disputado pelo inimigo, em apoio a operações em terra, e em missões SAR.

    Tarefas Básicas

    Em Situação de Conflito:

    a) efetuar Patrulha Naval (PATNAV e PATFLU), para a vigilância e defesa do litoral e de áreas marítimas costeiras, em especial na fronteira marítima norte e no rio Oiapoque;

    b) contribuir para a interdição do litoral controlado ou disputado pelo inimigo, em apoio a operações em terra;

    c) contribuir para o controle das hidrovias da Bacia Amazônica e áreas ribeirinhas adjacentes, ou negar o seu uso pelo inimigo; e

    d) contribuir para a defesa de porto.

    CARACTERÍSTICAS VALORES
    Comprimento 37,8 m
    Boca Moldada 7,2 m
    Calado Carregado 2,3 m
    Deslocamento Carregado 210 t
    Velocidade Máxima 17,0 nós
    Velocidade de Cruzeiro 10 nós
    Raio de Ação 2.500 mn
    Autonomia 12 dias”

  15. nunes neto 15 de julho de 2014 at 9:18 #

    Acho que a classe Bracuí tb deveriam ser substituidos, são navios lentos e a idade (construídos entre 84 e 86) já pesa, são adaptados a função de patrulha!A lógica serio classe Macaé substituindo futuramente a Classe Grajaú, os Patrulhas Oceânicos de 1800 (Amazonas e os 5 do Prosuper) e uma classe entre 800 a 1000t com capacidade de receber helicopteros (algo em torno de 7-8 unidades).
    poderiamos ficar assim:
    Grajaú (12un)
    Macaé (18-20un)
    X 800-1000t (7-8 un)
    Amazonas (7- 10 un)
    Sendo que ao longo da construção os Grajaú vão começar a dar baixa na função de patrulha no oceâno, ou seja não construiria 27 de 500t, mesmo porquê até esses sofrem bastante em patrulhas em mar aberto,sendo que os cinco novos já possuem modificações para tentar melhorar essa navegabilidade.Abçs

  16. juarezmartinez 15 de julho de 2014 at 13:22 #

    Caro amigo nunes neto! O papel é coisa maravilhosa, uma “lindeza, uma buniteza” como diria um certo deputado, mas vamos aos fatos, ahhh sempre eles, atrapalhando os nossos sonhos.

    Como está a situação hoje:

    “A situaçã do pobrema” é a seguinte como diria um colaborador da minha empresa:

    Temos a tês Napaocs novos, dois Mururus, quatro Bracuí, que se bateram corrida com uma tartaruga ,a tartaruga ganha, 12 Napas 200 tons que se restringem a operações mais costeiras e em aguas de almirante, aqui no sul por exemplo o troço não funga, e mal e porcamente conseguimos efetuar patrulhas constantes e mais longas, porque:

    Porque não tem $$$$$$, não tem gente qualificada o suficiente, não tem meios suficientes e principalmente não tem gente com vontade de fazer isto funcionar como devia, até o dia em que der uma MERD… grande dentro da área do salvamar de responsabilidade gloriosa e morram um centena de pessoas. Bom aí vai mudar até lá o Admiral Moon e sua “komantura naval” vão preferir pegar 200 MILHÕES DE REAIS, enfiar naquela banheira velha, suja e fedorenta chamada NAE SP do que usar este recurso para efetuar os reparos e os PMGs necessários nos navios, equipa-los adequadamente, formar novas tripulações e cumprir a missão.

    Grande abraço

  17. marciomacedo 15 de julho de 2014 at 13:38 #

    Recomendo aos amigos consultar os outros projetos/esboços no link indicado pelo Com LM. Lá tem até desenho 3D de um navio de apoio logístico.

  18. MO 15 de julho de 2014 at 16:13 #

    um embarcação com 2,30 m de calado seria “suitable” para ops oceanicas ? (projetando como seria esta embarcação)

  19. Fernando "Nunão" De Martini 15 de julho de 2014 at 18:46 #

    MO, a meu ver seria tão adequado quanto um Gururu, já que as dimensões gerais e deslocamento são muito semelhantes (calado e boca praticamente iguais, comprimento um pouco menor).

