Marinha oferece 450 vagas de nível superior. R$8 mil iniciais

Marinha oferece 450 vagas de nível superior. R$8 mil iniciais

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A Marinha do Brasil lançou editais do processo seletivo para Oficiais Temporários de 2ª Classe da Reserva da Marinha (RM2), totalizando 450 vagas de ensino superior em diversas áreas, tais como Saúde, Humanas e Exatas. As inscrições estarão abertas entre os dias 13 de outubro e 11 de novembro. Os interessados devem ter mais de 18 anos e menos de 45 em 2017.

As 450 oportunidades estão distribuídas pelos nove Distritos Navais, sendo a maior parte para o 1º Distrito Naval, com 273 vagas, abrangendo Rio de Janeiro, Espírito Santo e parte de Minas Gerais. Os oficiais temporários vão servir em um dos estados englobados pelo Distrito Naval escolhido e o contrato é renovado a cada ano, podendo chegar até oito anos.

Como participar do Processo Seletivo

Os interessados devem acessar o site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, clicar em “Serviço Militar Voluntário”, escolher o Distrito Naval para o qual desejam concorrer e acessar o link de inscrição. A taxa é de R$55,00.

Como será feito o Processo Seletivo

Os candidatos farão uma prova com 50 questões objetivas divididas em Língua Portuguesa (25) e Formação Militar-Naval (25). Para os médicos, serão 25 questões de Português e 25 de Conhecimentos Profissionais. A prova para todos os candidatos está prevista para 8 de janeiro. A bibliografia está indicada no Aviso de Convocação. Após essa etapa, ainda haverá Verificação de Dados Biográficos, Inspeção de Saúde, Prova de Títulos, Verificação Documental, Designação à Incorporação e Incorporação.

Serviço
Processo Seletivo para Oficial de 2ª Classe da Reserva da Marinha (RM2)
Site: www.ingressonamarinha.mar.mil.br

DIVULGAÇÃO: Diretoria de Ensino da Marinha

24 COMMENTS

  1. Se é para cortar gastos, por que contratar?
    E as forças armadas precisam se enxugar.
    Isso aí dá 3,2 milhões mensais. Uns 40 milhões por ano.
    Deveria haver contratações só se estritamente necessário.

  2. Se a questão for apenas criar empregos que se abram 10 mil vagas.
    Empregos e bem remunerados são bons.
    Mas falo diante da situação atual.
    O governo fala em cortar gastos.
    Aqui muito se fala que o efetivo das ffaa aumentou muito nos últimos anos mas a marinha não tem dinheiro para manter os navios operando.
    No Rio grande do sul, há cinco anos havia 23 mil policiais, agora são 18 mil e o governo não tem dinheiro.
    Por isso falo: contratações deveriam ser apenas o estritamente necessário.
    Não adianta dar com uma mão e tirar com a outra.
    Nos debates da câmara falou-se que havia o risco até de desvinculação do mínimo da previdência do salário mínimo.
    Como é que o aposentado vai sobreviver com menos de um salário mínimo?

  3. A questão da contratação de mão de obra, é necessária. Afinal de contas, há quem se aposente, há quem morra e também quem acertou na mega sena e pediu conta! Esse país eu vejo os desgovenantes falando a quatro ventos em economizar, mas não vejo-os falando em reestruturação administrativa e operacional, não vejo investimentos organizacionais vislumbrando produtividade. Só falam limitadamente em cortar gastos. O problema é que para manter qualquer organização funcionando há a necessidade da chamada mão de obra, afinal ainda não temos robôs para substituir o homem em inúmeras funções. Mas reengenharia, aumento da produtividade? Isso não se fala. Gentinha fraca, essa que governa esse gigante adormecido. Vai continuar assim, sonolento, por muito tempo.

