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O futuro porta-aviões ‘John F. Kennedy’ (CVN 79) terá a quilha batida amanhã

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Amanhã a Marinha dos EUA vai bater a quilha do segundo navio-aeródromo da classe ” Gerald R. Ford”, o John F. Kennedy (CVN 79). O navio será o segundo porta-aviões a homenagear o presidente John F. Kennedy, o 35o. presidente americano no período de 1961-63.

O primeiro John F. Kennedy (CVA 67) foi batizado em 27 de maio de 1967 e participou de 17 “deployments”, incluindo os ataques ao Iraque nas operações Desert Shield e Desert Storm em 1990-91 e inúmeras missões multi-nacionais ao redor do mundo. Depois de quase quatro décadas de serviço, o “Big John” deu baixa em 1 de agosto de 2007.

O futuro John F. Kennedy (CVN 79) vai substituir o USS Nimitz (CVN 68), que deve ser desativado em 2025.

A nova classe Gerald R. Ford desloca aproximadamente 100.000 toneladas, com comprimento de 333m, boca de 40,9 m e velocidade de 30 nós. A propulsão é composta de dois reatores nucleares e quatro eixos.

Espera-se que os novos navios economizem US$ 4 bilhões de dólares em custos de operação ao longo de 50 anos de serviço, em comparação com os navios da classe “Nimitz”.

USS John F. Kennedy (CVN 79)

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carlos victor
carlos victor
5 anos atrás

o que aconteceu com o velho kennedy? ainda esta na reserva? se houvesse uma proposta brasileira para comprar o kennedy ou qualquer outro super porta aviões americano,os EUA venderiam? quanto custaria o velho?
sonhar nunca é demais,e meu sonho é ver um desses ostentando a bandeira do brasil repleto de rafales…mas é só sonho mesmo

MO
MO
Reply to  carlos victor
5 anos atrás

irmão, apenas conjecturando, não conseguimos manter uma Cv direito, o que vc quer fazer com o Kennedy … (Apenas conjecturando, conte por favor … )

Fábio Mayer
Fábio Mayer
5 anos atrás

Os EUA não vendem armamento nuclear para ninguém, Carlos Victor.

BrunoFN
BrunoFN
5 anos atrás

N sei se os EUA ”venderiam” … mais um ”aluguel” …”’pode ser” … mesmo assim .. pelo custo de manter um NA desse porte .. seria mero sonho pra MB ( o meu por exemplo ) mas quem sabe …A MB quer de 1 a 2 NAes de ate 60mil t. n descarto a possibilidade de ter ao menos ”1” usado …

Marco
Marco
5 anos atrás

Fábio Mayer 21 de agosto de 2015 at 17:18 #

Os EUA não vendem armamento nuclear para ninguém, Carlos Victor.

– Só a título de correção o velho kennedy não era movido a propulsão nuclear.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
5 anos atrás

Correto, o velho Kennedy, curiosamente, era convencional, isto é, não nuclear. Quanto aos EUA não venderem armamento nuclear a ninguém, EUA e UK compartilham tudo na área nuclear, até reatores compactos prontos, a marinha inglesa usa em seus submarinos, não tenho dúvida de que até bombas devem ser compartilhadas entre os dois países. O Brasil não tem condições de comprar e muito menos operar um PA enorme como esse, não somente a tecnologia nuclear nos é quase desconhecida (são décadas de roubos no programa nuclear brasileiros, tem até almirante preso), como também todo os resto é muito avançado para nós,… Read more »

Dalton
Dalton
5 anos atrás

Para quem interessar possa, o ex USS John Kennedy não passou pelo “SLEP” que alguns dos NAes mais antigos passaram que visava a estender a vida útil dos mesmos. Em 2005 a condição do JFK era ruim e um período de manutenção que deveria durar 15 meses foi simplesmente cancelado e o navio apesar de não ser mais considerado eficiente só em 2007 foi descomissionado. Devido ao estado o JFK nem mesmo foi para a reserva com status de candidato a ser reativado se necessário e seu destino continua nebuloso, mas, ainda há possibilidade que ele seja transformado em museu,… Read more »

Observador
Observador
5 anos atrás

Esta foto do NAe John Kennedy ficou show de bola, toneladas de diplomacia, amigo, os EUA merecidamente são e serão por muitos e muitas gerações a potência dominante no planeta, e para ser sincero, prefiro eles, uma democracia e um povo parecido conosco que ditaduras orientais.

