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Lançamento de bombas e tiro real durante a Operação MISSILEX 2016

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Caça AF-1 modernizado lança bombas BAFG-230
Caça AF-1 modernizado lança bombas BAFG-230

No dia 13 de abril, em continuidade aos exercícios planejados pelo Comando da 1ª Divisão da Esquadra na Operação MISSILEX 2016, dois caças AF-1 pertencentes ao 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) participaram do lançamento de bombas BAFG-230 sobre “Killer Tomato”. Uma aeronave AF-1, modernizada recentemente, executou o lançamento de quatro bombas sobre o alvo. A realização desse exercício contribuiu para o adestramento das tripulações e dos pilotos da Esquadra no lançamento desse tipo de armamento.

Na mesma manhã do dia 13 de abril, as Fragatas “União” e “Constituição” realizaram exercício de tiro de superfície sobre alvo “Killer Tomato”, com canhão de 4,5”.

Tiro de canhão de 4,5'' da Fragata "União"
Tiro de canhão de 4,5” da Fragata “União”

FONTE: MB

70 COMMENTS

  1. Que emoção, meu Deus a MB realizando um ataque com bombas da II GG, com aviões da década de sessenta com doutrina da guerra da Coreia, muito bom, continuem assim daqui uns duzentos anos vocês chegam a doutrina guerra aeronaval atual.

    G abraço

  2. Mas mesmo que um dia tenha um ASM integrado é sempre bom treinar todos o perfis de ataque, se não me engano mesmo sem ASM integrados os pilotos de AF-1 treinam os perfis de lançamentos e depois seguem em direção ao alvo simulando o perfil do missil para treinar as defesas dos navios para ataques de ASM em perfil sea skimer

  3. Marcelo, bom dia, ao menos se não me falhe a memória, o killer tomato é um tipo de alvo inflável utilizado pela MB de formato redondo com diametro de aproximadamente entre 3 a 5 metros (não recordo exatamente as dimensões), geralmente na cor vermelha (bem parecido com um tomate mesmo, deve vir dai mesmo o nome), geralmente não se atira para acertar, pois se acerta acaba o exercício de tiro, kkk
    Abraços, espero ter ajudado

  4. É inserido um “erro” (deflexão) na solução de tiro, exatamente para evitar a destruição prematura do alvo…
    Agora, sem, querer polemizar, treinamos com o que temos… se não o fizermos porque os meios estão defasados, faz-se o que ? Se já somos criticados treinando, imagine o que vai rolar…

  5. Pessoal só critica… poxa a MB mostrando que ainda tem alguma capacidade, que suas embarcações não estão simplesmente paradas em algum porto e que suas aeronaves não estão estocadas nos hangares. Que essas imagens se tornem mais rotineiras.

  6. Fernando, tu leu ou não entendeu o que eu escrevi, mas vou desenhar, fica melhor:

    Aviação naval de combate é para treinar o mais próximo da realidade e da doutrina operacional moderna, aquilo que tu viu ali, é coisa de aeroclube e custa muito caro para o contribuinte, brincar de tiro ao alvo.
    Sabe o que aconteceria com aquele elemento de A 4 contra qualquer marinha sul americana de médio porte, dois piloto voltando a nado ou em dois caixões e vela preta.

    G abraço

  7. XO, eu vou te contar uma “histórinha” para ilustrar o meu pensamento e para que tu possas entender a que me refiro:

    Na primeira operação Salitre, a FAb levou um pau da FACH que ficou na história, perdendo praticamente todas aeronaves em combate, porque????

    Porque os Chilenos detinham na época uma aeronave ma is moderna, o T III, com P IV e a FAB ainda com F 5 não modernizado, P III e AIM9 B, sim, mas pricipalmente porque os nosso pilotos se ofereceram como”patos” no dog fight.
    No Debrifing de missão já no Brasil o, Brig Burnier que na época era chefe do Comgar disse:

    Eu entendo que nós não tenhamos condições técnicas hoje de “hardware” para equilibrar a balança, mas nós oferecemos a vocês toda a literatura disponível no mundo para atualização e damos condições de treinar o mais próximo disto, simulando, mesmo sem ter o equipamento, a que ele se referia:

    Todo mundo sabia que o P IV travava nas “três horas” e os nossos pilotos se ofereciam como patos.

