US Navy fleet
Três porta-aviões manobrando e liderando formatura de navios da Marinha dos EUA

Será que os Estados Unidos ainda serão o número um? E quanto a China e a Índia?

Por Kyle Mizokami*

As Marinhas mais poderosas em 2030 serão um reflexo do estado mais amplo do mundo. Alguns países estão investidos na preservação da ordem internacional atual e vêem o poder naval como um meio de mantê-lo. Outros países emergentes estão construindo Marinhas proporcionais ao seu novo senso de status, muitas vezes procurando desafiar esta ordem.

A mudança para o leste no poder naval continuará em 2030, resultado dos orçamentos de defesa em declínio na Europa e economias em crescimento na Ásia. Enquanto as Marinhas mais poderosas da Guerra Fria estiveram concentradas em grande parte na Europa, em 2030 a China e a Índia vão estar na lista, com o Japão e a Coreia do Sul também pondo em operação forças navais amplas e modernas.

Em termos de navios, há duas classes que irão definir as Marinhas mais poderosas: porta-aviões e submarinos de mísseis balísticos. Porta-aviões refletem a necessidade de manter uma capacidade global, ou mesmo regional de projeção do poder.

Submarinos de mísseis balísticos refletem uma maturação e diversificação do arsenal nuclear do país, buscando a manutenção de uma capacidade de segundo ataque em caso de ataque surpresa. Mais do que qualquer outro tipo, os dois tipos de navios irão definir o poder naval no início a meados do século XXI.

Gerald R. Ford (CVN78) -Photo by Chris Oxley
O futuro porta-aviões Gerald R. Ford (CVN78) está sendo finalizado – Foto Chris Oxley

Os Estados Unidos

Os Estados Unidos, o poder naval dominante desde 1945, continuará a dominar os mares oitenta e cinco anos mais tarde. Em 2030 a Marinha estará a meio caminho do seu plano de construção naval de trinta anos e terá construído três porta-aviões classe “Gerald R. Ford” para iniciar a substituição dos classe “Nimitz”. O número de navios anfíbios deve ser ligeiramente maior do que os números atuais, e o primeiro navio da classe para substituir os submarinos “Ohio” de mísseis balísticos deve entrar em serviço em 2031.

DDG-1000 Zumwalt em provas de mar em 2016
DDG-1000 Zumwalt em provas de mar em 2016

Em combatentes de superfície, todos os três cruzadores da classe “Zumwalt” estarão em serviço assumindo-se que o programa continue a ser totalmente financiado e a Marinha terá construído mais 33 destróieres da classe “Arleigh Burke”. Uma versão da próxima geração do Littoral Combat Ship entrará em produção em 2030.

Destroyers classe Arleigh Burke
Destroyers classe Arleigh Burke

Segundo os planos atuais, a Marinha dos EUA deverá atingir seu objetivo de trezentos navios entre 2019 e 2034, mas após esse período o número de combatentes de superfície começa a cair. Esses planos também assumem um maior orçamento do que o orçamento médio de construção naval, enquanto ao mesmo tempo, o serviço deve competir com as demandas orçamentárias de outros serviços, especialmente as da Força Aérea. Enquanto a superioridade naval dos EUA não estará terminando em breve, o período a partir de 2030 será crítico.

O Reino Unido

HMS Queen Elizabeth e destroyer Type 45
HMS Queen Elizabeth e destroyer Type 45

A Marinha Real de 2030 será, paradoxalmente, o menor e ainda a mais poderosa na história do Reino Unido. Uma combinação de dois novos porta-aviões, restaurando a aviação de asa fixa da Marinha depois de um hiato de vários anos, e uma frota de submarinos de mísseis balísticos vai manter uma Marinha Real numericamente inferior entre as cinco primeiras do mundo.

A frota de superfície da Marinha Real, atualmente com dezenove destroyers e fragatas, vai encolher ainda mais a seis destroyers de mísseis guiados Type 45 e oito fragatas Type 26 (Global Combat Ship). O número de submarinos de ataque de propulsão nuclear continuará a ser constante em sete unidades.

Type 26 Global Combat Ship
Type 26 Global Combat Ship

A Marinha Real é responsável pela dissuasão nuclear do Reino Unido e atualmente opera quatro submarinos de mísseis balísticos de propulsão nuclear classe “Vanguard”, cada um equipado com dezesseis tubos de lançamento de mísseis Trident D-5. A classe “Vanguard” deverá ser substituída por uma classe sucessora em 2028.

SSBN Vanguard
SSBN Vanguard

A capacidade de projeção de poder baseada no mar do Reino Unido será sob a forma de um porta-aviões da classe “Queen Elizabeth”. Os dois navios de propulsão convencional, o Queen Elizabeth e o Prince of Wales, vão deslocar 65.000 toneladas cada totalmente carregados e serão capazes de transportar até cinqüenta aeronaves que irão incluir o caça F-35B Lightning II e helicópteros Merlin, Wildcat, Chinook e Apache. Os dois navios vão opcionalmente atuar como transportes anfíbios capazes de levar até novecentos Royal Marines ou tropas da Sixteenth Air Assault Brigade do British Army.

China

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Caça J-15 prestes a decolar do porta-aviões chinês Liaoning

A Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) de 2030 vai continuar a construir sobre o terreno implantado pelo Plano de 2016. Atualmente, a China tem quatro tipos de navios: o destróier de mísseis guiados Tipo 052D, a fragata Type 054A, a corveta Tipo 056 e o de transporte anfíbio Tipo 071. Todos os quatro são projetos maduros em produção em larga escala que irão formar o grosso da frota em 2030.

A previsão, até 2030, é ter noventa e nove submarinos, quatro porta-aviões, 102 destróieres e fragatas, vinte e seis corvetas, setenta e três navios anfíbios e 111 embarcações lança-mísseis, um colossal número de 415 navios no total, bem acima dos 309 da Marinha dos EUA de 2030. Isto colocaria a China em uma posição sólida como a maior Marinha do mundo em número de navios, embora não pela tonelagem total de navios.

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Destroyer Type 052C que visitou o Brasil em 2012

Poderá a China realmente alcançar 415 navios? o total provavelmente exigirá o dobro de submarinos a serem produzidos por ano, um aumento na produção de destróieres para susbtituir as unidades mais antigas, e um enorme aumento nos navios anfíbios. Também exigirá mais dois porta-aviões que estão atualmente em construção. Alcançar essa meta exigirá um aumento substancial no orçamento num momento em que o Partido Comunista Chinês está finalmente aplicando freios nos aumentos do orçamento de defesa.

A Type 054A "Liu Zhou" que visitou o Brasil em 2013
A Type 054A “Liu Zhou” que visitou o Brasil em 2013

Outros navios em construção que irão formar a frota da China em 2030 é o destróier tipo 055 e o porta-aviões Tipo 001A. Um novo submarino de mísseis balísticos para complementar e, eventualmente, substituir o tipo 094 classe “Jin” também é provável. A classe 094 é notoriamente ruidosa debaixo d’água e não é um lugar particularmente bom para colocar uma fração das três centenas de ogivas nucleares da China.

Submarino nuclear de mísseis balísticos 094
Submarino nuclear de mísseis balísticos 094

Índia
A Marinha da Índia será a segunda (ou terceira, se contarmos a Rússia) Marinha asiática nesta lista. A Índia recentemente começou a despejar enormes recursos em seu poder naval, e como resultado em 2030 poderá ter uma dos cinco maiores Marinhas do planeta.

Vikramaditya liderando força-tarefa indiana
Vikramaditya liderando força-tarefa indiana

Exceto desenvolvimentos navais imprevistos em outros países, em 2030 a Índia terá a segunda maior frota de porta-aviões do mundo, com três navios. Se tudo correr conforme o planejado, a Índia deverá ter três porta-aviões: Vikramaditya, Vikrant e Vishal, juntamente respondendo a um total de cerca de 110-120 aeronaves.

Destroyer INS Kolkata
Destroyer INS Kolkata

A Índia também terá pelo menos nove destroyers, incluindo dois de mísseis guiados da classe “Kolkata”, três da classe “Delhi”, e quatro da classe “Visakhapatnam” em construção. O número de cascos terá que aumentar se a Índia for séria sobre a proteção dos três porta-aviões. Cerca de dois terços da frota de fragatas indiana é de unidades modernas o suficiente para chegar a 2030, em particular as classes “Shivalik” e “Talwar”, mas a Índia terá que aumentar o número de fragatas em geral, especialmente se o Paquistão levar adiante a colocação de armas nucleares nos submarinos.