Observador
Observador
5 anos atrás

Não seria mais interessante fazer um bom acordo com os EUA, desativar o nosso dispendioso NAe, e adquirirmos o “Kitty Hawk”? Pois pelo que a gente já gastou e ainda teria que gastar no São Paulo e que se tudo correr bem, só voltaria somente em meados de 2020 à ativa…

Observador
Observador
5 anos atrás

E aproveita já faz uma negociação dos OHP Olivier Perry no bolo com a reforma lá…

carlos victor
carlos victor
5 anos atrás

seria bom se a marinha comprasse o kitty hawk,juntamente com o seu projeto,para fabricar uns 2 similares a esse NAe,pode ser um navio velho,mas daria um status a mais pra marinha
imaginem só:MB de Kitty Hawk escoltado com as fragatas type 26 *_*

Antonio
Antonio
5 anos atrás

Tá, legal, ‘adquirir’ o Kitty Hawk, beleza, e operar O QUÊ nele? Dois Skyhawks obsoletos e velhos?
Por favor, me poupem…

Antonio
Antonio
5 anos atrás

Na boa, vocês ‘viajam’ demais, pro meu gosto…rsrsrsrsrs

carlos victor
carlos victor
5 anos atrás

se tivéssemos dinheiro pra comprar o Kitty Hawk,teriamos tbm para comprar alguns F-18 ou Rafales,ou ate mesmo bancar o desenvolvimento do sea gripen

Marcos F.
Marcos F.
5 anos atrás

Se tivéssemos dinheiro né pessoal.
Nossa situação só permite o básico, nada de Nae, principalmente um enorme como o Kitty Hawk que ainda é usado = + $ manutenção.

Antonio
Antonio
5 anos atrás

Se fosse pra desenvolver o Sea Gripen, compensaria…

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
5 anos atrás

Observador
21 de agosto de 2015 at 20:00 #
“… os EUA merecidamente são e serão por muitos e muitas gerações a potência dominante no planeta, e para ser sincero, prefiro eles, uma democracia e um povo parecido conosco que ditaduras orientais.”

Assino embaixo, sem maiores comentários. No mais, belíssima nave.

Antonio
Antonio
5 anos atrás

Sem qualquer sombra de dúvida…

Dalton
Dalton
5 anos atrás

Ainda sobre o Kitty Hawk, houve comentários anos atrás que a Índia ficaria com ele, mas, o mais provável é que os indianos estivessem fazendo pressão para os russos terminarem a reforma do “Vik” já que os EUA não pretendiam vender e mesmo os indianos não poderiam manter. Mesmo que os EUA o oferecessem de graça ,uma boa reforma nele, não apenas o suficiente para um curto período, exigiria centenas de milhões de dólares, se não um bilhão ou mais, já que o navio não vê uma doca seca há quase 10 anos e está com quase 55 anos. E… Read more »

Juarez
Juarez
5 anos atrás

Dalton, tu é um ser, realmente especial e um verdadeiro dicque da paciência em explicar o óbvio.
Realmente me preocupa que debatedores que teoricamente acompanham o assunto defesa venham aqui defender a aquisiçaõ de um NAE com 50 anos de uso com quase ol triplo do descocamento do SP, e não conseguem olhar para trás e ve que passados 12 anos não conseguimos opera-lo.
E por razãoes como estas que estamos e continuaresmo namerd….. absoluta, as pessoas não conseguem enxergar o óbvio e tem memória curta.