    Então o que eu me refiro é exatamente isto, vocês podem e devem treinar o mais próximo da doutrina atual, mesmo não dispondo do vetor do armamento adequado, porque vocês tem a disposição em qualquer setor de inteligência a literatura que precisarem, sem falar nos intercâmbios, então meu amigão, aquilo ali não serve como desculpa para miserê, aquilo ali no meu modesto entender é uma associação de
    falta de vontade, falta de empenho e principalmente incompetência do comandante da força aeronaval, que tem como origem, a incipiente assimilação da doutrina básica de asa fixa por parte da MB.

    G abraço

    G abraço

  8. Juarez, mas é exatamente o que eu citei no meu ultimo post, mesmo sem possuir misseis anti navio integrados ao AF-1 a MB treina os perfis de lançamento de tais misseis e após o lançamento os aviões seguem a trajetoria em direção aos alvos simulando o missil em seu perfil sea skiming para treinar as defesas dos navios, mas independente de treinar lançamento de misseis os pilotos também tem que treinar lançamentos de bombas, pois cada TO e situação pede um tipo de armamento, ou será que em uma situação em que não exista defesa aa por parte do navio alvo vai-se gastar um missil carissimo enquanto pode-se atacar com bombar burras infinitamente mais baratas simplesmente por não saberem lançar bombas?
    Nossos pilotos tem que estar treinados para todas as situações e empregos de armamento, possuindo o armamento ou não como você mesmo bem citou

  9. Juarez, muito bom o seu exemplo… acho que o Airacobra já respondeu, melhor do que eu poderia… até porque, sou da superfície e, para nós, não adianta inventar, é diferente da aviação… apenas para ilustrar, houve tempos em que o HS não podia lançar AM39, sei lá porque motivo, mas, exatamente com a saudosa V33 fizemos vários dias de mar para aprimorar os procedimentos de OTHT… o AWS-4 é ruim, o SH era velho, mas o procedimento foi testado e tornou-se rotina para nós… ou seja, mesmo com meios ou equipamentos defasados, fomos qualificados para cumprir uma manobra tática ainda válida… abraço…

  10. Posso estender o comentário com relação ao apoio de fogo naval, por exemplo… o alcance do 4.5 coloca o Navio junto do litoral, à mercê de VANT, aviação e toda a parafernália disponível pelo outro lado… se encararmos um conflito sem aliados, a missão é inaceitável, mas atuando em outro contexto, como parte de uma Força multinacional, é válido manter a capacidade de saber conduzir esse procedimento… o mesmo pode ser aplicado a um Grupo de ação de superfície… quem vai ser o oponente ? Temos ou não vantagem de armamento e/ou tática ? Mesmo diante de uma força mais fraca e estando em situação favorável, se não soubermos fazer, não adianta… amigo, eu mais do que ninguém rezo pela cartilha de que Navio tem de estar no mar, caso contrário, vira um escritório caro… abraço…

  11. Juarez, compreendo o seu ponto de vista mas eu, e creio que outros colegas aqui, ao ler o seu comentário acabam por se sentirem lesados por palavras um tanto fortes ao se referir aos elementos em uso na MB e a força que essa teria frente as outras armadas da América do Sul. Não creio que a MB venha utilizando uma doutrina ultrapassada nem saiba utilizar oq tem de uma forma que possa colocar em prática técnicas de batalha modernas. Comparar com aeroclube é um tanto desnecessário.

    Em tempo, uma imagem curiosa
    http://estrategiaglobal.blog.br/wp-content/uploads/2014/12/AF-1B-BAFG-1.jpg

  12. Eu também concordo contigo , Fernando no seu comentário , aqui vai uma humilde opinião de um infante “burro” pé de poeira :Sabe o que aconteceria com aquele elemento de A 4 contra qualquer marinha sul americana de médio porte, dois piloto voltando a nado ou em dois caixões e vela preta.” , não vejo nenhuma marinha na América do Sul , em situação melhor que a nossa não , se alguém poder me responder se falei bobagem fico grato pois nosso espaço aqui é para um debate sadio , onde uns concordam outros discordam , desde já agradeço . Abraços !!!!

  13. Eu vejo que existe uma dificuldade muito grande de se fazer entender, e ainda de se sair do mundo encantado das maravilhas.
    Senhores eu me referi a doutrina, qualquer Marinha sul americana de médio porte abateria sumariamente as duas aeronaves.
    Fernando, a doutrina utilizada é arcaica e não aprimora absolutamente nada, mas isto é a minha opinião e o tempo mostrará quem está certo, o que acontece, é que como nos caso das Malvinas, costuma cobrar um preço alto demais.

