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Estado Islâmico ataca navio da Marinha Egípcia na Península do Sinai

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Ataque do IS a navio da marinha egípcia - 1

Ataque do IS a navio da marinha egípcia - 3

Ataque do IS a navio da marinha egípcia - 2

ClippingNEWS-PAO ramo egípcio do Estado Islâmico informou nesta quinta-feira pelo Twitter que disparou um foguete contra um navio da Marinha Egípcia na Península do Sinai, perto da costa de Israel e da Faixa de Gaza. Em comunicado, o Exército egípcio confirmou apenas uma troca de tiros entre militares e “elementos terroristas” na região, o que levou ao fogo na embarcação. O incidente não deixou vítimas.

Segundo fontes militares, os jihadistas suspeitos fugiram depois de dispararem contra a embarcação. Fotos divulgadas na internet mostram a embarcação em chamas após o ataque. Uma testemunha em Gaza, citada pela Reuters, disse ter visto uma nuvem de fumaça cinza saindo de um barco na costa, enquanto outros palestinos contaram ter ouvido explosões e tiros. Israel negou que tenha participação no incidente.

Enquanto isso, a televisão estatal egípcia anunciou a demissão do chefe da polícia do Cairo, mas sem dar mais detalhes.

Tais incidentes no mar são raros, embora o Egito esteja lutando contra uma insurgência islâmica cada vez mais atuante no país. O grupo militante Província do Sinai, que jurou lealdade ao Estado Islâmico, realizou recentemente diversos ataques na região contra soldados egípcios e policiais.

FONTE: O Globo

21 COMMENTS

  1. Será que não está invertida a posição das fotos?
    Se não estiver errada sinaliza que o míssil tinha uma ogiva termobárica. Se for uma termobárica não é um TOW e eu apostaria no Kornet ou no HJ-8.
    Se a sequência estiver errada e a explosão veio primeiro que a fumaça, pode sinalizar que é um TOW, que possui uma ogiva “bunker buster” semiperfurante.
    Pelo tamanho da bola de fogo ou é uma ogiva termobárica (o que é mais provável) ou é uma semiperfurante, sendo pouco provável ser uma ogiva HEAT.
    O TOW , o HJ-8 e o Kornet usam motor foguete com bocais duplos laterais, o que não aparece na foto.
    A chama na traseira do míssil é compatível com um flare usado para manter o míssil no centro do retículo do visor do lançado, o que é compatível com o TOW e o HJ-8, já que o Kornet é “autoguiado” usando o laser como referência.
    Não se vê os fios, que pode ser poque eles não existem ou porque a foto foi tirada de longe. Se não tiver mesmo está mais pra ser um Kornet já que as versões do TOW na região e o HJ-8 são guiadas por fio.
    Ou seja, pode ser qualquer um como pode não ser nenhum desses.

  2. Bosco,

    na segunda e terceira imagens, o que é/ou pode ser o terceiro objeto entre o navio egípcio e o outro barco menor?

    Parece ou pode ser um pequeno bote (na primeira imagem, é possível “ver” o que poderia ser o tal “bote” se aproximando pela proa do navio egípcio).

    Então suas diferentes posições (na primeira mais próximo e na segunda, aparentemente mais distante) pode corroborar a sua tese de ogiva termobárica.

    Mas pode ter sido apenas uma explosão secundária tb… afff difícil. 🙂

    Quanto ao terceiro objeto, ele pode ser apenas o splash de fragmentos na água… Na verdade está fazendo falta uma quarta imagem do míssil em um momento mais adiante, mais próximo do alvo antes do impacto.

    Ps.: Essa sequência está com toda a pinta de ser um vídeo.

    Grande Abraço

  3. Oganza,
    Mas parece que foi um foguete não guiado, provavelmente um RPG 7 com ogiva termobárica.
    Apesar de possivelmente a foto estar trocada e a fumaça ser depois da explosão, a bola de fogo sugere ser uma ogiva termobárica. Uma ogiva HEAT não produz uma bola de fogo desse tamanho não. (????)
    A granada propelida do RPG-7 tem um segundo estágio, o que é compatível com a chama do primeira foto. Também tem uma granada do RPG-7 com ogiva termobárica.
    A distância do navio do possível ponto de disparo do foguete também é compatível.
    Quem dorme com morcego acorda de cabeça pra baixo! Da próxima vez o barco não vai se aproximar tanto da costa e vai meter bala em qualquer barco que se aproximar.
    Um abraço!

  4. Vlw Bosco,

    de qualquer forma as imagens com certeza estão invertidas sim como vc disse, pois se a bola de fogo fosse depois da fumaça, a terceira foto (a da bola de fogo) deveria conter ainda muito da fumaça da segunda foto, o que não ocorre.

    Então a terceira imagem é na verdade a segunda da sequência.

    Grande Abraço.

  5. Grande Bosco eu acho que a opção do RPG deve ser descartada, olha a trajetória do “OVNI” na primeira imagem está em trajetória tensa, para acertar um alvo a essa distância com a munição termobárica do RPG (TBG-7V) que é mais pesada que as mais comuns, essa deveria apresentar uma trajetória parabólica, acertando o alvo quase de cima para baixo, talvez 25/30°.
    A munição TBG-7V não tem a capacidade de perfurar metal, existe uma munição termobárica com cabeça de guerra em tandem pra RPG ?