O novo INS Vikrant está sendo finalizado
O novo INS Vikrant está sendo finalizado

A Índia está em processo de se colocar uma perna baseada no mar de sua tríade nuclear, com o primeiro submarino de mísseis balísticos, Arihant, devendo estar operacional em breve. Três submarinos “Arihant” estão planejados e uma frota global de “boomers” de seis submarinos está planejada.

Rússia

Admiral Kuznetsov
Navio-aeródromo Admiral Kuznetsov

A combinação de uma desaceleração dos preços do petróleo e as sanções do Ocidente sobre sua anexação da Criméia vai colocar um freio na economia da Rússia para o futuro próximo. Depois de um crescimento econômico de até 6% ao ano, o urso está em recessão sem fim imediato à vista. Um plano para substituir 90 por cento de equipamento militar russo, incluindo navios e equipamento naval, estagnou.

Em 2030, a posição da Rússia nesta lista será em grande parte devido a sua frota de submarinos de mísseis balísticos. Oito submarinos “Borei”, cada um transportando vinte mísseis Bulava, estarão em serviço, formando a segunda maior frota de submarinos de mísseis balísticos em todo o mundo.

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SSBN classe Borei

O resto da Marinha russa estará curvando em direção ao esquecimento, com um número cada vez menor de grandes navios de superfície, submarinos e um único porta aviões decrépito. No entanto, ainda há esperança: antes que o dinheiro fugisse, Moscou tinha grandes planos para sua Marinha, e se tiver como encontrar alguma forma de financiamento, uma série de projetos interessantes poderão ser perseguidos.

Project 23000E Shtorm
Project 23000E Shtorm

O Projeto 23000E ou Shtorm, seria um navio-aeródromo de propulsão nuclear de 330 metros de comprimento e deslocando 100.000 toneladas, tornando-se o concorrente mais próximo a um navio-aeródromo americano classe “Ford”. Movido a energia nuclear, o porta-aviões poderia embarcar até 100 aeronaves, incluindo uma versão navalizeda do caça de quinta geração PAK-FA.

Maquete do destroyer russo classe Leader
Maquete do destroyer russo classe Leader

Há também o destróier de propulsão nuclear gigantesco classe “Leader”. Com 17.500 toneladas e 200 metros de comprimento, a classe “Leader” é mais semelhante a um cruzador do que um destróier. O armamento será composto de sessenta mísseis antinavio de cruzeiro, 128 mísseis antiaéreos e dezesseis mísseis antinavio. O primeiro navio está programado para iniciar a produção em 2019, com doze navios entrando em serviço até 2025, um cronograma de construção naval ambicioso para dizer o mínimo.

*Kyle Mizokami é um escritor de defesa e segurança nacional baseado em San Francisco, que tem publicado no Diplomat, Foreign Policy, War is Boring e the Daily Beast. Em 2009 foi co-fundador do blog dE defesa e segurança Japão Security Watch.

FONTE: nationalinterest.org

97 COMMENTS

  1. Vamos torcer para que MB até lá tenha pelos menos os Submarinos convencionais entregues e com algumas unidades da classe Tamandaré em construção, e quem sabe o SP operando.

  2. Duvido muito que Reino Unido se mantenha nesta lista, Europa esta vivendo uma crise social, onde o Unitarismo da UE sai de cena e entra Nacionalismo, criando crises financeiras.

    Cade o Programa de Obtenção de Navios-aeródromo ? engavetado certeza!!

    PROSUB de 2017 para 2025!! vergonha

  3. Em 2030, entre as quatro maiores marinhas, três serão de países integrantes dos BRICS (China, Índia e Russia), mas o governo interino quer que o Brasil saia deste seleto grupo de ganhadores e se poste de quatro perante os USA..
    A CHINA segundo a reportagem vai construir: ” noventa e nove submarinos, quatro porta-aviões, 102 destróieres e fragatas, vinte e seis corvetas, setenta e três navios anfíbios e 111 embarcações lança-mísseis, um colossal número de 415 navios no total, bem acima dos 309 da Marinha dos EUA”.
    Em qualquer que seja o regime adotado as Forças Armadas tem sempre um papel importante, mas no Brasil o pensamento dos comandantes é diferente e fazem oposição a qualquer partido que não seja aquele que domina o Brasil desde o ano de 1500. O resultado é um pais onde o povo está sempre desconfiando dos militares e, por consequência, a defesa é relegada a último plano, qualquer que seja o regime/forma de governo adotado.
    Na minha opinião, no BRASIL NÃO FALTA DINHEIRO, O QUE FALTA É CONFIANÇA NAS FORÇAS ARMADAS. E a confiança só será adquirida quando os militares esquecerem definitivamente as questões políticas.

  4. Uma correção em relação à Royal Navy. O plano original previa 13 unidades do Type 26 divididas entre navios de emprego ASW e de emprego geral.Contudo optou-se por construir apenas 8 desses navios, que deslocarão 6.000 toneladas e lançar uma nova classe, o Type 31, com deslocamento de 3.500 toneladas e maior potencial de exportação, e que podem ser adquiridas em maior número que as Type 26.

  5. espero q a mb até lá tenha pelo menos os navios balizadores rsrs…o reino unido sempre se sobresai em crises não é a toa q a libra é a moeda mais valiosa do mundo e irá se valorizar ainda mais até 2030(sair da ue foi um otimo negocio), a ue é apenas alemanha italia frança e suiça o resto é sangue-suga…gostei deste trecho:“Estados Unidos, o poder naval dominante desde 1945“ o q sub-entendesse q entre 1939-1944 as marinhas do japão e da inglaterra eram as mais poderosas…o q no papel o eram realmente

  6. Farias…

    China e Índia pertencem ao “BRICS”, mas, são no mínimo muito suspeitosos um do outro ! Quanto ao número total da marinha chinesa a ser alcançado, 415, se de fato for alcançado, um quarto será de embarcações lança mísseis, ou seja, embarcações de pequena tonelagem para
    uso próximo à costa, uma necessidade chinesa, mas, não uma necessidade dos EUA que deverá continuar sendo a primeira marinha ao menos
    na tonelagem.
    .
    O total de submarinos chineses será constituído por submarinos de propulsão nuclear e de propulsão convencional também, muito mais baratos,
    enquanto que a US Navy continuará possuindo apenas submarinos de propulsão nuclear, muito mais caros.
    .
    Então, números contam apenas uma parte da história, já que cada marinha tem suas próprias necessidades e há também a questão de alianças
    já formadas que poderão ser até ampliadas.
    .
    E não se trata da defesa ser relegada à ultimo plano no Brasil…o que ocorre é que não há nenhuma ameaça real, nem mesmo nenhuma disputa territorial com nossos vizinhos então fica muito mais difícil justificar perante a sociedade, grandes investimentos nas forças armadas…tente
    vender a ideia de um submarino de ataque de propulsão nuclear a um pai de família desempregado e há milhões deles.
    .

  7. Nelson…

    Nos anos 30 os EUA ainda dividiam com o Reino Unido o título de maior marinha…tanto que por força de tratado estabeleceu-se que cada uma das
    duas marinhas teria 15 navios capitais ou seja encouraçados e cruzadores de batalha, no caso 15 encouraçados para os EUA e 12 encouraçados e
    3 cruzadores de batalha para o Reino Unido.
    .
    O Japão ocupava um distante segundo lugar…mas…não foi necessário esperar por 1945 para que os EUA tivessem a maior marinha, pois mesmo
    antes de dezembro de 1941, os EUA iniciaram um enorme programa de construção naval muitas vezes superior aos programas equivalentes de Reino Unido e Japão combinados.
    .

  8. “setenta e três navios anfíbios”, ou quase um quarto da frota, visivelmente uma marinha de autodefesa….

  9. Marcel…

    há limites para o que a China pode fazer, como crescimento sustentado de 2 dígitos para “sempre”, centenas de milhões de cidadãos vivendo na pobreza, poluição alarmante, etc e na falta de explicação melhor…motivos para se ter uma marinha, por exemplo de quase 600 navios como a US Navy no fim da guerra fria em 1990, quase o dobro do que a.US Navy espera ter dentro de 4 anos.
    .
    Já será um grande feito se os chineses chegarem aos “415” mesmo estando incluídos dezenas de pequenas embarcações e o mesmo será
    válido para os EUA se conseguirem os pouco mais de “300” na chamada “Battle Fleet”, não considerando as guardas costeiras e outras instituições
    de ambos os países que também operam navios.

