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Apresentando os novos Exocet MM 40 da Fragata ‘Rademaker’ (F 49), fotografados na escala em Santos/SP, no dia 30/08/2014. A embarcação na ocasião estava com dois lançadores apenas.

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 30/08/2014

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20 Responses to “F. ‘Rademaker’ (F 49) e seus MM 40” Subscribe

  1. luizblower 2 de setembro de 2014 at 20:22 #

    Belas fotos, Ostra! Cheias de detalhes.

    Alguém sabe o status dos Seawolf da MB? Ainda estão na validade?

    Além deles, qual o armamento de defesa de ponto das T22? Nada?

  2. daltonl 2 de setembro de 2014 at 20:27 #

    A defesa de ponto é o Sea Wolf, Luiz.

    Quanto ao estado deles, o Comandante LM explicou em outro post que é assunto “classificado”.

    abs

  3. Fernando "Nunão" De Martini 2 de setembro de 2014 at 21:02 #

    Periodicamente, é publicada no Diário Oficial da União a contratação de serviços de inspeção dos mísseis Seawolf da MB. Acho que ainda no ano passado eu vi isso no DOU (além de vários anos antes). Agora, precisa saber o resultado das inspeções.

    Quanto a defesa de ponto, esta tem o reforço dos canhões Bofors 40mmL70 retirados da classe Niterói com o Modfrag. Dois por navio. Não têm a eficácia dos modelos mais novos do canhão, totalmente automatizados (afinal, se tivessem, não faria sentido ter adquirido modelos mais novos para as Niterói e a Barroso), mas são melhor do que não ter nada. Há também um par de metralhadoras de 20mm, mas são de operação manual.

  4. Fernando "Nunão" De Martini 2 de setembro de 2014 at 21:10 #

    Clicando na ultima imagem publicada pelo MO, dá pra ver um dos canhões de 40mm, na superestrutura, na altura do mastro do radar de busca, a bombordo (obviamente, pois é o bordo que a foto mostra…)

    Já a metralhadora de 20mm de bombordo, pouco mais à ré e um convés abaixo, aparentemente está coberta por uma lona, mas não dá pra ter certeza.

  5. juarezmartinez 2 de setembro de 2014 at 21:12 #

    ou seja….como nós sabemos que o Sea Wolf GWS 25 tá fora de linha na RN desde a baixa da T 22 B3, nossa imaginação nos leva ao píncaro da situação, ouseja, no tiene nada ……porque aqueles 40mm e nada é a mesma coisa…..

    e querem conbstruir sub nuc, PA de 60.000 e o outro viajante do mundo Hellmanns e seus cisnes encantados….

    mas Jesus está vendo tudo…

    Grande abraço

  6. thomas_dw 2 de setembro de 2014 at 22:35 #

    da para substituir as 40mm em uma semana – e o custo por fragata nao sai muito, é só querer.

  7. thomas_dw 2 de setembro de 2014 at 22:39 #

    uma pergunta > por que uma delas foi descartada pela Marinha ?

  8. daltonl 2 de setembro de 2014 at 22:56 #

    Provavelmente para servir como fonte de peças para as
    demais da classe.

    É uma medida muito comum, a USS Hawes da classe Oliver Perry por exemplo foi descomissionada e usada
    assim.

  9. thomas_dw 2 de setembro de 2014 at 23:10 #

    nao – havia alguma razão especifica, na época causou bastante comentários negativos.

  10. Fernando "Nunão" De Martini 2 de setembro de 2014 at 23:32 #

    Thomas,

    Falou-se à época que a Dodsworth, que foi desativada, era a que tinha mais problemas das quatro, especialmente na estrutura e na propulsão, questões para as quais os reparos teriam que ser muito extensos e caros, em comparação com as outras três. Como havia necessidade de reduzir os custos de manter a frota de navios de escolta (acho que se estava numa das fases mais agudas de contingenciamentos orçamentários), escolheu-se ela, que passou então a servir de fontes de peças (e equipamentos da Rademaker que foram danificados em tiros acidentais de 40mm de uma fragata argentina vieram da Dodsworth, se não me engano). E foi aposentada junto com o último contratorpedeiro da classe “Pará” (classe “Garcia” da USN), o CT Pernambuco.

    Ao menos foi isso que se comentou quando da baixa, em 2004, e que eu me lembro.

    Agora, não entendi a frase:

    da para substituir as 40mm em uma semana – e o custo por fragata nao sai muito, é só querer.”

    Substituir por qual equipamento?

  11. daltonl 3 de setembro de 2014 at 0:21 #

    Só para deixar mais claro…

    A USS Hawes foi descomissionada com “apenas” 25 anos ao invés de 30 anos.

    Ela necessitaria passar por um período de manutenção
    para continuar em serviço então foi escolhida para descomissionamento e consequentemente fonte de peças
    ou seja, havia um motivo para o descomissionamento não que ela foi simplesmente escolhida para canibalização do
    mesmo modo que a Dods foi.

  12. MO 3 de setembro de 2014 at 13:58 #

    em tempo =

    http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2014/09/mv-figalia-navigator-svbm2.html

    7 photos

  13. thomas_dw 3 de setembro de 2014 at 14:13 #

    “Substituir por qual equipamento?”

    este:
    Bofors 40 Mk4

    “Falou-se à época que a Dodsworth, que foi desativada, era a que tinha mais problemas das quatro, especialmente na estrutura e na propulsão, questões para as quais os reparos teriam que ser muito extensos e caros, em comparação com as outras três.”

    ai da para entender, obrigado.

