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Marinha apresenta seus Projetos Estratégicos em palestra na Defesa

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Brasília, 08/11/2014 – Os principais projetos que estão sendo desenvolvidos pela Marinha do Brasil foram detalhados nesta quarta-feira (8) para o ministro da Defesa, Celso Amorim. Entre os temas apresentados durante palestra, o destaque ficou por conta da construção do Núcleo do Poder Naval, composto por programas de modernização como o de desenvolvimento de submarinos convencionais e de propulsão nuclear. Esse projeto tem como objetivo fortalecer a indústria de defesa e aumentar a capacidade da Força Naval na proteção e preservação da chamada “Amazônia Azul”, área oceânica de 4,5 milhões de km² que concentra riquezas naturais importantes, como o petróleo da camada do pré-sal.

Para o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa, general José Carlos De Nardi, os investimentos na indústria naval estão prontos para serem executados e irão favorecer o crescimento do país. “O mais importante é termos o projeto para, à medida que o governo acionar o sinal verde, se possa evoluir para a construção”.

Na linha de fortalecimento do Poder Naval, alguns projetos tiveram destaques na reunião ministrada pelo diretor de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha, almirante Roberto Gondim Carneiro da Cunha (foto), como: os Programas de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e de Construção de Corvetas Classe “Barroso”. Além dos Programas de Obtenções de Navios-Patrulha de 500 toneladas, de Meios de Superfície (PROSUPER), de Navios-Aeródromos (PRONAe) e de Navios-Anfíbios (PRONAnf).

Destaque Sistemas MR

Na ocasião, o general De Nardi destacou ainda que esses projetos irão movimentar a economia nacional e expandir o poder de dissuasão da Defesa brasileira. “O aumento do número de empregos é um ponto relevante, e o mais importante é o poder de dissuasão desse grande país chamado Brasil, já que só cinco países no mundo detêm a capacidade de ter um submarino nuclear. Nós seremos o sexto”, acrescentou o general.

O comandante da Marinha, almirante Moura Neto, acrescentou que o Brasil irá desenvolver o míssil superfície-superfície Mansup, que estará pronto a partir de 2017. “Esse míssil atinge 40km de alcance e esses armamentos puxam para si tecnologias mais avançadas. Não adianta ter um míssil de longo alcance se eu não tiver um radar que detecte o avião ao longo alcance”, disse o comandante da Marinha.

Como parte de um ciclo de palestras, que teve início em setembro com a apresentação do Exército, para o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), a Marinha foi a segunda Força a expor seus programas. A próxima será a Força Aérea Brasileira.

Além de Amorim e De Nardi, participaram da apresentação o Comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto; o almirante Ademir Sobrinho, chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa; o general Menandro Garcia, chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa; o brigadeiro Gérson Machado, chefe de Logística do Ministério da Defesa; o general Joaquim Silva e Luna, chefe da Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa; Murilo Marques Barboza, secretário de Produtos de Defesa; e o almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, diretor geral do Material da Marinha.

FONTE: Ministério da Defesa / Arte: Pedro Dutra/Ascom MD / Foto: Tereza Sobreira

NOTA DO PODER NAVAL: o general José Carlos De Nardi cometeu um equívoco, na verdade o Brasil será o sétimo país a ter um submarino com propulsão nuclear, pois a Índia está na nossa frente.

40 COMMENTS

  1. Época de eleição…

    Depois, achei muito simplista o raciocício do Almirante Moura Neto: “Esse míssil atinge 40km de alcance e esses armamentos puxam para si tecnologias mais avançadas. Não adianta ter um míssil de longo alcance se eu não tiver um radar que detecte o avião ao longo alcance”.

    Nesta distância nem precisa de radar… só precisa de alça e massa de mira no lançador…

  2. Não vou falar da megalomania… prometo.

    O Almirante Moura Neto cometeu um equívoco também:

    “Esse míssil atinge 40km de alcance e esses armamentos puxam para si tecnologias mais avançadas. Não adianta ter um míssil de longo alcance se eu não tiver um radar que detecte o avião ao longo alcance”

    Mas o Mansup não é um míssil SS? Para quê um radar integrado ao Mansup precisa dectar um avião?

    Modo expeculação ON:

    – Será que eles estão criando um engodo ao redor do Mansup e que na verdade ele é um sistema SA para se tornar a base de um futuro sistema SAM nacional?

    Modo expeculação OFF.