    G abraço

  14. Em 1982 os ataques argentinos realizados com mísseis exocet, voando baixo e lançando de longe mostrou o caminho para a vitória… já os ataques efetuados com bombas provocaram danos mas muitos aviões foram abatidos… como o colega acima citou, como o alvo estava parado porque não lançar uma bomba com um kit de guiamento para testar a arma… não vejo com bons olhos treinar uma doutrina ultrapassada… hoje são saraivadas de mísseis, o mais longe possível da defesa anti aérea e pronto….

  15. Robson , a baixa disponibilidade de A-4 fez com o nível de adestramento caísse demais… O Esquadrão cumpriu essa missão e conduzirá uma série de exercícios em Natal com emprego de armamento… Ou seja, estão no estágio básico, cumprindo todas as etapas, sem atalhos, para incrementar o adestramento… Isso não se recupera de uma hora para outra…

  16. Vale salientar que em 82 estava no início a generalização de sistemas de radar com capacidade de detectar e rastrear contatos em voo ultra baixo (sea skimming). O engajamento de canhões e mísseis contra esse tipo de alvo só era possível via visual.
    Hoje seria impossível se repetir a ação dos Skyhawks argentinos.

  17. Uê, mas não foi desse jeito que o Coventry foi pro fundo? Olha que além sea dart aida havia uma fragata com sea wolf junto. Se a Navy errou no emprego essa super marinha companheira hipotética poderia errar também. Quem não tem cão caça com gato.

  18. Sim Juarez,
    Levamos um pau na primeira Salitre mas
    Aprendemos e em menos de 10 anos, entre a primeira Cruzex e a terceira, já operávamos em ambiente BVR. Pergunte aos pilotos franceses de Mirage 2000N , eles estão até hoje estudando pique aconteceu com eles face ao trinomio E-99/F-5M/Derby. Com a palavra o amigo Rinaldo Nery!!!

  19. Juarez, colaborando com tua colocacao…

    Houve uma ocasiao em uma cruzex da vida, q o GDA foi “convidado” e eles sabiam q iriam combater contra os M2000, dessa forma, o comandante estudou a fundo os sistemas de armas descobrindo uma “falha” e conseguiram abater alguns M2000…

    Entao sim, os pilotos de F-5 aprenderam da pior maneira possivel o q o comandante lhes disse depois: Estudar o inimigo eh tudo!

  20. Boa noite para todos. não se enganem àqueles que há uma doutrina ultrapassada por olharem apenas exercícios básicos com armamento ultrapassado. A MB faz o que pode e há estudos e estudos para aperfeiçoamento dessa Força . A FAB e EB realizam também seus exercícios militares e vão aperfeiçoando-os. Será que existem só defeitos? Os Oficiais da e também da reserva projetam ,estudam e por fim treinam doutrinas diversas. Caso não fosse assim para que ter Forças Armadas? Por favor, critiquem, mas não desmereçam jamais o aprendizado e estudos dos militares. Eles fazem o que podem mesmo com todas as adversidades (governo, verba…!?) Obrigado e desculpem-me por qualquer ofensa.

  21. Sergio, realmente tá difícil de se fazer entender. A MB faz e vai continuar fazendo arroz com feijão, porque?????

    Porque não tem outra opção, com os orçamentos de que dispõe e até porque ela entendeu colocar os ovos em outra cesta, condições financeiras que propiciem a constância necessária de voos e de DISPONIBILIDADE de equipamentos para formar uma doutrina moderna. some-se a isto que vários integrantes do VF 1 passam por lá e não conseguem fazer mais do que dois voos ano, é impraticável.
    Some-se isto que mesmo com a célula “modernizada” do A 4, faltam janelas de integração e voos de homologação, e quando isto vai acontecer??

    Só Deus sabe que com os orçamentos que vão sofrer ainda maiores cortes pela frente.

    Tem solução???/

    Tem sim senhores, pragmatismo, planejamento sério, pés no chão, humildade e racionalização de meios.