  20. nunes neto 15 de julho de 2014 at 19:27 #

    Juarez ,dinheiro nunca foi problema, a copa só veio confirmar, o problema é, o que se elege como prioridade, fora os navios de 800-100t que sugeri, o resto é factivel, mas não vai sair fácil, a marinha vai ter que pressionar!Qual a sugestão dos amigos, a médio prazo da composição de nossa “Guarda Costeira”?Meu achismo diz:
    12 grajaú
    12 Macaé
    8 Amazonas( Classe X 1500 / 1800 t)
    Mais que essa dotação só se muita coisa mudar.Abçs

  21. juarezmartinez 15 de julho de 2014 at 19:39 #

    Caro nunes neto, a tua sugestão é bem pé no chão e exequível, o problema para isto que eu vejo esbarra na nossa conhecida incompetência em construção naval, custo Brasil e falta de gente qualificada e evidentemente no $$$$.
    Não se esqueça,a prioridade destes malucos que comandam a MB é ficar gastando dinheiro bom e coisa ruim, o motivo todo mundo sabe, são sempre os mesmos que ganham as concorrências de fornecimento de peças e de prestação de serviços, os já conhecidos “méuxxx irrrrrrrrrrmãos”, e infelizmente nada vai mudar, talvez um pouqinho para pior.

    Grande abraço

    PS torço para que o comandante LM vá ao almirantado o mais breve possível, pois faltam pessoas como ele para mudar os rumso da coisa.

  22. Corsario137 15 de julho de 2014 at 20:21 #

    O que a matéria não fala foi da manifestação dos trabalhadores ontem da Estrada do Galeão, Ilha do Governador.

    Depredaram patrimônio publico, entre eles o novo Hospital da Prefeitura, tão necessário a população mais carente de recursos nesta cidade. Minha mulher ficou presa ontem na manifestação e teve que voltar pra casa com meus sogros. Os dois doentes, nenhum deles conseguiu chegar sequer a farmácia, imagina só quem precisa do hospital.

    No mais é uma empresa privada E MAIS… do Grupo Sinergy, o mesmo que era proprietário da recém falida Sênior Taxi Aéreo, grupo do qual eu prefiro me abster nos comentários.

  23. Luiz Monteiro 15 de julho de 2014 at 23:07 #

    Prezado amigo Juarez,

    Obrigado pelas palavras.

    Isto deve ocorrer no final deste ano.

    Abraços

  24. Mauricio R. 16 de julho de 2014 at 2:07 #

    “Lá tem até desenho 3D de um navio de apoio logístico.”

    Aliás imagem bastante parecida c/ os novos classe “Tide” da RFA britânica.

  25. Mauricio R. 16 de julho de 2014 at 2:17 #

    Sugestão para o quesito EDVM ou EDCG:

    LCU-R

    (http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2014/07/uhac-b-roll-by-cpl-matthew-j-bragg.html)

  26. juarezmartinez 16 de julho de 2014 at 12:12 #

    uiz Monteiro 15 de julho de 2014 at 23:07 #

    Prezado amigo Juarez,

    Obrigado pelas palavras.

    Isto deve ocorrer no final deste ano.

    Abraços

    Quem bom, até lá admiral Moon e seus celenterados estarão indo para o pijama.

    Grande abraço

  27. MO 17 de julho de 2014 at 13:25 #

    mas o Fernandinho o Gururu não é um suprasumo em ops oceanicas, seja por estabilidade, sja por autonomia …

  28. Fernando "Nunão" De Martini 17 de julho de 2014 at 16:03 #

    Disso sabemos, caro MO, mas cumpre a missão (apesar das limitações) ao menos mais próximo à costa e exceto em estado de mar muito desfavorável.