    “SE” isso fosse verdade, o Sr. Almirante Moura Neto, com toda sua sapiência buneco, acabou de entregar o ouro.

    Eita almirantadozinho.

    Grande Abraço.

  3. Eu acredito que

    dois Porta Aviões de 45000t com propulsão convencional, cada um com 2 catapultas, 24 F-35B, 3 E-2D e 6 MH-60

    4 DDG tipo Horizon com 48 ASTER 30
    6 FFG FREMM com 16 ASTER 15
    9 Corvetas tipo Barroso com ESSM

    2 Porta Helicopters tipo Mistral
    4 LPD tipo Rotterdam

    e

    12 Scorpene

    formariam uma frota ideal.

    porque não sonhar alto – a Patria esta sem dinheiro, mas podemos sonhar, nao é ?

  4. Foi só um equívoco mesmo!
    Agora, o equívoco passa, o que não passa é ele se referir a um radar para detectar um alvo na superfície do mar a 40 km.
    Na verdade há radares OTH, mas não é o caso.

    Voltando ao assunto, em geral o horizonte radar, mesmo levando em conta fenômenos atmosféricos/climáticos e uma antena montada bem alto no navio, não é capaz de detectar um navio a 40 km.
    Para um navio detectar outros navios (inimigos ou não) além do horizonte radar se faz necessário o uso de uma plataforma aérea orgânica, seja um helicóptero ou um VANT.
    Fora isso, navios podem ser detectados, identificados e designados (havendo solução de tiro) além da curvatura da Terra via uma plataforma externa, tipo um avião, VANT ou helicóptero que forneça as coordenadas para o navio armado de mísseis antinavios.
    Ou seja, o Almirante quis dizer que não adianta sonharmos com mísseis antinavios com 100, 150, 200 ou mesmo 300 km se não temos meios de vigilância e reconhecimento capazes de detectar, identificar e determinar sua posição.
    Eu acho só uma desculpa por termos mísseis antinavios de perna curta. Não convence muito não.
    Não somos assim tão desprovidos de capacidade de reconhecimento e vigilância, haja vista termos os P3, os Bandeirulhas, os helicópteros navais (Sea Hawk e Linx), e os R-99 e P-99.
    Se tudo estivesse uma maravilha (que reconheço não ser o caso) já estaria na hora de nossos futuros “escoltas” (que o Dalton não me ouça) serem dotados de mísseis turbopropulsados, que em geral têm 3 x maior alcance que um míssil propulsado por motor foguete.
    Agora, sem dúvida sermos capazes de desenvolvermos e fabricarmos nosso próprio míssil antinavio de médio alcance é uma conquista inegável, mesmo porque a necessidade de grande alcance é bem reduzida no caso de mísseis lançados de aeronaves e os nossos poderiam preencher esse nicho.

  5. Só de curiosidade, o termo “reconhecimento” se refere à tarefa de buscar informação além do território amigo, ou seja, em área potencialmente ocupada pelo “inimigo”.
    Já o termo “vigilância” se refere à tarefa de buscar informações em território sob seu controle.

  6. Só um adendo: o termo “esclarecimento marítimo” parece ser mais adequado que o termo “reconhecimento” quando nos referimos a esse tipo de operação feita no âmbito naval.
    Segundo adendo: também há outras “plataformas” de vigilância e reconhecimento, como por exemplo, os satélites, mas estão ainda fora de nossa realidade e mesmo assim não se prestam diretamente à aquisição de alvos (em geral).
    O uso de satélites pra esclarecimento marítimo (por exemplo, de ELINT naval), geralmente obriga o envio de meios aéreos para a aquisição de alvos.

  7. Bosco,

    então o atrapalhamento foi total… pq ai eles não conseguem nem se vender direito e muito menos se fazerem entendidos. Ou temos uma mega falha grotesca na matéria feita pelo MD.

    Mas falar de radar que estaria supostamente integrado ao Mansup estar detectando algum avião é de um desencontro de informação primário total, assim como as inerentes complicações físicas da curvatura da terra na equação de se obter soluções em “Reconhecimento” e “Vigilância”como vc bem lembrou e explicou.

    Grande Abraço.

  8. thomas_dw,

    em seu pequeno devaneio, temos: “…dois Porta Aviões de 45000t com propulsão convencional, cada um com 2 catapultas…”

    Estou presumindo que as catapultas sejam para os 3 E-2D que mencionaste… então pq não usar F-35C ao invés do “B” como sugeriste?