    A aviação de asa fixa na MB da forma como está posta, morreu, acabou, sem mesmo ter começado, todos aqui que vivenciaram e que ainda vivenciam a caserna sabem disto.
    Estou dizendo sou contra a asa fixa na MB? Nao, absolutamente, sou francamente a favor, mas não da forma como está “desorganizada”, o caminho é outro, e os marinheiros sabem qual é, só que, infelizmente no “Principado da Guanabara” as prioridades são outras…..

    G abraço

  22. MO 18 de abril de 2016 at 19:40

    Juarez, como falei, não ta na wiki e nem tem no Battlefield ou Call of Duty … dificil de entender …. kkkkkkkk

    MO, tu tá certo, juro que dá próxima vez eu me calo, deixa eles…..

    G abraço

  23. Jorge Alberto e Fernando, o aprendizado da Salitre foi o marco de mudança de doutrina dentro da FAB, e llgo após o 14 ter sido declarado operacional com o F M, pouco tempo antes do começa da Cruzex em natal, baixaram aqui 10 pilotos e instrutores IAF, e meu amigo nunca se voou tanto em 15 dias no esquadrão de forma tão diferente, combativa e profissional, desde a decolagem até os procedimentos de pouso e ali os Israelense cantaram toda a pedra, precederam todos os movimento táticos dos Franceses e deu no que deu.
    Como eles sabiam??
    Simples, eles tem a melhor doutrina operacional do mundo e mais atualizada.

    G abraço

  24. Juarez, concordo piamente quanto à qualidade com o intercâmbio com os israelenses, realmente eles são os papas da doutrina da aviação de caça, temos mais é que estreitar laços com países assim, e não tomarmos atitudes de anão diplomático como uma certa presidanta o fez.

  25. Um vetor antigo porém modernizado não faz milagres, mas utilizado com a doutrina correta, pilototos bem treinados e usando 100% de suas capacidades terá melhores resultados que um vetor mais novo de melhor capacidade utilizado com uma doutrina defasada, é o ideal? Não, mas o importante é conseguir tirar sempre 100% de proveito de seu vetor, da situação e dos erros do inimigo.
    Um dia que chegar o vetor no estado da arte teremos uma boa doutrina e é só manter-se atualizado com as novas doutrinas que surjam e que se adequem a seu novo vetor.

  26. A impressão passada para o público leigo com estes tipos de exercícios é a de que a MB está fazendo alguma coisa, em meio a tantas críticas. Só que, na mesma medida, está se expondo ao ridículo, com equipamentos obsoletos e que ainda assim, mal consegue operar.
    Deixe a aviação de asa fixa para quem já domina o assunto (FAB). A MB deveria ater-se ao patrulhamento como primeira e absoluta prioridade. Qualquer coisa fora disso, no momento, é apenas propaganda enganosa (que já não engana mais ninguém). Quando a MB demonstrar alguma competência operacional e organizacional cumprindo a sua missão básica poderá pensar em formar uma esquadra ou ter uma força aérea.

    Duas pérolas captadas nos comentários mas que dizem bem da situação atual.
    – A MB não forma oficiais mas sim, príncipes.
    – O Principado da Guanabara.

    Abraços.

  27. Gelson, desculpe, mas expor-se ao ridículo porque o material é ultrapassado ? Isso não é motivo para deixar de realizar os adestramentos… ou você, como contribuinte, acha melhor ficar tudo encostado ? Acredito que não… eu, como Oficial de Marinha e contribuinte, não gostaria… se parar, que seja por questão de segurança da Tripulação…
    Nosso maior problema não é operar e sim manter… mas concordo quanto ao “organizacional”, caso você tenha pensado em aprimorar a gestão…
    Abraço…

    • E la publico leigo tem noção de alguma coisa … publico leigo ta nem ai para este tipo de assunto, acho que vc não fez sua colocação direito Gelson, e as afirmacoes para quem é meio leigo tbm foram totalmente “leigas” …