  10. Farias, é interessante que, ano após ano, as instituições públicas de maior confiança do povo são as FFAA. Há algo de errado nessa sua análise, e começa definindo os BRICS como algum tipo de ‘selo de qualidade’ de vencedores, o que de fato não é. BRICS era apenas uma sigla para designar países econômicamente emergentes. Se você cresce econômicamente, seu poder de ‘soft power’ mundo afora aumenta, ou seja, você tem maior influência política internacional. Mas basicamente depende da economia de cada país.
    .
    Brasil, Russia, India, China e África do Sul são países completamente distintos entre si com características econômicas, sociais, históricas e geopolíticas diferentes e devido à esses fatores eles conseguem ter mais ou menos sucesso no âmbito economico, industrial e geopolítico. Rússia, como citado pelo artigo, tem muita sobra da era Soviética e de recentes programas de reaparelhamento até as sanções econômicas impostas após a invasão da Criméia. China tem bilhões de pessoas, mão de obra barata, centro abundante de produção industrial e tecnológica, servindo praticamente de fábrica de qualquer coisa para o Mundo e por ser comunista, a opinião pública simplesmente não existe. A Índia também tem bilhões de pessoas e um sistema social de castas bem diferente do que estamos acostumados, mas investiu pesadamente em educação e inovação tecnológica.
    .
    Todos esses tem necessidades operacionais devido à conflitos e/ou interesses em suas regiões, e mesmo que Rússia tenha influência política internacionalmente devido à hard power herdado da era soviética e um líder forte e carismático, China e Índia vão muito bem econômicamente.
    .
    E o Brasil? O Brasil demonstrou que não tem qualquer responsabilidade para com seu próprio povo, está vindo aí de mais de década de uma política internacional completamente desastrosa e ambígua com potencial desestabilizador, apesar de seu poderio militar (teórico) e econômico (até alguns anos atrás), foi incapaz de tomar a liderança regional de forma efetiva, apoiou regimes vistos como ditatoriais, e finalmente depois de muita austeridade econômica, necessária após a estabilização da moeda no início dos anos 1990, com a economia em pleno crescimento, bastaram dois presidentes megalomaníacos para quebrar o país e simplesmente evaporar qualquer influência que poderíamos ter na política internacional.
    .
    Então, Farias, você está lendo errado. Não é mais BRICS. É RICS mesmo, a sigla que define países emergentes. O ‘B’ não está mais nessa lista tem uns dois ou três anos devido ao fato de que não é mais emergente. É submergente.

  11. Quantidade não é qualidade e para a China manter isso tudo operacional a economia deles precisaria se manter em alta o que dificilmente vai acontecer. Esses quatro submarinos Vanguard do Reino Unido equipados com 16 Trident II fazem um estrago, o Trident II ainda se divide em 8 ogivas, dá para destruir mais de 500 alvos.

  12. Sobre a China, é bom avisar que fabricar os navios quando se tem os recursos para isso, é até fácil. Treinar as tripulações e comandantes necessários para que isso tudo opere em conjunto e eficientemente, isso sim demora muito mais tempo. Mas vão chegar lá, vão passar mais tempo no mar e adquirir experiência que eventualmente vai ser disseminada entre eles. Mas vai demorar.

  13. junior…

    é impossível para os britânicos ou qualquer outra nação manter todas as plataformas no mar ao mesmo tempo…então dos 4 “Vanguards” apenas um estará em patrulha…outro poderá estar em trânsito indo/retornando dos EUA para carregar/descarregar os mísseis…as ogivas são britânicas,os “Tridents” são compartilhados, um estará em manutenção/modernização profunda e outro em manutenção de rotina ou treinamento.
    .

  14. Bardini…

    A Royal Navy tem SSBNs…e precisará investir pesadamente na substituição deles, ou seja, sobra muito menos para adquirir outras plataformas,
    caso contrário a Royal Navy não seria muito menor que a marinha japonesa de hoje…mas…apesar de não parecer justo certamente os SSBNs
    britânicos é que colocam a Royal Navy na frente.

  15. Grande Dalton

    Uma pequena correção no seu post (para te chatear um pouco)….:-)

    Os SSBN`s britânicos não vão em cada patrulha aos EUA “carregar / descarregar” os mísseis.

    Eles somente vão até King`s Bay para levar os mísseis que depois de um período “X” de tempo, tem que ser retirados do submarino e
    passarem por uma manutenção de rotina…esses mísseis são repostos por outros que já foram revisados.

    Não faria sentido algum fazer isso que voce mencionou; um período de patrulha de um SSBN dura em média 60-75 dias…..assim um SSBN teria que ir primeiro “vazio” até os EUA, um trânsito de uns 10 dias, carregar os mísseis, mais 1-2 dias, voltar ao mar e iniciar a patrulha, no fim dessa, retornar aos EUA para devolver os mísseis no fim voltar “vazio” (mais uns 10 dias) para o Reino Unido…..

    Abs!

  16. Bem, pelo menos a nós brasileiros restará o consolo de saber que a MB é (e parece que continuará sendo por muito tempo ainda) a maior marinha de guerra do mundo, ancorada dentro da Baía de Guanabara.
    Países sérios pensam e planejam os seus próprios futuros em todos os segmentos.

  17. Franz !

    talvez não tenha sido claro…mas…há ocasiões em que um SSBN está em patrulha com os mísseis a bordo e outro que está nos EUA carregando
    outro set de 16 misseis e/ou lançando mísseis como parte de testes, após um período de manutenção prolongado antes de iniciar a patrulha.
    .
    De qualquer forma os SSBNs britânicos tem que fazer a viagem aos EUA seja para carregar ou descarregar os mísseis sem as ogivas nucleares,
    estas precisam ser retiradas ou incorporadas em solo britânico.
    .
    abs

  18. dalton só quis frizar o q o editor falou “Estados Unidos, o poder naval dominante desde 1945“ ou seja até 1944 não era o poder dominante absoluto e de fato não era…não concordo q o japão estava tão distante assim só o yamato valia por 10 encourçados americanos

  19. Nelson, lembre-se da Taffy 3 e a Batalha ao largo de Samar. Mesmo com uma força inferior, a USN fez uma força de superfície japonesa superior se retirar. E depois do advento do porta-aviões, o Yamato virou um grande alvo flutuando no oceano, e foi exatamente o que aconteceu com ele. Eu diria que os EUA tornaram-se a potência naval dominante desde junho 1942, mas o autor colocou como 1945 por se tratar de um ano que foi um divisor de águas e de que a partir de 2 de setembro de 1945 tornou-se um fato incontesto.

  20. Nelson…

    o “Yamato” não valia por 10 encouraçados ! Quanto a você não concordar que a marinha imperial estava tão distante, veja:
    .
    Em 1941 os EUA tinham 17 encouraçados contra 11 japoneses incluindo o Yamato;
    .
    Em fins de1942 os EUA tinham 19, 4 foram acrescentados e 2 perdidos em Pearl Harbor, enquanto a marinha japonesa teve 1 acrescentado e
    2 perdidos em combate, restando10 unidades;
    .
    No fim de 1943 os EUA passaram a ter 21 encouraçados, 2 acrescentados, enquanto os japoneses não tiveram nenhum acrescentado e
    perderam um em uma explosão acidental, restando 9 unidades.
    .
    No fim de 1944 os EUA passaram a 23 encouraçados, 2 acrescentados, enquanto os japoneses perderam 4, restando 5 unidades, inclusive
    2 que no desespero, foram convertidos para operar aeronaves, navios hibridos que trocaram parte do armamento por um convés de voo.
    .
    Evidentemente que o programa de encouraçados nos EUA foi atrasado e muitos cancelados devido à outras prioridades como NAes…só para você ter
    uma ideia em 1943 os EUA comissionaram 7 grandes NAes da classe Essex, os japoneses não tinham nada igual e 9 NAes leves, além de dezenas
    de NAes de escolta.
    .
    Sabe quantos cruzadores os japoneses comissionaram após o início da guerra ? Apenas 5 e todos “leves” enquanto a US Navy já a partir de 1942
    recebeu dúzias entre leves, pesados e mesmo 2 grandes, que pareciam cruzadores de batalha armados com canhões de 12 polegadas.
    .
    Acrescente a isso os navios menores como contratorpedeiros , submarinos, navios anfíbios e auxiliares ao passo que a marinha japonesa foi ficando cada vez menor a partir de 1942 !
    .

  21. Dalton

    Desculpe discordar, mas não é assim que funciona o lance dos Trident entre os EUA e o Reino Unido….

    Para não perder o costume; podemos fazer uma pequena aposta…..mas não se esqueça que voce perdeu as duas últimas e ainda está me devendo uma pizza e um churrasco…..creio que está na hora de cobrar os meus créditos….:-)

    Mudando de tema; consegiu entrar no site? Agora já tem updates de Junho!!

    Abs e um bom fim de semana!