    Lembrando que um NAe de 45 Mt com propulsão convencional dificilmente levaria 24 caças com todo o aparato logístico mínimo para mante-los em operação por digamos 3 meses em algum TO. É um problema físico de espaço mesmo, os sistemas de exaustão da propulsão convencional rouba um espaço precioso dentro de um NAe.

    O CdG francês e suas 42 Mt full load mal consegue manter esse número sem sacrifícios para a operação, tanto que dificilmente iremos vê-lo nessa configuração e ele é nuclear.

    Mas tá faltando ai em sua lista no mínimo 2 AOL de umas 30 Mt, teriam que ter ao menos uns 4 para manter o NAe e suas escoltas em movimento. E não podemos esquecer de ao menos 3 aeronaves para COD em cada NAe.

    Se vc tiver falando de 2 classe Mistral + 4 Rotterdam, temos que falar de veículos e helis para os fuzileiros, pq o que eles tem hj não lota nem 2 Rotterdam.

    6 FREMM com ASTER 15… pq não ESSM? é praticamente o mesmo envelope cinemático com uns 30% mais alcance e é mais barato de adquirir e manter.

    Meu caro… dê uma passada nas notícias de pequenas e eficientes marinhas, como a dinamarquesa por exemplo. Eles estão fazendo um interessante reequipamento e construindo fragatas com um custo no estaleiro de até 20% menor que suas irmãs do velho continente… como eles estão fazendo isso? Expertise, sem querer reinventar a roda, colocando o equipamento certo no lugar certo e com projetos muito criativos diga-se de passagem, como os 2 navios da Classe Absalon.

  9. Também há referência de “vigilância” ser usado para a tomada de decisões em tempo real, enquanto “reconhecimento” ser o recolhimento de dados para serem analisados “a posteriori” (tô gastando meu latim).
    Talvez seja por isso que o termo “esclarecimento” seja mais adequado no âmbito naval que o termo “reconhecimento”.
    Hoje em dia essa definição está em franca decadência tendo em vista a imensa capacidade de transmissão de dados em tempo real, e também a capacidade dos vetores de detectarem, identificarem e adquirirem alvos por conta própria.

  10. Oganza,
    Sem falar que até onde sabemos o MANSUP deve usar o mesmo motor foguete que a Avibras desenvolveu para os MM-40 e terá alcance na faixa de 70 km, o que é quase o dobro do que ele mencionou.
    Pode não parecer nada significativo, mas a plateia não era de civis leigos e 30 km pode ser a diferença entre viver e morrer, na guerra naval.
    Vale salientar que sabemos mais do LRASM que do MANSUP e há fontes que afirmam que usará um motor aspirado (turbojato) e que terá alcance na faixa do Exocet Block III (180 km) (??????????????).
    Mas pela fala do Almirante, vai ser mesmo o motor foguete da Avibras, a menos que ele tenha se equivocado e tenha se referido a um míssil antiaéreo. rsrsrs
    Já não tô entendendo mais nada! rsrsssss

  11. Bosco,

    “Vale salientar que sabemos mais do LRASM que do MANSUP”.

    – São essas coisas que me deixam fulo… deixa quieto.

    Mas com relação ao nosso problema de esclarecimento marítimo.

    – Você não está gastando seu latim não meu caro, entenda que para falar com vc sobre certas coisas, temos que buscar fundo no HD…. rsrsrsrs.

    Eu penso que existem formas muito mais baratas de se realizar esse esclarecimento/vigilância em nosso litoral.

    Até os nossos Bandeirulhas ou algo equivalente, com equipamento correto pode MANTER áreas sobre vigilância muito maiores que os P-3 se utilizando de números maiores de aeronaves e uma distribuição razoável ao longo do litoral, por um custo benefício melhor. O que teríamos que saber é essa relação de custo benefício.

    O P-3 é formidável e ele pode ir muito longe, mas tb leva muito tempo para voltar deixando enormes “janelas” depois que passa, sem falar que há a questão da fadiga dos operadores que não podem ficar lá indefinidamente.

    Então vem a questão: O que é mais eficiente? 4 bases no litoral com 5 Bandeirulhas cada ou uma com 8 P-3 como é hoje?

