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Grã-Bretanha vai investir mais de R$ 1 bilhão na defesa das Ilhas Malvinas

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ClippingNEWS-PAA Grã-Bretanha vai gastar £ 280 milhões (R$ 1,3 bilhão) nos próximos dez anos para reforçar a defesa das Ilhas Malvinas (Falkland Islands) – o pequeno arquipélago do Atlântico Sul, cuja soberania é reivindicada pela Argentina e que já foi motivo de guerra entre os dois países, em 1982. O anúncio foi feito nesta terça-feira (24), no 39° aniversario do último golpe militar argentino, que virou feriado em memória dos 30 mil desaparecidos no período de governo ditatorial.

O secretário de Defesa britânico, Michael Fallon, disse que o dinheiro servirá para enviar dois helicópteros de transporte (para serem usados em casos de emergência); substituir os mísseis antiaéreos, que tem vida útil até o final da década – por outros mais modernos; e melhorar o sistema de comunicações da base militar nas Malvinas, que ainda mantem 1,2 mil soldados (o equivalente à metade da população das ilhas). Segundo Fallon, os investimentos são prova do empenho da Grã-Bretanha em “continuar defendendo o direito dos moradores da ilha a determinar seu futuro e estilo de vida, contra qualquer ameaça que possa surgir”.

As declarações sobre possíveis ameaças foram feitas depois que a imprensa britânica disse que a Rússia ofereceu aviões de bombardeio à Argentina. Fallon disse que esse acordo “não foi confirmado”, mas insistiu que a ameaça argentina persiste. O ministro da Defesa da Argentina, Agustín Rossi, disse que “é uma loucura” pensar que os argentinos iriam atacar as Malvinas com a ajuda dos russos. A guerra de 1982, lembrou o ministro, foi declarada pela ditadura militar, cujos crimes contra os Direitos Humanos continuam sendo investigados e punidos na Argentina.

A guerra pela posse das Malvinas foi há 33 anos. No dia 2 de abril de 1982, o regime militar argentino tentou recuperar o arquipélago à força – mas foi derrotada pelos britânicos dois meses e meio depois. A derrota num conflito armado, que custou a vida de 655 argentinos e 255 britânicos, levou à queda da ditadura argentina em 1983. Mas a Argentina continua reclamando a soberania das Malvinas nas Nações Unidas, argumentando que as ilhas, herdadas dos espanhóis, foram ilegalmente ocupadas pelos britânicos há quase dois séculos.

Rossi lembrou que a Argentina tem exigido da Grã-Bretanha o cumprimento de várias resoluções das Nações Unidas, pedindo aos dois países que encontrem uma solução negociada para a disputa pela soberania. A Argentina diz que as Malvinas estão entre as últimas colônias do mundo – mas os britânicos dizem que não há nada para discutir, uma vez que os moradores da ilha votaram num plebiscito para manter o atual status quo.

FONTE: Agência Brasil

13 COMMENTS

  1. Título esquisito esse. Achei que a Grã-Bretanha dispenderia milhões de Libras (e não Reais) para defender as ilhas Falkland (e não as Malvinas).

    Como há a disputa de nomes, “Defesa das Ilhas Malvinas” parece olhar sob a ótica de devolvê-las à Argentina. Por um segundo, ao ler o título, me pareceu que haviam britânicos mudando de lado.

    (Já posso desligar o “modo irônico”?)

  2. Querido Kojak.

    Pra mim os Arges podem arrendar para os Amarelos. Russos ou para qualquer nação forte o suficiente para detonar os Ingleses da America do Sul.

    As Malvinas pertencem aos Arges querendo ou não os pro-Âmis.

    Ps:

    Espero que os Ingleses gastam muito milhões em libras e entrem resseção e com isso a falência.

  3. Cerca de 280 milhões de libras ao longo de 10 anos é
    muito pouco e o mais significativo parece ser a substituíção de misseis que já estão no fim da vida útil.

    Não há perspectiva nem ao menos de aumentar o número
    de “Typhoons” dos atuais 4.

    Os britânicos estão “preocupados” , pero, no mucho !

  4. E quanto eles iriam gastar anteriormente, me parece que isso ai já estava nos planos, só divulgaram como resposta às supostas compras militares da Argentina.
    E de acordo com o princípio com a autodeterminação dos povos, em que os ilhéus estão apoiados e responderam SIM (99,8%) á pergunta: “Você quer que as ilhas Falkland mantenham sua atual condição política de Território Internacional do Reino Unido?”. Eu digo que as Ilhas Falkland “pertence” à Inglaterra.
    Mesmo princípio usado pelos habitantes, chamados “terroristas” nas regiões de Luhansk e Donetsk.
    e que os Bascos tem direito e que os Escoceses utilizaram etc.

  5. Os britânicos têm que reforçar a Guarda Costeira no arquipélago, porque não vai demorar para surgirem “balseros” argentinos querendo fugir do manicômio da Cretina K, à moda cubana.

    Se der certo, logo os argentinos serão maioria no arquipélago, mas isso não repercutiria em um eventual plebiscito futuro, porque os refugiados argentinos podem até amar a Argentina, mas não a ponto de querer voltar a ser governados (?) por Buenos Aires.

  6. Soldat

    Quatro horas e você assistiu e escultou do começo ao fim ?

    Marchas Prussianas são bonitas, desde que não sejam usadas como já as foram e as vezes ainda utilizam para viés nazi. Nunca mais !

    Shalom

  7. Pangloss,

    Acho que se colocarem um vôo SP-Stanley muitos brasileiros também tentariam a sorte sob tutela da Rainha.

  8. As ilhas são inglesas. Os argentininos não conseguem gerir com dignidade nem seu próprio território (não é algo que o brasil também consiga, mas é fato).

    Eu espero que as ilhas proporcionem muita riqueza ao imperio britânico.

    E os ilhéus jamais querem sair da batuta da rainha.

    Olhem o caso da Escócia ano passado. Alto IDH e possibilidades financeiras e mesmo assim quiseram permanecer no império.

    Ainda digo mais, quisera nós fóssemos colônia de um país de verdade (qualquer um do top 10 do IDH mundial). Essa escória que está no poder aqui estaria presa ou no corredor da morte.

    Saudações a todos.

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