  4. Boa noite

    A questão é cortar gastos E reduzir cursos operacionais (ambos). Todos nós sabemos que o efetivo da Marinha e Aeronáutica estão bem elevados, principalmente quando comparado com os meios materias disponíveis. Tudo deve ser feito para sobrar recursos dentro do orçamento da defesa, justamente para equipar as Forças Armadas com os melhores equipamentos disponíveis no mundo.
    Eu particulamente estudo para concursos públicos, sou formado em administração pública, no entanto, não sou “cego” quanto a questão de gestão. Não acho que o orçamento deva ser sacrificado para “gerar empregos”. Isso seria terrível! Forças Armadas, assim como toda a administração pública brasileira não é lugar para “gerar emprego”, mas sim para ter aquilo que existe de melhor dentro das suas limitações naturais (fazer mais e melhor). Uma coisa é dar acesso a novos integrantes das forças, outra é a expansão de pessoal sem o mínimo de estrutura material (corvetas, fragatas etc…).
    Nesse caso específico eu não sei se é expansão ou apenas preenchimento de cargos existentes, mas sei que é preciso uma racionalização da parte humana das forças armadas, especialmente Aeronáutica e Marinha. Chega a ser latente esse problema, basta ver o efetivo de outras marinhas e os meios disponíveis por estas para ver o abismo do caso brasileiro. Esse gasto excessivo com recursos humanos é um dos fatores que, por exemplo, faz o Brasil não ter caças modernos para bater de frente com os Su-30 MK2 da Venezuela (ladrões de papel higiênico). mesmo a Aeronáutica tendo mais de 70 mil servidores.
    Enfim, ou para de aumentar o efetivo para comprar equipamentos para a defesa nacional (dentro do orçamento atual) ou vamos esperar um dia, talvez, os políticos aumentarem o orçamento das forças armadas (talvez no futuro).
    Uma coisa é certa: aumentar o orçamento de defesa e aumentar o efetivo humano na mesma proporção, na mesma lógica atual, pode levar a FAB, talvez no futuro, ter 1 milhão de servidores e continuar com F-5.

    De qualquer forma, sucesso aos novos integrante! Espero que muitos que acompanham o site ou familiares e amigos possam fazer parte das Forças Armadas!

    Abraço!

  5. Eu imagino que situação seja outra : cultural e doutrinária.
    Certas funções nas FFAA não precisam ser efetuadas por militares, mas por funcionários do MD ou por este terceirizados, desde que o próprio MD faça o estudo e veja se há economia no processo.
    Imagino que seja pra isso que um MD existe, pra racionalizar processos.

  6. Senhores… essas vagas são para repor o pessoal temporário que não renovou ou completou seu tempo máximo na MB… abraço…

  7. Olá Nonato, 45% do orçamento federal é gasto com juros e amortização da dívida. A carga tributária no Brasil é de 33% do PIB, sendo 23% federal 8% estadual e 2% municipal. Dos 23% da fração federal, 8% são contribuições previdenciárias (INSS e FGTS). Então, o orçamento federal é de 15% do PIB, o que significa que juros/dívida pública ficam com cerca de 6,5% do PIB. Salário de funcionários federais, forças armadas, universidades federais, SUS, repasse para municípios e estados e investimentos em infraestrutura ficam com 7,5% restantes do PIB.

  8. 6,5% do PIB são 350 bilhões de reais todos os anos…. 1% disso são 3,,5 bilhões por ano.. daria para arrumar o A12 com folga e sobraria 2 bilhões para construir 2 corvetas novinhas…

  9. Dizer que a culpa é da dívida é uma desculpa fácil
    Se a dívida foi feita ela tem que ser paga
    É mesma coisa que uma pessoa gastar no cheque especial pra pagar vários empregados pra sua casa e depois dizer que está mal por culpa do banco, e não dela, que gastou mal seu dinheiro

  10. 2 bilhões para construir 2 corvetas novinhas?? Dá pra fazer é o dobro meu caro Camargo…. rsrsrsrsrs 😉
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    Boa noite a todos! E jájá tem BR contra a Venezuela….. acho que pelo menos na bola a gente ganha

