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Construção naval no Brasil, navios classe Liner, parte 1 (1/3), construídos no Estaleiro Mauá

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Durante o primeiro Período de Construção Naval, entre 1960 e 1974 (I-PCN),m diversas classes de navios foram encomendadas e construídas em  diversos estaleiros nacionais para modernizar e reaparelhar a frota, quando foi iniciada a construção de navios mercantes em escala do Brasil.

Diversas classes e tipos de navios foram projetados ou construídos sob licença e dentre estas classes, algumas se destacaram no mercado e firmaram seus nomes na Marinha mercante Brasileira

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Uma destas classes, a chamada “Liner”, recebeu encomendas de quatro armadores nacionais:  Mercantil, Netumar, Aliança e Lloyd brasileiro, sendo construídos por três estaleiros nacionais: Mauá, Ishibrás e Verolme.

Suas principais características técnicas eram:

  • 10.488 dwt
  • 10.230 grt
  • 160,94 m de comprimento total
  • 149,56 m de comprimento entre perpendiculares
  • 23,09 m de boca
  • 11,40 m de pontal
  • 9,60 m de calado máximo carregado
  • Guidastes: 1 x 60 t, 2 x 30 t., 5 x 5.t swl
  • Porões: 5

Para mais imagens:

Nesta primeira parte, abordaremos os navios construídos pelo Estaleiro Mauá, da Companhia de Comércio e Navegação, em Niterói/RJ, que construiu 8 unidades, conforme abaixo:

  • Casco nr.22
  • N/M ‘Copacabana’ / PPDE (IMO 6930843)
  • Entregue em setembro de 1970
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Empresa de Navegação Aliança S.A., Rio de Janeiro

– 1984, foi vendido para o armador Allseas International, renomeado ‘Copa’, bandeira de Malta,

– 1984, renomeado ‘Copacabana’ (Allseas International), Malta

– 1985, vendido para demolição na China, chegou em Yantai em 22/04/1985 para ser demolido

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  • Casco nr.23
  • N/M ‘Navem Taquary’ / PPDP (IMO ????)
  • Entregue 1970
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Empresa de Navegação Mercantil, Rio de Janeiro

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 – 1971, Adquirido no final de sua construção pelo armador Cia de Navegação Lloyd Brasileiro, renomeado ‘Taquari’

– Em retorno de sua viagem inaugural para Costa leste dos EUA, em sua viagem sul a caminho de Buenos Aires, em em tempo bom e mar calmo encalhou em recife próximo ao Cabo Polônio, Uruguai, sendo considerado perda total

– Foi o único liner do Lloyd sem o nome iniciar com ‘Ita’

Oficialidade de sua primeira e única guarnição:

  • Comandante: CLC Luiz Fernandes da Silva
  • Imediato: CCB Geilson
  • Chemaq: OSM Davide Andrade Bispo
  • Sub Chefe de Máquinas: 1OM Marcelino

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  • Casco nr.24
  • N/M ‘Flamengo’ / PPDS (IMO 7013800)
  • Entregue em junho de 1971
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Empresa de Navegação Aliança S.A., Rio de Janeiro

– 1984, foi vendido para o armador Allseas Intenationsl, renomeado ‘Mengo’, bandeira de Malta,

– 1985, renomeado ‘Ipanema’ / 9HVG2 (Allseas International), Malta

– 1985 vendido para demolição na China, chegou em Yantai em fevereiro de 1985 para ser demolido

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  • Casco nr.25
  • N/M ‘Navem Olinda’ / PPEJ (IMO 7023300)
  • Entregue em junho de 1970
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Empresa de Navegação Mercantil , Rio de Janeiro

– 1969, lançado como ‘Navem Olinda’, encomendado pelo armador Empresa de Navegação Mercantil, Rio de Janeiro

– 1970, foi vendido para o armador Frota Oceânica Brasileira S.A., Rio de Janeiro, renomeado  ‘Frotario’

– 1992, vendido para o armador Sougerka Maritime Co. Ltd., Piraeus, renomeado ‘Rosario’ / J8GG5, bandeira de San Vincent & Granadinas

– 1993, vendido para demolição na China, chegou em porto chinês desconhecido em outubro de 1993, para ser demolido.

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  • Casco nr.26
  • N/MMaringá’ / PPEI (IMO 7042435)
  • Entregue em dezembro de 1970
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Empresa de Navegação Aliança S.A., Rio de Janeiro

– 1990, foi vendido para o armador Incom Ltd., Limassol, Chipre, não renomeado, prefixo J8DJ5,  bandeira de San Vincent & Granadinas

– 1990, dezembro, vendido parademolição

– 1991 – chegou na barra de Chittagong, Bangladesh no dia 16/01. Nodia 18/01 varou a praia e foi demolido pela compania H. Steel Sitalpur, demolição iniciada no mesmo dia.