    Eu penso que os P-3 não devem ser abandonados, muito pelo contrário, para mim eles deveria ser divididos em 2 esquadrões de 4 aeronaves e colocados juntos com os Bandeirulhas em uma configuração alternada: 4 Bases sendo:

    1 – 5 Bandeirulhas
    2 – 5 Bandeirulhas + 4 P-3
    3 – 5 Bandeirulhas
    4 – 5 Bandeirulhas + 4 P-3

    Como estamos capengas, os P-3 seriam os vetores de reação, ataque e designação de alvos primários, mas tem um monte de outras missões como patrulhar o tráfico mercante que pode ser direcionada para os Bandeirulhas. Na boa, o P-3 é meio pesado com o nosso bolso para ficar acompanhando naviozinho mercante, chega a ser superlativo dado nossa realidade orçamentária.

    Dá ultima vez que contei a MB tinha uns 70 helis divididos em 7(?) modelos diferentes… é muita logística, muita peça e partes diferentes para se manter 65 aeronaves… para mim a primeira forma de racionalização é a padronização e depois não temos motivos nem caixa para seguirmos nessa linha.

    Desse ponto de vista eu gosto do modelo da DGA francesa, onde as requisições são feitas para as 3 forças na figura de uma única entidade, o que deve resultar em valores mais interessantes para peças e sobressalentes. Mas isso só irá ocorrer se existir uma padronização nas 3 forças e haver um cronograma bem alinhado entre elas assim como um alinhamento para se obter uma real capacidade de Operação em Forças Combinadas.

    já falei d+ kkkkk

    Sds.

  12. Olá Oganza! a FAB só terá nove ‘Pinóquios”, pois somente os Bravos serão modernizados.

    Acho, penso, acredito que hoje o binômio idela para reconhecimento, designação de alvos seja um UAV de maior porte Hermes 900 e demais da mesma categoria operando em sintonia com os P 3, sai muito mais barato, não tem envolvimento com equipagens, em fim menos gente envolvida.

    Quanto a dividir os P 3 em duas bases, isto não pode feito por questões logísiticas e de economia, uma base só, um centro logístico só, se começar a criar mais estrutura o troço não voa mais por falta de din din.

    O P3 é muito caro para ficar cuidando de tefego de navio mercante, ele deve ser usado prioritariamente no desenvolvimento de no aprimoramento do combate ASW ASUP, ou seja treinar para combater, sem firulas, sem voo de papagaiagem, ele é caro para isto.

    É a minha opinião, mas o cara dos sistema sé o Bosco e “dus naviuzinho” é o nosso Admiral Daltonl.

    Grande abraço

  13. Bosco…

    acho que o Thomas confundiu-se na hora de escrever,
    e trocou o “C” pelo “B” e também acho 45000 toneladas
    “pequeno” para 2 catapultas , 24 F-35s, etc, mas, vai
    que ele pensou no deslocamento “Leve” então aí sim
    a plena carga passaria de 55000 toneladas :).

    O CDG a partir de +/- 2018 irá operar com 2 esquadrões de Rafales “M” pouca coisa menor que um F-35C, o que deve dar umas 20 a 24 aeronaves além de pelo menos 2 E-2Cs e alguns helicópteros e nenhuma aeronave para COD que já revelou-se uma deficiência tanto que a US Navy emprestou 2 durante a crise na Líbia…2 são transportados por cada NAe da US Navy.

    Já pensou o NAeSP com pelo menos 2 “Traders” para COD e reabastecimento aéreo!!!!..Os franceses que “morram de inveja” 🙂

  14. “almirante Moura Neto, acrescentou que o Brasil irá desenvolver o míssil superfície-superfície Mansup, que estará pronto a partir de 2017. “Esse míssil atinge 40km de alcance e esses armamentos puxam para si tecnologias mais avançadas. Não adianta ter um míssil de longo alcance se eu não tiver um radar que detecte o avião ao longo alcance”

    Alguem fala pro Seu Moura Neto que já foram invetados aviões de reconhecimento, até mesmo não tripulados.
    40km, isso só pode ser uma piada. Melhor comprar mísseis de prateleira que ter um míssel com menos capacidade que um míssel de cruzeiro da segunda guerra mundial….fala serio, que almirante é esse?

  15. Blind Man’s Bluff,

    Permita-me a obviedade a níveis acacianos, mas esse almirante é o Comandante da Marinha há cerca de oito anos, ou seja, durante os últimos dois mandatos presidenciais.

    Acho que isso explica tudo.

  16. Senhores,

    Como já escrevi em outra ocasião, a Julio o que é de Julio e a César o que é de César…

    É perceptível que muitos que aqui comentam não gostam, por seus próprios motivos que não me dizem respeito (e dos quais discordo em boa parte, principalmente quando são críticas rasas), da administração do almirante Julio Soares de Moura Neto.