  28. XO e MO,
    na medida em que os “leigos” começam a ver o seu dinheiro suado sendo mal usado e escorrendo em direção ao ralo, estes também começam a se interessar pelo assunto. Os militares, de modo geral, pensam que vivem num mundo à parte. Em muitos países eles são até considerados como desajustados sociais pois acreditam que pertencem a uma espécie de elite de guerreiros e que devem ser sustentados pelo restante da sociedade sem precisar prestar contas do que fazem. É uma filosofia feudal que sobrevive em alguns países apesar de toda a informação disponível.
    Eu vejo como uma tremenda burrice a MB insistir neste assunto de asas fixas. É apenas mais um vazadouro de recursos. Não há orçamento nem para manter este tipo de equipamento quanto mais adquirir algo realmente moderno e eficaz.
    Quando ela (MB) mostrar capacidade para cumprir o que deveria fazer então pode passar a pensar em uma etapa maior (esquadras, bases, porta-aviões, submarinos nucleares, etc.). Por enquanto é apenas mais um aglomerado ridículo e mal organizado, indigno das tradições que alega ter.
    Também ficaria indignado se fosse um marinheiro lendo isto vindo de um “leigo”. Mas, entendo que é algo que deva ser feito. Não podemos manter uma estrutura arcaica, onerosa e não-operacional apenas para dizer que temos algo. Isto não só é ridículo como também um grande atestado de burrice. Mais um de nosso país. Não engana mais ninguém!
    A sorte é que ninguém em sã consciência vai querer invadir esta naba de país. Pois basta subornar uma meia dúzia de vira-latas que estão no poder e assim conseguem tudo o que querem, sem derramar sangue.
    Fiquem tranquilos não vou mais me manifestar por aqui. Não resolve nada mesmo!
    Nada pessoal contra ninguém.
    Abraços.

    XO e MO,
    na medida em que os “leigos” começam a ver o seu dinheiro suado sendo mal usado e escorrendo em direção ao ralo, estes também começam a se interessar pelo assunto. Os militares, de modo geral, pensam que vivem num mundo à parte. Em muitos países eles são até considerados como desajustados sociais pois acreditam que pertencem a uma espécie de elite de guerreiros e que devem ser sustentados pelo restante da sociedade sem precisar prestar contas do que fazem. É uma filosofia feudal que sobrevive em alguns países apesar de toda a informação disponível.
    Eu vejo como uma tremenda burrice a MB insistir neste assunto de asas fixas. É apenas mais um vazadouro de recursos. Não há orçamento nem para manter este tipo de equipamento quanto mais adquirir algo realmente moderno e eficaz.
    Quando ela (MB) mostrar capacidade para cumprir o que deveria fazer então pode passar a pensar em uma etapa maior (esquadras, bases, porta-aviões, submarinos nucleares, etc.). Por enquanto é apenas mais um aglomerado ridículo e mal organizado, indigno das tradições que alega ter.

  29. Gelson, sinto dizer, mas, essa descrição de militares que você faz não é real nem aqui nos EUA… e você está muito equivocado, meu caro, não somos sustentados pela sociedade, trabalhamos pelo salário e prestamos contas dos gastos…
    Você fala em “mostrar capacidade para cumprir o que deveria fazer então pode passar a pensar em uma etapa maior”… então, não é isso que o exercício demonstra ?
    Como eu comentei anteriormente, falar em aprimoramento de gestão é corretíssimo, mas é muito forte denominar-nos “aglomerado ridículo e mal organizado, indigno das tradições que alega ter”.
    Por fim, esse espaço é aberto para opiniões e permanência…
    Abraço…

  30. XO, esquenta não, sempre foi assim e dificilmente vai mudar, se tem e treina reclamam, se tem e não treina também reclamam, se não tem e não treina reclamam, se não tem e treinam reclamam do mesmo jeito, se compram dizem que é gasto inutil para militares brincarem de joguinhos de guerra, vai entender, no mais, façamos nossa parte e deixemos que reclamem, abração e boa semana

  31. Airacobra, valeu pela força… muitas vezes, eu me calo porque concordo ou porque não tenho informações para argumentar… mas tem hora que não dá, cara… enfim, abraço…