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  • Casco nr.27
  • N/M ‘Itaquera’ / PPEM (IMO 7107223)
  • Entregue em março de 1972
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, Rio de Janeiro

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– 1972, vendido para o armador C.T.M. Companhia Portuguesa de Transportes Marítimos E.P., Lisboa, Portugal, renomeado ‘Carvalho Araujo’ / CSDD, bandeira de Portugal,

– 1982, foi desativado em Lisboa no dia 7 de gosto, permanecendo inativo em laid up

– 1986, vendido para demolição em Portugal, chegou em Setúbal em julho de 1986 para ser demolido pela empresa João Luis Russo e Filho Demolições e começou a ser demolido em 10/11/1986.

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  • Casco nr.28
  • N/M ‘Olinda’ / PPEP (IMO 7114939)
  • Entregue em abril de 1972
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Empresa de Navegação Aliança S.A., Rio de Janeiro

– 1990, foi vendido para o armador Incom Ltd., Limassol, Chipre, não renomeado, prefixo J8EB2,  bandeira de San Vincent & Granadinas

– 1990, dezembro, vendido para demolição

– 1991 – chegou na barra de Alang, Índia no dia dia 22/01. Varou a praia e foi demolido.

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  • Casco nr.29
  • N/M ‘Frotasantos’ / PPFA (IMO 7125079)
  • Entregue em junho de 1970
  • MCP: 1 motor diesel MEP-MAN 8cy K8Z86/160E de 18.400 bhp, 20,5 nós
  • Frota Oceânica S/A, Rio de Janeiro

– 1992, vendido para o armador Sougerka Maritime Co. Ltd., Piraeus, renomeado ‘Erotas’ / J8GJ5, bandeira de San Vincent & Granadinas

– 1993, vendido para demolição em Bangladesh, chegou em Chittagong em março de 1993,  varando a praia em 22 abril, para ser demolido pela empresa Padma Ship Breaking Ltd.

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Fotos: Makus Berger, John Sins, Edson Lima Lucas, Phil English, Brian Fischer, Lovie, Arne Sognes, Fotoflite, Dietmar Hasenpusch, Internet source

29 COMMENTS

  1. Poxa MO, post assim só me dá tristeza, como um país como o Brasil que ja teve uma das maiores industrias navais do mundo chega a uma condição como hoje com estaleiros que não conseguem nem entregar um NaPa de 500 ton, a decada de 90 foi sombria para a industria naval, por decisões erradas acaba-se com toda a industria naval

    • Eu acho alguns fatos contestam algumas coisas, esta classe por exemplo, unicamente construída aqui no BR, teve navio (a dispeito de começar a mudança para o container), que foi desativado em 1982 … (sendo construído em 1971, 11 anos e serviço … sei la acho que fizemos em determinada época quantidade, não qualidade ….

      Em tempo, esta classe foi um dos icones da marinha mercante brasileira e eu em particular acho entre os meus BR favoritos, massssssssssssssssssssss …

      • o que rola na navegação que estes novos navios construídos no tal milagre brasileiro efemero que parou eram de navios mal construídos, com equipamentos aquém de ser o suprasumo do mercado e e projetos ja não tão novos, muitos com problemas (reza a lenda que um deles foi entregue com o eixo propulsor desalinhado …

        O que eu pretendo ?, não, não é avacalhar os nossos navios, apenas ponderar aquele papo de o maior construtor naval do mundo em determinado periodo, a 2a maior mercante do mundo e os tais “MAIORES/MELHORES DO MUNDO” que os BR adoram …

  2. A politicagem é culpada. Caso possamos construir navios para área civil ,Por que não construímos nossas belonaves de guerra em estaleiros privados? Até hoje não entendo essa estratégia? Não me venham escrever sobre contratos ,patentes ou leis de proteção pois isso tudo pode ser mudado. Foram construídas plataformas e não se pode construir navios de guerra?