    Mas daí a fazer injustiças porque não gosta, é um pulinho.

    Antes de raivosamente atribuir abobrinhas à boca do comandante da Marinha, convém dar uma olhada na nota original do MD.

    É bem plausível que houve mais de uma falha de entendimento em transcrever partes da fala do almirante para a matéria do MD. Digo mais de uma falha porque pelo menos uma é gritante (e tivemos o cuidado de corrigir antes de replicar a mesma aqui, mas talvez tivesse sido melhor deixar no original)

    O texto original do MD dá um novo nome, e próprio, ao míssil Mansup: ele foi chamado de míssil superfície-superfície “Mansour”:

    “O comandante da Marinha, almirante Moura Neto, acrescentou que o Brasil irá desenvolver o míssil superfície-superfície Mansour, que estará pronto a partir de 2017.”

    http://www.defesa.gov.br/noticias/13977-marinha-apresenta-seus-projetos-estrategicos-em-palestra-na-defesa

    Ou seja, muita calma nessa hora. Com um erro desses pra começar, que se poderá dizer de outras informações como as que vocês estão destacando, que podem também ser falhas de entendimento na hora de se escrever essa matéria da Assessoria de Comunicação do MD?

  17. Prezados,

    Pelo que me lembro, o Alte. Moura Neto disse que que o MANSUP poderia ser usado contra ALVOS DE SUPERFÍCIE a distâncias de aproximadamente 40 MILHAS NÁUTICAS.

  18. Juarez,

    Concordo com vc sobre os UAVs e eu não os mencionei pq precisaríamos de satélites, uma mega banda neles e precisaríamos, segundo eles, de um foguete tb rsrsrs e não temos nenhuma dessas coisas… Mas isso poderia ser resolvido com enlace de dados com nossas embarcações em uma determinada área, com a tripulação da embarcação assumindo o controle do UAV quando ele entrasse em sua área… a USN faz muito isso com os Predators em conjunto com a USCG na região do Caribe.

    Concordo que o P-3 é muito para ficar fazendo firula com tráfego mercante, mas já que não dá para dividi-los, temos que resolver esse problema… como vc disse e eu concordo: Ele é um vetor de combate. Esse mi mi mi da patrulha diária tem que ser feita por vetores mais baratos com uma eventual cobertura dos P-3. Ok… se teremos só 9 Pinóquios (adorei o apelido, não conhecia), que eles sejam complementados por algum UAV mas “parrudo” que poderia ser operado da maneira como USN/USCG faz no Caribe.

    Mas teremos que ter um mínimo de 3 bases no litoral, pois foi como falei: Não me adianta o super alcance de uma plataforma em nosso litoral, com essas dimensões, vale mais “pequenas” áreas cobertas e por mais tempo do que “grandes” áreas por menos tempo. E para isso, mais vetores com “menor” alcance e custo operacional menor é mais efetivo… Pois os Patrulheiros teriam MAIS TEMPO SOBRE O ALVO… acho eu 🙂

    Grande Abraço.

  19. Dalton,

    não dá idéia… se por obra e força do divino, em janeiro de 2015 o NAeSP suspendesse só para dar um roler até Santos com o AF-1 embarcado, umas 2 kombis e os tais 2 Traders… afff ia ser muito arroto dos caras.

    Mas voltando, o CdG com 24 aeronaves de asa fixa fica complicado. É pq não estou achando o link do pdf da DGA que eu tenho aki. Ele diz que uma configuração full dessas, e não é nem de 24 Rafales, ele fala em 12 SE e 12 Rafales, ele mal conseguiria manter 36 saídas diárias por 3 semanas. Teria que rolar um grande ressuprimento, umas boas fainas e de todo tipo.

    A RN “quer” poder manter 60 saídas diárias com HMS QE, só não disse por quanto tempo rsrsrs, mas tb são mais aeronaves… vamos ter que esperar ambos… 🙂

    Grande Abraço.

  20. Oganza…

    Até então não havia Rafales M em número suficiente para 2 esquadrões, descontadas as aeronaves em manutenção ou necessárias para treinamento, então o CDG embarca um esquadrão de Rafales e outro de SEM, mas, com a retirada desse último um segundo esquadrão de Rafales M será integrado.