Grande abraço

Vader
5 anos atrás

Olha Juarez, o Brasil é essa m. porque os “sonháticos” vivem com a cabeça na lua, sonhando com avantesmas, e se esquecem de fazer alguma coisa para melhorar. Somos em suma um povo pouco prático. Por isso que somos o eterno país do futuro… A Marinha não consegue operar o Foch, que está docado há 11 anos, e vai ficar mais uns 5 (se é que volta); não tem nem um par de A-4 Skyhawk dos anos 50 em condições operacionais; e neguin fica sonhando com Kitti Hawk recheado de Rafales-M, que deve hoje ser a mais cara aeronave de… Read more »

JagderVband#44
JagderVband#44
5 anos atrás

Prezados Vader, Juarez e demais.

O problema é o excesso de chá de mandioca, o mesmo que o pessoal do planalto gosta. Este chá é um poderoso alucinógeno, e um dos sintomas do seu uso é “viajar” na maionese e achar que o braphil é uma PuTência mundial.

Um Kitty Hawk na MB? Só se for para carregar Kombis Francesas…

Fábio Mayer
Fábio Mayer
5 anos atrás

Compartilhar informações com a Inglaterra não é vender armamento nuclear, já que o país europeu tem um programa nuclear próprio, provavelmente mais antigo que os dos EUA, inclusive. E perdão pelo engano, eu realmente tinha o JFK como NAe nuclear. Agora, a verdadeira questão é que o Brasil não precisa de porta-aviões. Ou mesmo que precise, não tem ou não quer ter recursos para operá-los. Concordo com o Vader, somos um povo pouco prático. Temos 9 fragatas, estamos discutindo sua substituição há 15 anos sem resultado prático porque queremos transferência de tecnologia que, consequentemente, torna os preços mais caros. Como… Read more »

carvalho2008
5 anos atrás

O que o Brasil precisa é de uma planta generica, de umas 45 mil toneladas, apta a operar stobar e uma doca alagada. Uma planta que possibilite ser configurado, dependendo da missão, ser um anfibio ou um Porta helis ou um Nae. Não precisa possuir grandes caracteristicas de projeção, mas sim na defesa de frota como função principal. A capacidade de projeção seria secundaria. Uma planta simples parecida com o BPE, mas ampliado para estas 45 mil ton, conves em angulo e skijump + cabos de parada. Obvio que implementar todos estes recursos em uma só planta limitara qualquer de… Read more »

Dalton
Dalton
5 anos atrás

“Compartilhar informações com a Inglaterra não é vender armamento nuclear, já que o país europeu tem um programa nuclear próprio, provavelmente mais antigo que os dos EUA, inclusive.” Fabio… Mais antigo ? Os britânicos iniciaram seus estudos durante a II Guerra Mundial, assim como os EUA e realisticamente perceberam que não poderiam levar à cabo tal empreitada sozinhos e acabaram contribuindo com o Projeto Manhattan, mas, não em igualdade de condições. Tanto que apenas em 1952 o Reino Unido detonou sua primeira bomba “A” e o primeiro submarino nuclear de ataque o HMS Dreadnought comissionado em 1963 foi construído com… Read more »

Fábio Mayer
Fábio Mayer
5 anos atrás

O programa nuclear britânico é ligeiramente mais antigo que o dos EUA. Inclusive, os dados foram cedidos quando os EUA entraram na segunda guerra.

Dalton
Dalton
5 anos atrás

Ligeiramente sim, e no início até pelo fato do Reino Unido estar em guerra desde 1939 o programa estava até mais avançado que o dos EUA e os britânicos recusaram-se a compartilhar informações e assim os trabalhos foram desenvolvidos separadamente.

Mas, tão logo os EUA entraram na guerra o programa britânico empalideceu já que apenas os EUA tinham os meios técnicos, materiais e humanos para de fato desenvolver uma arma atômica e os britânicos engavetaram seus planos e juntaram-se ao Projeto Manhattan.