  22. Franz !

    o que eu consegui meio apressadamente por hora é o seguinte:

    British submarines call in on Kings Bay to load and unload their Trident missiles from and back into a common US–UK pool of weapons. But, when they do so, the missiles are unarmed, as they have their nuclear warheads fitted and removed at the Royal Naval Armament Depot at Coulport, adjacent to the submarines’ current base at Faslane.

    Quanto àquela aposta…o USS Green Bay só chegou ao Japão em 2015…oras a aposta era para qual navio seria transferido até meados de 2014 e
    o USS Green Bay não poderia como não pôde substituir o USS Denver, ficando o ARG baseado no Japão sem um LPD por mais de 6 meses !
    .
    Não lembro qual a outra aposta…mas…à noite eu volto… 🙂
    .
    abraços
    .

  23. Qual a dificuldade de entender que o BRICS não é uma aliança militar? O BRICS é meramente um bloco econômico, então não importa se a China vai ter uma estrela da morte ou sei lá o que em 2030 o que importa é se essa aliança é boa do ponto de vista econômico, e o governo interino considera que não é. Simples assim.

  24. no inicio o japão era superior,sofreu baixas pq não tinha tecnologia e nem produção em massa e nem bons aviões…os eua só foram superiores pq tinham aviões melhores…se fosse navio contra navio e não existisse aviões a marinha dos eua seria derrotada tranquilamente…ai é logico q quando se tem superioridade aerea todo navio é um patinho na banheira, se os eua tivessem os zero e o japão tivesse os wild-cat´s…tanto q os eua sentiram isso com o começo dos ataques kamikaze q ameaçaram a sua superioridade naval no momento

  25. Boa noite a todos, Farias Cardoso eu concordo com você num detalhe que no Brasil não falta dinheiro mas que falta confiança nas forças armadas acho que não falta não e que os Brics é um grupo de ganhadores na minha opinião esta muito longe disso, na verdade o que falta no Brasil é um povo que tenha interesse pelas questões a sua volta como a segurança pública, saúde, educação, política e principalmente a segurança nacional este conto da carochinha que não precisamos de caças e sim de médicos e professores não existe pois professores nós temos com um sindicato politizado que só quer saber de fazer bagunça com professores querendo ganhar um salário de doutor ou mestre quando na verdade não sabe ensinar o pré (não são todos) e no mais como você disse imagina só que coisa maravilhosa nós pegarmos o dinheiro do Gripen, PróSub, Sisfron e dar tudo pros médicos policiais e professores e depois de tudo legal os EUA vem e toma o Brasil porque aqui a gente expulsa os invasores com tacape e pedras. Se não tiver uma F.A. forte pra evitar uma invasão teremos que guerrear e isso destrói tudo, se não tiver interesse do povo não teremos bons políticos e sem políticos que trabalhe pro povo não teremos nada no país, dinheiro não falta, o que falta é interesse nosso pra não votar nos corruptos e pra cobrar o que deve ser feito inclusive das F.A. que não deve ser cabide de emprego e sim força de dissuasão proporcional ao tamanho do país e interesse do povo.

  26. Nelson, não acredito bem nisso. Os ataques Kamikaze jamais ameaçaram a superioridade naval dos EUA. Eles apenas colocaram a possibilidade de se causar baixas terríveis entre as forças americanas, que poderiam forçar a opinião pública dos EUA, que em 1945 já estavam cansados da guerra, à autorizarem uma solução negociada para a guerra. E nesse sentido, ainda bem que surgiu a bomba atômica, porque a estratégia de defesa das ilhas metropolitanas japonesas, a Ketsu-Go, estava pronta e definida e o estrago seria imenso.

  27. Ainda bem, gasto inútil, o Brasil não entra em guerra a mais de 150 anos. Que até lá o nosso país não possua este porta-aviões velho e inoperante, fragatas e corvetas sem nenhuma utilidade. Bastam apenas alguns navios patrulhas pequenos e modernos para efetuar um eficiente patrulhamento da costa. Traduzindo, que o Brasil não esteja entre os 100 primeiros em 2030.

  28. Como já citado o BRICS é um bloco econômico e que em um conflito raramente resultaria em uma aliança militar, dito sanções econômicas poderiam ser usadas para prejudicar os inimigos de algum dos integrantes porém a resposta militar seria muito difícil. Em relação a o orçamento das forças armadas (muito mal administrados) vem de uma falta de habilidade política, porquê acima de tudo poder está na mão do povo, se alguém (que não precisa ser tão habilidoso assim) conseguir convencer o povo brasileiro (de maioria ignorante) que as forças armadas precisam de orçamento pra já obrigariam o congresso a liberar dinheiro para diversos projetos estratégicos. Porém tal manobra não apenas resume-se articulações politicas pois a mal administração de recursos atrasou muitos projetos que são considerados de urgência para o bom cumprimento do dever constitucional das forças armadas. Maior exemplo da má administração de recursos são as pensões pagas para famílias de militares (pagar pensão para uma viúva, uma mãe acho justo, porém para filhas, emfim que conseguem sem grande esforço cobrir o salário do militar com seu próprio trabalho, não vejo necessidade), outro grande exemplo de má administração é a reforma do São Paulo, que será paga com valores exorbitantes considerando os benefícios que ele traria com suas esquadrilhas “cinquentonas” de 12 A-4. Sobre o São Paulo considero sua reforma fora de cogitação pois por mais que o reformem continuará sendo um navio velho, ao que diz respeito a sua substituição sou obrigado a pensar no porta aviões italiano Cavour, pois mesmo equipado com Harriers ele supriria melhor a necessidade de uma embarcação do tipo que qualquer outro navio, porém considero um Cavour um sonho distante pois com a alienação dos responsáveis não veremos um navio do tipo nos próximos 7 anos (no minimo) e hoje o máximo que conseguiremos seria o HMS Ocean britânico, se até chegarmos.

  29. Pessoal, só uma correção. O BRICS nunca foi e nem nunca será um bloco econômico.
    .
    Alexandre Aniceto, pelo que me consta, o Brasil entrou em Guerra a bem menos que 150 e participou de vários conflitos. Todos eles fomos pegos com forças despreparadas justamente porque nunca nos preparamos para isso. Se você estudar um pouquinho sobre disuassão e indústrias de Defesa, vai ver que não apenas vale à pena ter forças bem armadas, equipadas e treinadas, como também é lucrativo e ajuda a criação de demanda interna por ciência, tecnologia, inovação, e portanto demanda para educação de qualidade, que aliada à indústria, gera diversos dividendos para a população como um todo, ajudando à sanar os problemas sociais, e ao mesmo tempo provendo FFAA condizentes com o tamanho e importância do país que se deseja ter.

  30. BRICS não é uma aliança militar e muito menos um bloco econômico. O BRICS sequer existe oficialmente. Ele não é nada além de um nome.

  31. Sim, como explicado, é um grupo de países de economia emergente. Se encontram uma vez por ano para debater questões em comum. Mas nada mais do que isso. É um grupo tanto quanto o G8/G20, etc. Nenhum tipo de aliança ou laço econômico formalizado como grupo.

  32. O que o Brasil tem que fazer pra dar um salto de qualidade na marinha.
    Simples, encontrar um sócio que queira vender e comprar armamento pra sua marinha em condições de equilíbrio e “embarcar” no projeto deles criando um mercado e ganhando economia e escala, produtos mais baratos e competitivos, produção, emprego e renda e a reboque uma marinha que preste.
    Sentar, negociar, quero tantos navios., mas quero que VC me compre isso, isso e aquilo outro seus navios.

  33. Sobre a China: não emplacará os seus projetos até 2030. Por quê? Lembremos que a China abriu em parte seu sistema econômico, porém o regime é “comunista”. neste regime mesmo tendo mão de obra barata os meios de produção são controlados, manipulados engessados para se manter no poder. Há milhões de chineses passando necessidades básicas, principalmente em alimentação, e produtos industriais de boa qualidade e isso gasta-se muito. Por acaso alguém se lembra de como foi o declínio da URSS? Os países que pregam e desfrutam do capitalismo competem e se desenvolvem através do livre mercado e não vão dar condições econômicas e comerciais para qualquer país cujo regime é totalitário. Quanto ao Brasil: Esperemos que há que com trabalho e Educação possamos construir uma nação com base numa verdadeira Democracia e não com essa ideia ultrapassada de esquerdismo. Nosso país possui potencial mas deve se livrar do atraso intelectual e econômico e buscar sim, países sérios com economias sólidas e o verdadeiro sistema “capitalista”. Segurança externa e interna é política de Estado e não de governo. Civismo e nacionalismo deve ser aplicado, praticado e as Forças Armadas ainda são um exemplo. O povo gosta de Forças Armadas fortes e bem equipadas e não o que se propaga erroneamente. Finalizando: ‘ propaganda é a alma do negócio”. as Forças Armadas devem fazer sua propaganda e mostrar, sim a Verdade e não se omitirem ou calarem-se para essa súcia esquerdista. Caso esteja errado, corrijam-me? Mas não suporto nada que venha do bolchevismo.

