Helicóptero Super Lynx N-4004 é enviado para modernização

Helicóptero Super Lynx N-4004 é enviado para modernização

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Super Lynx 4004

Dando continuidade ao processo de modernização da frota de aeronaves AH-11A Super Lynx do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), o helicóptero de matrícula N-4004 deixou a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia em 18JUL, rumo ao porto do Rio de Janeiro.

De lá, a aeronave embarcará para ser levada à sede da Westland Helicopters, divisão da anglo-italiana Leonardo Helicopters, em Yeovil, Inglaterra.

É a segunda de um total de oito aeronaves, que passarão por um extenso programa de atualização, recebendo novos motores e aviônica digital, além de outras melhorias. A última aeronave modernizada AH-11B deverá ser recebida pela MB em 2020.

AH-11 Super Lynx_01

FONTE: Comando da Força Aeronaval

19 COMMENTS

  1. E ai….ja se passaram mais de 18 meses desde q a primeira foi enviada…..qdo ela retorna operacional. Do jeito q esta caminhando, duvido q todas as 8 estejam prontas para operacao em 2020. A coisa esta a caminho ou passos de tartaruga, tal qual a modernizacao dos A4 ja c a perda de uma.

  2. Celso, não sei como a Westland trabalha ou como está escrito o contrato, mas, por exemplo, as turbinas RR entram na fila quando vao para o RU fazer manutencao… e temos de levar em consideração a extensao do serviço… em suma, deve-se conhecer o cronograma de trabalho pra afirmar como estamos… abraço cordial…

  3. Alexandre Galante

    Esse tipo de modernização não poderia ter sido feita no Brasil através de um programa de cooperação, com auxílio de engenheiros e técnicos da Westland? Sesta forma, capacitaria a FAB pra futuros Up grade

  4. Olá Gustavo. A gente pode especular. Por exemplo, a MB tem 12 destes helicópteros. Talvez a modernização esteja agendada para coincidir com as datas de revisão. Por isso, a cadência de um aparelho por vez. Talvez a própria empresa prefira assim ou tenha sugerido isso. Talvez a MB tenha um contrato de manutenção programado que vai até 2020, por isso esse cronograma. Talvez você até consiga pensar em outras explicações que não sejam os clichês sobre corrupção, desperdício, incompetência ou falta de verbas.

  5. Bom, parece que finalmente a MB vai fazer um bom negócio. Reformar estes modelos para depois vendê-los aos museus aeronáuticos que existem espalhados pelo mundo certamente vai render um bom dinheiro.
    Porque, neste ritmo, não dá para pensar em outra coisa. Por exemplo, onde eles serão usados?
    Logo, logo, não haverá mais nenhum navio em condições de operar mesmo.

  6. Para o nosso número atual de escoltas , não são poucas unidades a serem modernizadas?
    Pois sempre se terá uma ou duas parada para os períodos de manutenção.
    Será que se abrirá a porta para os Wildcats?

  7. Exatamente Gelson… deve ser por isso que a MB parece não ter pressa nessa modernização. Não temos vasos adequados para eles operarem.
    Parece pescador querendo consertar molinete de vara quebrada.

  8. Pessoal, essa modernização é muito abrangente, é praticamente uma reconstrução dos helicópteros, que receberão muitos equipamentos usados nos Wildcats.
    Se observarem, os navios escolta da MB há alguns anos só têm embarcado helicópteros Esquilo, por causa da indisponibilidade dos Super Lynx.
    É uma aeronave importante para a Marinha, pois aumenta muito o alcance dos sensores e do armamento dos navios.

  9. Pessoal, a primeira aeronave deve ser um protótipo, por isso é normal que demore mais tempo. Acredito que quando recebida, deva ser validada pela MB, o que não impede o início dos trabalhos nas demais células.

  10. Gelson Jorge Emerim,

    Pelo que tenho entendido, a maioria das Marinhas da região usam helos muito “trilhados” sem que isso represente um problema operacional nem qualitativo. Até onde sei, os Super Lynx tem sido muito efetivos em exercícios frente a outras marinhas. Não vejo o por que devam ser vendidos a museus.

  11. São excelentes aeronaves para a missão, e a modernização mais do que vale a pena. Com relação à quantidade de meios para embarcá-los, coincidindo com a modernização da última unidade deverá estar sendo incorporada a primeira Tamandaré, e, apesar da falta de hangar, os NaPaOc Classe Amazonas podem recebe-los, o que aumenta muito a capacidade desses meios nas missões de patrulha. Em caso de mau tempo, eles podem retornar à terra.

  12. Adriano…

    você está sendo muito otimista quanto a incorporação da primeira “Tamandaré” em 2020 ! Nem
    mesmo foi assinado um contrato ainda para então serem comprados os materiais, etc, para
    então iniciar a construção para valer que é o “batimento da quilha” ou seja pelo menos um ano
    após a assinatura de um contrato.
    .
    No caso de um eventual contrato assinado em 2017 e o “batimento da quilha” ocorrendo em 2018
    o máximo que se teria em 2020 seria o “lançamento ao mar” faltando outros 3 anos para conclusão, portanto sendo muito otimista, a incorporação da “Tamandaré” se daria em 2023 !
    .
    abs

  13. Tem certeza Maurício? Porque pelo menos por enquanto não temos nada que preste que esteja no mercado para ser vendido, as Italianas e Alemãs foram descartadas por estarem em estado pior do que as nossas.

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