  11. Olá Camargoer!
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    Eu não sei se vc sabe, mas pagaremos de juros da divida pública R$ 520 bilhões este ano. Como não fizemos superavit nenhum, estes juros serão pagos emitindo novos títulos, somando-se ao principal da dívida. Fora isto, o governo assumiu que teremos um deficit de R$ 180 bilhões. Então, em um orçamento de R$ 1.500 bilhões, ainda faltarão R$ 700 bilhões este ano pra fechar a conta. O buraco é muito mais embaixo. na real o governo precisaria de um R$ 2.200 bilhões pra fechar as contas no zero a zero.
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    Mas pra quem vão estes juros? 90% dos titulos da divida publica estão nas mãoes de brasileiros. Esrtão aí, bancos, fundos previdencia, empresas, pessoas comuns como eu e vc. Afinal vc acha que seu saldo no banco está la paradinho? Não, ele está investido em títulos da divida publica. Não há como dar calote, nem como renociar isto. Porque toda a sociedade esta envolvida direta ou indiretamente.
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    Então vamos diminuir os juros. Simplesmente não dá!! Precisa-se pagar juros atrativos para permitir que o governo continue arrumando gente pra investir, mesmo diante do risco. Não somos mais grau de investimento.
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    Esta solução sua não existe. Não se diminui juros por decreto. Tem que diminuir os gastos, dar um jeito de a economia crescer, para que a arrecadação cresça, e possamos ao menos pagar os juros (ou parte deles) impedindo que a divida fuja ao controle. Com o passar dos anos, poderá abaixar os juros, à medida que a relação divida/pib diminua para níveis seguros. Na atual conjuntura, tem de pagar bem, para que haja malucos pra investir. O governo precisa de R$ 2.2 bilhões diariamente só para pagar juros!! se um dia não conseguir arrumar este valor, o pânico se espalha, e todos vão descobrir que seu dinheiro no banco não existe.

  12. Olá Tamandaré, Considerando uma corveta próxima a 200 milhões de dólares, cada uma fica por 1 bilhão de reais. Mas mesmo que esses números sejam aproximados para cima ou para baixo, não muda o fato que a sangria do orçamento publico são os juros e não o custeio da estrutura do Estado.

  13. É com grande satisfação que acompanho a trilogia desde 2008, e é um vício diário desde então. Parabenizo com atraso a existência deste espaço, que sem dúvida, é o mais completo sobre defesa no Brasil e enriqueceu muito os meus conhecimentos!
    Reduzir os juros é bem simples, é só diminuir o déficit público (jogar a famosa cursa IS para esquerda) que a selic irá baixar, macroeconomia básica. Agora operacionalizar isto é um pouco mais trabalhoso. Vamos cortar, mas aonde? Cada um acha que seu bolso é mais importante que o do vizinho. Aqui mesmo entre os comentaristas desta matéria tem quem aplauda a contratação de mais 450 servidores para Marinha. Apesar de esta força dispor de “meia dúzia” de navios velhos e enferrujados e de aviões que foram coadjuvantes na guerra do Vietnam. As nossas forças armadas reclamam que não tem recursos sequer para custeio, mas para concursos há? Se nos atacarem responderemos como? Com um bombardeio de contracheques? Mandaremos nossos marinheiros capturar um submarino rival a nado? Ou quem sabe, se tivermos sorte, pode ser que um destes novos concursados tenha poderes similares ao do aquaman!
    Custo a entender, pelos dados disponíveis na net, porque a nossa marinha tem um efetivo equivalente aos encontrados nas marinhas da França e do Reino Unido juntas? Sendo que os equipamentos que estas nações dispõem são mais numerosos e mais capazes que os nossos, sem contar que possuem unidades militares esparramadas pelo globo! Nunca vi uma justificativa plausível para esta situação. Vejo alguns colegas tentando justificar os números da FAB, apesar de pessoalmente discordar, há argumentos que fazem sentido, mas em relação a nossa marinha?
    Temos a ciência que, salvo escassas exceções, os serviços públicos disponíveis em nosso país são muito ruins como indicam as pesquisas internacionais sobre educação, mortalidade infantil, segurança, infraestrutura entre outras. Entretanto, os recursos para manter o aparato estatal são percentualmente equivalentes aos encontrados em países de primeiro mundo. Neste contexto, talvez por não nos envolvermos em conflitos, não consigamos perceber a real dimensão das capacidades das nossas forças armadas, acredito que não seria um ponto fora da curva em relação aos demais serviços públicos disponíveis.
    Uma última observação. Na realidade não sai um centavo do orçamento para rolagem da dívida. Estes 45% PIB, dado que povoa a internet, ocorreria se durante um ano ninguém se interessasse em adquirir um título do tesouro. Na prática, o governo não teria como “encaixar” esta despesa em seu orçamento redundando em uma situação de dominância fiscal, popularmente falando, seria a volta do “reino” das impressoras. O que o ministério da fazenda almeja, e que, as medidas atuais, impopulares, mas necessárias procuram obter, é um superávit primário. Este sim, paga parte dos juros incorridos no período, o que sobra é o déficit nominal. O déficit nominal, por sua vez, amplia a dívida bruta, e isto ocorre desde os primórdios do plano real (sempre temos déficit nominal), entretanto, não é o apocalipse. O objetivo é que com o superávit primário adequado, o endividamento público cresça mais lentamente que o PIB nominal, desta forma, a dívida pública é diluída em relação ao PIB com o passar do tempo.