  34. BRICS é o bloco econômico mais fantasioso da história…

    E o Brasil não faz parte dos emergentes faz tempo..

    O Brasil é submergente e graças aos imbecis que acharam que BRICS serve para alguma coisa.

  35. Interessante observar na foto onde aparecem 2 SSBN`s chineses, dá para ver no canto inferior direito a entrada do túnel para a base de submarinos que fica dentro da montanha na base naval de Yulin.

  36. a marinha dos estados unidos sempre será a maior marinha e melhor marinha e mais poderosa marinha, por 2 simples razões os americanos amam o seu país e os americanos são o povo mais inteligente!!!(o resto é pagode)

  37. Sergio.
    A China não é comunista. Prática o crony capitalismo. O Brasil está escapando, com política essa operação lava jato, dessa espécie de capitalismo quadrilheiro.

  38. O comunismo não existe mais. Só na cabeça do velho que vive na Virgínia. O que se tem hoje em ascenção é o crony capitalismo desafiando o consenso de Washington.

  39. Bardini

    Existe mais uma outra base de submarinos dentro de uma montanha que fica nos arredores de Quingdao.

    Bem, em Itaguaí também temos um túnel…..mas creio que seja para veículos e não para submarinos…..:-)

  40. Sobre os EUA está escrito “os três cruzadores Zumwalt”…..apesar de terem tamanho de cruzadores, eles são considerados “destroyers” pela US Navy.

  41. O crescimento da marinha chinesa e a vontade de se expandir no Pacífico levou e leva ao crescimento da marinha indiana e de todos os outros países que circundam a China – O Japão, Coreia do Sul, Filipinas e até do Vietname. Os Estados Unidos vão também virar-se cada vez mais para o Pacífico e desenvolver alianças com os países que circundam a China. A aproximação politica e militar dos Estados Unidos e da India é bem evidente o que tem levado ao fornecimento de armas e tecnologia. Até Obama visitou o Vietname…!!! A grande preocupação imediata dos vietnamitas é a China o que leva a uma aproximação aos USA que tanto os massacrou no século passado. Em relação à Europa a crise não vai durar sempre… e a tecnologia está cá. Claro que são muitos países mas também podem ser somados tendo muita experiencia em operações conjuntas.

    Um abraço ao forum

  42. Alguns países europeus têm marinhas muito modernas e na liderança tecnológica: a Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, Itália, Holanda… para citar as mais importantes. Fabricam os seus próprios equipamentos e conseguem ter conjuntamente grandes meios de superfície, submarinos e navios anfíbios. Além disso têm forças aéreas embarcadas ou não que lhe podem dar cobertura.

  43. Sr. Madmax, não se engane é tudo o que digo e repito : sistemas: capitalista versus “outros”(socialista, e etc…). Regimes Democracia e outros. No caso da China ainda é o comunista,(totalitário).Estado ainda detentor supremo do poder, inclusive na Economia; não presta. Só acredito com o fim desse,segundo o “velho” desse regime que prega igualdade, mas só para os que se beneficiam no poder. Vou ser ainda mais “Matusalém”: eu não engulo e detesto essa praga “bolchevique’. Gosta de ter liberdade de se expressar? Vá para a Praça Vermelha e pregue contra esse chamado Crony? Vamos ver o que acontecerá? A esquerda adora falar mal ou deturpar o sistema capitalista, principalmente os EUA, porém vestem jeans, comem hambúrgueres, adoram viajar e estudar nas cidades do Imperialismo. A hipocrisia é reinante. Não adianta me convencerem com novas nomenclaturas para dizer que o “marxismo” acabou, pelo contrário está mais vivo do que nunca. neste país o projeto gramiscista ainda persiste. Desculpe qualquer ofensa, mas não aceito este novo eufemismo. Respeito o Sr. mesmo assim. Gostaria de debater mais sobre assuntos pertinentes aos progressos militares e suas indústrias que só o “sistema capitalista” pode oferecer. Nossa nação ainda precisa conhecer e aperfeiçoar-se sobre o capitalismo. ainda estamos atrasados. Um abraço.

  44. Srs

    A classificação das cinco maiores marinhas ficou bem confusa pois o autor não adotou um critério claro.
    Por exemplo, se considerar a quantidade de boomers, a ordem seria: USA, Rússia, China, UK, França e Índia e, talvez, Paquistão; restando a dúvida da inserção ou não de Israel.
    Se adotarmos o critério de NAes temos: USA, China, Índia, UK, Rússia (se construir o segundo), França, Itália e Espanha; restando dúvidas sobre Japão, Austrália, Turquia, Coréia do Sul (todos países que podem adotar o F35B) e até o Brasil (qual o futuro do A12 e dos planejados NAes novos?).
    Na verdade critérios baseados em “navios capitais” é antigo e pouco aplicável, haja visto que os “boomers”, por exemplo, nem mesmo devem atuar em combates navais, pois são silos de mísseis flutuantes cuja missão é de defesa, existindo apenas para dissuasão.
    Na verdade, considerando duas funções clássicas das marinhas, o controle de uma área marítima e o ataque à costa de um território inimigo, desconsiderando o ataque com armas nucleares, os boomers não tem nada a ver.
    Aliás, se forem consideradas tais funções, o quadro das marinhas mais poderosas muda significativamente.
    Se considerarmos a capacidade de controle de área, pesa bastante a quantidade de forças de superfície, particularmente, NAes. Neste caso, o Tio Sam reina absoluto, seguido pela China, Índia, Japão? (compra ou não F35B para seus DDH ou constrói uma nova classe?), Rússia ? (segundo NAe ?), UK, França, Itália, restando a grande dúvida sobre os possíveis usuários de F35B e até sobre a nossa MB.
    Se considerarmos a capacidade de levar o ataque a costas adversárias, temos cenários um pouco diferentes, pois aí entram os navios especializados para ações anfíbias. Neste caso, como sempre temos o Tio Sam seguido da China e bem mais atrás, Japão, França, Austrália, Coréia do Sul, Itália.
    Como se vê, conforme o foco, a ordem e os atores mudam, mantendo a posição apenas o Tio Sam e a China.
    O que está claro, até agora, é o esforço da China em construir uma marinha de ação global e com capacidade a ataque (observe-se também o objetivo de estabelecer bases no Indico e Atlântico Sul), e o esforço da Índia em dispor da capacidade de controle de área.
    É claro, também a expansão das marinhas do Japão e da Coréia do Sul, pressionadas pela expansão da China e, por outro lado, a redução das marinhas européias.

    Um aspecto importante a destacar é que 14 amos é muito tempo e o cenário pode mudar bastante como a história nos mostra (quem imaginava a dissolução da URSS em 1975?).
    Aliás, para aqueles que consideram que não há, no horizonte, risco de conflitos para o Brasil: quem imaginava, em 1928, no Brasil, que este estaria tendo que entrar numa guerra em 1942?

    Sds

  45. Control…

    “Boomers” são importantes até pelo fato de que muito dinheiro é investido neles…dinheiro que poderia ser melhor empregado em meios
    convencionais…se a “marinha japonesa” tem muitos navios e submarinos, estes últimos de propulsão convencional e bem mais baratos que
    um SSN por exemplo, teria menos se tivesse SSNs e SSBNs.
    .
    Outra coisa…”Boomers” funcionam como arma de dissuasão e países que não podem manter grandes forças armadas como o Reino Unido
    por exemplo costumam embarcar em seus SSBNs pelo menos 2 mísseis com apenas uma ogiva nuclear, para uma clara “demonstração” caso
    se faça necessário. Mesmo a Rússia que é uma sombra do que foi a URSS conta com seus SSBNs para contrabalançar a superioridade
    “convencional” da OTAN e mesmo a China com quem tem fronteira.
    .
    Quanto aos exemplos que você deu…bem, o Brasil foi à guerra em 1942 nas costas dos EUA visando em troca uma siderúrgica e submarinos
    alemães e italianos vieram para o Atlântico Sul depois de escorraçados do Atlântico Norte e em pequenas quantidades…muitos dos “afundamentos” de navios brasileiros nem mesmo ocorreram aqui no sul.
    .
    O que penso é que fica muito difícil planejar e/ou conseguir verbas para as forças armadas quando ameaças são apenas hipotéticas…não é assim
    que funcionam as coisas…principalmente quando muito precisa ser feito em outras áreas como educação, saúde, etc.
    .
    abs