    • Sergio, e quem disse que foram construidas “plataformas” aqui ?, as “tais plataformas” eram a fase final de adaptação de N/T´s em FPSO, aonde a conversão era feira 80 % no exterior e aqui vinha para colocar “as torneiras, armários e coisas relevantes afins” e conta se uma história que foi feito aqui …Não há tecnologia para isso aqui (Navios de combate de qualidade e complexos … )

  3. Não é verdade que nós só sabemos apertar parafuso. A plataforma P-55 foi construída em Rio Grande, menos os módulos de acomodação que foram feitos nos Estados Unidos e o flutuador que foi feito no Estaleiro Atlântico Sul. A Engevix continua fabricando cascos para plataformas FPSO da Petrobras no estaleiro ERG 1.Agora, a parte “Ufano Brasil noticias” acaba por aqui! A verdade é que P-55 foi feita com uma qualidade que deixou muito a desejar! Só um exemplo, o flutuador feito em Pernambuco chegou aqui com as soldas tão comprometidas que foi necessário um ano de retrabalho só para preparar a união do deckbox com o flutuador(mating) e na hora h, foram descobertas falhas graves na soldagem das vigas do deckbox fabricado em Rio Grande e mais seis meses de retrabalho se passaram…Quanto a estaleiros nacionais construindo navios para a Marinha, tenho minhas dúvidas. Uso o exemplo do ERG 1- moderno, gigantesco e com mão de obra que, bem ou mal, trabalha no ramo a pelo menos dez anos – que a pouco mais de um mês inundou seu dique seco para retirada do casco da P-68. Pois o casco fez tanta água que foi necessário esvaziar o dique para, adivinha, muito retrabalho de solda! A verdade é que a qualidade que o Brasil sustentava na construção de navios foi diluída e destruída na era pt. Em troca de prazos e números criativos e bonitos, só o tempo perdido foi bem aproveitado…

  4. Lindas fotos, belos navios… Me lembro de quando eu ficava admirando a beleza do vapor São José do Norte, esperando ser destroçado pelo maçarico, no antigo estaleiro que funcionava ao lado dos Escoteiros do Mar Riachuelo! Eu via ele do campo de futebol da Capitania ou do aterro que fizeram atrás do rancho. Bons tempos de infância…Os navios de hoje me fazem vomitar!

  5. Sr. Mo temos sim condições de construir navios de guerra pois projetos existem. Bem como foram construídas sim, plataformas. Por algum erro ou não, se vingaram ou não na construção aí entra o detalhe chamado “incompetência, superfaturamento, para não dizer outros “esculachos”.. .Segurança externa e interna deveriam ser questão de Estado e não de governo. Construir ruma belonave num estaleiro privado gera empregos diretos e indiretos, mas infelizmente a burocracia e mamatas reinantes não deixam que o nossas Forças Armadas possam nos assegurar soberania, visto não possuírem seu próprio gerenciamento e verba para se concluir algo de importância. Infelizmente. desculpe se fui mal compreendido mas obrigado por certos esclarecimentos, pois persistirei ainda mais nas minhas ideias: livre mercado, competição entre empresas, Educação de qualidade bem como saúde, porém só com muito trabalho se consegue isso e não com dinheiro do contribuinte sendo desperdiçado com fantasias mirabolantes e benesses desnecessárias.

    • Me diz uma sérgio …. me diz um navio de guerra construído na relação aproveitamento x custo x beneficio (Mk 10 não vale …)

      Agora, se vc quer acreditar, sem problemas

      Agradeço a resposta !

      Abs !!

  6. Sr. Mo Será que nossa engenharia naval é tão incompetente assim? Pois dá a entender pela suas respostas. Eu me referi que comprar ou construir, tanto faz, equipamentos militares deveriam ser questão de Estado e não de governos. Acredito em parcerias econômicas, comerciais, tecnológicas, engenharia reversa, o que seja desde que haja transparência e honestidade, pois são nossos impostos que pagam tudo. De qualquer maneira obrigado por explanar com poucas frases suas ideias pois são válidas. Desculpe qualquer má interpretação.

  7. A série dos liners marcou uma época na industria naval brasileira. Eram 24 navios, cuja construção foi distribuida pelos 3 maiores estaleiros da ocasião (Ishibrás, Verolme e CCN). A bela forma do casco permitia desenvolver uma velocidade relativamente elevada e alguns faziam a rota Rio-Londres em tempo recorde em comparação com outros navios semelhantes da época. Devido ao financiamento boa parte dos equipamentos eram de origem inglesa. Foram os primeiros navios mercantes construídos no Brasil com certo grau de automatização da praça de máquinas. O sistema de automação fornecido pela English Electric compreendia um computador na sala de controle que regularmente imprimia relatorios com os parametros de controle dos principais itens da planta de propulsão. Podiam carregar containers e na popa havia um porão frigorificado. Eram belos navios. Quando veio a crise do petróleo tiveram que reduzir a velocidade para economizar combustivel.Alguns cascos do Lloyd Brasileiro foram submetidos a “jumboizing” com a inserção de um porão de carga extra a meia-nau. Na mesma época encomendou-se na Polonia14 outros navios de caracteristicas semelhantes que foram igualmente distribuidos pelas empresas de navegação de longo curso, das quais nenhuma sobreviveu nos dias atuais. Foram tempos de ouro da marinha mercante e industria naval brasileira.