David
David
5 anos atrás

Linda obra da engenharia.
Me pergunto quantos milhares de sistemas esse monstro tem (ex.: dessalinizadores, tratamento de água e esgoto, purificadores de ar, sistemas de armas, comunicação, paióis, etc) para manter uma tripulação enorme em alto mar.

xtreme
xtreme
5 anos atrás

Como surtam … o Brasil esta “quebrado” … e falam em comprar Porta Aviões, 5000 aviões, tanques, misseis..e os cambaus..

Com o petróleo abaixo dos $40 o pré-sal se torna um …pos-morto… inviabiliza qualquer extração de petróleo. E dizem que ruma aos $20.

E colocando as cartas na mesa… nossas Forças Armadas (humano) pelo Brasil estar quebrado…esta longe de ser altamente eficaz.

Somente um classe ” Gerald R. Ford com sua escolta eclipsa todo o cone sul (incluído o Brasil).

carvalho2008
5 anos atrás

Este ciclo de petroleo baixo é artificializado pela OPEP. Trata-se de um movimento deles, uma queda de braço com novos entrantes no mercado. Pretendem inviabilizar o gas de xisto americano, o pre sal brasileiro e africano nas mãos dos chineses. Mas isto tem um custo, inclusive para eles, nem que seja em seus proprios estoques. Existe um outro viés em que se pode creditar a apenas um ciclo, pois o proprio Oriente está longe ainda de uma estabilização. Mesmo a derrubada dos embargos aos Iranianos ainda são incertos pois muitos sabotadores que se alimentam das crises da região podem ressurgir.… Read more »

xtreme
xtreme
5 anos atrás

carvalho2008

Discordo… nada artificial … a OPEP não reduziu sua produção… a China deixou de ser a “locomotiva” do mundo e os EUA com o gás de xisto se tornaram auto suficientes em petróleo.

Resumindo … oferta x demanda = preço no chão… lembrando que o Irã , com o fim do embargo, provavelmente vai “despejar” mais 3 milhões de barris dia no mercado.

Pré Sal ?… quem sabe daqui 05 anos , volte a ser interessante para o país…..hoje ? não mesmo… mais barato comprar petróleo dos árabes ou a gasolina mesmo.

Anselmo Nogueira
Anselmo Nogueira
5 anos atrás

A realidade é que o Brasil precisa com urgência de dois NAes e obviamente que eles estejam bem servidos de aeronaves no convés. Junto com os NAes, navios de apoio logístico, escoltas e submarinos. Nosso país precisa ter condições de manter vigilância contínua sobre as plataformas de petróleo e sobre o tráfego marítimo. Sei que provavelmente serei uma voz isolada, mas digo aos senhores que dinheiro não é problema. O problema é não termos uma política de Estado duradoura, que faça com que os projetos tenham continuidade. Por exemplo: o Brasil comprou o projeto do IKL alemão, cujo objetivo era… Read more »

Axgernac
Axgernac
5 anos atrás

Primeiro tem que fazer o arroz com feijão e depois analisar de um ponto de vista político, social e consequentemente militar, o que o Brasil quer pra sí, se quer continuar isso ai, ser mais um ou liderar! na atualidade não somos nenhum dos dois. Em suma, precisamos do Prosuper, de pelo menos 7 boas fragatas, não sei qual será o futuro dos IKL depois da chegada do Scorpene, mas o ideal seria o Brasil possuir entre 8 e 10 submarinos, fora o nuclear, navios de abastecimentos, transporte, precisamos olhar para as coisas pequenas, estarmos concentrados nisso, sermos grandes nas… Read more »

Anderson Petronio
Anderson Petronio
5 anos atrás

1 Kitty Hawk , 6 OHP, e de lambuja tragam também uns 20 A7 Corsair e 12 F14 Tomcat…

Tamos em 1985????

Aterrisa mo fio…