  46. Nelson…

    achei curioso lendo agora seu comentário lá em cima…que os EUA foram superiores aos japoneses porque tinham aviões melhores…mas…os
    próprios japoneses atacaram Pearl Harbor com NAes e aviões. ou seja eles igualmente compreendiam o valor da aviação naval..e no início do conflito o “Wildcat” era considerado inferior ao “Zero”, o torpedeiro “Kate” era considerado ligeiramente superior ao “Devastator”…os EUA eram superiores em bombardeiros de mergulho que também eram transportados em maior número a bordo dos NAes dos EUA o “Dauntless” contra o “Val” ou seja
    ambos os lados tinham vantagens e desvantagens.
    .
    Você menciona que se não existissem aviões os japoneses triunfariam pois possuíam navios melhores, mas, qual a sua base para afirmar isso ?
    Há dezenas de livros que desmistificam isso…simplesmente não há navio perfeito, tanto EUA como Japão possuíam vantagens e desvantagens
    uns sobre os outros…por exemplo…os NAes japoneses, todos os 6 que atacaram Pearl Harbor entre outros possuíam superestruturas ridiculamente pequenas e as chaminés ao longo e abaixo do convés de voo…com o passar do tempo finalmente adotaram o padrão ocidental e mudaram aspectos
    importantes da doutrina, como lançar aeronaves mais rapidamente.
    .
    Só para você ter uma ideia, dos 10 encouraçados antigos e modernizados com que o Japão iniciou a guerra, 4 nasceram como cruzadores de
    batalha e receberam apenas um reforço marginal na blindagem…à artilharia principal era de “apenas” 8 canhões de 14 polegadas. Os outros 4
    encouraçados armados com canhões de 14 polegadas os tinham em maior número, 12, mas, arranjados de forma arcaica em 6 torretas duplas
    e eram apenas um pouco mais velozes que os similares dos EUA.
    .
    O próprio encouraçado Yamato era extremamente vulnerável abaixo da linha da água como ficou provado quando um único torpedo lançado por um submarino americano o atingiu…na verdade os japoneses procuraram compensar um número menor de navios com alguns pouco maiores, mas, os
    japoneses não precisavam se preocupar se seus navios podiam ou não passar pelo Canal do Panamá que era o que regulava o tamanho dos navios
    americanos..
    .
    Mesmo assim o Yamato teria tido dificuldades para lidar com um “Iowa” que apesar de menos blindado e armado com canhões de 16 polegadas,
    estes últimos eram mais “longos” que os canhões de 16 polegadas de encouraçados anteriores, tinham uma cadência de tiro maior e os próprios
    navios eram mais velozes e manobráveis, além de terem maior proteção contra aviões e melhor radar…os japoneses entretanto eram melhores
    no combate noturno…bom para eles quando o radar americano ainda estava engatinhando em 1942.
    .
    As vantagens iniciais dos japoneses é que toda a marinha deles estava localizada no Pacífico, havia todo um oceano separando os contendores
    que exigiria uma imensa marinha e logística para os EUA chegarem ao outro extremo e a prioridade dos EUA era à Alemanha !
    .
    Um livro bem interessante que recomendo a quem possa interessar…chama-se “Nelson to Vanguard” o desenvolvimento da Royal Navy entre 1923-1945…nem mesmo a Royal Navy estava como continua não estando, imune a “defeitos” !!!
    .

  47. Crony capitalismo não é uma nova nomenclatura para o marxismo.
    Crony capitalismo, capitalismo de compadres, capitalismo de gangues, capitalismo quadrilheiro está mais para uma simbiose de público-privado. Um neofascismo (que nada tem com o conservadorismo liberal não nacionalista).
    Quanto a repressão, não è monopólio, do comunismo. É característica de toda organização antidemocrática, dos morros controlados pelo tráfico no Rio, aos Aiatolás no oriente médio, do fascismo de Hitler, ao crony capitalismo chinês.

  48. E não é característica do nosso tempo, das fogueiras da inquisição, até a perseguição dos cristãos em Roma.

  49. dalton eua foram sim superiores só por causa de seus aviões todos os aviões do japão eram inferiores sem exceção(vide tiro aos patos das marianas) …o proprio afundamento do yamato é a prova disto quando a task force 58 o localizou composta por 11 porta aviões e escoltas laçaram 386 aviões contra o yamato e não era vulneravel abaixo da linha da agua com vc citou…afundou depois de atingido por mais de 11 torpedos…e depois 3 ondas de ataque de bombardeiros…os aviões americanos eram sim muito superiores q os japoneses , alguns aviões japoneses voavam com tanques feitos de bambu devido as privações de aço…e é logico q os japoneses investissem na guerra naval se seu inimigo tem uma arma vc tem q ter tbm(mesmo sendo anos luz inferiores a do inimigo)…e pearl harbor foi considerado um insucesso pela marinha imperial pois não realizou o motivo do ataque e principal objetivo: AFUNDAR OS PORTA AVIÕES em pearl harbor só foram afundados e irrecuperaveis 3 couraçados arizona…utah…oklahoma o resto atacou o japão(mesmo assim não confiaram só em seus aviões mandando tbm 5 subs classe Ko-hyoteki …a prova de q o japão sabia a superioridade aerea dos eua foram os 347 aviões americanos perdidos no ataque(por algum motivo perderam-se muito aviões e o motivo do ataque era afundar os porta aviões…)

    lições aprendidas a us navy sempre será a melhor e maior e mais poderosa do mundo por ter pessoas mais inteligentes e q amam o seu país ao contrario da china..russia…japão…india…etc…
    nelson to vanguard boa leitura recomendo!!!

  50. Srs

    Jovem Dalton

    Boomers são importantes, até essenciais para os países do clube atômico, pois são a melhor garantia da capacidade de resposta. Até por isto eles operam totalmente independentes de outras unidades navais e podem até ser considerados como elementos a parte das marinhas respectivas, pertencendo mais as forças nucleares em composição com as bases de lançamento terrestres do que as forças navais.
    Por outro lado, o uso de armas nucleares e, portanto, o possível uso de mísseis lançados por boomers para liquidar um conflito convencional já foi ponderado e retorna periodicamente à discussão, mas é visto como opção não aceitável pelas consequências geopolíticas, particularmente, pela possível reação das maiores potências nucleares.
    Na visão estratégica que hoje prevalece, eles existem para impedir uma guerra nuclear e, em última instância, dar uma resposta a um ataque nuclear; e não para participar, junto com forças convencionais, de uma guerra não nuclear.

    Sds

  51. Nelson…

    no livro…”Battleships: axis and neutrals battleships in world war II, por exemplo, há uma descrição do dano causado por um único torpedo que atingiu o Yamato em 1943 e as recomendações que não foram tomadas para melhorar a proteção subaquática do navio.
    .
    Você parece não ter compreendido o que escrevi…em 1941/1942 as aeronaves japonesas não eram inferiores…vc citou a caça aos patos…na verdade
    é “peru” mas, aí já era 1944 e grande parte da marinha imperial já estava no fundo do mar, sofrendo reparos , com a mobilidade bastante reduzida
    devido à escassez de combustível além da crônica falta de pilotos.
    .
    E o “Utah” nem mesmo era classificado como encouraçado em 1941 muitos anos antes ele havia sido convertido em alvo móvel para treinamento e
    os japoneses gastaram munição à toa com ele por engano. Quanto aos aviões americanos destruídos no ataque o foram principalmente no solo
    assim como haveria ocasiões em que bombardeiros americanos destruiriam aeronaves japonesas no solo também…ambos os lados compreendiam
    e temiam o poderio aéreo e dependiam de NAes para suas operações no Pacífico.
    .
    Você parece acreditar que os navios de superfície japoneses eram “mágicos”, muito superiores individualmente aos equivalentes dos EUA, mas,
    não eram e ambos os lados dependiam de NAes que foram os soberanos da guerra do Pacífico…tanto que sem cobertura aérea adequada e nem
    sempre havia, os lentos encouraçados americanos e japoneses foram mantidos na retaguarda durante muitas ações e o surgimento de encouraçados
    velozes na marinha americana permitiu que eles acompanhassem os NAes fornecendo proteção contra…aeronaves japonesas !
    .
    A vitória americana no Pacífico resultou de uma combinação de fatores…o submarino por exemplo ceifou várias unidades de guerra japonesas,mas,
    foi contra a marinha mercante japonesa que eles se sobressaíram estrangulando a capacidade de luta. A imensa quantidade de navios anfíbios e de transporte transportando fuzileiros navais e tropas do exército para as sangrentas invasões de ilhas sob controle japonês. A imensa quantidade de navios logísticos necessária para manter toda a frota do Pacífico em movimento. Os grandes combatentes de superfície como encouraçados e cruzadores fornecendo apoio de fogo para os desembarques e proteção contra aeronaves. A capacidade de reparar um grande número de navios mantendo uma forte presença avançada e por último, mas, não menos importante, os aviões, seja da marinha ou da força aérea dos EUA.