  6. Ao que parece, o objeto flutuante a bombordo do navio é uma bóia de amarração. Nota-se que a bóia está adernada para o lado do navio, possivelmente devido a tensão dos cabos. Deste modo, o navio estava imobilizado devido a amarração e próximo a costa, tornando-o um alvo sem maiores dificuldades de acerto. Na primeira foto, a fumaça do propulsor do foguete parece ter um movimento descendente e o ataque pode ter sido realizado de terra, coordenado com quem tirou as fotos. Se isto aconteceu, o navio não tinha defesa. Imobilizado pela amarração, sem poder manobrar, ataque vindo de direção da costa, dificultando qq detecção radar e com mínimo tempo de reação. Em outubro de 2000, o USS COLE também sofreu um ataque enquanto estava atracado no porto.

  7. Melky,
    Realmente! Meu comentário anterior no sentido de que possa ser uma granada termobárica do RPG-7 é devido aos noticiários pelo mundo que andei visitando, mas você está certo. Em sendo uma arma não guiada o mais provável é que deveria haver alguma compensação balística devido a distância, o que não parece mesmo ser o caso.
    Quanto à possibilidade de ser uma arma termobárica, é devido à foto da nuvem/fumaça estar antes da foto da explosão, e isso também em outros sites. Isso sugere uma arma termobárica.
    Também a explosão não é compatível com uma ogiva de míssil antitanque clássico, do tipo HEAT.
    Pode ser que tenham usado o que tinham a mão e não o que era mais indicado, que no caso seria uma ogiva semiperfurante (explosivo cercado por uma cápsula de aço).
    A munição termobárica do RPG-7 em princípio não perfura blindagem mas consegue penetrar em portas e janelas e tem um espoleta de retardo opcional, e talvez tenha algum grau de penetração no fino metal de um barco, mas não vi fotos dele depois da explosão e não faço ideia se houve algum nível de perfuração.
    Vale salientar que a munição termobárica desse tipo de arma é diferente de uma bomba FAE que esparge uma nuvem de material líquido ou gasoso antes de detonar, como se fosse a segunda foto. A munição termobárica de granadas e pequenos mísseis esparge um material sólido (pó), o que é bem menos visível de observar antes da explosão.
    Mas volto a dizer, como a foto da nuvem/fumaça estava antes da foto da explosão, sugeria uma arma termobárica.

  8. Uma coisa é certa, com a utilização crescente do chamado “míssil antitanque” contra embarcações, haverá de haver defesa adequada.
    Há uma lista desse tipo de mísseis usados na função naval, ou em fase de implementação, em todo o mundo: Hellfire, Ataka, Griffin, Longbow, Brimstone, Spike Er, Spike NLOS, etc.
    Vale lembrar que há uma década os suecos já usam o Hellfire lançado das prais pra deter um assalto anfíbio e os iranianos usam mísseis antitanques na sua tática de ataque de enxame contra navios.
    Um assalto anfíbio é altamente vulnerável a esse tipo de armamento posicionado na praia.

    Um canhão Phalanx, em tese, pode interceptar um míssil desses e até uma granada de um RPG-7 já que ele consegue interceptar projéteis de morteiro de 60 mm pesando cerca de 2 kg, haja vista o sistema C-RAM Centurion, mas ele não fica ativado quando próximo da costa, pelo menos não no modo automático.
    Possivelmente no futuro as embarcações mais prováveis de sofrer esse tipo de ataque deverão receber alguma proteção blindada aliado a contra medidas e provavelmente até sistemas de proteção ativos, como os veículos de combate de terra.

  9. Então grande Bosco, o que temos é: É um míssil, usa cabeça de guerra termobárica e usa um flare na traseira para o ajudar o atirador a guia-lo até o alvo, da lista só sobrou o HJ-8.
    Bosco, o sistema Shtora do T-90, seria eficaz contra esse tipo de ameaça ?
    Bosco agora me veio a cabeça um bom lugar pra se usar RPGs com uma boa probabilidade de acerto e que causaria grande estrago e prejuízo, no Canal de Suez. Meia Duzia de RPGs poderia afundar um Petroleiro.

  10. Melky,
    Eu não sei as características específicas do HJ-8 se o fazem resistentes (não quero dizer imune) ao Shtora.
    O TOW 2 eu sei que é resistente ao sistema de defesa russo devido ao acréscimo de um farol térmico ao farol de xenon, além da emissão do farol de xenon ser codificada.
    Sem falar que houve melhoras no lançador com a introdução do ITAS.
    Quanto ao Canal de Suez, sem dúvida, mas deve ser o local mais vigiado do mundo.
    Um abraço.

  11. PS: Enquanto no mundo árabe há os revoltosos do “estado islâmico”… aqui em “Propinistão” (Ex-Brasil Puthânfia)…estamos em “estado balsâmico”….

    Sds.

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