  14. Muita gente fala sobre os juros.
    Sim. 500 bilhões são pagos por ano.
    Em 2002 a dívida era de 600 bilhões.
    Agora são 4 trilhões.
    Só existem juros porque há dívida.
    Enquanto se pagam 500 bilhões de reais de juros, o país tem 350 bilhões de dólares aplicados em títulos do tesouro americano a juros zero.
    O que fazer? Dar um calote?
    E essa de que os banqueiros se dão bem é relativa.
    Muitos dos investidores somos nós mesmos.
    Sem dúvida, se parassemos de pagar os juros, haveria folga.
    Mas como faze-lo?
    O problema agora é desarmar a bomba relógio.
    Baixar a taxa de juros na canetada não resolve.

  15. O que eu vou talvez não seja muito popular aqui, mas este negócio de militar temporário me parece uma aberração.

    Vamos supor o seguinte, a pessoa entre como militar temporário. Estoura um conflito armado, a pessoa participa do conflito arriscando a sua vida para defender a nação e sobrevive ao conflito.

    Passado o conflito e passados 8 anos, a pessoa é desligada. Um ano depois da baixa a pessoa morre de um AVC e se tiver filhos menores de idade os filhos vão ficar sem a pensão é isto, ou seria coberto pela lei previdenciária geral??

  16. Nonato. Você tem toda razão. Nós só temos que pagar juros gigantescos porque nossos governos são irresponsáveis que sempre aumentam os gastos acima do crescimento do PIB.

    Logo, temos que ficar transformando os juros de hoje em novas dívidas de amanhã porque o Estado gasta mais do que arrecada.

    “Sim. 500 bilhões são pagos por ano.
    Em 2002 a dívida era de 600 bilhões.
    Agora são 4 trilhões.
    Só existem juros porque há dívida.
    Enquanto se pagam 500 bilhões de reais de juros, o país tem 350 bilhões de dólares aplicados em títulos do tesouro americano a juros zero.
    O que fazer? Dar um calote?
    E essa de que os banqueiros se dão bem é relativa.
    Muitos dos investidores somos nós mesmos.
    Sem dúvida, se parassemos de pagar os juros, haveria folga.
    Mas como faze-lo?
    O problema agora é desarmar a bomba relógio.
    Baixar a taxa de juros na canetada não resolve.”

  17. Prezado Matheus, clique nesse banner no site da Diretoria de Ensino que você irá para a página das regiões. Selecione a região desejada e você então terá acesso ao edital. Eu sei que está complicado, a Marinha precisa melhorar a interface com o usuário.

    smv_internet

  18. Alexandre, gostaria de uma informação quanto a remuneração. Quando o profissional é aprovado ele deve fazer um curso de formação com duração de 12 meses no qual é incorporado como Praça Especial, Guarda-Marinha (GM) RM2 dos Quadros de Engenheiro. Nesse período qual a remuneração? No edital diz que depois desse tempo o profissional pode subir de nível até primeiro tenente. Qual a remuneração para a classe de primeiro tenente?

  19. Alexandre, tem indicação de material para estudar? Estou com dificuldade em achar materiais para a parte de conhecimentos específicos. Obrigada.

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