  14. Fernando "Nunão" De Martini 3 de setembro de 2014 at 14:27 #

    Thomas, creio que a substituição pura e simples “em uma semana”, do reparo velho de canhão pelo novo, seria algo de pouca valia.

    No caso do Bofors 40mmL/70 Mk4, ou mesmo do Mk3 que equipa a classe “Niterói”, trata-se de modelos totalmente automatizados. Se essa substituição não for acompanhada de algo mais extenso, como integração plena a um sistema de combate e a radares de direção de tiro (ou mesmo alças eletro-ópticas) mais modernos que os que equipam a classe hoje, seria quase como trocar seis por meia dúzia, na minha opinião. A capacidade antiaérea / antimíssil poderia melhorar, mas muito menos do que numa integração completa.

    Assim, para operarem plenamente e de forma eficaz, justificando a troca, não bastaria trocar os canhões em questão de uma semana, gastando só o valor do canhão. Teria que gastar muito mais tempo e muito mais dinheiro.

    Não que eu seja contra a troca.

    Pelo contrário, poderia ser bem interessante.

    Até acho que o descontinuado sistema Seawolf deveria ser trocado por outro, e até mesmo um canhão de maior calibre (57mm, por exemplo, ou 76mm se o peso permitisse) poderia ser instalado no local do lançador de vante do Seawolf, trocando o de ré por um Mk.29 semelhante ao da classe “Niterói”, para disparar ESSM. Ou mesmo instalar dois canhões de 57mm automatizados no lugar dos dois lançadores de Seawolf, deixando de lado os de 40mm, e instalando nas laterais das chaminés lançadores do tipo VLS para mísseis antiaéreos leves, como o Barak que foi instalado na T-22 chilena. Só alguns exemplos do que acho que seria interessante para a classe (ou mesmo tecnicamente possível, desde que acompanhado por reacomodações de pesos elevados para manter estabilidade), caso a vida operativa dos três navios fosse estendida.

    Mas mesmo a simples troca dos reparos de 40mm não seria algo nem rápido e nem barato se quisermos gerar um real salto de qualidade, ao invés de trocar seis por meia dúzia. Se fosse para operar as fragatas por mais tempo que o planejado, aí sim valeria a pena acompanhar isso de mudanças mais extensas nos sistemas de combate e de direção de tiro (como foi o caso do modfrag da classe Niterói).

  15. thomas_dw 3 de setembro de 2014 at 14:37 #

    Concordo – e do jeito como as coisas estão, nao me surpreenderia se estas fragatas ficarem em opercao muito mais tempo do que se planeja.

    Ja que estamos especulando, eu faria uma compra mais barata, de misseis Barak e um SICONTA mais os dois canhoes de 40mm – nao ficaria tao bom como um ESSM e um canhao de 76mm, mas daria uma renovada nos navios.

    sonhar …

  16. Fernando "Nunão" De Martini 3 de setembro de 2014 at 14:40 #

    Acho bastante válido, Thomas, mas certamente nem isso seria barato, dada a extensão das substituições, tempo em reparo, modernização, integração e tudo o mais, se a ideia for trocar o sistema de combate – e sem trocá-lo, duvido que isso tudo funcionaria a contento.

  17. thomas_dw 3 de setembro de 2014 at 14:52 #

    é – fica do jeito que esta …

    vai ser interessante ver se a compra das novas Corvetas sai – as pecas de reposição ja devem estar ficando difíceis de obter, se a Marinha sentir que demora, nao me surpreenderia em ler que uma modernizacao mais completa acabe saindo.

    O que deve sair e logo – é um programa de atualização das Niteroi, estas sim tem uma bom bocado de vida pela frente.

  18. Luiz Monteiro 3 de setembro de 2014 at 16:04 #

    Amigo MO,

    Obrigado por postar as fotos.

    Ficaram ótimas.

    Abraços

  19. Luiz Monteiro 3 de setembro de 2014 at 16:24 #

    Prezados,

    O metal utilizado na superestrutura de alguns navios produzidos nas décadas de 1970 e 1980 era feito a base de alumínio para diminuir o peso destes meios.

    Este tipo de liga, com o passar das décadas, começa a apresentar fadiga. Por isso, as principais marinhas do mundo (EUA, Reino Unido, França, dentre outros) aposentaram prematuramente a maioria destes navios.

    Durante a MODFRAG, a superestrutura das fragatas da classe “Niterói” recebeu especial atenção, a fim de estender a vida útil desse material.

    Caso se pretendesse realizar uma grande modernização nas fragatas da classe “Greenhalgh”, esse tipo de trabalho também deveria ser concretizado.

    Contudo, todo material tem uma vida útil e, por melhor que seja a qualidade do material e sua manutenção, chega um momento em que não se pode fazer mais nada.

    Estender em demasia a “carreira” das fragatas das classes supramencionadas, certamente fará com que estes meios operem com restrições no futuro.

    A solução é a substituição destes navios, preferencialmente por navios escoltas modernos, construídos especificamente para a MB. Todavia, se não houver condições orçamentárias para isso, buscar-se-á as conhecidas “compras de oportunidade”.

    Abraços

  20. jacubao 6 de setembro de 2014 at 3:01 #

    Grande navio… Sinto saudades até hoje…
    Um abraço a todos os meus amigos que ainda estão nessa fantástica belonave…

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