  52. Hoje há no mundo duas grandes pragas que tentam subverter o mundo. O estado islâmico no oriente médio e África e o bolivarianismo/comunismo/lulopetismo.
    Há problemas no mundo. Desigualdades sociais, corrupção. Para nenhum deles. O EI ou o bolivarianismo são a solução.
    Mas são grupos muito bem articulados. Usam táticas de guerrilha no sentido concreto e na propaganda.
    Iludem os incautos e jovens com facilidade.

  53. Na América latina, o bolivarianismo, desgraçando países com ideologias ultrapassadas.
    Usando mavs ensandecidos.

  54. O Japão, no início da SGM tinha uma força de superfície mais bem treinada, isso é verdade. Tinha alguns equipamentos superiores como os torpedos long lance, que foram uma surpresa em batalhas noturnas ao largo de Guadalcanal. Mas no final das contas, os NAes foram superiores e não havia muito que o Japão pudesse fazer uma vez que o poderio industrial americano se colocou em funcionamento. A idéia por trás de Pearl Harbor era alcançar uma solução negociada que favorecesse os interesses do Japão na Ásia e Pacífico e para que isso ocorresse, eles precisavam impressionar de forma traumática a opinião pública americana. Yamamoto sabia muito bem disso. E mesmo assim o tiro saiu pela culatra.
    .
    E no início da Guerra, o Zero era o senhor dos ares no Pacífico, bem superior e sendo voado por pilotos mais experientes do que os pilotos americanos, sem contar no alcance bem superior também.
    .
    Mas mesmo os japoneses com sua experiência, navios adequados e habilidade em combate de superfície, ainda foram rechaçados pela Taffy 3 ao largo de Samar por força americana inferior em capacidade de combate.
    .
    Sobre o Yamato, não sei se vocês podem me elucidar um pouco no assunto, mas o Shinano, o porta-aviões construído à partir de um BB Yamato incompleto, foi posto à pique por torpedos de um submarino americano, mas até onde eu li, graves falhas de projeto, tripulação inexperiente e péssimos recursos para controle de avarias, fizeram com que os 4 torpedos fossem o suficiente. A minha dúvida é justamente caso as graves falhas de projeto tenham sido provenientes de falhas já existentes no projeto do Yamato, ou se foram falhas resultantes de um projeto ruim de adaptação para um NAe. Já grato por qualquer elucidação sobre o assunto.
    .
    Dalton, eu desde já agradeço pela dica do livro, provavelmente vou adquirir essa semana, junto com outro que estava correndo atrás faz algum tempo, o “Blind Man’s Bluff.” Aproveito e compro os dois juntos 😛

  55. Sr. Madmax. obrigado e desculpe alguma imperfeição de minha parte. grande abraço. Porém ainda detesto qualquer regime que nega oportunidade de expressão ou pensamento contrário.(Comunismo,…). Nosso sistema capitalista é atrasado. Grande abraço, e voltemos ao tema sobre as marinhas de Guerra,certo? Desde já agradeço por suas explanações.

  56. Zumwalt ‘e uma piada.Shtorm ‘e uma piada mais ainda.Piadas grotescas..
    Peço as desculpas pois terreno nao é meu mas vou falar mesmo assim.
    Yankees estão dominando o mar.Sem variantes.So que domínio deles esta nos lugares que HOJE não estão solucionando nada nem influenciando em nada .Oriente Médio? Sul da China? Ártico? Crimeia? Onde é que estão eles com toda aquela projeção de forca?
    Um ova.So uma ilusão..São perdidos no tempo e nos gastos.Nem unidades de aviação tem suficientemente adequada para tal domínio.
    China – um colosso com as pernas de barrro
    Rússia – sistemática e deprimida. Mostra os dentes porem com cueca furada…
    Índia – pelo amor de Krishna!?Assim que faz a frota?Com os navios de sucata?
    Inglaterra – (igualmente a um figura deste fórum) Save Quenn (Ferris, penis, ponys , que seja)! Nada consegue sem US.E sempre fica assustada de sombra dos submarinos soviéticos.Ate hoje.
    Conclusão : cinco Maiores marinhas em 2030? Angola , Mongólia , Bielorrússia , Romênia e Peru.
    Acho assim fica melhor…
    Um abraço!

  57. Leandro…

    o livro que recomendei…”Battleships Axis and Neutrals…” tem muita informação sobre o “Shinano” também…mas, adquiri o mesmo antes de
    haver tanta informação pela internet.
    .
    O que adianto é o seguinte:
    .
    O NAe estava substancialmente terminado em novembro de 1944 quando foi comissionado, mas, vários itens importantes estavam ausentes,
    como 4 caldeiras o que limitava a velocidade máxima do navio à 20 nós. A integridade à prova de água estava altamente insatisfatória porque
    muitos “buracos” não haviam sido selados, tais como, os destinados para cabos elétricos, dutos de ventilação e encanamentos e mesmo várias
    portas estanques ausentes.
    .
    Sistemas de drenagem de água e combate à incêndios estavam bastante incompletos porque bombas não foram entregues e Investigadores japoneses também descobriram após a tragédia que a construção como um todo ficou muito aquém do padrão devido à pressão
    feita para entregar o navio o mais rápido possível.
    .
    O livro também cita algumas diferenças entre o Shinano e o Yamato, como uma melhor distribuição da blindagem, então, aparentemente o
    “Shinano” teria sido um bom NAe, apesar do ideal sempre ser um NAe construído desde à quilha para ser um e não uma conversão, como por
    exemplo os NAes Junyo e Hiyo que apesar de relativamente grandes possuíam uma série de limitações quanto à blindagem, velocidade e capacidade
    de transportar aeronaves.
    .
    Vale a pena lembrar que o Shinano justamente por não ser um NAe “puro sangue” teria sido antes de tudo uma base aérea móvel operando na retaguarda com um complemento aéreo até pequeno para o seu tamanho, porém teria a capacidade de manter outros NAes na linha de frente fornecendo aeronaves substitutas que seriam estocadas a bordo semi desmontadas.
    .
    abraços

  58. Cavalheiros
    É voz corrente de que o brasileiro não é patriota. Ainda mais agora que a seleção de futebol está no fundo do poço.
    Mas como ser patriota se a educação pública é de má qualidade?
    Se para conseguir uma consulta médica no SUS é preciso ir de madrugada para pegar uma senha? E se mesmo conseguindo a consulta, os exames pedidos levam as vezes anos?
    Andar na rua, ou mesmo ficar em casa, a qualquer hora do dia ou da noite, é risco de ser assaltado, levar bala perdida ou coisas piores?
    Se sentir enganado pelos políticos? E pior ainda é saber que estes mesmos políticos estão com a faca e o queijo nas mãos?
    Se o transporte público é um caos?
    O negócio então é se agarrar no bolsa qualquer coisa, tentar levar uma pequena vantagem no que for possível e aproveitar o período das eleições para conseguir um caminhão de terra ou umas telhas pra dar uma arrumadinha no barraco.
    Para a maioria da população, a Pátria Mãe na verdade é uma madrasta das mais cruéis. Infelizmente.

  59. Esqueceram de combinar com os russos, a divida americana é impagavel e o governo americano esta criando uma nova bolha economica pois o dollar esta muito valorizado, uma hora vai implodir tudo.

  60. Senhores,a Guerra do Pacifico decretou o fim dos encouraçados,e surgiu o porta aviões que até hoje domina o cenário de projeção de força.
    A America possuía no final da guerra cerca de quarenta porta aviões entre os grandes Porta aviões e navios ou cargueiros modificados,e
    assim tinha a supremacia aérea vital no TO.

  61. Paulo Costa…

    o número total de NAes da US Navy incluindo os de escolta era bem maior do que 40 mesmo antes do fim da guerra. A classe “Casablanca” que
    foi incorporada entre 1943 e 1944 contava com 50 unidades a grande maioria das quais serviu no Pacífico inclusive na importante porém pouco reconhecida tarefa de transporte de aeronaves do continente para bases avançadas, tarefa igualmente realizada também por alguns NAes de escolta japoneses.

  62. Falando do assunto ja ate discutido por aqui .
    Saiu confirmação que porta-aviões “Admiral Kuznetsov” vai para Síria no final (outubro?) de 2016. Entre as novidades – Ka-52K “Katran” (ate 30 unidades).
    Um abraço!