  8. Atenção, incorreto dizer “belonave de guerra”, é um pleonasmo. Belonave por definição já é um navio de guerra.

  9. No texto introdutório faltou o quarto armador: Netumar. O Lloyd ficou com 12 navios, sendo 8 construidos na Ishibrás. As série toda teve os motores principais de marca Sulzer (para os navios construidos na Ishibrás), MEP-MAN e Burmeister&Wain/Villares, em grande extensão produzidos no Brasil. Hoje não possuimos um só fabricante de motores de baixa rotação.

  10. Muito bom Mestre MO,
    .
    mas nem ao céu nem a terra….concordo que apesar de grande nossa industria naval anterior a decada de 90 mas com baixa qualidade, a solução regulatoria na epoca de Collor é quem destruiu a industria naval por completo…o resto foi somente a finalização do walking dead zumbi naval….
    .
    EUA garantem uma boa reserva de mercado em sua navegação de cabotagem e saber dosar isto aqui no Brasil, foi o que impediu que nossa industria se atualizasse quando o mercado foi aberto totalmente…

  11. Eu sei mestre MO, mas ai o bicho pega porque perdemos o grau de alavancagem que existia…a industria morreu e o que restou dela enseja renascimento e dai, começar do basico, formação de experiencia…é por isto que a qualidade é baixa….são profissionais de outros mercados que ingressaram na industria naval e sem experiencia….e os modelos de navios por sua vez, dos mais simples…
    .
    Noutro dia vi um material interessante que relacionava os diferentes graus de sofisticação de um projeto naval….os graneleiros e petroleiros estão nos mais simples…os Ro-Ro e Containers na faixa mais sofisticada….o site correlacionava isto entre os diversas categorias para demonstrar as diferentes dificuldades até o estagio de construção de um navio de guerra…

    • em verdade Carvalho, os porta containers são os mais “firulentos”, os mais tecnológicos são osespecializados (N/T Gaseiros), Multipourposes, Heavy lfts

      Concordo pleamamnte com o fator descrito por voce que ajudou a diminuir a qualidade da construão naval, e sem entrar em muitos detalhes, realmente é uma pena

  12. Sr. Mo . Desculpe o incomodo, mas pode me ajudar? quais seriam suas concepções para uma marinha de guerra adequada a nossa dimensão marítima? Por favor, ajude-me. Obrigado. Ainda quero e desejo acreditar.

    • Oi Sergio, com toda sinceridade do mundo (Deixando claro que entendi perfeitamente sua pergunta) na qual qual seria MINHA concepção de Marinha otimizada para o nosso país, te diria o seguinte, e por favor, espero que me compreenda:

      Acompanho o assunto desde 1981 (digo de uma maneira mais elaborada, digo não infantil basis) e desta data para cá, so vi tudo que se projetou ou se imaginou dar para trás, nada, absolutamente do que foi planejado seguiu cronograma ou intenção, vi dia a dia, ano a ano o poder naval ser reduzido, seja quantitativamente, seja qualitativamente, seja (em minha otica) intencionalmente

      O aparecimento do termo “Amazonia Azul” me irritou profundamente (um dos motivos seria sua motivação para isso) e um monte de fatores, o que vi da atuação da Marinha em caso de situações demandadas (eras de empresa de navegação, necessidades do Salvamar, PSC e atuação de CP´s,babaquices afins de SOAMARES da vida e inocência e desinteresse generalizado de pseudos entusiastas) e situações extra Marinha me levaram a azedar muito meu conceito e vibração pela coisa

      Traduzindo, não importa o que eu sugira ou relacione, não sera nem próximo do desejável (não no meu conceito, mas em uma relação de suposta necessidade x capacidade x importância), então MESMO QUE o que eu pleitiasse fosse adquirido, sua operação sera aquem do minimo proposto e por isso, com todo respeito, me abstenho de fazer este tipo de projeção, não menosprezando, mas simplesmente por deixar de acreditar que solucionasse ou ao menos acrescentasse algo, mesmo que em infima escala

      Sergio, respeito seu desejo de acreditar, EU, ja acreditei muito, hoje me limito a gostar muito dos navioss e em particular dos nossos navios (e só … )

      Um grande abraço e peço desculpas por não eventualmente te responder a contento

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