  32. Xo e Aircobra eu vou me meter na discussão novamente(tinha jurado para o MO que não ia mais), vocês, não estão entende e estão pessoalizando o debate.
    Eu entendi o que o Gerson quis dizer, e não é dirigido ao “pessoal”, ma sim a forma como administram a instituição, principalmente nos últimos anos.
    Amigos XO e Aircobra, assim os considero, a MB, infelizmente está colhendo o que plantou, nós, e eu me incluo respeitosamente nesta critica, não estamos crivando o treinamento em si, mas como e,em como está sendo procedido e em que situação.
    Não há din din para quase nada, e marinha persiste em queimar preciosas horas de voo que não são anda baratas para fazer tiro alvo e um melancia flutuante, pelo amor de Deus, qual é planeta que os caras do CON vivem…
    Amigos, a esquadra está ___________ e os caras brincando de aeroclube, aquilo lá é coisa de aeroclube, é coisa que cadete faz no 1 ºdo 5º.
    A MB deixa o ____________ uma atrás da outra, aquela história de licitar não sei quantos milhares de reais em Whisky e outras cachaçadas que eu não exatamente o que mais, gente pelo amor de Deus, o país em frangalhos e o almirantado no mundo encantado de avilã.
    Agora, aqui ao lado no tema da Missilex que a MB lança dois Pinguin com MH 16 dá um ________ de um exemplo de assimilação de doutrina de guerra aeronaval moderna, e ainda dá a oportunidade a duas tripulações de terem a experiência de lançamento real de um armamento de ponta, isto é corretíssimo e tem que acontecer, caro para chuchu, mas o custo benefício desta operação é magnífico, traz um ganho doutrinário inigualável e vocês observem que ninguém questionou a operação, a “queima de estoque de Penguin, em fim todo mundo entendeu e bateu palmas.
    É isto senhores, não pessoalizem, a MB tem bons homens nos seus quadros, tenho certeza que ambos estão entre eles, e agora procurem entender a crítica dos “leigos”, porque eu, que vivenciei também a caserna entendo e as vezes desço o maior pau nas ___________ que a FAB costuma fazer.

    G abraço
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. JUAREZ, JÁ SOLICITAMOS INÚMERAS VEZES PARA MODERAR O LINGUAJAR. É PERFEITAMENTE POSSÍVEL ARGUMENTAR SEM USAR PALAVREADO CHULO, MESMO “DISFARÇADO” E SUJAR O BLOG. VÊ AJUDA OS EDITORES A GASTAREM MENOS TEMPO EDITANDO SEUS COMENTÁRIOS. PARECE CRIANÇA BIRRENTA, NÃO APRENDE MESMO SENDO UM DOS RECORDISTAS DE ADVERTÊNCIAS NOS TRÊS BLOGS.

  33. Disse que não mais comentaria mas, apenas para por uma pá de cal no assunto. Repito que não há nada pessoal contra ninguém no meu comentário. A minha crítica é para a organização da MB. Também gostaria de ver uma marinha bem equipada e eficiente e não isto que está aí.
    Das três armas é a que mais patetadas está fazendo. Isto está por demais evidente. Mesmo para um leigo,
    Eu não sabia que este forum era exclusivo para especialistas.

    Agradeço ao colega Juarez pelo bom entendimento e pelo apoio, mesmo sem me conhecer.

    Peço desculpas ao Sr. Editor pela postagem repetida que fiz acima e aos colegas que porventura tenham se sentido ofendidos de alguma forma.

    Agora sim, Tchau!

  34. Senhores, como ja disse em outras ocasioes, sim, precisamos melhorar a gestao, essa é minha opiniao pessoal… com relação aos outros tópicos, não vou polemizar, nem bater de frente… abraço a todos…

  35. Eu não vejo problema a MB voar o Sky Hawk A-4MKu, o problema é como gastar os parcos recursos que tem, com treinamentos que não agrega muito valor militar, com uma aeronave com aviônicos modernos . Nos EUA existe duas empresas privadas de aviação militar que utilizam o A-4N modernizado e outras aeronaves para treinar pilotos. Essas 2 empresas juntas tem mais aeronaves que toda as Forças Aéreas da AL. Uma é a Draken International baseado na Flórida, com cerca de 80 caças e a outra é a Discovery Air Defence que tem uma subsidiária nos EUA, A Top Aces. A Discovery já presta serviços para as Forças alemãs, e foi contratada para treinar pilotos dos caças Typhoon da Luftwaffe. Essa empresa trabalha no segmento militar,apoiando várias forças aéreas ao redor do mundo, com aeronaves de 4º e 5º Ger.
    Fonte: Discovery Air Defence

  36. Só de curiosidade, já que estamos falando de bombas e navios, há duas bombas guiadas que foram desenvolvidas exclusivamente para aplicação antinavio: a AGM-123 Skipper II e a JSOW C1.