  63. Kolchak, esse papo de que o Dólar vai implodir é velho é nunca acontenceu…

    No mais, você realmente acredita que o Rublo, que atualmente vale menos que papel higiênico usado, será a nova moeda de reserva mundial?

  64. OFF TOPIC,

    Bardini,

    Acho que foi você que cantou a bola sobre a escolha do SEA SPARROW por parte da ARCh. Não é que já está avançando.

  65. O Yamato com certeza tinha uma grande função na marinha imperial japonesa mas acima de tudo ele era “apenas” um encouraçado e vez que o combate naval limita-se a aeronaves esse tipo de navio é acima de tudo economicamente inviável para sua época pois, Taffy 3 com um punhado de navios pequenos e algumas aeronaves conseguiram fazer com que uma enorme frota reconhesse seu poder (não sei dos detalhes da batalha). Enfim o Yamato era um grande alvo bilionário com milhares de desafortunados marinheiros a bordo, e a história se repete, HMS Shefield, HMS Coventry, Bismarck, Tirpitz, mas vale destacar o caso do Bismarck que era considerado o navio mais avançado de sua época foi inutilizado por 9 torpedeiros da 1° guerra, e sem contar o HMS Coventry que junto do HMS Broadsword foram emboscados por 6 aeronaves dos anos 60 (A-4 Skyhawk argentinos) que resultou no afundamento do Coventry, considerado avançado para seu tempo. Em suma desda 2° guerra o combate naval resume-se a aeronaves e esse paradigma não mudará tão cedo.

  66. MO…

    teve o caso do NAe HMS Glorious que devido a uma estupidez cruzou o caminho dos encouraçados ou cruzadores de batalha como preferem alguns Sharnhorst e Gneisenau, e foi afundado por fogo de artilharia juntamente com os 2 contratorpedeiros que valentemente e inutilmente tentaram defende-lo.
    .
    abs

  67. Acho que tem uma foto de um destes CT’s cruzando a proa do scharnhorst se nao me engano, isso foi na costa da noruega ?

  68. MO…

    provavelmente a foto que você está se referindo é a bem conhecida foto do ct HMS Glowworm cruzando a proa do cruzador pesado Admiral
    Hipper lançando uma pesada cortina de fumaça antes de abalroar o cruzador…um dos feitos mais heroicos da História naval de todos os tempos.
    .
    Para se ter uma ideia o comandante do Admiral Hipper teria saudado o muito menor navio britânico que afundava e enviou um relato para o
    Reino Unido através da cruz vermelha internacional atestando a bravura do ct britânico.
    .
    Os acontecimentos envolvendo os 2 encouraçados e o cruzador pesado aconteceram na campanha da Noruega em 1940 !
    .
    abs

  69. Daniel…

    provavelmente procede sim…a Índia nunca escondeu o desejo de arrendar um segundo submarino. O primeiro na verdade nem estava concluído
    por falta de recursos e a Índia forneceu os recursos. O segundo submarino o “Kashalot” não está ativo e antes de ser incorporado à marinha da
    Índia terá que passar por uma revitalização a ser bancada pela Índia.
    .
    Então a marinha russa não ficou sem um submarino a primeira vez…já que estava incompleto e não ficará agora pois o submarino em questão
    encontra-se na reserva e dificilmente retornaria ao serviço ativo diante de outras prioridades da marinha russa.
    .
    abs

  70. Daniel,
    O Sputnik e suas sputnices realmente não é confiável, principalmente tendo em vista que é um órgão oficial do governo russo mas principalmente a seção brasileira é especialmente “equivocada” tendo em vista que não deve ter nenhum especialista no tema “defesa” pra conferir a tradução integral do russo.
    Obs: Eu estou com tempo livre e não cobro caro pra fazer a revisão dos artigos que tratam do tema. rsrsss
    Por exemplo, nesse link que você indicou cita que o Brahmos é “ultra-sônico”. Ora! Esse termo é completamente equivocado tendo em vista que pelo menos aqui no Brasil ultrassom é uma faixa de frequência acima daquela que o ouvido humano pode perceber, e não tem nada a ver com a velocidade do som, que utiliza os termos: subsônico (abaixo de Mach 0.9), transônico (entre Mach 0.9 e 1.1) , supersônico (acima de Mach 1.0 e abaixo de Mach 5.0), e hipersônico (Mach 5.0 ou +).
    Um russófilo desavisado e ingênuo lê uma coisa dessas e sai replicando pra meio mundo que o Brahmos (que é indiano mas de projeto original russo) é “ultrassônico” e aí se um coitado disser que não é e que o correto é dizer que ele é supersônico, o infeliz é chamado de lambe-botas americano que acha que os russos são incapazes, e que está humilhando a Grande Pátria Russa, etc., etc., etc.
    Algumas sputnices dão conta que o Brahmos é hipersônico. Também não é verdade embora pode ser que a famosa Academia Russa de Ciência considere Mach 3 + como sendo hipersônico, o que parece ser o caso tendo em visa já ter visto várias vezes esse termo associado a mísseis supersônicos. No Ocidente hipersônico é acima de Mach 5.

  71. Análise totalmente estupida e fora da realidade. O cara que escreveu esse lixo nao sabe NADA sobre a Rússia.

    Mas, faz a alegria do publico dele, entao… cada qual com suas fantasias…

  72. Os porta-aviões e submarinos são os principais navios desde a 2ª GM e não a partir do presente momento. Os Estados Unidos juntamente com o Japão tinham as marinhas mais poderosas do mundo desde o início da 2ª Gm e não em 1945, como o autor mencionou da marinha dos Estados Unidos. Para ter uma ideia no início da guerra o Japão tinha 10 porta-aviões, os Estados Unidos sete ou oito e o Reino Unido apenas três, além do mais as marinhas de submarinos dos Estados Unidos e Japão eram superiores a do Reino Unido. O Japão tinha o Musashi e Yamato dois super encouraçados de mais ou menos setenta e cinco mil toneladas que valia por três encouraçados britânicos…

  73. Os porta-aviões e submarinos são os mais poderosos navios da marinha desde a 2ª GM e não somente no presente, como afirmou o autor. A marinha dos Estados Unidos e do Japão eram as mais poderosas do mundo durante a 2ª GM. No início da 2ª Gm, o Japão possuia 10 porta aviões (que era a maior frota de porta aviões do mundo), os Estados Unidos tinham sete ou oito porta aviões e o Reino Unido três. As frotas de submarinos dos Estados Unidos e do Japão eram maiores, mais poderosas e mais atuantes do que a do Reino Unido. Além disso, o Japão tinha os super couraçados Musashi e Yamato de aproximadamente setenta e cinco mil toneladas cado um deles. Cada um desses super encouraçados valia por três couraçados britânicos. A marinha dos Estados Unidos devido ao grande poderio industrial, e durante a 2ª GM, conseguiu superar a Marinha Imperial Japonesa

  74. Leonardo…

    por força de tratado o Japão deveria ter 9 encouraçados enquanto EUA e Reino Unido, teriam 15 unidades, os EUA obviamente por estarem cercados por 2 oceanos e o Reino Unido por conta de seu império ultra marino.
    .
    Os japoneses trataram de remilitarizar um de seus encouraçados elevando o número para 10…enquanto os EUA mantiveram seus 15…uma comparação entre eles não cabe aqui…os 2 “Yamatos” foram acrescentados efetivamente ao longo de 1942, porém os EUA e sua política de não construir navios que não atravessassem o Canal do Panamá construíram navios menores…mas…como o próprio Almirante Yamamoto disse…
    um “Yamato” é tão útil ao Japão em uma guerra moderna quanto uma espada de samurai” !
    .
    Os japoneses trapacearam quanto ao limite de NAes…graças a um programa chamado “Shadow” navios mercantes/auxiliares foram rapidamente convertidos para NAes, mas, na maioria eram navios pequenos e pouco eficientes. Então é preciso ter cuidado com os números…seja como for
    em maio de 1942 o Japão perdeu em uma única batalha, a de Midway, 4 de seus preciosos NAes, enquanto os EUA perderam apenas 1.
    .
    Quanto ao Reino Unido certamente a Royal Navy possuía mais do que 3 unidades não apenas no início da guerra, mas durante ela também !

  75. Hahahahaha, adoro ver pseudos especialistas fazendo previsões sobre a Russia, e pasmem, todos errados. Ano após ano, fazem um marketing negativo sobre o grande urso e erram feio. Ao longo dos últimos a Russia tem deixado todos os céticos boquiabertos com sua capacidade de superar crises e inovar no campo de batalha. Slavaaaaaaa.

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