    O CDG a grosso modo desloca metade do ex-USS Enterprise por exemplo então naturalmente embarca e sustenta metade dos esquadrões de caça e ataque,
    ou seja algo em torno de 20 a 24 aeronaves Rafales,
    além de 2 E-2Cs e alguns helicópteros.

    Abaixo, extrai um paragrafo do seguinte link que comparava o CDG com um possível segundo NAe
    para a França,por exemplo:

    http://navy-matters.beedall.com/pa2-2.htm

    “The French carrier would ship 32 Rafale’s, three Hawkeye’s and five NH90 helicopters, compared with capacity of Charles de Gaulle of 24 Rafale’s, two Hawkeyes and up to five helicopters.

    Uma capacidade de apenas 12 Rafales “M” para um NAe nuclear de umas 40000 toneladas com catapultas
    C-13 não faria sentido. O mínimo para ser eficiente
    são 2 esquadrões.

  21. Dalton,

    vlw vou dar uma olhada no material…

    …o que queria demostrar com o que disse é que o CdG pode levar esse número de aeronaves sim, mas a um custo de permanência efetiva no TO…

    …tá certo que 36 saídas diárias REAIS é uma capacidade que até a FAB sonha rsrsrs.

    Grande Abraço.

  22. Oganza…

    a França sempre envia um navio de reabastecimento
    junto com o CDG, capaz de transportar combustível
    para aeronaves e sempre há a possibilidade de arranjar
    “mais algum” com a US Navy.

    Sem dúvida, quanto menos aeronaves a bordo mais combustível e outros itens sobram, mas, aí o CDG não
    seria minimamente efetivo.

    Recentemente o CDG chegou a embarcar até menos de
    20 aeronaves de asa fixa, Rafales, SEM e E-2c somados, mas, não deveu-se a “falta de capacidade” do
    CDG e sim falta de aeronaves disponíveis.

    abraços

  23. Não Carlos, é que nós os pessimistas de plantão, lambe botas, e e que estão afastando seres iluminados de postar aqui na trilogia entramos no “mundo encantado dos sonhos da MB”, mas voltaremos a mundo real em breve, já com data marcada:

    Dia 26 de Outubro de 2014.

    Grnade abraço

  24. Juarez

    Ufa ! Quase infartei, sua resposta repõe minha pressão 12/8 (rs).

    O primeiro a postar no tópico fui eu, mas nem editado fui, fui decapitado, zzzzzzzzz a la EI/ISIS.

    Tudo isso somente porque falei que iria comentar depois …..

    Abraços Gaudério.

  25. Prezados,

    Segue abaixo o video de divulgação da DCNS de seu novo submarino de propulsão diesel-elétrica baseado no submarino de propulsão nuclear Barracuda (Classe Suffren):

  26. Incorreto ! Trata-se apenas de um conceito e mais de
    10 anos se passarão até iniciar-se a construção de um
    protótipo…se de fato vier a ser construído.

  27. Ivany,

    vai lá no banner gigante das principais manchetes e quando ela aparecer (Ficar em destaque) clica nela com o botão direito e pede “EXIBIR IMAGEM”

  28. Ivany,

    Não tem nada a ver com o Kitty Hawk.

    No caso, e em caráter meramente ilustrativo, estão na referida imagem três propostas de um dos vários concorrentes a dois programas estratégicos da MB, o Prosuper e o Pronae (as da DCNS). São a FREMM e o navio de apoio logístico para o Prosuper e uma versão do chamado PA2 para o Pronae.

    A imagem está em tamanho grande nas páginas 20 e 21 da revista Forças de Defesa número 4, que faz parte do grande pacote de números anteriores que estamos disponibilizando para baixar. Já uma variação dela (igual à imagem do link que o Oganza colocou, com modificações na proa do navio de apoio logístico BRAVE) está na revista número 6, também disponível no mesmo pacote, na página 75.

  29. Mauricio R.

    Não de esse tipo de notícia, vai que a Maria Antonieta Tupiniquim resolve ajudar.

    O MAG está de plantão ………. ainda.

  30. Dia 26 de outubro deve ser o último dia para o “Sonho do Cisne”,se Deus quiser.

    A Propósito: Recentemente a modernizadão do SP foi alvo de um quase”bate boca” entre o CM e o Almirantado. Quem viu diz que foi dedo no olho, e expressões do tipo : Vai acabar com o resto da esquadra em detrimento so SP”….

    É, o tempo contínua sendo senhor de todas as verdades, para os lunáticos, sonhadores e mau caráter isto é ruim.

    Granded abraço

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