  37. Muita gente critica o fato da Marinha insistir em ter um Nae, que seria inviável pelos altos custos operacionais, até aí tudo bem, mas se não tem um Nae tem que ter uma aviação naval baseada em terra, criticar os dois não dá.
    Eu mesmo prefiro uma aviação naval baseada em terra, e de forma integrada com o SISDABRA para racionalizar a operacionalização das duas forças. Por mim bases aéreas como Santa Cruz e Natal, que fazem fronteira com o oceano, seriam de responsabilidade da Marinha, que poderia operar com caças de longa autonomia e o P-3.
    E deixava a FAB com as bases continentais, que poderiam ser Santa Maria, Anápolis e Manaus.

  38. Eu concordo com o Juarez, hoje me parece impossível um ataque com bombas, com aquela altitude da foto e “considerando” ser um alvo militar desenvolvido nos últimos 30 anos…, só se for um treinamento de introdução para novatos, o que não parece sendo a “Operação MISSILEX 2016”.

  39. Galera só sabe falar mal da FAB, os militares não tem culpa do governo corrupto, mas quando os Gripens NG chegarem as coisas vão melhorar um pouco lembrando que a estratégia do Brasil é obter a tecnologia, por isso não comprou F16 dos americanos o que na minha opinião ia ser uma grande besteira, então antes de ficar falando mal olhe as dificuldades que eles enfrentam e que tão dispostos a dar a vida pelo país.

  40. os caças da marinha são velhinhos mas e o que temos, e não vai ter dinheiro para os grispen navalizados .Na reforma destes tem que portar alguns misseis antinavios pois graças a velocidade subsonica alta poderiam negar o uso do mar mesmo operando em terra vale a pena pensar nesta hipotese de um leigo

  41. Meus amigos, a realidade é dura e difícil, principalmente para quem a vive diariamente, trabalho arduamente a 25 anos ininterruptos, dia a dia, sol a sol, com meus companheiros de farda, o pouco que vocês veem funcionando e operando é a custa de muito empenho, de homens e mulheres, que fazem muitas vezes o que parecia ser impossível, criamos ferramentas especiais, inovamos metodologias de trabalho, aprendemos a administrar o caos, para garantir um mínimo de funcionalidade, eu sei que a grandiosidade do nosso país merece mais, e é por isso que todos os dias mesmo tendo pouco (ou quase nada) me esforço para oferecer o melhor de mim. Sei que o reconhecimento do fazemos não é compreendido por muitos, já fui comparado a um vagabundo que suga dinheiro da sociedade para não fazer nada (eu havia acabado de sair de um turno de 32hs – 24hs do serviço mais as 8hs do expediente), Subindo favelas, prestando assistência do meio da floresta, socorrendo náufragos, auxiliando pesquisas, realizando assistência humanitária nacional e internacional, trabalhando na contenção e apoio em desastres, tudo sem medalhas , sem honras, sem elogios, sem greves, sem reconhecimento, apenas pela satisfação do dever cumprido, por amor a um grande país e mantendo ainda acesa a chama da esperança de ver a grandeza desse país sair das linhas imaginárias de uma juventude que apenas observa e ganhar a materialidade de uma juventude que participa, fazendo da crítica um impulso para construir uma noção melhor, lembrando-se de que os homens e mulheres de farda não buscam a guerra, mas trabalham diuturnamente para promover o civismo, o patriotismo, a honra, a ética e a paz.

  42. Paranhos Parabens, alguns civis eu sou civil acha que a vida de Militar é uma Beleza,uma mamata mas estão enganados ,voces são Heroi anonimos. Acostomados a trabalhar em escritório,fazer pontes em feriados esse pessoal não tem noção o quanto o treinamento e puxado já fui sd de 2* classe e apesar de um bom trabalhador na indústria,não aguentei as corridas e toda aquela ginástica aquela prontidão toda. Acho que esses caras não aguentam uma semana.

  43. Como foi dito acima. Faz-se o que é possível. Em um país que não há bons exemplos de eficiencia em nada. Esperar o que? Fazemos bem o que está a nosso alcance, mas se o que está em nosso alcance é pouco. Então não dá para ir a lua de super tucano. Que tristeza! Sem boa saúde, sem boa educação, sem boa segurança pública, sem bons meios para ampla e vigorosa defesa, sem boa logística e sem saneamento básico. Isso é um país? Parece ainda uma colônia da idade média. País parado no tempo. Os governantes daqui só pensam em rou……..e o povo em receber esmolas por troca de votos e péssimos serviços. Espero que um dia tudo isso melhore. Tudo!

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