    Lembrando que para esse novo patrulha de 200t a missão principal é:

    “efetuar Patrulha Naval (PATNAV e PATFLU), para a vigilância e defesa do litoral e de áreas marítimas costeiras, em especial na fronteira marítima norte e no rio Oiapoque;”

    Disso, acabo intuindo que, enquanto os “Gururus” cumpriram até hoje muitas das missões oceânicas na falta de navios mais adequados, agora esse tipo de missão que exige maior capacidade de enfrentar mar agitado, mais alcance e autonomia está a cargo de navios de 500t ou mais, enquanto navios com cerca de 200t já têm mais claramente estabelecido, na missão, o emprego costeiro.

  29. MO 17 de julho de 2014 at 16:41 #

    Fernandinho

    bom então talves, talves mais uma vez ei la pegaremos o navio errado (penso eu, SALVO pelo adendo de nao poder o que eu pensoser PAFLU), mais uma vez ficaremos descbertos nas missões SAR oceanicas, poderiamos ter tudo isto e algo mais em um so tipo de navio oceanico, e talves por preços proximos … bom, enfim …

  30. MO 17 de julho de 2014 at 17:56 #

    por falar em construção naval, um dos nossos, construido aqui no Mauá, que foi nosso e virou norte coreense =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2011/02/mv-ra-nam-hmaa-classe-sd-14-mark-iii.html

  31. Roberto Bozzo 17 de julho de 2014 at 22:12 #

    Srs, boa noite.

    Este projeto de 200ton não ficaria “sobreposto” ao projeto das PAF colombianas ?

  32. Fernando "Nunão" De Martini 17 de julho de 2014 at 22:49 #

    Creio que não, Roberto.

    Esse de 200t de que estamos falando seria para o Quarto Distrito Naval (Belém e foz do Amazonas) enquanto os patrulheiros colombianos que eventualmente operem na Marinha, até onde sei, seriam para o Nono (Manaus e rios interiores), onde já operam novas lanchas de mesma origem. Ou seja, ambientes e necessidades consideravelmente diferentes.

  33. Roberto Bozzo 17 de julho de 2014 at 23:28 #

    Huuuummm… entendi Nunão. Agradeço.

    Mas os de 500ton não serviriam também para a função dos de 200ton ? Assim cria-se escala e se reduz custos…. A meu ver é melhor ter mais unidades de um tipo do que algumas de 2 tipos, aumentando custos nas 2 categorias.

  34. nunes neto 18 de julho de 2014 at 1:19 #

    O Quarto distrito naval (Belém) também Patrulha os rios interiores do Estado do Pará, que não são poucos nem pequenos( o amazonas atravessa o Estado de oeste a leste), inclusive utilizava as antigas Imperial, e hoje utiliza a classe Bracuí e já ” ouvi dizer” que em algum momento empregou os Gururu, apesar disso não ser aparentemente rotina, pois as hélices podem sofrer danos ao chocar com os bancos de areia e troncos tão comuns nesses rios, em outras palavras o Quarto não faz só patrulha Costeira!Abçs

  35. Fernando "Nunão" De Martini 18 de julho de 2014 at 11:08 #

    Sim, Nunes. Tudo isso está resumido no comentário do Luiz Monteiro lá em cima, das 9h11 do dia 15.

  36. Fernando "Nunão" De Martini 18 de julho de 2014 at 11:18 #

    Lembrando também que, antes das corvetas classe “Imperial Marinheiro”, o serviço de patrulha mais sistemática da calha do Amazonas, após a Segunda Guerra Mundial, foi experimentado com as corvetas (ex-navios mineiros) classe “Carioca” construídas no AMRJ no final da década de 30, para as quais teve que ser estabelecido um sistema de pontos de reabastecimento ao longo dos rios devido ao grande consumo das máquinas a vapor (o que foi minimizado com suas sucessoras, já equipadas com motores diesel).

  37. Carlos Alberto Soares 19 de julho de 2014 at 9:22 #

    “Corsario137
    15 de julho de 2014 at 20:21 #”

    http://www.senioraereo.com.br/

    Faliu mesmo ?

    Procurei noticias a respeito e não achei.

    Tens algo por ai para postar ?

    No aguardo,

    Sds

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